Tag: Draft 2009

  • Bridges salvou a temporada dos Knicks e justificou as 5 primeiras escolhas

    Bridges salvou a temporada dos Knicks e justificou as 5 primeiras escolhas

    Cara, quando os Knicks estavam perdendo por 2-1 para os Hawks na primeira rodada dos playoffs de 2026, eu sinceramente achei que era o fim dessa era. Todo mundo na berlinda — técnico, presidente, jogadores. E o Mikal Bridges? Zero pontos no jogo 3, com quatro turnovers. Um desastre.

    Olha, eu lembro quando trocaram CINCO primeiras escolhas do draft pro Brooklyn pra pegar o Bridges. Cinco! Na época todo mundo ficou maluco — pagar esse preço pro rival da mesma cidade? E depois daquele jogo 3 horrível, parecia que o front office tinha queimado o filme de vez.

    A virada que ninguém esperava

    Aí que vem o plot twist absurdo. Desde aquele jogo desastroso, o cara simplesmente virou outro jogador. Os Knicks emplacaram 11 vitórias seguidas e chegaram nas Finais da NBA pela primeira vez em 27 anos. VINTE E SETE ANOS, pessoal!

    E o Bridges? Virou um monstro na defesa. Pegou o Nickeil Alexander-Walker (que ganhou o prêmio de jogador que mais evoluiu) e simplesmente anulou o cara. Alexander-Walker saiu de 20.8 pontos por jogo na temporada regular para míseros 13.7 contra os Knicks. Os arremessos de dois pontos despencaram de 52.5% para 32.1%. Absurdo.

    No segundo round, teve que marcar o Tyrese Maxey — outro cara que estava destruindo todo mundo com 28.3 pontos por jogo. Resultado? Bridges segurou ele em 19 pontos por noite com apenas 38% nos arremessos nos dois primeiros jogos.

    Ofensivamente também acordou

    Mas não foi só na defesa que o cara deslanchou. Desde o jogo 6 contra Atlanta, Bridges tá fazendo 18.7 pontos, 4.0 rebotes e 3.1 assistências por partida. E com que aproveitamento? 71.4% nos arremessos de dois pontos e 37.9% nas bolas de três. Monstruoso.

    O mais legal é que ele não tá só acertando os arremessos de costume. O cara voltou a ser agressivo, procurando contato, atacando o garrafão. Aquelas bolas de três decisivas no jogo 1 contra os Cavaliers — incluindo aquela oração em cima do Evan Mobley — foram cruciais pra virada dos Knicks.

    Na final da Conferência, teve o “privilégio” de marcar o James Harden. E mais uma vez entregou: Harden fez apenas 16 pontos com 39% nos arremessos gerais e míseros 18% nas bolas de três.

    Sinceramente, eu não esperava que o Bridges conseguisse se recuperar daquele jeito depois do vexame do jogo 3. Mas o cara provou que vale cada uma daquelas cinco primeiras escolhas que os Knicks mandaram pro Brooklyn. E olha que eu achava que tinha sido loucura na época!

    Agora é torcer pra ele manter esse nível nas Finais. Independente do resultado, aquela nuvem negra das escolhas do draft que pairava sobre ele finalmente se dissipou. O front office acertou em cheio, mesmo pagando caro.

    E vocês, acham que o Bridges consegue manter essa pegada nas Finais da NBA?

  • NBA acaba com o tanking? Novas regras prometem revolucionar a liga

    NBA acaba com o tanking? Novas regras prometem revolucionar a liga

    Galera, a NBA finalmente decidiu meter a mão na massa e acabar com essa palhaçada de tanking que tava virando rotina. Na quinta-feira passada, a liga anunciou novas regras anti-tanking que prometem bagunçar tudo que a gente conhece sobre draft — e sinceramente? Era hora.

    A partir do draft de 2027, o sistema vai mudar completamente. O sorteio vai expandir de 14 para 16 times, as chances vão ficar ainda mais equilibradas, e — aqui vem o susto — os três piores times da temporada vão ser punidos. Isso mesmo, punidos por serem ruins demais.

    Como funciona essa nova maluquice

    Olha só que esquema interessante: todos os times que não chegarem nos playoffs ou play-in vão receber três bolinhas na loteria. Exceto — pasmem — os três lanterninhas, que vão ganhar apenas duas bolinhas. Os quatro times do play-in que não passarem também ficam com duas bolinhas, e os oitavos colocados de cada conferência ganham uma bolinha cada.

