Tag: Desmond Bane

  • Magic vai manter o núcleo mesmo depois do vexame nos playoffs

    Magic vai manter o núcleo mesmo depois do vexame nos playoffs

    Olha, eu não sei se concordo 100% com o Jeff Weltman depois do que a gente viu nos playoffs. O presidente do Orlando Magic saiu segunda-feira falando que não vai desmantelar o elenco mesmo depois daquela derrocada histórica contra o Detroit Pistons no primeiro round.

    A justificativa dele? Que quando saudável, o time estava entre os top 5 em defesa e top 10 no ataque. “Eu não quero destruir isso e desmantelar por causa da forma como terminou, e certamente não por causa de um tempo”, disse Weltman.

    A lesão do Wagner mudou tudo

    Cara, o Franz Wagner realmente fez falta — não tem como negar. O cara ficou limitado a apenas 34 jogos na temporada regular por causa de lesões, e no Game 4 contra os Pistons machucou a panturrilha direita. A partir daí? Orlando perdeu os três jogos restantes.

    E o mais doloroso: perderam uma vantagem de 24 pontos no terceiro quarto do Game 6. Vinte e quatro pontos, gente. É o tipo de coisa que dói na alma de qualquer torcedor.

    “Se tivéssemos ficado saudáveis, gostaria de imaginar onde teríamos chegado nesta série e além”, desabafou Weltman. “Não vejo razão pela qual não poderíamos ter competido contra qualquer um no Leste se conseguimos competir assim contra o time número 1.”

    Investimento pesado em Desmond Bane

    Aqui que a coisa fica interessante. Orlando trocou quatro escolhas desprotegidas de primeira rodada, uma troca, Kentavious Caldwell-Pope e Cole Anthony na última temporada para conseguir o Desmond Bane. É muito investimento para simplesmente jogar fora, né?

    Weltman admitiu que o colapso vai influenciar como eles vão avaliar a offseason, mas frisou que foram as lesões — não a construção do elenco — que causaram a eliminação precoce.

    “É muito frustrante”, disse ele. “Mas também é muito encorajador porque sempre que eles estão juntos, eles foram elite.”

    Sinceramente? Eu entendo o ponto do cara. Quando você vê o Magic jogando com todo mundo saudável, dá para acreditar que o time tem potencial real. Mas será que apostar todas as fichas no mesmo núcleo é a jogada certa depois de um vexame desses?

    Uma coisa é certa: eles estão procurando um novo técnico para substituir o Jamahl Mosley. E aí, vocês acham que só mudar o comando técnico resolve o problema do Magic?

  • Bane assume: ‘Nos derrotamos sozinhos’ após derrota dolorosa do Magic

    Bane assume: ‘Nos derrotamos sozinhos’ após derrota dolorosa do Magic

    Olha, eu não esperava que fosse doer tanto ver o Orlando Magic desperdiçar a chance de fechar a série contra o Detroit Pistons. Mas o que mais me chamou atenção depois da derrota por 116-109 no Jogo 5 foi a sinceridade brutal do Desmond Bane: “Sentimos que nos derrotamos sozinhos.”

    Cara, essa frase resume tudo. Quando você tem a oportunidade de eliminar o adversário e deixa escapar, não adianta chorar ou procurar desculpa. O Bane foi cirúrgico na análise.

    Paolo fez a parte dele, mas…

    Paolo Banchero foi simplesmente monstro no jogo. 45 pontos, nove rebotes e sete assistências — números que em qualquer outra situação garantiriam a vitória. Mas basquete é esporte coletivo, né? E quando o Cade Cunningham resolve fazer 45 pontos também do outro lado, aí você precisa que TODO MUNDO apareça.

    Sinceramente, acho que esse Magic ainda tá aprendendo a fechar séries. É uma equipe jovem, com muito talento, mas falta essa malícia de playoff que só vem com experiência. Quantas vezes já vimos times assim desperdiçarem vantagens importantes?

    A pressão mudou de lado

    Agora a série tá 3-2 para o Magic, mas a sensação é completamente diferente. Antes eles controlavam tudo, podiam errar uma ou duas. Agora? Margem de erro zero. É ganhar em casa ou partir para o Jogo 7 — e no playoff, Jogo 7 é loteria.

    O que mais me impressiona é a maturidade do Bane para assumir os erros. “Foi nossa vez de proteger a casa… vai ser outra guerra”, disse ele. Nada de ficar culpando arbitragem ou azar. Erro nosso, vamos corrigir.

