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  • Cinco nomes na mira dos Mavs: quem vai substituir Jason Kidd?

    Cinco nomes na mira dos Mavs: quem vai substituir Jason Kidd?

    Galera, desde que o Jason Kidd foi mandado embora, o povo do Dallas tá especulando quem vai assumir o comando. E com o Masai Ujiri à frente das decisões, pode rolar uma surpresa danada — vocês sabem como ele gosta de mexer no vespeiro.

    O Christian Clark, do The Athletic, trouxe cinco nomes que estão circulando pelos bastidores. Alguns óbvios, outros que vão fazer todo mundo cair pra trás. Vamos nessa?

    Sean Sweeney: o favorito da torcida

    O primeiro nome que todo mundo já tava esperando é o Sean Sweeney. Cara, esse aí foi assistente do próprio Kidd de 2021 a 2024, e era basicamente o cérebro por trás daquelas defesas monstruosas que levaram Dallas longe nos playoffs.

    Segundo o Clark, não é questão de “se” o Sweeney vai virar técnico principal, mas “quando”. Bulls e Magic já tão de olho nele também. O maluco tem aquela pegada tática que a gente não via desde os tempos do Rick Carlisle. Sinceramente? Seria uma contratação segura.

    Nomes que podem surpreender

    O Micah Nori, assistente dos Timberwolves há cinco anos, é outro cotado. O cara até teve uma passagem relâmpago como técnico principal quando o Chris Finch se machucou em 2024 — justamente na série contra Dallas. Irônico, né?

    Agora o Tiago Splitter… essa me pegou desprevenido! O brasileiro assumiu o Portland meio na correria por causa do escândalo do Chauncey Billups, mas se saiu bem demais. Levou os Blazers pros playoffs e tudo. E tem conexão com a organização através do novo GM Mike Schmitz.

    Mas ó, os dois nomes mais malucos da lista vão fazer vocês caírem da cadeira.

    As apostas mais ousadas

    Jon Scheyer, técnico de Duke. Sim, aquele mesmo que treinou o Dereck Lively II e agora comanda o Cooper Flagg. O cara tem um cartel absurdo no college (125-24 em quatro anos), mas nunca ganhou um título nacional.

    Se os Mavs querem mesmo apostar todas as fichas no Flagg, faz todo sentido trazer quem conhece o garoto melhor que ninguém. Seria uma jogada arriscada, mas potencialmente genial.

    E agora preparem-se: Dawn Staley. Isso mesmo, a lendária técnica de South Carolina que domina o basquete feminino universitário desde 2008.

    A mulher já foi entrevistada pelos Knicks ano passado e disse que “teria que aceitar” se fosse chamada. Com o Ujiri comandando as contratações, nada é impossível — e seria revolucionário ver a primeira mulher técnica principal da NBA.

    E aí, qual de vocês acham que tem mais cara de Dallas? Eu tô curioso pra ver se o Ujiri vai mesmo de Splitter (seria massa ter um brasileiro por lá) ou se vai surpreender geral com a Dawn Staley.

  • South Carolina faz história com show ofensivo na March Madness feminina

    South Carolina faz história com show ofensivo na March Madness feminina

    Cara, a Dawn Staley e o South Carolina simplesmente resolveram fazer história no basquete feminino universitário americano. E que história, meu amigo!

    As Gamecocks acabaram de protagonizar algo que nunca havia acontecido na história do programa: marcar mais de 100 pontos em dois jogos consecutivos do mesmo torneio da NCAA. Isso mesmo — elas fizeram 103 no sábado e 96 na segunda contra USC. Absurdo total.

    Um ataque que não perdoa

    Olha, eu já acompanho basquete feminino há um tempo, mas essa South Carolina tá num nível diferente. Seis jogadoras pontuando em dois dígitos numa partida de torneio? Joyce Edwards liderando com 23 pontos e 10 rebotes, jogando com uma eficiência de dar inveja (8/12 nos arremessos de quadra).

    A Madina Okot conseguiu um double-double monstro com 15 pontos e 15 rebotes. E não para por aí — Agot Makeer contribuiu com 15 pontos e ainda roubou 4 bolas. Quando um time tem essa distribuição ofensiva, fica complicado pra qualquer adversário.

    Sinceramente, essa profundidade ofensiva me lembra um pouco o que a Seleção Brasileira feminina sonha em ter. Quando você não depende só de uma ou duas jogadoras, o jogo fica muito mais fácil.

    Rumo ao tricampeonato?

    South Carolina já foi campeã em 2024 e chegou na final no ano passado (perdendo pra UConn, que dor). Agora, com essa campanha de 33-3 na temporada regular e essa ofensiva funcionando como um relógio suíço, elas têm tudo pra brigar pelo título de novo.

    A próxima pedreira é Oklahoma no Sweet 16, dia 28 de março. E vocês acham que as Gamecocks conseguem manter esse ritmo ofensivo contra defesas mais ajustadas? Porque uma coisa é chutar bem contra USC, outra é fazer isso quando a pressão aumenta nas fases eliminatórias.

    O que mais me impressiona é como a Dawn Staley conseguiu montar um sistema onde todo mundo contribui. Não é à toa que elas dominaram a SEC (15-1) e chegam como uma das favoritas ao título nacional.

    March Madness feminina tá cada vez mais competitiva, mas essa South Carolina parece estar um passo à frente de todo mundo. Vamos ver se conseguem confirmar o favoritismo!