    E tem mais: nenhum time pode pegar a primeira escolha geral em drafts consecutivos, ou ficar no top-5 por três anos seguidos. O San Antonio Spurs, por exemplo, não poderia ter escolhido Wembanyama, Stephon Castle e Dylan Harper em sequência como fizeram (números 1, 4 e 2 respectivamente).

    Na minha visão, isso é genial. Quantas vezes a gente não viu times claramente jogando pra perder nos últimos meses da temporada? Lembram do Philadelphia 76ers fazendo aquele teatro todo há uns anos? Pois é, era revoltante.

    Quem se dá bem e quem se estrepa

    Os fãs são os grandes vencedores aqui, óbvio. Imaginem times como Sacramento Kings (que provavelmente vai estar nessa briga) lutando pra sair da “zona de rebaixamento” — que é como a NBA tá chamando os três piores lugares. Vai ser um jogaço assistir essas equipes brigando pra não ficar por último.

    Agora, uma coisa meio bizarra pode rolar: será que algum time vai tankar pra sair do play-in e conseguir três bolinhas ao invés de duas? Parece loucura, mas não duvido de nada. Embora convencer jogadores a abrir mão de bônus de playoff seja complicado…

    Os drafts picks ficaram muito mais valiosos também. Times com três bolinhas têm 8.1% de chance na primeira escolha — antes, só seis times tinham mais de 8% de chance. E mesmo os times com uma bolinha só (os oitavos colocados) têm 35% de chance de ficar no top-10.

    E vocês, acham que isso vai funcionar mesmo? Ou os times vão dar um jeitinho brasileiro de driblar essas regras? Uma coisa é certa: a partir de 2027, assistir o fim da temporada regular vai ser bem mais emocionante do que era antes.

  • NBA muda loteria do draft pra acabar com tanking – e foi quase unânime!

    NBA muda loteria do draft pra acabar com tanking – e foi quase unânime!

    Cara, a NBA finalmente tomou uma atitude que eu tava esperando há anos. Os donos dos times aprovaram uma mudança radical na loteria do draft que vai dificultar — e muito — a vida de quem quer fazer tanking descaradamente.

    A votação foi de 29 a 1, com Memphis sendo o único time a votar contra. Sinceramente? Não sei nem por que o Grizzlies votou contra, mas enfim.

    Como vai funcionar essa nova loteria maluca

    Olha, o negócio ficou bem mais complexo, mas a ideia é genial. Agora vão ser 16 times na loteria (antes eram 14), e os três piores times da temporada vão ter apenas 5,4% de chance de ganhar a primeira pick. Isso mesmo — quem for pior vai ter MENOS chance de ganhar!

    Os times que ficarem entre a 4ª e 10ª pior campanha vão ter 8,1% de chance cada um. Ou seja, quem brigar um pouquinho mas não conseguir os playoffs vai ter mais chance que quem desistir da temporada completamente.

    A lógica é simples: acabar com esse negócio ridículo de time perdendo de propósito que a gente viu demais essa temporada. O Utah Jazz até tomou multa de 500 mil dólares por deixar jogadores titulares no banco no último quarto! Absurdo, né?

    O sistema “3-2-1” que vai mudar tudo

    Eles criaram esse nome “3-2-1 Lottery” porque cada time vai ter entre 1 e 3 bolinhas na loteria. Os perdedores dos jogos 7º vs 8º do play-in ganham 1 bolinha cada. O 9º e 10º colocados ganham 2 bolinhas. E os outros 10 times que ficaram de fora dos playoffs ganham 3 bolinhas — exceto os três piores, que perdem uma bolinha como “punição” pelo tanking.

    Na minha opinião, isso é revolucionário. Finalmente a liga admitiu que tanking é um problema sério e decidiu fazer alguma coisa de verdade sobre isso.

    E tem mais: nenhum time pode ganhar a primeira pick em anos consecutivos, e a NBA agora tem “autoridade disciplinar expandida” pra punir quem fizer tanking. Podem até mudar a posição no draft do time! Ou seja, acabou a farra.

    Era sobre tempo mesmo

    Essa temporada foi ridícula em termos de tanking. Cinco times — Washington (que ganhou a loteria), Indiana, Memphis, Brooklyn e Utah — tiveram aproveitamento abaixo de 18% depois do All-Star break. Dezoito por cento, gente! Nunca tinha acontecido isso na história da liga.

    O Adam Silver prometeu que ia resolver essa situação antes da próxima temporada, e cumpriu a palavra. As novas regras valem pelas próximas três temporadas (até 2029), e depois eles vão votar de novo pra ver se mantém ou muda mais alguma coisa.