    Vocês acham que essa autocrítica vai motivar o time ou pode bater uma insegurança? Porque playoff é muito psicológico também. Um jogo perdido assim pode virar uma bola de neve se não souber lidar.

    Na minha visão, o Magic ainda leva essa série. Eles têm o melhor jogador (desculpa, Cade, mas o Paolo tá num nível absurdo), jogam em casa e aprenderam uma lição valiosa. Mas agora não pode vacilar mais. Playoff não perdoa bobeira duas vezes.

  • Jamal Cain mandou uma enterrada ABSURDA e até Desmond Bane babou

    Jamal Cain mandou uma enterrada ABSURDA e até Desmond Bane babou

    Cara, eu preciso falar sobre a enterrada mais violenta que rolou no jogo do Magic contra os Pistons ontem. Esquece o Banchero, esquece o Wagner — quem roubou a cena foi o Jamal Cain com uma jam que deixou todo mundo de queixo no chão.

    A parada foi no último quarto. Cain pegou a bola, driblou o Cade Cunningham como se fosse cone de trânsito e desceu a ladeira. O Jalen Duren veio pra tentar parar, mas mano… não teve jeito. O Cain subiu e DESTRUIU o garoto com uma enterrada na cara que foi de arrepiar.

    A reação foi épica

    E olha, não parou por aí. Depois de mandar a bola pra dentro, o Cain ainda ficou encarando o Duren no chão. Mean mug total. A torcida do Magic em Orlando foi à loucura — e com razão, porque essas enterradas são as que a gente guarda na memória pra sempre.

    O mais legal foi a reação do Desmond Bane depois do jogo. O cara colocou a jam do Cain no top 4 das melhores enterradas que já viu em jogos oficiais. “É facilmente um top 4 sólido em enterradas de jogo. Tem que incluir uma do Anthony Black, o Ja Morant teve uma nos playoffs contra os Timberwolves que foi insana”, disse o Bane.

    Magic está voando nos playoffs

    Por falar em Ja Morant, o cara estava na arquibancada assistindo ao jogaço. Imagino que ele deve ter curtido a enterrada também — afinal, ele sabe o que é uma boa jam quando vê uma.

    O Cain não é conhecido exatamente como um cara ofensivo. O moleque é mais pela defesa mesmo, primeira temporada no Magic e tal. Mas ontem ele mostrou que sabe atacar a cesta quando precisa. Foram 8 pontos e 9 rebotes em 24 minutos, além de ter dado trabalho pro Cade Cunningham (que passou sufoco, 7/23 nos arremessos e 8 turnovers).

    O Bane, aliás, foi o cestinha da noite com 22 pontos e 5 bolas de três. Mas sinceramente? Todo mundo vai lembrar mesmo é da enterrada do Cain.

    E aí, vocês acham que o Magic fecha a série no jogo 5 na quarta? Porque depois de uma jam dessas, a confiança do time deve estar lá em cima!

  • Bane emociona ao ver Ja Morant na arquibancada: ‘Amizade eterna’

    Bane emociona ao ver Ja Morant na arquibancada: ‘Amizade eterna’

    Cara, que momento mais bonito rolou ontem no jogo do Magic. Desmond Bane estava lá, destruindo os Pistons no Jogo 4 dos playoffs, quando olha pro lado da quadra e vê quem? Ja Morant e Jaren Jackson Jr. na arquibancada torcendo por ele. Eu quase chorei assistindo essa parada.

    Pra quem não lembra, esses três caras foram a cara do Memphis Grizzlies por cinco anos. Bane chegou lá em 2020 como um novato meio desconhecido, mas junto com Ja e JJJ formaram um trio monstro que levou os Grizzlies pra quatro playoffs seguidos. Em 2022, chegaram até nas semifinais do Oeste — que temporada absurda foi aquela.

    A emoção de rever os brothers

    Depois do jogo, Bane não conseguiu segurar a emoção ao falar sobre ver os ex-companheiros na arquibancada:

    “É especial. São caras que eu passei 5 anos junto, comecei minha carreira com eles, fiz muitas memórias. É uma amizade que vai durar para sempre. São caras que significam muito pra mim. Sou grato que eles apareceram pra me apoiar.”

