Tag: demissões

  • Lakers demitem mais de 10 funcionários na reformulação da nova direção

    Lakers demitem mais de 10 funcionários na reformulação da nova direção

    Olha só que notícia pesada chegou de Los Angeles. Os Lakers acabaram de demitir mais de uma dúzia de funcionários como parte da reformulação que a nova direção está fazendo na franquia. E quando eu falo reformulação, é reformulação mesmo — não é só papo.

    Segundo o Dave McMenamin da ESPN, os cortes atingiram departamentos importantes como marketing, comunicação do time, conteúdo e parcerias corporativas. Cara, isso mostra que a coisa é séria por lá. Quando você mexe nesse nível de estrutura, é porque a mudança vai ser profunda mesmo.

    A nova era dos Lakers começou pesado

    Nos últimos meses, os Lakers já vinham mexendo bastante no lado empresarial. Contrataram o Lon Rosen como presidente de operações comerciais (ele substituiu o Tim Harris), trouxeram o Michael Spetner como diretor de estratégia e crescimento, e o Ryan Kantor como vice-presidente de parcerias globais.

    No basquete, a coisa também não para. Recentemente eles trouxeram Tony Bennett como consultor de draft — e olha que nome pesado — e o Rohan Ramadas como gerente geral assistente de estratégia e dados.

    Sinceramente? Essa reformulação toda me lembra quando uma empresa brasileira troca de dono e resolve “modernizar” tudo. Às vezes dá certo, às vezes… bem, vocês sabem como é.

    E o elenco? LeBron e Reaves são as prioridades

    Mas vamos ao que realmente importa pra gente: o que vai rolar com o time mesmo. As duas grandes incógnitas da offseason dos Lakers são Austin Reaves e LeBron James.

    O Reaves, que foi uma das melhores descobertas dos Lakers nos últimos anos, deve receber ofertas de contrato máximo. E não vai ser só Los Angeles interessado nele, não. Vários times vão tentar pescar o cara no mercado se os Lakers não chegarem no valor que ele quer.

    Já o LeBron… cara, que situação complexa. O Rei tem várias opções na mesa: renovar com os Lakers, assinar com outro time, ou simplesmente pendurar as chuteiras. Aos 39 anos, depois de tudo que já conquistou, qualquer decisão dele eu entendo.

    E aí, o que vocês acham dessa reformulação toda dos Lakers? Será que essas mudanças estruturais vão ajudar eles a voltar ao topo, ou é só mais uma tentativa desesperada de achar a fórmula mágica? Uma coisa é certa: em Los Angeles, nunca é só basquete — sempre tem drama nos bastidores.

  • Lakers demite meio mundo na reestruturação maluca do novo dono

    Lakers demite meio mundo na reestruturação maluca do novo dono

    Cara, os Lakers tão vivendo uma bagunça total. Mark Walter, o novo dono que comprou o time da família Buss por uns 10 bilhões de dólares ano passado, resolveu fazer uma faxina geral na organização. E quando eu digo faxina geral, é demissão pra todo lado mesmo.

    Ontem rolaram demissões em várias áreas da franquia. Fontes internas descreveram a situação como “selvagem” e “maluca” — e olha, quando pessoal de dentro tá falando assim, é porque a coisa tá feia mesmo.

    Mudanças de cima a baixo

    Não é só demissão não. Walter tá mexendo em tudo que é canto. Lon Rosen assumiu no lugar do Tim Harris como presidente de operações comerciais, trouxeram Michael Spetner como diretor de estratégia e crescimento, e Ryan Kantor como VP de parcerias globais. É mudança que não acaba mais.

    E tem mais: contrataram Tony Bennett como consultor do draft (sim, o mesmo técnico que ganhou NCAA com Virginia), e Rohan Ramadas como gerente geral assistente pra cuidar de estratégia e dados. Basicamente, tão tentando modernizar tudo de uma vez só.

    Ah, e o time da G League? Vai sair de South Bay e ir pro Coachella Valley. Até nisso mexeram.