    Vocês acham que isso vai realmente acabar com o tanking? Ou os times vão dar um jeito de continuar perdendo de propósito mesmo assim? Eu tô curioso pra ver como vai ser na prática, mas pelo menos a intenção tá certa.

  • NBA muda draft lottery pra acabar com tanking – e tá certo!

    NBA muda draft lottery pra acabar com tanking – e tá certo!

    Olha, finalmente a NBA resolveu fazer alguma coisa sobre esse negócio de tanking que tava virando palhaçada. Na quinta-feira, os donos dos times aprovaram uma reformulação completa no draft lottery — e sinceramente, já era hora.

    A mudança é simples mas genial: ao invés de 14 times participando da loteria, agora vão ser 16. Mas o mais importante é que os três piores times da liga vão ter apenas DUAS bolinhas no sorteio. Já os times que ficarem entre a 4ª e 10ª pior campanha? Três bolinhas cada um.

    Por que isso é genial?

    Cara, é matemática básica. Se você não ganha nada sendo o pior time da NBA, por que diabos você ia querer perder de propósito? Agora não tem mais incentivo pra ser um completo desastre — na verdade, é melhor ser o 4º pior do que o 3º.

    Claro que ainda tem suas pegadinhas. A diferença entre ser o 10º e o 11º pior continua sendo grande. Imagina os times brigando pra MANTER a 10ª posição no final da temporada? Vai ser interessante de assistir.

    Outra coisa massa: um time não pode mais ter a primeira escolha em anos consecutivos, nem ficar no top 5 por três anos seguidos. Isso distribui mais o talento pela liga.

    Memphis foi o único contra — e olha só que coincidência

    A votação foi 29 a 1, com apenas o Grizzlies votando contra. E adivinha? Eles têm a primeira escolha do Utah Jazz em 2027. Com a nova regra, essa escolha não pode passar da 6ª posição. Meio suspeito, né não?

    Pessoalmente, eu ainda acho que podia ser mais radical. Por que não dar a mesma chance pra todos os times? Ou pelo menos pros que não classificaram pros playoffs? Mas admito que isso já é um baita avanço.

    O sistema novo vai de 2027 até 2029, então ainda vamos ter mais uns anos do formato atual. Mas pelo menos já sabemos que a liga tá tentando resolver esse problema que tava meio que destruindo a competitividade.

    E vocês, acham que essa mudança vai funcionar mesmo ou os times vão achar outro jeito de fazer tanking?

  • NBA vai votar mudança radical na loteria. Vai complicar tudo?

    NBA vai votar mudança radical na loteria. Vai complicar tudo?

    Olha, a NBA tá prestes a fazer uma mudança que pode bagunçar completamente o mercado de trocas. Esta semana os donos dos times vão votar uma nova proposta para a loteria do draft que, sinceramente, me deixou com a pulga atrás da orelha.

    A ideia do Adam Silver é clara: acabar com o tanking. Mas cara, será que essa solução não vai criar mais problemas do que resolver?

    O que muda exatamente?

    A proposta “3-2-1” (nome que vem do número de bolinhas que cada time pode ter) é bem radical. Os três piores times da liga vão para uma “zona de rebaixamento” — nome meio dramático, né? — e só ganham duas bolinhas na loteria. Isso dá apenas 5,4% de chance de pegar a primeira escolha.

    E o mais louco: esses times podem cair até a 12ª posição no draft. Imagina você terminar em último lugar e ainda por cima cair para 12º no draft? É de dar pesadelo em qualquer GM.

    Por outro lado, times que chegaram nos playoffs — tipo Warriors, Clippers, Heat e Charlotte nesta temporada — teriam a mesma chance que Washington, Utah e Sacramento de pegar a primeira escolha. Meio surreal, não acham?

    O problema das trocas

    Aqui que a coisa fica complicada pra valer. Com essas mudanças, as picks de primeira rodada vão perder valor como moeda de troca. E olha só o timing: em 2027, 14 times já negociaram suas picks. Em 2028 e 2029, apenas 12 times controlam suas próprias escolhas sem nenhuma amarra.

    Vocês conseguem imaginar tentar montar uma troca pelo Giannis agora? Fica muito mais difícil quando as picks valem menos. É como se o Silver tivesse mudado as regras no meio do jogo — literalmente.

    Na minha visão, isso vai esfriar o mercado de trocas. E convenhamos, quem não ama uma boa negociação na offseason?

