Tag: desenvolvimento

  • Bronny James finalmente mostrou que merece estar na NBA

    Bronny James finalmente mostrou que merece estar na NBA

    Olha, vou ser sincero: eu estava começando a ficar preocupado com o Bronny James. Dois anos de desenvolvimento, muito tempo na G League, e a galera toda falando que ele só estava nos Lakers por causa do pai. Mas cara, o final da temporada 2025-26 mudou completamente minha visão sobre o garoto.

    O mlk finalmente mostrou que tem jogo pra NBA de verdade.

    Da G League para o show

    Vamos aos fatos: Bronny passou a maior parte da temporada jogando pela South Bay, o time da G League dos Lakers. E sabe o que? Foi a melhor coisa que podia ter acontecido. Em 14 jogos por lá, o cara meteu média de 15.6 pontos com 56.4% de aproveitamento nos arremessos de quadra e – pasmem – 45.6% nas bolas de três.

    Sinceramente, esses números me surpreenderam. O garoto que parecia perdido em quadra no ano passado estava destruindo na liga de desenvolvimento. E quando as lesões abriram espaço no elenco principal dos Lakers, ele subiu preparado.

    A diferença foi gritante. Não eram só os números (que continuaram modestos na NBA), mas a postura em quadra. O Bronny que entrava nervoso e parecia sobrecarregado deu lugar a um jogador confiante, que sabia onde estava e o que tinha que fazer.

    O momento que mudou tudo

    Quando Luka Dončić e Austin Reaves se machucaram no final da temporada regular, os Lakers precisaram de todo mundo – incluindo o Bronny. E ele respondeu à altura, jogando nos primeiros quatro jogos dos playoffs contra o Houston Rockets.

    Teve até aquele momento emocionante com o LeBron no Jogo 3 que deixou todo mundo arrepiado. Claro, conforme os jogos ficaram mais tensos ele saiu da rotação, mas o simples fato de estar em quadra nos playoffs já foi um baita progresso.

    Na minha opinião, o desenvolvimento do Bronny está no caminho certo. Ele sempre foi um projeto de longo prazo, e agora finalmente estamos vendo os frutos desse investimento.

    Vale a pena manter?

    A situação contratual é interessante: depois de dois anos com salário totalmente garantido, o contrato do Bronny para a próxima temporada é só parcialmente garantido até 29 de junho. Depois disso, vira garantia total. E por apenas US$ 2.3 milhões, é barbada.

    Eu acho que os Lakers devem manter ele, sim. Não é mais questão de ser filho do LeBron – o garoto mostrou que tem condições de contribuir. Depois de investir tanto tempo no desenvolvimento dele, seria burrice dispensar agora que começou a render.

    E aí, vocês acham que o Bronny consegue se firmar de vez na próxima temporada? Eu tô apostando que sim. O pior já passou, agora é só evolução daqui pra frente.

  • Thiero tem chance de ouro nos playoffs pra garantir futuro nos Lakers

    Thiero tem chance de ouro nos playoffs pra garantir futuro nos Lakers

    Cara, tem uma história bem legal rolando nos playoffs dos Lakers que talvez vocês não estejam prestando atenção. O Adou Thiero, rookie que mal jogou na temporada regular, tá aproveitando uma oportunidade de ouro pra mostrar serviço quando mais importa.

    A situação é a seguinte: com o Jarred Vanderbilt machucado (luxação no mindinho, que dor) e o Luka Doncic ainda fora por conta da lesão na coxa, o garoto finalmente ganhou minutos nos playoffs contra o Thunder. E olha, não tá fazendo feio não.

    O conselho do craque

    Antes de entrar em quadra no Jogo 2, o próprio Luka foi lá dar uma força pro novato. “Ele só me disse pra jogar com raça, fazer o que eu sei e não complicar”, contou Thiero. Imagina a pressão de estrear nos playoffs da NBA? Eu ficaria tremendo só de pensar.

    Mas o moleque mostrou personalidade. Em 6 minutos no segundo quarto, pegou 3 rebotes e trouxe exatamente o que o JJ Redick queria: energia e fisicalidade. Duas coisas que os Lakers tão precisando desesperadamente contra esse Thunder cascudo.