    Olha, eu sempre falo que o basquete vai muito além dos números e das estatísticas. Momentos como esse mostram que as conexões humanas são o que realmente importa no esporte. Mesmo com Bane tendo sido trocado no meio da temporada (negociada que pegou todo mundo de surpresa), a amizade permaneceu intacta.

    Magic dominando rumo às semifinais

    E não é que o Bane jogou inspirado com os amigos na arquibancada? O cara meteu 22 pontos, acertou 5 de 10 bolas de três e ajudou o Magic a abrir 3-1 na série. Os Pistons não conseguiram responder — cometeram 20 turnovers (!) contra apenas 12 do Orlando.

    Franz Wagner contribuiu com 19 pontos, Paolo Banchero botou 18, e Wendell Carter Jr. fez um double-double com 12 pontos e 11 rebotes. O Magic está a uma vitória de avançar pras semifinais do Leste, e sinceramente? Depois de ver essa química do time, acho que eles chegam longe nesses playoffs.

    Agora é torcer pro Jogo 5 em Detroit. Será que Ja e JJJ vão estar lá de novo torcendo pelo amigo? Eu espero que sim — essas amizades genuínas no esporte são cada vez mais raras.

  • Desmond Bane pergunta se Franz Wagner tá bem após lesão: união do Magic

    Desmond Bane pergunta se Franz Wagner tá bem após lesão: união do Magic

    Cara, tem coisa mais bonita que isso? O Orlando Magic acabou de dar uma surra no Detroit Pistons por 94 a 88 no jogo 4, tá a uma vitória de eliminar o primeiro colocado da conferência (imagina só!), e no meio da comemoração toda, o Desmond Bane vai lá e pergunta pro Franz Wagner: “Você tá bem?”

    Simples assim. Duas palavras em inglês que mostram o que esse time do Magic realmente é.

    A lesão que assustou todo mundo

    O Wagner teve que sair no último quarto com uma lesão na panturrilha e não voltou mais. Óbvio que todo mundo ficou preocupado — o alemão tava tendo um jogaço, com 19 pontos, 5 rebotes, 3 assistências e 4 roubos de bola. Mas na hora da comemoração, com todo mundo se abraçando na quadra, o Bane foi direto nele.

    “You alright?” (Você tá bem?)

    “Yeah” (Sim), respondeu o Wagner.

    Mano, eu vi isso e pensei: esse é o time que todo mundo duvidava no começo da temporada? Que falavam que o Bane, Wagner e Paolo Banchero não iam conseguir jogar juntos porque todos queriam a bola?

    Magic provando os céticos errados

    Lembro quando saiu a trade que trouxe o Bane pro Magic. Galera ficou maluca: “Como é que três caras que precisam da bola vão funcionar juntos?” Pois é, funcionou sim senhor.

    O Bane liderou o time no jogo 4 com 22 pontos (acertando 5 das 10 tentativas de 3), o Wagner contribuiu com aqueles 19 pontos antes da contusão, e o Paolo… bom, o Paolo continua sendo o Paolo.

    Sinceramente? Eu não esperava que esse Magic chegasse tão longe. Time que mal se classificou pros playoffs como oitavo colocado, todo mundo achando que ia levar uma varrida do Detroit. E olha onde eles estão: podem ser apenas o sétimo oitavo colocado da história a chegar na segunda rodada.

    A lesão do Wagner ainda é uma incógnita — não sabemos a gravidade. Mas uma coisa eu sei: esse grupo tem uma química que vai muito além de estatísticas. Quando você vê um companheiro se preocupando assim com o outro, no meio da euforia toda, é porque tem algo especial rolando.

    Vocês acham que o Magic consegue fechar a série no jogo 5, em Detroit? Eu tô começando a acreditar nesse time, não vou mentir.

  • Bane sangra no cotovelo e Magic abre 3-1 contra os Pistons

    Bane sangra no cotovelo e Magic abre 3-1 contra os Pistons

    Gente, eu não sei vocês, mas eu definitivamente não tinha o Orlando Magic abrindo 3-1 contra o Detroit Pistons na minha cartela de apostas dos playoffs. E olha que os Pistons eram o primeiro seed da conferência! Mas a realidade é essa: o time de Orlando tá dando sangue — literalmente — pra chegar nas semifinais.

    Na reta final do Jogo 4, as câmeras flagraram uma cena bem pesada: o cotovelo do Desmond Bane sangrando pra caramba. O cara tava com o braço todo ensanguentado, mas continuou jogando como se nada tivesse acontecido. Isso é garra, meu povo!