    Pelinka promete revolução no CT

    Rob Pelinka, que continua como GM, falou que tão trabalhando com “pessoal dos Dodgers” (Walter também é dono do time de baseball) pra criar laboratórios de biomecânica, movimento e recuperação no centro de treinamento. Vão reformar até a quadra, imagina só.

    “É uma reconstrução e reequipagem completa. Estamos elevando o que já temos de bom para o próximo nível”, disse Pelinka depois da eliminação pros Thunder no playoffs.

    Sinceramente? Depois de serem varridos no segundo round, alguma coisa tinha que mudar mesmo. Mas será que demitir geral é a solução? Vocês acham que essa revolução toda vai dar certo ou só vai criar mais confusão?

    E olha que os Lakers não tão sozinhos nessa. Trail Blazers demitiu mais de 70 pessoas semana passada, e os Timberwolves mandaram embora uns 35 funcionários quando mudaram de dono. Parece que virou moda essa de novo dono = demissão em massa.

    Agora é esperar pra ver se toda essa bagunça vai resultar em algo bom na próxima temporada. Porque pelos últimos anos, os Lakers tão precisando de muito mais que laboratório novo pra voltar ao topo.

  • Trail Blazers demite funcionários após venda milionária

    Trail Blazers demite funcionários após venda milionária

    Cara, que situação chata essa dos Portland Trail Blazers. O time acabou de ser vendido por US$ 4,25 bilhões — quatro bilhões e duzentos e cinquenta milhões de dólares — e a primeira coisa que o novo dono fez foi demitir um monte de funcionários. Sinceramente, não consigo entender essa lógica.

    Tom Dundon, que lidera o grupo de investidores que comprou a franquia, está cortando custos logo de cara. O cara que também é dono do Carolina Hurricanes da NHL aparentemente acredita que economia começa pelos funcionários que construíram o time ao longo dos anos.

    Demissões atingem toda a organização

    Os funcionários souberam da notícia numa videoconferência na terça de manhã. Imagina só receber esse tipo de bomba num Teams da vida? Entre os demitidos estava Casey Holdahl, repórter digital que estava no time há 18 anos. Dezoito anos, gente! O cara praticamente cresceu junto com a franquia.

    As demissões atingiram tanto o lado business quanto as operações de basquete. Não divulgaram quantos exatamente foram mandados embora, mas pelo tom da declaração oficial, não foi pouco não.

    “Essas mudanças impactaram pessoas talentosas que ajudaram a moldar os Trail Blazers por muitos anos”, disse Dewayne Hankins, presidente de operações comerciais. Bonito no papel, né? Mas na prática é gente perdendo emprego depois de décadas de dedicação.

    O timing não podia ser pior

    O que mais me incomoda é o timing disso tudo. A venda foi aprovada em abril por US$ 4,25 bilhões — uma das maiores da história da NBA — e em maio já estão cortando pessoal? A franquia foi comprada do espólio de Paul Allen, cofundador da Microsoft que morreu em 2018, então não é como se fosse uma situação financeira desesperadora.

    Além disso, o time está negociando com autoridades locais e estaduais sobre financiamento para renovar o Moda Center. O Oregon já aprovou fundos em março para reformar a arena de 30 anos, garantindo US$ 365 milhões para as obras até 2030, quando Portland vai sediar o Final Four feminino da NCAA.

    Ou seja: tem dinheiro público entrando, tem uma venda bilionária recente, mas mesmo assim acham necessário demitir funcionários históricos? Vocês acham que isso faz sentido como estratégia de negócio?

    Olha, eu entendo que novos donos querem colocar sua marca na organização. Mas começar mandando embora gente que dedicou quase duas décadas ao time? Na minha visão, isso mostra muito sobre as prioridades dessa nova gestão.

  • Bulls quebram jejum humilhando os Wizards após demitir a cúpula

    Bulls quebram jejum humilhando os Wizards após demitir a cúpula

    Olha, eu não esperava isso mas… às vezes uma demissão na diretoria funciona mesmo como terapia de choque. Os Bulls acabaram com um jejum de 7 derrotas seguidas ontem à noite, massacrando os Wizards por 129-98 em Washington. E cara, foi um massacre mesmo.