    Silver com poder total

    Mas a cereja do bolo é que o comissário vai ganhar poderes quase ditatoriais para punir times que ele achar que estão fazendo tanking. Multa de até 10 milhões de dólares, confisco de picks, redução das chances na loteria… O cara vai virar o juiz, júri e carrasco do tanking.

    Olha, eu entendo a preocupação com a percepção do tanking, mas será que essa não é uma reação exagerada? Times como Utah e Sacramento precisam dessa chance de reconstrução. Para mercados pequenos, o draft é praticamente a única forma de conseguir talento de verdade.

    E aí, vocês acham que os donos vão aprovar essa loucura? Pelo que tudo indica, sim. Mas eu tenho minhas dúvidas se isso vai realmente resolver o problema ou só criar novos…

  • Ben Simmons virou pescador profissional e fizeram highlight dele

    Ben Simmons virou pescador profissional e fizeram highlight dele

    Gente, eu não tô sabendo mais o que é realidade nesse mundo da NBA. Ben Simmons — lembram dele? Ex-primeira escolha do draft, três vezes All-Star — agora é pescador profissional. E claro que alguém foi lá e fez um vídeo de highlights dele pescando. A internet é um lugar maravilhoso e assombrado ao mesmo tempo.

    O cara que há uma década era a primeira escolha geral do draft agora tá ali, de boné, vara na mão, tentando fisgar uns peixes. E olha, sinceramente? Eu respeito a decisão dele. Melhor que ficar se remoendo por aí.

    De Philadelphia para o alto mar

    A história do Ben Simmons é uma das mais bizarras que eu já vi na NBA. O cara tinha TUDO para ser um monstro absoluto. Altura, visão de jogo, atletismo… mas simplesmente não conseguiu desenvolver um arremesso decente. E aquela história toda em Philadelphia, com ele se recusando a jogar, foi o fim da picada.

    Desde o ano passado ele decidiu focar na pescaria — que aparentemente sempre foi uma paixão desde a infância lá na Austrália. Em dezembro, o maluco até entrou para um time profissional de pesca. Cara, só o Ben Simmons mesmo pra fazer uma transição dessas.

    O vídeo que rolou no Barstool Sports mostra ele pescando, e claro que os comentários estão imperdíveis. Um cara falou que é “mais um exemplo de como ele é destro” — porque sempre rolou teoria de que ele arremessava com a mão errada a carreira toda. Imagina se isso for verdade? O cara desperdiçou uma carreira inteira porque ninguém ensinou ele a arremessar com a mão certa.

    Entre memes e respeito

    Olha, eu sei que é fácil zoar o Ben Simmons. O cara ganhou milhões, teve todas as oportunidades do mundo, e no final das contas não conseguiu fazer um jump shot básico. Mas ao mesmo tempo… pescaria pode ser bem terapêutica, né? Talvez seja exatamente o que ele precisa pra fazer as pazes com tudo que rolou.

    A última vez que vimos ele em quadra foi nos playoffs de 2025, quando o Clippers enfrentou o Denver Nuggets na primeira rodada. Desde então, sumiu do mapa. Aos 29 anos, tecnicamente ainda poderia estar no auge da carreira. Mas né, às vezes a vida toma rumos que a gente nem imagina.

    E vocês, o que acham? Respeitam a decisão dele de virar pescador profissional ou acham que foi desperdício de talento? Eu fico dividido — parte de mim fica triste pelo que poderia ter sido, mas outra parte admira quem tem coragem de recomeçar completamente assim.

  • Ex-pick dos Celtics de 25 anos vai jogar na NCAA por US$ 5 milhões

    Ex-pick dos Celtics de 25 anos vai jogar na NCAA por US$ 5 milhões

    Galera, preparem-se para uma notícia que tá mexendo com o basquete universitário americano. Yam Madar, armador israelense de 25 anos que foi escolhido pelos Celtics no draft de 2020, decidiu largar a Europa e partir para a LSU. E olha, não foi por pouco dinheiro não — estamos falando de um contrato de US$ 5 milhões!

    Sinceramente? Eu não esperava essa. O cara tava jogando EuroLeague, foi Rising Star em 2023 pelo Partizan Belgrade, tem currículo pesado na Europa… e resolve ir pra NCAA aos 25 anos. Isso é praticamente inédito, cara.

    A trajetória européia que impressiona

    Madar não é qualquer um. O moleque rodou a Europa inteira: Hapoel Tel Aviv (Israel), Fenerbahçe (Turquia), Bayern de Munique (Alemanha) e Partizan Belgrade (Sérvia). Uma verdadeira excursão pelos principais campeonatos europeus.

