Tag: Derik Queen

  • Joe Dumars bate o martelo: Zion não sai dos Pelicans

    Joe Dumars bate o martelo: Zion não sai dos Pelicans

    Olha, eu não sei vocês, mas essa temporada dos Pelicans me deixou com mais dúvidas do que certezas. O Zion Williamson teve uma temporada até que decente — 21 pontos por jogo em 62 partidas (o que já é um milagre considerando o histórico de lesões do cara). Mas aí você olha pro lado e vê: 26 vitórias em 82 jogos. Vinte e seis!

    A situação ficou ainda mais estranha com a chegada do Derik Queen. Dois caras que ocupam praticamente o mesmo espaço na quadra, nenhum dos dois estica a quadra com arremessos de 3, nenhum protege o aro como deveria. O resultado? Quando jogavam juntos, o time tomava uma surra de 11 pontos a cada 100 posses. Pra vocês terem uma ideia, isso é nível Washington Wizards de ruindade.

    “Não temos intenção alguma”

    Com toda essa confusão, era natural que começassem os rumores sobre uma possível troca do Zion. Mas Joe Dumars, vice-presidente executivo dos Pelicans, foi direto ao ponto na terça-feira: “Não temos intenção alguma de fazer isso”.

    Sinceramente? Eu entendo a posição dele. O Zion ainda não fez 26 anos, quando está saudável é um monstro absoluto, e você não simplesmente desiste de um talento desses. Mas cara, a matemática não fecha muito bem quando você pensa no encaixe com o Queen e no futuro do time.

    Dumars disse que está “muito orgulhoso” da temporada do Zion, especialmente por ele ter conseguido se manter saudável na maior parte do ano. Depois de aparecer em apenas 30 jogos na temporada passada por causa de lesões no posterior e nas costas, conseguir 62 jogos foi quase um milagre.

    Nova Orleans é casa

    Do lado do jogador, o Zion deixou bem claro onde quer ficar. “Nova Orleans é casa pra mim”, disse ele na coletiva de fim de temporada. “Eu moro aqui. Fico na cidade durante toda a off-season. Muitos caras vazam quando a temporada acaba, eu não.”

    É bonito de ver, não vou mentir. O cara realmente parece ter criado raízes na cidade. Está lá desde os 19 anos, conhece cada cantinho, se sente em casa. Mas aí vem a pergunta que não quer calar: será que sentimento é suficiente quando o time não funciona?

    E tem a questão financeira também. O Zion tem mais dois anos de contrato (US$ 42,2 milhões e US$ 44,9 milhões), e pode assinar uma extensão de até US$ 177 milhões por três temporadas nesta off-season. Considerando o histórico de lesões e o investimento pesado no Queen, essa extensão parece bem improvável.

    Quando perguntaram pro Dumars sobre o encaixe entre Zion e Queen, ele meio que deu risada e disse que sempre acha engraçado quando questionam se dois jogadores podem jogar juntos. Citou até Tatum e Brown dos Celtics como exemplo. Olha, eu entendo o ponto dele, mas os números não mentem — e eles estão gritando que essa dupla não funciona.

    E aí, o que vocês acham? Os Pelicans devem insistir nessa parceria ou é hora de repensar o futuro? Uma coisa é certa: essa off-season vai ser decisiva para o destino do Zion em Nova Orleans.

  • Zion pode estar de saída dos Pelicans — e a culpa é dessa troca bizarra

    Zion pode estar de saída dos Pelicans — e a culpa é dessa troca bizarra

    Olha, eu não acredito que chegamos nesse ponto com o Zion Williamson. O cara que era pra ser a próxima grande estrela da NBA pode estar na vitrine dos Pelicans já nessa offseason — e sinceramente, a situação toda é mais bizarra do que parece.

    Executivos pelo país já estão esperando que New Orleans escute ofertas pelo garoto. E o próprio Zion? Ele tá ciente de tudo. “New Orleans é minha casa, é onde eu quero estar”, disse ele em entrevista. “Mas vamos ser realistas: a NBA é um negócio. Posso ser trocado na offseason ou antes do deadline da próxima temporada.”

    A troca que pode ter ferrado tudo

    A treta toda começou nove meses atrás com uma decisão que… cara, eu ainda não entendo. Joe Dumars e Troy Weaver abriram mão da 13ª escolha E de uma primeira rodada desprotegida de 2026 (que tem 32% de chance de ficar no top 4) pra draftear Derik Queen, de Maryland.

    O problema? Queen é um desastre na defesa e simplesmente não funciona jogando junto com Zion. A dupla foi tão ruim que o técnico James Borrego praticamente desistiu de escalá-los juntos. Resultado: Pelicans fizeram 15-41 até o All-Star break, mas melhoraram pra 10-10 depois que separaram os dois.

