Tag: Draft 2017

  • Spurs na California Classic de novo – quinto ano seguido!

    Spurs na California Classic de novo – quinto ano seguido!

    Galera, enquanto todo mundo tá vidrado nos playoffs, chegou uma notícia que já me deixou animado pro futuro: os Spurs vão participar da California Classic Summer League mais uma vez!

    Isso mesmo, quinto ano consecutivo que San Antonio marca presença no evento. Cara, eu gosto dessa consistência — mostra que a franquia leva a sério o desenvolvimento dos garotos.

    Chase Center vai pegar fogo em julho

    O Warriors vai sediar a parada no Chase Center, em San Francisco, de 3 a 6 de julho. Além dos Spurs, vão estar lá o Heat e o Nets. Sacramento também vai rolar uma Summer League paralela com Bucks, Nets e Warriors — mais basquete pra gente acompanhar, né?

    Os jogos dos Spurs já estão definidos: Miami no dia 3, Golden State no dia 5, e Lakers (presumindo que é o Los Angeles mencionado) no dia 6. Sinceramente, esse confronto com o Heat pode ser interessante — dois times que sempre levam a Summer League a sério.

    Quem vai brilhar dessa vez?

    Lembram do David Jones-Garcia no ano passado? Monstro. O cara simplesmente roubou a cena e acabou conseguindo um contrato two-way. Isso que é Summer League — uma oportunidade de ouro pros caras provarem que merecem uma chance na NBA.

    Carter Bryant jogou, o Dyland Harper tava lá mas machucado (que azar, né?). E agora com a pick de primeira rodada do draft 2026, a expectativa é que mais um jovem talento vista a camisa dos Spurs pela primeira vez.

    Vocês acham que essa nova geração vai conseguir impressionar tanto quanto o Jones-Garcia impressionou? Eu tô curioso pra ver se o Popovich vai estar por lá dando aquelas broncas carinhosas nos garotos (risos). A California Classic sempre foi uma prévia legal do que vem por aí na Vegas Summer League — e olha, eu não perco uma!

  • Nets renovam com Jordi Fernández: rebuild de Brooklyn ganha cara nova

    Nets renovam com Jordi Fernández: rebuild de Brooklyn ganha cara nova

    Cara, o Brooklyn Nets acabou de fazer uma jogada que mostra que tá levando esse rebuild a sério mesmo. A franquia renovou o contrato do técnico Jordi Fernández — e de toda a comissão técnica dele — por vários anos. E olha, eu sinceramente acho que foi uma decisão acertada.

    “O Jordi é um líder tremendo”, disse o GM Sean Marks no comunicado oficial. E não é papo furado não. Desde que chegou no Brooklyn em 2024, o espanhol vem mostrando que entende do riscado mesmo sendo um técnico relativamente novo como head coach.

    Um técnico que já provou valor

    Antes de pegar o Nets, Fernández foi assistente técnico do Michael Malone no Denver Nuggets por anos — e quem acompanha sabe que aquele time sempre teve um basquete muito bem jogado. Depois ainda passou pelo Sacramento Kings como assistente antes do Brooklyn apostar nele pra substituir o Jacque Vaughn no meio da temporada 2023-24.

    E cara, que desafio ele herdou, né? O Nets ainda tava se recuperando da implosão daquele super time com Kevin Durant, Kyrie Irving e James Harden. Ben Simmons no meio da confusão também. Era um time completamente perdido.

    Resultados que aparecem no desenvolvimento

    Bom, no quesito vitórias ainda tá complicado — o Nets teve a terceira pior campanha da liga nesta temporada. Mas olha, quando você vê os jovens se desenvolvendo, aí você entende o trabalho que tá sendo feito.

    O Egor Demin, rookie russo, tava voando antes da lesão no pé que acabou com a temporada dele em março. O Nic Claxton virou um dos melhores defensores de garrafão da NBA. E o Michael Porter Jr., que veio do Denver, fez uma das melhores temporadas da carreira.

    Essa temporada horrorosa nas vitórias deu ao Brooklyn 14% de chance de conseguir a primeira escolha do draft. E olha, essa classe de calouros tá recheada de talento lá em cima. Se conseguirem um desses prospetos top, muda tudo.

