Tag: Daniss Jenkins

  • Jenkins surpreende nos playoffs: ‘Orlando nos preparou para isso’

    Jenkins surpreende nos playoffs: ‘Orlando nos preparou para isso’

    Cara, que história maluca é essa dos Pistons nos playoffs? O jovem Daniss Jenkins tá voando nessa segunda rodada contra os Cavaliers, e pasmem — ele deu todo o crédito pro Orlando Magic, que eles eliminaram na primeira rodada.

    Jenkins marcou 14 pontos em 26 minutos no jogo 2, mas o que chamou atenção mesmo foi o que ele falou depois da partida. ‘Acho que Orlando fez um trabalho muito bom nos preparando para esse momento’, disse o garoto. ‘Eles vieram e bateram na nossa cara primeiro, nos mostraram o que são os playoffs de verdade.’

    Aquele susto de 3-1 virou lição

    Olha só que maluquice: Jenkins acha que estar perdendo por 3-1 pro Magic foi a melhor coisa que podia ter acontecido. ‘Depois que superamos aquilo, só estamos voando desde então’, explicou. ‘Voltamos a jogar o basquete dos Pistons pelos 48 minutos como devíamos.’

    E não é só papo não. O moleque tem mostrado serviço. Tá com média de 13 pontos por jogo nessa série, 13 rebotes combinados, 7 assistências e ainda roubou 4 bolas. Aos 24 anos, Jenkins virou uma das surpresas desses playoffs — coisa que eu sinceramente não esperava dos Pistons.

    Mentalidade Mamba mesmo estando 2-0 na frente

    Mas o que mais me impressionou foi a mentalidade do garoto. Mesmo com os Pistons abrindo 2-0 na série contra Cleveland, Jenkins soltou uma frase digna do Kobe: ‘Vamos continuar batendo. Nossas costas ainda estão contra a parede, o mundo ainda não acredita. Ainda estamos tentando provar algo para nós mesmos. O trabalho não terminou.’

    Pô, essa humildade é absurda. Detroit não era nem cotado pra passar da primeira rodada, e agora tá dominando os Cavaliers em casa. Mas Jenkins não tá nem aí pra euforia — mantém os pés no chão.

    E vocês, estão surpresos com essa evolução dos Pistons? Porque eu tô começando a acreditar que esse time pode ir longe mesmo. Jenkins pode não ser a estrela principal, mas tá provando que jogador de playoff não é só sobre talento — é sobre mentalidade também.

  • De rejeitado no Draft a peça-chave dos Pistons: a história absurda de Jenkins

    De rejeitado no Draft a peça-chave dos Pistons: a história absurda de Jenkins

    Cara, tem histórias na NBA que parecem roteiro de filme, e a do Daniss Jenkins é uma delas. O cara foi desprezado por TODAS as 30 franquias no Draft de 2024, assinou um contrato two-way (aqueles meio vagabundos) com Detroit e agora tá sendo peça fundamental nos playoffs dos Pistons. Absurdo mesmo.

    No Jogo 1 das semifinais da Conferência Leste contra Cleveland, Jenkins jogou 29 minutos — quase um titular — e contribuiu com 12 pontos, 7 rebotes (recorde pessoal nos playoffs) e 4 roubadas. Nos últimos 3 minutos da partida, o moleque simplesmente resolveu: 6 pontos, 3 rebotes e mais um roubo para selar a vitória de Detroit.

    A jornada mais maluca que eu já vi

    Olha, eu acompanho NBA faz tempo, mas a trajetória desse Jenkins é surreal. O cara passou por QUATRO faculdades diferentes — incluindo um junior college no Texas —, foi ignorado no Draft e passou a maior parte da temporada de estreia na G League jogando pelo Motor City Cruise.

    Na minha visão, o que mais impressiona é a mentalidade do garoto. “Minha jornada toda não foi bonita, mas é sobre lutar contra a adversidade”, disse ele. E cara, que luta! Começou a temporada nem jogando metade dos primeiros 10 jogos, aí em novembro pegou uma sequência boa e nunca mais parou.

