Cara, que bagunça está a NBA! Enquanto a temporada regular caminha para o final, os Bulls resolveram fazer uma limpa geral na diretoria — mandaram embora tanto o presidente de operações de basquete Arturas Karnisovas quanto o GM Marc Eversley depois de seis temporadas. E olha, sinceramente? Era hora mesmo.
O timing não podia ser mais revelador. Com apenas duas mudanças na cúpula desde 2003 (antes era o John Paxson por 17 anos!), Chicago finalmente acordou pra vida. O recorde de 224-254 do Karnisovas fala por si só — mais derrotas que vitórias em seis anos, meu amigo.
A arte moderna do tanking
Mas o que mais me chama atenção é como o tanking virou uma ciência exata na liga. Steve Kerr, técnico dos Warriors, foi direto: “Eu odeio isso”. Mas todo mundo concorda que é o caminho mais eficiente pra reconstruir um time quando você tá no fundo do poço.
Um GM da Conferência Oeste desabafou: “Esses times estão fazendo de tudo — deixando caras no banco no quarto período, escalando quintetos analyticamente ruins, armando jogadas pra arremessos horríveis”. A criatividade é impressionante, não vou negar.
E sabe o que é mais louco? Está funcionando! Olha só os times mais promissores da liga: Thunder, Spurs, Pistons, Rockets, Hornets. Todos passaram anos no buraco, acumulando escolhas altas no draft. É doloroso de assistir, mas vale a pena no longo prazo.
Os números não mentem
A situação chegou num ponto absurdo. A margem média de vitória nos jogos desta temporada é de 13,1 pontos — a maior da história! E pasmem: 89 jogos foram decididos por 30 pontos ou mais. Recorde histórico também.
Isso significa que temos meses de basquete competitivamente comprometido. As ordens da diretoria chegam mais cedo na temporada, criando um ambiente onde metade da liga simplesmente não quer ganhar. É triste, mas é a realidade.
E aí, vocês acham que a NBA deveria fazer algo mais drástico pra acabar com essa palhaçada? Porque do jeito que tá, parece que metade dos times já tão planejando as férias em março…
