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  • Bucks monta staff dos sonhos com Ham, Boylan e St. Andrews

    Bucks monta staff dos sonhos com Ham, Boylan e St. Andrews

    Olha, o Taylor Jenkins não tá brincando em serviço. O novo técnico do Milwaukee Bucks acabou de fechar um staff que é simplesmente absurdo — e que deixa claro que a franquia quer mesmo uma mudança radical de cultura.

    Segundo o pessoal do The Athletic, Jenkins trouxe três nomes peso-pesado: Joe Boylan (que nunca tinha trabalhado em Milwaukee), manteve o Darvin Ham (que já é praticamente da família) e ainda conseguiu o retorno do Patrick St. Andrews, que passou cinco temporadas na cidade entre 2018 e 2023.

    Boylan é o cara do desenvolvimento

    Joe Boylan é daqueles caras que você vê o currículo e fica “nossa”. Desde 2009 na NBA, passou por Celtics, Warriors, Pelicans, Timberwolves e Memphis Grizzlies (duas vezes, inclusive uma com o próprio Jenkins). O monstro é especialista em desenvolvimento de jogadores — trabalhou com galera como Jaden McDaniels, Brandon Ingram e Naz Reid.

    E cara, isso é EXATAMENTE o que o Bucks precisa agora. Eles têm uns mlks promissores como Ryan Rollins e Ousmane Dieng, sem contar a 10ª escolha do draft que vem por aí. A metodologia do Boylan é interessante: ao invés de ficar repetindo movimento “perfeito”, ele coloca os jogadores em situações diferentes pra eles mesmo descobrirem as soluções. Inteligente demais.

    Ham voltou pra casa

    Darvin Ham dispensa apresentações, né? O cara que até foi entrevistado pro cargo de técnico do Pelicans decidiu voltar pro Bucks, onde já passou SEIS temporadas como assistente. Saiu pra ser técnico do Lakers por duas temporadas, mas agora tá de volta.

    A química dele com Jenkins é antiga — trabalharam juntos por cinco anos no Atlanta Hawks com o Mike Budenholzer. E sinceramente, depois de toda a bagunça que rolou em Milwaukee recentemente, ter alguém como Ham traz aquela estabilidade que time precisa. O cara é conhecido pela ética de trabalho e comunicação.

    St. Andrews completa o trio

    Patrick St. Andrews é tipo aquele amigo que sempre volta. Trabalhou com Jenkins no Memphis entre 2023-2025, mas também tem história longa no Bucks — cinco temporadas, incluindo o título de 2021. Antes disso, também estava no staff do Budenholzer no Hawks.

    Na temporada passada estava no Portland Trail Blazers, e pelo que o pessoal de lá conta, foi peça-chave gerenciando rotações e minutagem quando metade do time estava voltando de lesão. Ou seja, o cara sabe lidar com adversidade.

    Vocês acham que esse staff vai conseguir realmente mudar a cultura do Bucks? Na minha visão, a combinação de desenvolvimento (Boylan), estabilidade (Ham) e gestão de jogo (St. Andrews) é perfeita pro que Jenkins quer implementar. E o timing não podia ser melhor — draft e free agency vindo aí.

    Esse trio aponta pra uma coisa: Milwaukee quer mesmo partir do zero, mas sem esquecer o que deu certo no passado. Esperando ansiosamente pra ver essa nova era em ação.

  • Jenkins monta seu ‘dream team’: Ham, St. Andrews e Boylan nos Bucks

    Jenkins monta seu ‘dream team’: Ham, St. Andrews e Boylan nos Bucks

    Galera, o Taylor Jenkins não tá brincando em serviço. O novo técnico dos Bucks já começou a montar sua comissão técnica para 2026-27 e, sinceramente, olhando os nomes que ele trouxe, a coisa promete.

    Darvin Ham, Patrick St. Andrews e Joe Boylan. Três caras que não são nomes aleatórios no mercado — Jenkins conhece o trabalho de cada um deles e sabe exatamente o que esperar.

    Ham volta como assistente (e tá certo)

    O mais interessante dessa história toda é o Darvin Ham. Cara foi técnico principal dos Lakers por duas temporadas, teve um record de 90-74 (nada mal, né?), levou o time até as finais de conferência em 2023… E agora volta como assistente. Pode soar estranho, mas olha — às vezes dar um passo atrás é estratégico.

    Ham e Jenkins já trabalharam juntos lá na época do Budenholzer no Hawks, depois se reencontraram em Milwaukee. É aquela química que já existe, sabe? E depois da experiência como head coach nos Lakers, Ham volta com uma bagagem completamente diferente.

    Aliás, ele até disputou a vaga de técnico do Pelicans recentemente, mas perdeu pro Jamahl Mosley. Agora, juntando-se ao Jenkins, pode ser a combinação perfeita.

    A turma do Budenholzer se reunindo

    Patrick St. Andrews é outro cara que vem dessa ‘família’ do Budenholzer. Nove anos como assistente na NBA, passou pelo Hawks, Bucks, foi com o Jenkins pro Memphis e depois pro Portland com o Tiago Splitter (nosso brasileiro lá comandando!).

    E o Jenkins não esconde a emoção de trabalhar com essa galera de novo. Na coletiva de apresentação, ele falou que são ‘irmãos’ pra ele. Cara, isso é muito importante no basquete — ter pessoas em que você confia 100%, que conhecem sua filosofia.