    Em fevereiro — pasmem — ele jogou seu 42º jogo da temporada, o que automaticamente converteu seu contrato two-way em um acordo de verdade: US$ 8 milhões por dois anos. De zero a herói em questão de meses.

    O momento que mudou tudo

    Quando Cade Cunningham ficou fora por causa de um pulmão colapsado (que susto, né?), Jenkins assumiu a responsabilidade e fez 30 pontos contra o Lakers. Trinta pontos! Um cara que há poucos meses tava na G League.

    Duncan Robinson, companheiro de equipe, resumiu bem: “Ele tem uma confiança inabalável para alguém que foi desprezado a carreira toda, e usa isso como combustível”.

    Sinceramente, acho que essa história do Jenkins prova como o sistema da NBA às vezes falha. Quantos talentos não passam despercebidos? O técnico Kenny Atkinson dos Cavs até reconheceu: “Esse time não ganhou 60 jogos só por causa do Cunningham. Eles têm jogadores muito bons ao redor dele”.

    E vocês, acham que Jenkins vai conseguir manter esse nível nos playoffs? Eu tô torcendo muito por esse cara. É impossível não vibrar com uma história dessas — de rejeitado a protagonista em menos de dois anos. Isso é NBA pura, galera.

  • Pistons garantem 1º lugar no Leste e são sensação da NBA

    Pistons garantem 1º lugar no Leste e são sensação da NBA

    Gente, eu ainda não consigo acreditar no que estou vendo. Os Detroit Pistons — sim, aquele mesmo time que era piada da liga há dois anos — acabaram de garantir o primeiro lugar da Conferência Leste com uma vitória tranquila de 116 a 93 sobre o Philadelphia 76ers.

    Cara, que transformação absurda! Um time que perdia 60+ jogos por temporada virou candidato real ao título. E olha que ainda estão sem o Cade Cunningham, que tá fora com um pulmão colapsado (situação bizarra, por sinal).

    Tobias Harris deu aula no ex-time

    O grande nome da noite foi Tobias Harris, que simplesmente destruiu a torcida do Philadelphia que tava vaiando ele a noite toda. O cara fez 19 pontos e ainda roubou 4 bolas, transformando cada vaia em arremesso certeiro. Sinceramente, não tem coisa mais gostosa no basquete do que ex-jogador calando a boca da torcida que tá reclamando dele.

    Mas o moleque Daniss Jenkins também merece destaque. Desde que assumiu a titularidade no lugar do Cade, o garoto tá voando: 16 pontos, 14 assistências e apenas 1 turnover. Esse aí já mostrou que aguenta a pressão dos playoffs.

    Defesa sufocante decidiu o jogo

    O jogo começou equilibrado, mas foi no terceiro quarto que os Pistons mostraram por que são tão especiais. A defesa deles simplesmente espremeu o Philadelphia até não sobrar nada. Em determinado momento do último quarto, os Sixers ficaram mais de 6 minutos sem fazer uma única cesta. Imagina a frustração!

    E não é só isso — Detroit teve 33 assistências em 43 cestas convertidas. Isso é basquete coletivo no seu melhor nível. Todos os cinco titulares pontuaram em dois dígitos, além de dois reservas também contribuindo. Time completo mesmo.

    Uma transformação histórica

    Olha, eu acompanho NBA há muito tempo e poucas vezes vi uma reconstrução tão impressionante quanto essa dos Pistons. Eles têm 57 vitórias com quatro jogos restantes na temporada regular. Se chegarem às 60 vitórias, serão apenas o terceiro time na história da franquia a conseguir isso.

    Os outros dois foram lendários: o time de 2005-06 que ganhou 64 jogos com Flip Saunders e aquele esquadrão histórico de 1988-89 que foi campeão com 63 vitórias. Estar nessa companhia já é um feito e tanto.