    Mas pelo visto, as coisas não andavam bem no Hapoel recentemente. Segundo a imprensa europeia, ele tava insatisfeito com os poucos minutos que vinha recebendo — imaginem só, 10 minutos totais contra o Real Madrid nas quartas de final! Para um cara do nível dele, isso é praticamente uma humilhação.

    Como diabos ele pode jogar na NCAA aos 25?

    Essa é a pergunta que todo mundo tá fazendo, né? Normalmente, jogadores profissionais não podem ir pra universidade americana. Mas Madar conseguiu através de uma brecha nas regras — exemptions por serviço militar obrigatório e participação em seleção nacional. Basicamente, o tempo que ele passou servindo Israel e jogando pela seleção “congela” sua elegibilidade universitária.

    É meio maluco quando você pensa que ele vai enfrentar garotos de 18-19 anos tendo já uma carreira profissional inteira nas costas. Vantagem desleal? Talvez. Mas as regras permitem, então…

    LSU apostando pesado no retorno de Will Wade

    Will Wade voltou pra LSU depois de uma passagem conturbada (e controversa) e tá montando um time interessante. Além do Madar, já trouxe Mouhamed Dioubate (Kentucky), Divine Ugochukwu (Michigan State) e Abdi Bashir Jr. (Kansas State).

    Cinco milhões de dólares por um ano de basquete universitário é absolutamente absurdo. Mostra como o NIL (Name, Image, Likeness) mudou completamente o jogo. Antigamente, os caras iam pra NBA ganhar essa grana — agora dá pra fazer isso na faculdade.

    E aí, vocês acham que vai dar certo? Um cara de 25 anos, acostumado com o profissionalismo europeu, se adaptando ao ambiente universitário americano? Vai ser interessante de acompanhar, isso é certeza.

  • Curry confessa: quase não sabia onde ficava Golden State no Draft

    Curry confessa: quase não sabia onde ficava Golden State no Draft

    Cara, essa confissão do Curry me pegou completamente desprevenido. O cara que construiu uma das maiores dinastias da NBA no Golden State Warriors praticamente não sabia nem onde o time ficava quando foi draftado em 2009!

    Em um podcast recente, o Steph admitiu que assim que recebeu a ligação do Warriors — ele foi a 7ª escolha geral —, a primeira coisa que fez foi pegar o celular para procucar onde diabos ficava Golden State. Imagina a cena: Larry Riley (GM na época) e Don Nelson (técnico) ligando todo empolgados, e o Curry ali “ahan, legal, mas… onde fica isso mesmo?”

    O sonho era outro: Nova York

    E olha só que plot twist. O Curry tava de olho mesmo era no New York Knicks. “Tudo que eu pensava era Nova York”, confessou ele. Sinceramente, faz todo sentido né? Jovem de 21 anos, a Big Apple chamando, Madison Square Garden… quem não sonharia?

    Mas aí que tá o lance. Os próprios fãs dos Knicks acabaram criando uma das memórias favoritas dele da noite do draft. Quando o Warriors escolheu o Curry antes do New York ter chance, a torcida no Madison Square Garden surtou — e vaiou ALTO.

    No primeiro momento, o Steph não entendeu nada. Depois caiu a ficha: “Aaah, eles me queriam aqui!” Meio irônico pensar que os fãs que vaiaram são os mesmos que hoje em dia sofrem vendo ele meter 30 pontos no MSG como se fosse brincadeira.

    Quando o destino acerta em cheio

    “Cuidado com o que você deseja”, disse o próprio Curry. E cara, que sorte a dele (e nossa, que acompanhamos essa loucura). O que começou como confusão sobre geografia virou uma das maiores histórias de sucesso da NBA.

    4 títulos da NBA, 2 MVPs, 12 All-Star Games, e o cara que revolucionou o basquete com os arremessos de 3. Imaginem se ele tivesse ido mesmo pros Knicks? Provavelmente ainda estaríamos esperando eles chegarem nos playoffs.

    E vocês, acham que o Curry teria se tornado o mesmo monstro jogando em Nova York? Ou foi essa confusão geográfica que mudou o rumo da NBA para sempre?

    PS: Detalhe mórbido que o próprio Curry mencionou — o draft de 2009 foi no mesmo dia que Michael Jackson morreu (25 de junho). Meio pesado pensar nisso, mas faz parte da história.