Tag: Draft 2017

  • Adam Silver promete acabar com tanking: ‘Vamos resolver, ponto final’

    Adam Silver promete acabar com tanking: ‘Vamos resolver, ponto final’

    Cara, finalmente! O comissário Adam Silver falou a língua que a gente queria ouvir. Depois de anos vendo alguns times claramente perdendo de propósito pra conseguir picks melhores no Draft, o cara bateu o punho na mesa: “Vamos resolver isso, ponto final”.

    E olha, eu acredito nele dessa vez. Na coletiva de quarta-feira, Silver não só admitiu o problema como prometeu mudanças estruturais pra próxima temporada. “Os incentivos precisam ser consertados e nós vamos consertá-los”, disse o comissário.

    O problema tá ficando óbvio demais

    O que mais me chamou atenção foi quando Silver falou que tá ficando “quase impossível distinguir entre tanking e rebuild”. Mano, isso é surreal. A gente vê time claramente jogando pra perder e eles ainda tentam disfarçar como “reconstrução”.

    Não é à toa que a liga multou dois times logo antes do All-Star. Silver disse que o comportamento “subiu a um nível” que exigiu resposta da liga. E sinceramente, era hora!

    O mais frustrante é que isso tá tirando o brilho da competição real. Como o próprio Silver falou, temos cerca de 20 times brigando pra valer agora, com playoffs super abertos, mas a gente acaba falando de tanking ao invés de celebrar esse nível absurdo de competitividade.

    Mudanças dramáticas vem aí

    Aqui ó, prestem atenção: Silver deixou claro que não vai ser só um ajustezinho no sistema da loteria. Ele falou em mudanças “dramáticas”, não incrementais como fizeram antes.

    “Certamente indo para a próxima temporada, os incentivos serão completamente diferentes do que são agora”, completou o comissário. Completamente diferentes, galera. Isso não é papo de meia-bomba.

    O comitê de competição vai discutir as reformas, mas a decisão final fica com os donos dos times — afinal, tem dinheiro envolvido nisso tudo, não é só questão esportiva.

    E aí, vocês acham que dessa vez vai? Porque eu tô cansado de ver time que podia brigar por playoffs jogando o Gleague no final da temporada. A NBA merece coisa melhor que isso.

  • Adam Silver promete acabar com o tanking na NBA: ‘Vamos resolver isso’

    Adam Silver promete acabar com o tanking na NBA: ‘Vamos resolver isso’

    Olha só, o Adam Silver finalmente falou o que todos nós fãs estávamos esperando ouvir. O comissionário da NBA bateu o punho na mesa e disse que vai acabar com essa palhaçada do tanking de uma vez por todas. E quando eu digo “de uma vez por todas”, é porque ele literalmente falou “vamos resolver isso, ponto final”.

    Cara, já era hora. Essa temporada virou um circo por causa da draft de 2026 que promete ser histórica — e claro que alguns times resolveram fazer corpo mole pra tentar garantir uma pick alta. Silver admitiu que tá difícil até distinguir entre um rebuild honesto e um tanking descarado.

    A situação tá feia mesmo

    “Existe um aspecto da construção de equipe que é chamado de rebuild genuíno, um rebuild com integridade”, disse Silver. “O problema que estamos tendo hoje é que se tornou quase impossível distinguir entre tanking e rebuild”.

    E ele tá certo, né? Quando você vê técnico tirando titular no quarto período de jogos importantes, jogador “machucado” na hora H, médico indo e vindo com diagnósticos… Fica óbvio que tem algo errado. Sinceramente, como fã, é frustrante ver isso acontecendo.

    O comissionário foi direto: as mudanças vão ser mais extremas do que as tentativas anteriores de resolver o problema. E olha que eles já tentaram mexer no sistema quatro vezes! Agora parece que vão partir pra medidas mais drásticas mesmo.

    Reunião especial em maio

    A coisa tá tão séria que Silver convocou uma reunião extraordinária do conselho para maio. Isso aí, meus caros, não é protocolo normal — é quando a casa tá pegando fogo mesmo. A ideia é que os times saibam as novas regras antes da offseason começar.

    “Certamente na próxima temporada, os incentivos serão completamente diferentes do que são agora”, prometeu Silver. E aí, vocês acham que ele vai conseguir resolver de verdade? Porque olha, eu já vi muita promessa do tipo e o tanking continua aí, forte e crescendo.