    E aí, vocês acham que esse time dos Pistons tem o que é preciso para chegar às Finais da NBA? Com essa defesa monstruosa e sem o Cade ainda, imaginem quando ele voltar…

  • Jenkins e Duren massacram os Wolves – Detroit não para de surpreender

    Jenkins e Duren massacram os Wolves – Detroit não para de surpreender

    Cara, eu preciso falar uma coisa: esse Detroit Pistons tá me deixando maluco de tanta qualidade. Ontem à noite eles fizeram mais uma das suas e detonaram o Minnesota Timberwolves por 113 a 108 em casa. E olha que era o terceiro jogo em quatro noites, mas parecia que os caras tinham descansado uma semana.

    O show ficou por conta de Daniss Jenkins e Jalen Duren — dois nomes que, sinceramente, eu não esperava que fossem carregar um time playoff há alguns anos. Mas é isso aí, a NBA sempre nos surpreende.

    Jenkins assumiu o protagonismo de vez

    Com Anthony Edwards fora pelo Minnesota (e que falta ele fez), Jenkins simplesmente resolveu tomar conta do jogo. 26 pontos, 5 rebotes e 8 assistências — números de estrela mesmo. O cara assumiu a responsabilidade depois que Tobias Harris machucou o joelho numa dividida com o Gobert no segundo quarto.

    E que jogada foi aquela enterrada do Ausar Thompson em cima do Donte DiVincenzo no último período? Mano, quase derrubou o teto do Little Caesars Arena! Dá pra ver o Cade Cunningham comemorando no banco mesmo lesionado. Isso é química de time, é paixão pelo jogo.

    Duren jogando como All-Star

    Agora, vamos falar sério do Jalen Duren. 22 pontos e 14 rebotes em 36 minutos, dando trabalho pro Rudy Gobert como se fosse mais um qualquer. O maluco tá fazendo até arremesso de meia distância — os comentaristas falaram que ele tá 8 de 9 em chutes fora do garrafão na temporada. Absurdo!

    Sinceramente, eu acho que ele vai ganhar uma vaga no All-NBA esse ano. E no verão? Vai ganhar um contrato monstro, pode anotar. Quem diria que Detroit ia encontrar uma dupla tão competente assim para segurar a ponta enquanto o Cade se recupera.

    O jogo foi daqueles cheios de viradas — Minnesota até chegou a liderar 80-79 entrando no último quarto, mas Detroit mostrou por que tá no topo do Leste. Aqueles sete pontos de vantagem depois do alley-oop do Thompson foram decisivos.

    E aí, vocês acham que esse Pistons consegue manter esse nível nos playoffs? Porque do jeito que o Jenkins tá jogando e com o Duren dominando o garrafão, eu tô começando a acreditar que eles podem incomodar muito.

  • Pistons atropela Wolves sem Ant e Cade: Jenkins brilha com 26 pontos

    Pistons atropela Wolves sem Ant e Cade: Jenkins brilha com 26 pontos

    Cara, que jogaço foi esse entre Pistons e Timberwolves na noite de quinta! E olha que nem Anthony Edwards nem Cade Cunningham estavam em quadra por lesão. Mesmo assim, os dois times entregaram um show e Detroit levou a melhor por 113 a 108 em casa.

    O grande nome da noite? Daniss Jenkins, que tá sendo a revelação absurda dos Pistons nesta temporada. O cara meteu 26 pontos (acertando os dois arremessos de 3 que tentou), pegou 5 rebotes e distribuiu 8 assistências. Simplesmente monstro.

    Duren comandou o garrafão

    Mas não foi só Jenkins que brilhou. Jalen Duren fez um double-double sensacional: 22 pontos e 14 rebotes, além de 4 assistências e 2 tocos. O pivô tá jogando um basquete maduro demais para a idade dele.

    E o Ausar Thompson? Recém-eleito Jogador Defensivo do Mês, o cara quase fez um triple-double: 7 pontos, 9 rebotes, 9 assistências, 2 roubadas e 3 tocos. Defesa e distribuição no mais alto nível.