    Rob Dillingham teve a noite da vida dele, cravando 26 pontos — recorde na carreira do garoto. Patrick Williams também resolveu aparecer pro jogo com 20 pontos, assim como Tre Jones que ainda distribuiu 9 assistências. Quando três caras diferentes explodem assim no mesmo jogo, você sabe que o time tava precisando desabafar.

    A mudança na direção surtiu efeito?

    Na segunda-feira, os Bulls demitiram Arturas Karnisovas e Marc Eversley — o famoso presidente de operações e o GM. Primeiro jogo depois disso? Vitória por 31 pontos de diferença. Coincidência? Eu acho que não.

    O time de Chicago tava numa situação bizarra: eram 23-22 lá em janeiro, ou seja, brigando por playoff. Daí despencaram e perderam 27 dos últimos 34 jogos. Sinceramente, demitir alguém era questão de tempo mesmo.

    Agora o CEO Michael Reinsdorf já saiu falando que quer manter o técnico Billy Donovan pra próxima temporada. Faz sentido — o cara pelo menos conseguiu essa reação imediata do time.

    Wizards fazendo tanking descarado

    Do outro lado, os Wizards nem disfarçam mais que tão jogando pelo pior recorde da liga. Escalaram dois caras com contratos two-way (Juju Reese e Leaky Black) de titulares, junto com Anthony Gill que normalmente nem sai do banco.

    Bilal Coulibaly, que é praticamente o único cara interessante que sobrou no time, fez 19 pontos. Reese teve um double-double com 17 pontos e 11 rebotes — pelo menos o garoto aproveitou a chance.

    Mas olha o cenário: Washington perdeu 23 dos últimos 24 jogos. Vinte e três! Isso não é azar não, gente. É projeto mesmo.

    E aí, vocês acham que os Bulls conseguem embalar agora ou foi só um alívio momentâneo depois da demissão? Quinta-feira tem jogo de volta entre os dois times, vai ser interessante ver se Chicago confirma ou se volta pro buraco.

  • Bulls fazem limpeza geral: demitem GM e VP após 6 anos de fracasso

    Bulls fazem limpeza geral: demitem GM e VP após 6 anos de fracasso

    Olha, eu não esperava isso mas… finalmente! Os Bulls resolveram fazer aquela limpeza que todo mundo já tava pedindo há um tempão. Arturas Karnisovas (VP de operações de basquete) e Marc Eversley (gerente geral) foram demitidos nesta segunda-feira depois de seis anos de muita promessa e pouca entrega.

    E sinceramente? Era hora mesmo.

    Seis anos de altos e baixos (mais baixos que altos)

    A dupla chegou no começo da temporada 2020-21 com uma proposta interessante. Logo de cara fizeram aquele trade bombástico pelo Vucevic e no ano seguinte trouxeram DeMar DeRozan, Alex Caruso e Lonzo Ball. Na época eu até pensei: “Cara, os Bulls voltaram pra briga!”

    E por um momento pareceu que ia dar certo mesmo. No começo da temporada 2021-22, o time estava voando – 38 vitórias e 21 derrotas no All-Star break. Mas aí veio aquela lesão no joelho do Lonzo Ball e… pronto. O castelo de cartas desmoronou.

    Resultado final da gestão deles? 224 vitórias e 254 derrotas em seis temporadas. Uma única aparição nos playoffs (eliminação na primeira rodada pro Milwaukee em 2022). Quatro anos consecutivos sem playoffs. É pouco, muito pouco pra uma franquia como Chicago.

    O desastre do trade deadline

    O que mais me irritou foi a forma como eles lidaram com o desmanche do elenco. Venderam DeRozan, Caruso e outros talentos por praticamente nada em troca de picks de draft. No deadline deste ano, mandaram embora Vucevic, Coby White e Ayo Dosunmu numa tentativa desesperada de “sair do meio termo”.

    Cara, quando você tem que explicar sua estratégia como “tentativa de sair do meio”, já sabe que a coisa não tá indo bem, né?