    ‘A natureza íntima do nosso trabalho faz com que estejamos juntos o tempo todo’, disse o Jenkins. ‘Debates nas reuniões, no vestiário, nos voos… Essas conexões foram imediatas.’

    Joe Boylan completa o trio. Esse é interessante — trabalhou com o Chris Finch em Minnesota (que técnico, por sinal), passou mais de uma década focando no desenvolvimento de jogadores. E tem uma abordagem diferente, essa tal de ‘Constraints-Led Approach’. É basicamente treinar os jogadores em situações que limitam certas opções, forçando eles a desenvolver outras habilidades.

    Olha, eu gosto dessa montagem do Jenkins. Não foi lá pegar qualquer um — trouxe gente que conhece, que confia, e cada um com uma especialidade diferente. Ham com a experiência de head coach, St. Andrews com a versatilidade, Boylan com o desenvolvimento de jogadores.

    E vocês, o que acham dessa comissão técnica dos Bucks? Jenkins tá montando algo sólido ou é só nostalgia de Atlanta?

  • Pelicans já tem 4 finalistas pra técnico – e Rondo tá na lista!

    Pelicans já tem 4 finalistas pra técnico – e Rondo tá na lista!

    Olha só que interessante: os Pelicans já definiram os quatro finalistas para o cargo de técnico principal, e tem uma cara conhecida aí que pode surpreender muita gente.

    A lista final tem Darvin Ham e Rajon Rondo (ambos assistentes no Milwaukee), Steve Hetzel (assistente no Brooklyn) e Sean Sweeney (assistente no San Antonio). Sim, você leu certo – o próprio Rondo, aquele armador genial que a gente acompanhou por anos, agora tá disputando uma vaga de técnico principal na NBA.

    O que aconteceu com Borrego?

    Aqui tem um detalhe curioso: James Borrego, que terminou a temporada como técnico interino dos Pelicans, não tá nessa lista final. Cara assumiu o time depois que demitiram o Willie Green após apenas 12 jogos, comandou a equipe até o final da temporada (terminaram com 24-46), mas aparentemente não convenceu a diretoria.

    Sinceramente? Acho meio injusto com o Borrego. O cara pegou um time em situação complicada e pelo menos deu uma estabilizada nas coisas. Mas né, NBA é resultado mesmo.

    Jamahl Mosley pode entrar na briga

    Tem mais uma reviravolta nessa história: Jamahl Mosley, que acabou de ser demitido do Orlando Magic depois de cinco temporadas, pode ser adicionado à lista de candidatos. Segundo os bastidores, os Pelicans já vinham de olho nele há meses, meio que esperando que Orlando tomasse essa decisão.

    E vocês, o que acham dessa lista? Eu tô genuinamente curioso pra ver como seria um Rajon Rondo técnico. O cara sempre foi conhecido pela inteligência de jogo absurda, aquele QI de basquete que poucos jogadores têm. Mas uma coisa é ser inteligente como jogador, outra é conseguir passar isso pro time todo como técnico.

    Os Pelicans precisam mesmo de uma mudança. Com Zion Williamson tentando se manter saudável e Brandon Ingram jogando em alto nível, esse time tem potencial pra brigar por uma vaga nos playoffs. A questão é encontrar alguém que saiba extrair o máximo desse elenco – e principalmente, que consiga manter todo mundo focado e comprometido.

  • Pelicans procurando técnico e Borrego pode ficar mesmo

    Pelicans procurando técnico e Borrego pode ficar mesmo

    Olha, eu não sei se vocês acompanharam a situação dos Pelicans, mas eles estão numa sinuca de bico para escolher o próximo técnico. E o que mais me chamou atenção? James Borrego pode ficar mesmo no cargo.

    O cara assumiu como interino depois que o Willie Green saiu e, sinceramente, não fez um trabalho dos mais convincentes. 24 vitórias e 46 derrotas — mais da metade dos jogos perdidos. Mas aparentemente a direção viu alguma coisa ali que eu não consegui enxergar assistindo alguns jogos deles.

    O leque de opções tá interessante

    Agora, o que me deixa curioso é a lista de candidatos que eles tão considerando. Sean Sweeney, assistente dos Spurs — esse aí conhece basquete, vem da escola Pop Gregg. Darvin Ham dos Bucks também tá na disputa, e convenhamos, trabalhar com o Giannis deve ensinar umas coisas sobre como lidar com superstar.

    Mas o que mais me surpreendeu foi ver Steve Hetzel dos Nets na lista. Brooklyn não teve uma temporada das mais convincentes, mas enfim, experiência é experiência.

    As apostas mais ousadas

    E aí que vem o plot twist: Jarrett Jack e Rajon Rondo também estão cotados. Rondo como técnico? Cara, isso seria absolutamente fascinante de ver. O maluco sempre foi um QI de basquete absurdo em quadra, mas daí a comandar um time inteiro…

    Jarrett Jack dos Pistons é outro que me deixa na curiosidade. Detroit tá numa reconstrução há uns 5 anos já, será que ele aprendeu alguma coisa sobre paciência lá?

    A real é que os Pelicans precisam de alguém que consiga tirar o melhor do Zion Williamson e do Brandon Ingram. Dois talentos monstruosos que nunca conseguiram encaixar direito. E vocês, acham que algum desses caras aí consegue fazer essa dupla funcionar de verdade?

    Na minha opinião, manter o Borrego seria apostar na continuidade, mas não sei se é isso que o time precisa. Às vezes uma mudança radical de filosofia pode ser exatamente o que falta para acordar esse elenco.