    O jogo tava equilibrado demais — 54 a 54 no intervalo e Minnesota ainda ganhando por 80 a 79 no fim do terceiro quarto. Os times trocavam a liderança o tempo todo até que Julius Randle (que fez 27 pontos pelos Wolves) colocou Minnesota na frente por 87 a 83 na lance livre.

    Pistons explodiu no final

    Aí que veio a magia dos Pistons. Parcial de 20 a 5 que definiu o jogo! Duncan Robinson fechou a sequência com uma bomba de 3 que abriu 103 a 92 faltando 3 minutos. Minnesota ainda tentou reagir e chegou a ficar a apenas 3 pontos (109-106), mas Detroit foi cirúrgico na linha do lance livre.

    Sinceramente? Tô impressionado com esse Detroit. Sem Cunningham há 9 jogos, o time fez 7-2 e mantém 4,5 jogos de vantagem sobre Boston na liderança do Leste. São 56 vitórias em 77 jogos — números de candidato real ao título.

    Do lado de Minnesota, além dos 27 de Randle, Ayo Dosunmu e Naz Reid fizeram 19 cada. Reid ainda acertou 4 de 8 do perímetro. Mas os Wolves caíram para 46-30 e seguem brigando por posição no Oeste.

    Única preocupação para Detroit: Tobias Harris saiu no segundo quarto com uma contusão no joelho esquerdo e não voltou mais. Com Cunningham e Isaiah Stewart já no departamento médico, essa possível lesão do Harris pode complicar.

    E aí, vocês acham que Detroit consegue manter esse nível sem as principais estrelas? Os playoffs prometem ser uma loucura!

  • Jenkins mete 30 pontos e quebra sequência de 9 dos Lakers

    Jenkins mete 30 pontos e quebra sequência de 9 dos Lakers

    Gente, eu tô impressionado com o que tá acontecendo em Detroit. O Daniss Jenkins simplesmente resolveu virar o jogo contra os Lakers ontem à noite e ainda por cima quebrou uma sequência de nove vitórias seguidas de Los Angeles. Trinta pontos na carreira dele. TRINTA!

    O cara pegou a bola no final do jogo, encarou o Austin Reaves na lateral da quadra e — olha só que frieza — fez um step-back lindo pra cravar o arremesso da vitória. 113 a 110 para Detroit. Simplesmente monstruoso.

    A confiança de quem nasceu pra isso

    O que mais me chamou atenção foi a entrevista depois do jogo. Jenkins falou uma coisa que resumiu tudo: “Eu tô nessa posição por algum motivo, só preciso sair e ser eu mesmo”. Cara, isso é mentalidade de craque. O moleque tem 30 pontos na carreira, oito assistências, quatro rebotes e ainda por cima fecha o jogo nos lances livres sem tremer a mão.

    Sabe o que é mais louco? Os Pistons tão na liderança isolada do Leste com 52-19. CINCO jogos na frente do segundo colocado (que são os Celtics). Quem diria, né? Detroit brigando pelo primeiro lugar da conferência.

    O momento perfeito para decolar

    Essa vitória foi a quarta seguida dos Pistons — sete das últimas oito, pra ser mais exato. E olha, sinceramente eu não esperava que eles fossem conseguir parar os Lakers nesse momento. LA vinha de nove vitórias consecutivas e tava voando.

    Mas Jenkins mostrou que tá preparado pra esses momentos decisivos. O cara criou o próprio arremesso, não dependeu de ninguém. Pegou a bola, fez o jab step no Reaves, abriu espaço e — PAH! — mandou pro fundo da rede.

    E tem mais: o Cade Cunningham deve voltar pro início dos playoffs depois daquela lesão no pulmão. Imagina esse time com Cunningham e Jenkins jogando junto? Vai ser absurdo.

    Vocês acham que Detroit realmente tem cara de time para ir longe nos playoffs? Porque eu tô começando a acreditar seriamente nessa equipe.