    O que me deixa otimista é que ele reconheceu que tem cerca de 20 times competindo de verdade agora — o que significa uns 10 fazendo corpo mole. É muita coisa, e tira o brilho dessa temporada incrível que a gente tá vendo nos playoffs.

    Silver ainda deixou a porta aberta para mudanças mais profundas quando renovarem o acordo coletivo no final da década. Ou seja: se as mudanças de maio não funcionarem, prepare-se para uma reformulação completa do sistema.

    Na minha opinião? Era hora. O tanking virou estratégia oficial de alguns times, e isso mata a essência da competição. Tomara que dessa vez seja pra valer, porque ver time desistindo de ganhar jogo é de partir o coração de qualquer fã de basquete.

  • Vegas e Seattle na NBA? Os donos votam essa semana e tá ficando sério

    Galera, depois de mais de 20 anos sem expansão, a NBA finalmente parece que vai crescer de novo. Os donos das franquias vão votar essa semana (terça e quarta) se querem mesmo explorar a entrada de Las Vegas e Seattle na liga. E olha, pelo que tô vendo, essa parada tá ganhando força pra valer.

    A última vez que a NBA expandiu foi em 2004 com os Charlotte Hornets. Se os novos times estrearem na temporada 2028-29 como estão planejando, seriam 24 anos sem expansão — de longe o maior intervalo da história da liga. Antes disso, o recorde eram nove anos. Expansão costumava ser coisa normal na NBA, mas hoje? Ninguém mais sabe como funciona.

    E é aí que a coisa fica interessante (e complicada).

    Draft de expansão: quem protege quem?

    Vamos ao que interessa: como vai funcionar esse draft de expansão? Algumas regras são claras — cada time tem que disponibilizar pelo menos um jogador, e as novas franquias podem dispensar quem quiserem sem contar no salary cap. Mas tem uma pegadinha no acordo coletivo que deixa muita coisa em aberto.

    Em 2004, os times puderam proteger oito jogadores cada (incluindo os restricted free agents). Todo mundo além desses oito estava disponível, mas cada time só podia perder um jogador máximo. Será que oito ainda faz sentido hoje?

    Cara, o basquete mudou MUITO desde 2004. Agora temos contratos two-way, gleague ignite, desenvolvimento de jogadores é completamente diferente. Na minha opinião, oito pode ser pouco — ou muito, dependendo de como você vê.

    Impacto financeiro que vai dar dor de cabeça

    Os novos times vão começar devagar no gasto: só 66,67% do salary cap no primeiro ano, 80% no segundo, 100% no terceiro. Isso é fixo. Mas e os outros 30 times? Como fica a distribuição de receita? Revenue sharing? Playoff format?

    Sinceramente, acho que ninguém tem essas respostas ainda. A liga não expandia há tanto tempo que basicamente estão inventando a roda de novo. E isso me deixa curioso — vocês acham que Seattle e Vegas vão conseguir competir logo de cara ou vai ser aquele sofrimento de franquia nova?

    Seattle pelo menos tem tradição (RIP SuperSonics), mas Vegas… é apostaria no basquete? A cidade funciona bem com hockey e football, mas NBA é outro nível de compromisso de 82 jogos.

    O futuro tá chegando

    O que mais me chama atenção é que praticamente nenhum dos donos e GMs de hoje estavam no cargo em 2004. É uma geração completamente nova lidando com um processo que eles nunca viveram. Vai ser interessante ver como isso desenrola.

    Uma coisa é certa: se isso for pra frente mesmo, as próximas temporadas vão ser bem movimentadas. Dois times novos significa mais oportunidades para jogadores, mudanças nas conferências, talvez até nos playoffs. E convenhamos, mais basquete é sempre bom, não é?

    Agora é esperar o resultado da votação dessa semana. Apostam que vai passar?

  • Fultz tenta ressurreição nos Raptors após anos de pesadelo na NBA

    Fultz tenta ressurreição nos Raptors após anos de pesadelo na NBA

    Cara, a história do Markelle Fultz é de dar dó mesmo. O cara foi primeira escolha do draft de 2017 — PRIMEIRA ESCOLHA! — e agora tá aí mendigando um contrato de 10 dias com os Raptors. É de quebrar o coração de qualquer fã de basquete.