    Crescendo quando mais precisa

    A boa impressão rendeu mais minutos no Jogo 3. Thiero foi o cara que mais rebotou no time (8 em 13 minutos!), sendo 5 defensivos e 3 ofensivos. Pra um novato de 1,90m que mal tinha jogado antes, isso aí é coisa de veterano.

    “Orei por momentos assim e trabalhei por momentos assim”, disse o garoto. Sinceramente, dá até arrepio ouvir isso. É disso que a NBA é feita — dessas histórias de superação.

    Claro que ainda tá aprendendo. Tomou uma falta boba de tela móvel no terceiro quarto, deixou de arremessar em algumas jogadas… Normal, né? O cara só tinha 149 minutos na temporada regular antes dos playoffs começarem.

    O futuro dos Lakers pode estar nas mãos dele

    Aqui que fica interessante a parada. Se os Lakers querem brigar de igual pra igual com Thunder e Spurs no futuro, precisam desenvolver caras como o Thiero. Jogadores jovens, baratos, que você pode contar quando a casa cai.

    O Austin Reaves já era essa peça, mas agora tá com 27 anos, veterano de 5 temporadas e vai receber uma grana preta na offseason. O Max Christie tava virando isso também, mas foi embora na troca pelo Luka.

    Os picks de 2023 (Jalen Hood-Schifino e Maxwell Lewis) nem na NBA estão mais. É cruel esse negócio. Já o Dalton Knecht e o Bronny James só jogaram lixo time contra o Thunder.

    Por isso que essa série tá sendo um teste de fogo pro Thiero. Com 1,90m, 100kg, atletismo absurdo e essa capacidade de salto que impressiona, ele pode ser exatamente o tipo de jogador que os Lakers precisam desenvolver.

    E aí, vocês acham que ele consegue se firmar na rotação? Porque olhando esses primeiros playoffs, eu tô começando a acreditar que o garoto pode ser uma grata surpresa.

  • Jazz aposta no rookie Bez Mbeng até o fim da temporada

    Jazz aposta no rookie Bez Mbeng até o fim da temporada

    Cara, tem uns caras que simplesmente aparecem do nada e conquistam o coração da torcida. É exatamente isso que tá rolando com Bez Mbeng no Utah Jazz. O garoto acabou de assinar contrato pro resto da temporada depois de impressionar em dois contratos de 10 dias.

    Olha, eu confesso que quando ele chegou não fazia muito barulho. Mas 11 jogos depois? O moleque mostrou que tem estrela. Com seus 1,93m, ele vem fazendo de tudo na quadra: 5.0 pontos, 3.4 rebounds, 3.4 assistências e ainda rouba quase 2 bolas por jogo. Em quase 30 minutos de quadra!

    De dois contratos de 10 dias para a permanência

    A história do Mbeng é dessas que a gente adora no basquete. O Jazz testou ele em dois contratos curtos — aqueles famosos “10-day contracts” que são tipo um período de experiência. E cara, ele passou no teste com louvor.

    Agora a franquia de Utah não tinha mais escolha: ou assinava com ele pro resto da temporada ou perdia o garoto. E fizeram a escolha certa, na minha opinião. Um rookie que consegue contribuir em praticamente todos os fundamentos do jogo? Isso não se acha na esquina.

    O que isso significa para o Jazz?

    Sinceramente, acho que o Jazz tá construindo algo interessante pra futuro. Mbeng é daqueles jogadores que não vão ganhar manchete todo dia, mas que fazem o trabalho sujo — roubo de bola, assistência, energia defensiva. Vocês sabem como é: aquele sexto homem ideal que todo time precisa ter.

    E o timing não podia ser melhor. Com o Jazz focando mais no desenvolvimento de jovens talentos, ter um cara como Mbeng no elenco pode ser ouro. Ele já mostrou que não trava sob pressão e sabe se adaptar ao ritmo da NBA.

    O que acham? Será que ele consegue se firmar como uma peça importante no futuro do Jazz? Eu tenho um bom pressentimento sobre esse moleque.