  • Jenkins destrói Lakers com 30 pontos e quebra sequência de 9 vitórias

    Jenkins destrói Lakers com 30 pontos e quebra sequência de 9 vitórias

    Gente, que noite foi essa do Daniss Jenkins? O cara simplesmente resolveu mostrar pra todo mundo que não é brincadeira. 30 pontos contra o Lakers, quebrando uma sequência de nove vitórias dos caras de Los Angeles. Isso mesmo, nove!

    Os Pistons venceram por 113-110 em casa e, olha, não foi fácil não. O time de Detroit tá numa fase incrível — quatro vitórias consecutivas — e muito disso tem a ver com essa revelação que veio da G-League. Jenkins tá fazendo o Cade Cunningham nem fazer falta, se é que vocês me entendem.

    O monstro que veio do nada

    Vocês lembram quando eu falei que os Pistons iam surpreender essa temporada? Jenkins é exatamente o tipo de jogador que eu tava falando. Cara de 24 anos, veio da liga de desenvolvimento e tá jogando como se fosse veterano há anos.

    O técnico J.B. Bickerstaff nem se surpreende mais com o garoto. “Quando ele tem a oportunidade, ele entrega pra gente. Seja durante o jogo todo ou nos momentos decisivos, ele sempre encontra um jeito de impactar na vitória”, disse o treinador. E eu concordo totalmente.

    Na real, Jenkins meteu oito pontos só no último período. Duas cestas livres aqui, uma meia distância ali… o cara foi cirúrgico quando mais precisava. E olha que os Lakers voltaram pra cima duas vezes no final!

    Humildade que impressiona

    O que mais me impressiona no Jenkins — além do basquete, óbvio — é a mentalidade dele. O moleque falou uma coisa que me marcou: “Eu sempre digo que sou eternamente humilde, grato. Mas você sabe o que pode fazer, como pode impactar o jogo. Todo mundo fica surpreso, menos eu mesmo.”

    Cara, essa confiança sem arrogância é coisa de craque. Lembram daquela tripla que ele meteu contra o Washington pra levar pro overtime? Jenkins tá colecionando esses momentos clutch que separam os bons dos especiais.

    E vocês acham que ele vai conseguir manter esse nível quando o Cade voltar? Porque, sinceramente, do jeito que ele tá jogando, os Pistons têm um problemão bom pra resolver.

    Ah, e só pra contextualizar: os Pistons seguraram o Doncic em 32 pontos (que não é pouco, né), mas o letão teve uma noite complicada — 11/29 nos arremessos de quadra e apenas 3/13 do perímetro. Jalen Duren fez um double-double massa (20 pontos e 11 rebotes) e Duncan Robinson acordou no jogo, metendo quatro bombas de três.

    Que fase dos Pistons, hein? E Jenkins no centro de tudo isso. O cara veio pra ficar.

  • LeBron elogia Pistons após quebrar sequência dos Lakers: ‘Líder do Leste’

    LeBron elogia Pistons após quebrar sequência dos Lakers: ‘Líder do Leste’

    Cara, que jogaço foi esse dos Pistons ontem! Quebrar uma sequência de nove vitórias dos Lakers não é brincadeira, e ainda por cima sem o Cade Cunningham. Sinceramente, eu não esperava que Detroit conseguisse segurar a pressão no final, mas os caras foram monstros.

    O Daniss Jenkins simplesmente resolveu virar protagonista na hora H. 30 pontos — recorde pessoal dele — incluindo umas cestas decisivas no último quarto que deixaram todo mundo de boca aberta. O moleque jogou como um veterano, não dá pra acreditar.

    LeBron reconhece: Detroit tá voando

    E olha só o que o King falou depois da derrota: “Você tem que dar crédito onde o crédito é devido. Eles são o time número 1 do Leste. Têm um time muito bom, mesmo com seu jogador All-NBA fora. Eu dou muito crédito pra eles”.