    Mano, trocar picks preciosos por um jogador que não encaixa com sua estrela máxima? É pedir pra dar errado.

    Zion vale o salário de $42 milhões?

    Aqui que a coisa fica complicada. Zion tá relativamente saudável essa temporada e continua sendo um monstro no isolamento — um dos melhores da liga. Mas aí você olha o pacote completo: histórico de lesões, defesa limitada e $42,2 milhões garantidos na próxima temporada.

    “Agora ele é um All-Star borderline que ganha muito dinheiro”, disse um executivo do Oeste. “Esse é exatamente o tipo de jogador que muitos times estão evitando hoje em dia.”

    E olha, eu entendo a lógica. Por $42 milhões você quer um cara que joga os 82 jogos, que te dá algo na defesa, que eleva o time nos playoffs. Zion ainda não provou que consegue fazer isso consistentemente.

    Vocês acham que algum time vai topar pagar essa grana toda pelo Zion? Porque sinceramente, depois dessa temporada confusa dos Pelicans, não sei se ele ainda tem o mesmo valor de mercado que tinha há dois anos.

    O próprio jogador e seus representantes dizem que não receberam nenhum sinal de que uma troca seja iminente. Mas né, na NBA as coisas mudam rápido — e quando você tem 26 anos fazendo um salário máximo sem resultados condizentes, qualquer coisa pode acontecer.

  • Tatum pipocando ou evoluindo? Podcast analisa momento do craque

    Tatum pipocando ou evoluindo? Podcast analisa momento do craque

    Galera, vocês tão acompanhando o que anda rolando com o Jayson Tatum nessa temporada? O cara tá num momento interessante da carreira, e o pessoal do The Dunker Spot trouxe uma análise bem bacana sobre o momento do astro do Celtics.

    Olha, eu confesso que tenho sentimentos meio divididos sobre o Tatum. Por um lado, o moleque é um monstro — tem o arremesso, tem o físico, tem a mentalidade. Por outro, às vezes parece que ele ainda tá procurando seu lugar ideal no ataque dos Celtics. E não é só impressão minha não.

    O dilema do encaixe no sistema

    Os caras do podcast tocaram num ponto que eu venho observando: como o Tatum tá se adaptando melhor ao sistema ofensivo do Boston. Sinceramente, acho que esse é o grande X da questão pra ele dar o próximo passo. Não adianta ter todo esse talento individual se não conseguir fazer a engrenagem funcionar quando importa — tipo numa final da NBA (que pode pintar contra o Thunder, diga-se de passagem).

    A discussão sobre ajustar o uso dele na ofensiva é interessante pra caramba. Será que o Mazzulla precisa dar mais liberdade pro Tatum? Ou será que o problema é justamente o contrário — ele precisa aceitar mais o jogo coletivo? Eu tendo a achar que é um pouco dos dois.

    Pontos fracos que ainda incomodam

    Uma coisa que me chama atenção é que, mesmo sendo um All-Star consolidado, o Tatum ainda tem umas questões técnicas que meio que limitam ele. Os especialistas mencionaram o arremesso off-the-dribble, a penetração e a geração de força na parte inferior do corpo. Pode parecer detalhe, mas esses “detalhes” fazem toda diferença quando você tá enfrentando os melhores do mundo nos playoffs.

    E aí, vocês acham que essas limitações são coisas que ele ainda vai resolver, ou já é meio tarde pra mudanças tão estruturais no jogo dele?

    Outros assuntos que chamaram atenção

    Ah, e o programa ainda rolou uma parada bem interessante sobre os prêmios de defesa da temporada. Sempre bom ver uma discussão mais aprofundada sobre isso — porque, convenhamos, muita gente vota nesses troféus sem nem assistir direito aos jogos. O lema “sempre assista às fitas” nunca sai de moda.

    Teve também uns casos específicos de erros defensivos que custaram jogos — tipo aquela cravada do Amen Thompson contra o Heat e a bomba de três do Luke Kennard contra o Magic. Essas situações são ouro puro pra entender como pequenos detalhes decidem partidas na NBA.

    E pra fechar com chave de ouro, o rookieDOLA Derik Queen, do Pelicans, deu as caras no programa. Sempre curto quando os calouros aparecem pra contar um pouco da jornada deles. O moleque veio daquela escola Montverde que é um absurdo de talentosa.

    No final das contas, episódios assim me lembram porque eu amo tanto essa liga. Sempre tem camada sobre camada de detalhes pra analisar, desde os superstars consolidados até os rookies tentando se firmar.