    Orlando surpreende todo mundo

    Sinceramente, alguém aí apostou no Magic chegando tão longe assim? Eu confesso que não. Time jovem, sem muita experiência em playoffs, enfrentando uma equipe que dominou a temporada regular… Parecia receita pro fracasso.

    Mas ó, basquete é isso aí. Às vezes o azarão simplesmente resolve jogar o melhor basquete da vida dele bem na hora que mais importa. E o Bane, mesmo sangrando, continuou mandando bala. O maluco é brabo mesmo.

    Garra de verdade

    Essa imagem do Bane com o cotovelo sangrando vai ficar marcada, pode apostar. É o tipo de coisa que define uma série, sabe? O cara literalmente dando o sangue pela vitória da equipe.

    Aparentemente não foi nada grave — só um corte feio mesmo — mas a simbologia é absurda. Enquanto isso, os Pistons devem tá se perguntando como diabos deixaram a situação chegar nesse ponto.

    E aí, vocês acham que o Magic consegue fechar a série no próximo jogo? Ou os Pistons vão acordar e mostrar por que foram o melhor time da temporada regular? Porque uma coisa é certa: depois de ver o Bane jogando sangrando, eu não duvido mais de nada desse time de Orlando.

  • Magic a um jogo de fazer história: eliminação dos Pistons à vista

    Magic a um jogo de fazer história: eliminação dos Pistons à vista

    Gente, eu tô em choque. O Orlando Magic acabou de dar mais um passo gigante rumo ao que pode ser uma das maiores zebras dos últimos tempos na NBA. Com a vitória por 94 a 88 sobre o Detroit Pistons no Jogo 4, eles abriram 3-1 na série e estão a uma vitória de eliminar a primeira colocada da conferência.

    Sinceramente? Eu não esperava isso quando começou a série.

    Bane e Banchero carregaram o piano

    Desmond Bane foi simplesmente monstro na noite de segunda-feira. 22 pontos, incluindo uma bomba de três nos momentos decisivos que praticamente selou o jogo. O cara acertou 5 de 10 tentativas do perímetro – quando você precisa, aparece.

    Paolo Banchero fez a sua parte também: 18 pontos, 8 rebotes e 4 assistências. O italiano tá mostrando por que foi a primeira escolha do Draft há alguns anos. E Franz Wagner? 19 pontos antes de sair com uma lesão na panturrilha no último período. Torcer para não ser nada sério.

    Defesa ganha campeonatos (e séries de playoff)

    O que mais me impressionou foi a defesa do Magic. Forçaram 20 turnovers dos Pistons – vinte! – e converteram isso em 23 pontos. Quando seu ataque não tá funcionando (33% de aproveitamento de quadra), você precisa encontrar outras formas de vencer.

    Foi uma batalha desde o primeiro quarto, mas o Magic soube ser mais inteligente nos momentos que importavam. A Kia Center tava pegando fogo, e o time soube usar essa energia a favor.

    Olha, muita gente (eu incluído) deu essa série como perdida para o Magic antes mesmo dela começar. Detroit era favorito absoluto, primeira cabeça de chave, time experiente. Mas o basquete é isso aí – às vezes o azarão morde.

    Se o Orlando conseguir fechar a série na quarta-feira, em Detroit, eles vão se juntar a um grupo bem seleto: apenas seis times com seed 8 conseguiram avançar para a segunda rodada dos playoffs desde 1994. É história pura.

    E aí, vocês acham que o Magic consegue fechar em Detroit? Ou os Pistons vão conseguir forçar um Jogo 6 em casa?

  • Bane explode com 7 triplos e iguala recorde histórico do Magic

    Bane explode com 7 triplos e iguala recorde histórico do Magic

    Cara, o Desmond Bane simplesmente decidiu que era a hora de mostrar serviço. Depois de duas partidas horríveis nos playoffs, o cara chegou no Jogo 3 contra o Detroit Pistons e meteu SETE bolas de três. Sete, mano! E não foi só isso — ele ainda igualou um recorde que estava lá desde 1995.

    25 pontos, 7 rebotes, 9/18 nos arremessos de quadra e um absurdo 7/9 do perímetro. Dennis Scott deve estar orgulhoso, porque seu recorde de 7 triplos em playoffs (que durou 31 anos) agora tem companhia. E olha que o Bane fez isso justamente quando o Magic mais precisava — vitória por 113-105 que colocou Orlando na frente por 2-1 na série.