    Michael Reinsdorf, presidente da equipe, foi direto no comunicado: “Não tivemos o sucesso que nossos fãs merecem”. E completou dizendo que sente a frustração da torcida. Pelo menos assumiu o erro.

    E agora, pra onde vão os Bulls?

    Com 29 vitórias e 49 derrotas, os Bulls estão na 12ª colocação do Leste. Ganharam apenas 5 dos últimos 29 jogos desde fevereiro. É de dar dó mesmo.

    A pergunta que fica é: quem vai assumir agora? E mais importante ainda – será que conseguem atrair alguém realmente competente pra reconstruir essa franquia?

    Porque uma coisa eu posso garantir: a torcida de Chicago merece muito mais que isso. Uma cidade com a tradição dos Bulls dos anos 90, com Jordan, Pippen, Rodman… ver o time nessa situação é de partir o coração de qualquer fã de basquete.

    Vocês acham que essa mudança vai ser suficiente pra colocar os Bulls de volta nos trilhos? Ou vai ser só mais do mesmo?

  • 8 técnicos na berlinda: quem pode ser demitido ainda essa temporada?

    8 técnicos na berlinda: quem pode ser demitido ainda essa temporada?

    Cara, se tem uma coisa que a NBA nos ensinou recentemente é que ser técnico nessa liga tá cada vez mais difícil. Os caras demitem treinador por qualquer coisa hoje em dia — olha só o que rolou com o Taylor Jenkins no Memphis, demitido em março numa temporada que o time chegou aos playoffs! E o Michael Malone no Denver? Dois anos depois de ganhar o título, tchau e bênção.

    Com a temporada regular chegando ao fim, tá na hora de analisar quem tá seguro, quem tá na corda bamba e quem provavelmente vai pegar o bonde de volta pra casa. E olha, a lista não tá pequena não.

    Os ‘seguros’ (por enquanto)

    Vamos começar pelos que aparentemente tão dormindo tranquilo. JJ Redick no Lakers, JB Bickerstaff no Pistons, e Mitch Johnson no Spurs já bateram as expectativas de vitórias da pré-temporada — e isso antes do final de março! Joe Mazzulla no Celtics e Erik Spoelstra no Heat? Esses nem precisa comentar muito, né.

    Mark Daigneault no Thunder é outro que pode ficar suave. O cara tem 59 vitórias no bolso como atual campeão. Steve Kerr no Warriors e Rick Carlisle no Pacers são intocáveis — muito capital acumulado, muita história.

    E tem uns que assinaram extensão de contrato recentemente, tipo Jason Kidd no Mavericks e Billy Donovan no Bulls. Demitir técnico logo depois de renovar contrato? É meio raro, mas já vi coisa mais estranha na NBA.

    Os novatos ainda se adaptando

    Os técnicos contratados nos últimos dois anos — Jordi Fernandez no Nets, Kenny Atkinson no Cavaliers, David Adelman no Nuggets — ainda tão no período de lua de mel. O Atkinson inclusive melhorou muito o que o Bickerstaff tinha feito em Cleveland. Já o Adelman levou o Denver mais longe nos playoffs do que o Malone era esperado.

    O Hawks do Quin Snyder ganhou 15 dos últimos 17 jogos. Sinceramente, com o Trae Young sendo negociado e o time comprando a filosofia do treinador, acho que ele fica.

    Mas e os 8 da berlinda?

    Agora vem a parte interessante. O artigo cita 8 técnicos que tão realmente com o emprego em risco, e um deles que chamou atenção foi o Jamahl Mosley do Magic. O cara tomou uma surra de 52 pontos do Raptors no domingo — mano, 52 PONTOS de diferença! Isso é constrangedor até pra quem tá assistindo de casa.

    Mike Brown no Knicks também tá numa situação estranha. O time tá indo bem, é o terceiro colocado no Leste, mas parece que ainda não convenceu totalmente a direção.

    E aí, vocês acham que algum desses vai sobreviver até o final da temporada? Ou já tão imaginando as entrevistas coletivas de demissão? Uma coisa eu sei: na NBA de hoje, não importa o que você fez ontem — só importa o que você fez no último jogo.