    Os Raptors acabaram de anunciar a contratação do armador, que não jogava na NBA desde a temporada passada quando fez uns jogos apagados pelo Kings. E quando digo apagados, é apagado mesmo: 2.9 pontos por jogo em 21 partidas. Praticamente um fantasma em quadra.

    De promessa a decepção

    Vocês lembram da expectativa em cima do Fultz? O Philadelphia trocou a terceira escolha E MAIS uma primeira rodada só pra subir duas posições no draft e pegar ele. Imaginem o desespero dos caras hoje em dia vendo onde ele chegou.

    As lesões perseguiram o moleque desde o começo. Nos dois primeiros anos na NBA, jogou menos de 20 partidas por temporada. Menos de vinte! É como se ele fosse um jogador fantasma no roster dos Sixers.

    Sinceramente, eu sempre torci pra esse cara dar a volta por cima. Ele até teve uns momentos em Orlando — na temporada 2022-23 chegou a fazer uma média de 14 pontos com 51.4% de aproveitamento nos arremessos. Nada mal pra quem tava praticamente morto e enterrado.

    Última chance nos playoffs?

    O timing da contratação não é coincidência. O Immanuel Quickley tá com fasceíte plantar no pé direito (que lesão chata, meu Deus), e os Raptors precisam de profundidade na posição. Eles tão em quinto no Leste e querem brigar nos playoffs.

    O mais interessante é que o Fultz pode jogar na pós-temporada porque não tava em roster da NBA depois de 1º de março. Regra meio estranha, mas enfim.

    Antes de voltar pra NBA, ele tava jogando no Raptors 905 (o time da G League). Os números não eram absurdos — 9.4 pontos e 6.2 assistências em cinco jogos — mas pelo menos mostrou que ainda sabe jogar basquete.

    E aí, vocês acham que ele consegue se firmar dessa vez? Ou vai ser mais uma tentativa frustrada de ressurreição? Eu, na moral, torço pra que ele consiga. Todo mundo merece uma segunda (terceira, quarta…) chance.

  • Markelle Fultz volta à NBA: Raptors apostam na redenção

    Markelle Fultz volta à NBA: Raptors apostam na redenção

    Cara, quem diria que em 2026 ainda estaríamos falando do Markelle Fultz? O moleque que foi primeira escolha geral em 2017 pelo Sixers acabou de assinar um contrato de 10 dias com o Toronto Raptors, e olha — eu tô torcendo pra dar certo dessa vez.

    Vocês lembram da saga toda, né? O garoto chegou sendo vendido como o próximo grande armador da liga, mas as lesões simplesmente destruíram os primeiros anos de carreira dele. Menos de 20 jogos em CADA uma das duas primeiras temporadas. Absurdo o azar que esse moleque teve.

    Da promessa ao ostracismo

    Fultz, que hoje tem 27 anos, passou a temporada passada no Sacramento Kings jogando apenas 21 partidas. Depois disso? G-League com o Raptors 905. É duro ver um cara que já foi primeira escolha geral tendo que provar seu valor na liga de desenvolvimento, mas pelo menos ele não desistiu.

    Na minha visão, a melhor fase dele foi mesmo em 2022-23 pelo Orlando Magic. 14 pontos e quase 6 assistências por jogo, aproveitamento de 51.4% nos arremessos. Nada espetacular, mas sólido. O cara se reinventou como um armador defensivo que sabe distribuir a bola — bem diferente daquele prospecto que prometia ser o próximo grande cestinha da liga.

    Timing perfeito para os Raptors

    E o timing dessa contratação? Perfeito. Os Raptors estão numa briga insana pra não cair no play-in da Conferência Leste, dividindo essa zona de perigo com Hawks, Sixers (ironia do destino), Magic, Heat e Hornets. Qualquer reforço nessa altura do campeonato pode fazer a diferença.

    Sinceramente, eu acho que o Fultz pode ajudar. O cara amadureceu, passou por perrengue e hoje sabe exatamente qual é o papel dele numa equipe NBA. Não vai ser aquele armador franchise que todo mundo esperava, mas pode ser um sexto homem competente que entra, joga duro na defesa e não faz besteira com a bola.

    E aí, vocês acham que ele consegue se firmar em Toronto? Dez dias pode parecer pouco, mas às vezes é tudo que um jogador precisa pra provar que ainda tem lugar na melhor liga de basquete do mundo.