    A ressurreição depois do pesadelo

    Sinceramente? Eu já estava preocupado com o Bane. Nos dois primeiros jogos da série, o cara parecia outro jogador. Jogo 1: 7/20 de quadra e um sofrível 1/8 de três. Jogo 2: ainda pior, 2/11 geral e 2/7 do perímetro. Para um cara que é conhecido justamente pelo arremesso, isso era de dar dó.

    Mas é isso que separa os bons dos grandes, né? A capacidade de dar a volta por cima quando tudo parece perdido. E o Bane fez exatamente isso no momento mais importante.

    “Cara, é muito louco. Meu primeiro ano aqui, então estou construindo a base para ficar muito, muito tempo em Orlando”, disse Bane depois da partida. E completou com uma confiança que eu admiro: “Espero que a gente quebre esse recorde antes dos playoffs acabarem”.

    A torcida fez a diferença

    Olha, eu sempre digo que playoff em casa é outra coisa, mas o Bane destacou como a energia da torcida do Magic foi importante. “Eles chegaram com tudo hoje à noite. Desde o aquecimento eu pensei ‘nossa, eles vieram mesmo para isso’”, contou o jogador.

    E não é só papo de jogador tentando agradar a torcida não. Você via pela TV que o Kia Center estava pegando fogo. Primeira experiência de playoffs em casa para o Bane com a camisa do Magic, e que experiência!

    Paolo Banchero, que quase fez um triple-double (25 pontos, 12 rebotes e 9 assistências), foi direto ao ponto sobre o companheiro: “Ele nos colocou no jogo hoje. Bola de três atrás de bola de três. Todo mundo no vestiário sabia como ele estava se sentindo depois dos dois primeiros jogos. Ele queria jogar melhor, mas manteve a confiança”.

    Vocês acham que o Bane consegue manter esse nível pelo resto dos playoffs? Porque se conseguir, esse Magic pode ir longe mesmo. A série está 2-1, mas agora com o cara que mais pode fazer a diferença finalmente encontrando seu ritmo.

  • Magic atropela no clutch e vira série contra Detroit com vitória épica

    Magic atropela no clutch e vira série contra Detroit com vitória épica

    Mano, que jogo foi esse do Orlando ontem à noite? O tipo de partida que você assiste e fala ‘cara, isso aqui é basquete de playoff mesmo’. O Magic simplesmente destruiu o Detroit nos momentos finais, fechando com uma sequência de 9-0 que calou o Little Caesars Arena e virou completamente essa série de primeira rodada.

    113 a 104 pro Magic. Orlando agora lidera por 2-1 contra o primeiro colocado da conferência leste. E olha, não foi sorte não — foi basquete inteligente, defesa no talo e clutch time de dar inveja.

    Banchero e Bane salvaram a pátria

    Paolo Banchero com 25 pontos sendo Paolo Banchero — o moleque simplesmente não treme na pressão. Mas cara, quem roubou a cena mesmo foi Desmond Bane. SETE bolas de três! Recorde da franquia em playoffs. O maluco estava pegando fogo, acertando de onde bem entendia.

    Agora, vamos falar sério: quem realmente ganhou esse jogo foi a defesa do Orlando em cima do Cade Cunningham. O All-Star do Detroit ficou perdido — 8 de 23 nos arremessos e NOVE bolas perdidas. Nove! Amarraram o cara completamente. E sinceramente, era isso que o Magic precisava fazer: cortar a cabeça da cobra.

    Detroit sentiu o peso do favoritismo

    O problema do Pistons continua sendo o mesmo desde o início dos playoffs: cadê o segundo pontuador? Cunningham não pode carregar o time sozinho, e ontem ficou claro que quando você neutraliza ele, Detroit não tem plano B.

    Tobias Harris até tentou com 23 pontos, Jalen Duren foi um monstro na defesa com 5 tocos, mas não rolou. Quando chegou a hora H, quando o jogo pediu sangue frio, só tinha o Magic na quadra.

    E que virada foi aquela no quarto período, hein? Detroit estava perdendo por 13, conseguiu virar e fazer 105-104. Eu já estava pensando ‘pronto, experiência de primeiro colocado falou mais alto’. Aí o Orlando falou: ‘peraí que a festa é nossa’. 9-0 e tchau, Detroit.