    Mano, quando o LeBron fala isso, é porque o time realmente tá jogando bola mesmo. O cara já viu de tudo nessa liga, então quando ele reconhece o trabalho dos Pistons, é sinal de que Detroit tá no caminho certo.

    E não foi moleza não — os Lakers reagiram e quase viraram o jogo. Detroit tinha 16 pontos de vantagem e viu os caras de roxo e dourado colarem no placar. Mas a diferença foi justamente essa: compostura. Os Pistons não se desesperaram quando a coisa apertou.

    Profundidade que impressiona

    O que mais me chamou atenção foi como o time todo contribuiu. O Jalen Duren fez um double-double tranquilo (20 pontos e 11 rebotes), mas o legal é que sete jogadores marcaram pelo menos 6 pontos. Isso é coisa de time maduro, galera.

    Quatro vitórias seguidas e apenas uma derrota nos últimos oito jogos. Com esse 52-19, os Pistons estão consolidados no topo do Leste e já garantiram vaga nos playoffs. Quem diria, né? Detroit voltando a ser respeitado na NBA.

    O problema agora é que vem pedreira pela frente: Hawks, Pelicans, Timberwolves, Thunder e Raptors. Vocês acham que eles conseguem manter esse ritmo mesmo sem o Cunningham? Eu tô começando a acreditar que sim — esse time tem uma química absurda.

    E o Cade vai ficar fora por um tempo por causa de um pulmão colapsado, coisa séria. Mas como o próprio LeBron falou, eles têm jogado muito bem mesmo sem ele. Isso mostra o quanto esse elenco evoluiu.

  • Jenkins explode e acaba com sequência histórica dos Lakers

    Jenkins explode e acaba com sequência histórica dos Lakers

    Cara, que jogaço foi esse em Detroit! Daniss Jenkins simplesmente resolveu virar monstro e detonou os Lakers com 30 pontos — recorde pessoal do garoto — numa vitória épica por 113-110 que acabou com a sequência de nove vitórias seguidas de Los Angeles.

    Olha, eu não esperava isso. Os Lakers estavam numa fase absurda, embalados, e aí chega esse pivete do Jenkins e resolve fazer a partida da vida dele. Seis pontos nos últimos 34 segundos! É isso que separa os grandes dos medianos — na pressão, ele não tremeu.

    A virada que ninguém viu vindo

    O negócio estava feio pros Pistons no terceiro quarto. Lakers chegaram a abrir 16 pontos de vantagem e eu já tava pensando “acabou”. Mas Detroit mostrou porque vem fazendo uma temporada surpreendente — quarta vitória consecutiva e sétima em oito jogos.

    Jalen Duren foi fundamental também, com um double-double de 20 pontos e 10 rebotes. O garoto tá crescendo muito nessa temporada, e jogos como esse mostram porque ele pode ser uma peça importante pro futuro dos Pistons.

    Luka brilha mas não é suficiente

    Do lado dos Lakers, Luka Dončić fez o que sempre faz: mandou 32 pontos. Austin Reaves ajudou com 24, mas não foi suficiente. O mais bizarro? LeBron James ficou ZERADO no primeiro tempo. Zero pontos! Claro que ele se recuperou no segundo e terminou com 12 pontos, 10 assistências e 9 rebotes (quase um triple-double), mas esse primeiro tempo foi estranho demais.

    A parte mais doida do jogo foram os últimos segundos. Lakers conseguiram virar pra 108-107 com lances livres do Deandre Ayton, mas Jenkins respondeu na lata. Reaves ainda empatou de novo, 110-109, mas aí o pivete dos Pistons mostrou sangue frio e fechou a conta.

    Luka ainda teve a chance do empate no último segundo, mas errou um arremesso de três contestado. Sinceramente? Foi justo. Detroit jogou melhor quando precisava e Jenkins foi simplesmente sensacional.

    E aí, vocês acham que os Pistons conseguem manter esse ritmo? Porque a temporada deles tá sendo uma surpresa muito positiva!