    O X da questão: Wendell Carter Jr.

    Todo mundo vai falar do Bane e dos três pontos, do Paolo e da frieza dele. Mas olha, quem entende de basquete sabe que o cara do jogo foi Wendell Carter Jr. Não pelos 14 pontos ou 8 rebotes — foi pela defesa. O maluco estava em tudo quanto é lugar, switchando, protegendo o garrafão, incomodando o Cunningham.

    Essa versão do Magic me lembra muito aqueles times que você subestima no papel mas que são uma pedra no sapato de qualquer adversário. Eles têm química, têm jogadores que assumem responsabilidade nos momentos decisivos.

    E vocês, acham que o Orlando consegue fechar a série em casa na segunda-feira? Porque uma coisa é certa: Detroit está com a corda no pescoço agora. Primeira cabeça de chave eliminada na primeira rodada seria um vexame histórico para o Pistons.

    Jogo 4 é na segunda à noite, e pelo andar da carruagem, vai ser de infarto. O Magic tá sentindo o gostinho da zebra, e quando um time underdog pega confiança assim… é perigoso, muito perigoso.

  • 3 culpados pelo vexame do Magic contra os Pistons

    3 culpados pelo vexame do Magic contra os Pistons

    Cara, que vexame foi esse do Orlando Magic ontem à noite. Empate 46-46 no intervalo e aí… BOOM. Os Pistons simplesmente resolveram aplicar um 30-3 no terceiro quarto. Trinta a três! Eu vi e ainda não acredito.

    A série tá empatada 1-1 agora, mas o que ficou claro é que quando a coisa apertou, três caras do Magic simplesmente sumiram de quadra. E olha, não dá pra passar pano: Desmond Bane, Franz Wagner e Wendell Carter Jr foram os principais culpados por essa catástrofe.

    Desmond Bane: cadê o arremesso?

    O trabalho do Bane é simples – abrir espaço, punir quando sobra livre e manter a bola girando. Ele não fez NADA disso. Em 34 minutos de quadra, apenas 12 pontos com 2 de 11 nos arremessos (2 de 7 nas bolas de três). Plus-minus de -22. Monstro… no sentido ruim.

    Durante aquele terceiro quarto apocalíptico, toda vez que a bola chegava na mão dele era desperdício garantido. E aí a defesa dos Pistons podia focar toda a marcação no Banchero e no Suggs. Sinceramente, quando você é o cara que deveria abrir o jogo e não consegue nem acertar arremesso livre, tá complicado.

    Franz Wagner: sumiu quando mais precisava

    O Wagner é aquele jogador que deveria ser a cola do time – pontuar, dar assistência, manter a calma nos momentos tensos. Mas ontem? 12 pontos com 4 de 11 nos arremessos, uma assistência só e QUATRO bolas perdidas. Plus-minus de -22 também.

    Pior ainda: quando o jogo virou, ele simplesmente não respondeu. Não atacou, não organizou, não fez nada. Enquanto isso, do outro lado, o Tobias Harris estava dominando com 16 pontos e 11 rebotes. O alemão parecia perdido em quadra – e olha que ele costuma ser um dos mais consistentes do Magic.

    Wendell Carter Jr: virou fantasma no garrafão

    E o Carter Jr.? Rapaz, esse foi de chorar. Em 24 minutos, conseguiu fazer apenas 3 pontos (1 de 6 nos arremessos), pegou só 5 rebotes e ainda saiu expulso por faltas. Plus-minus de -29 – o pior do time!

    Os Pistons pegaram 57 rebotes contra 42 do Magic. Cinquenta e sete! E o Carter, que deveria ser o âncora lá embaixo, estava mais perdido que cego em tiroteio. O mais bizarro? O Goga Bitadze entrou do banco e fez +11 em 21 minutos. Ou seja, o reserva jogou melhor que o titular.

    Olha, eu sei que o Magic tem problemas além desses três – 33% de aproveitamento nos arremessos, 17 bolas perdidas, e o Cade Cunningham fazendo o que quis em quadra. Mas quando você analisa aquele terceiro quarto fatídico, esses três caras estavam lá no centro do furacão.

    Game 3 vai ser decisivo. Se esses três não aparecerem, pode esquecer – não vai ser culpa de esquema tático ou falta de experiência. Vai ser um core que não aguentou a pressão quando o jogo estava ali, na mão. E aí, vocês acham que eles conseguem se redimir no próximo jogo?