    Arsenal de escolhas para o futuro

    E aqui que fica interessante: os Nets têm uma penca de picks de primeira rodada nos próximos anos. Escolhas do Knicks em 2027, 2029 e 2031. Uma protegida do Philadelphia em 2028. Swaps com Houston, Dallas e Phoenix em 2029. É muito arsenal pra trabalhar.

    Vocês acham que o Fernández vai conseguir transformar todo esse potencial em um time competitivo de verdade? Na minha opinião, dar continuidade pro trabalho dele foi o caminho certo. Rebuild que funciona precisa de paciência e de alguém que entenda de desenvolvimento de jogador.

    Brooklyn finalmente parece ter encontrado a direção certa depois de anos perdidos naquela loucura de super team. Agora é esperar pra ver se conseguem acertar no draft e se os jovens continuam evoluindo.

  • Nets renovam com Jordi Fernandez: aposta no futuro está feita

    Nets renovam com Jordi Fernandez: aposta no futuro está feita

    Olha, eu confesso que não esperava essa notícia tão cedo. O Brooklyn Nets acabou de renovar o contrato do técnico Jordi Fernandez e de toda sua comissão técnica por mais alguns anos. E sinceramente? Acho que foi a decisão certa.

    Joe Tsai e Sean Marks bateram o martelo essa semana, mostrando que acreditam no trabalho do espanhol mesmo com duas temporadas bem difíceis pela frente. 46 vitórias e 118 derrotas em dois anos não é exatamente o que você chama de sucesso, né? Mas calma aí…

    Por que essa renovação faz sentido

    “Jordi é um líder tremendo que, junto com sua comissão técnica, deixou sua marca nesta franquia desde o momento em que chegou no Brooklyn”, disse Marks. E cara, ele não tá errado não.

    O que o Fernandez conseguiu fazer com esse time jovem é impressionante. Estamos falando de um elenco onde metade dos caras tem menos de 24 anos — o mais jovem da NBA! E ainda por cima, eles quebraram um recorde ao ter cinco jogadores escolhidos na primeira rodada do Draft de 2025.

    Michael Porter Jr., Nic Claxton e Day’Ron Sharpe tiveram suas melhores temporadas na carreira sob o comando do técnico. Isso não é coincidência, pessoal. É trabalho de desenvolvimento que tá dando resultado.

    A estratégia do tanque consciente

    Vou ser honesto com vocês: o Nets tá fazendo o tanque do jeito certo. Não é aquele tanque descarado onde você só perde por perder. É um processo de reconstrução inteligente, focando no desenvolvimento dos jovens.

    Lembram da sequência horrível que eles tiveram? Perderam 15 de 17 jogos depois do dia 27 de dezembro, e depois emendaram mais 16 derrotas em 18 jogos. Parecia um desastre, mas era parte do plano.

    E olha só que interessante: no final de novembro e dezembro, durante 15 jogos, os Nets eram a segunda melhor defesa da liga. Mostraram que quando querem, sabem jogar. É só questão de timing — e de lottery picks.

    O futuro promete

    Agora vem a parte boa. Os Nets têm 40% de chance de pegar uma escolha no top 3 da draft de maio — seria a primeira vez desde 2010! Mais de 30 milhões em cap space, 13 picks de primeira rodada nos próximos sete anos (nove delas podem ser trocadas) e ainda 19 picks de segunda rodada.

    Com esse arsenal todo, Fernandez vai ter material pra trabalhar. E considerando que o cara passou pelo Denver Nuggets como assistente do Michael Malone de 2016 a 2022 (época que culminou com o título), ele sabe o que é construir algo sólido.

    E aí, vocês acham que o Nets tá no caminho certo com essa aposta no Fernandez? Eu sinceramente acho que sim. Às vezes é melhor ter paciência e fazer as coisas direito do que ficar trocando técnico a cada temporada ruim.

  • Wizards mantém Keefe: apostar nos jovens ou loucura?

    Wizards mantém Keefe: apostar nos jovens ou loucura?

    Olha, eu confesso que quando vi a notícia sobre o Brian Keefe ficar no comando dos Wizards, minha primeira reação foi: “Sério mesmo?” O cara tem um cartel de 43-160 desde que assumiu em janeiro de 2024. Quarenta e três vitórias em 203 jogos, gente. É de doer o coração.

    Mas aí você para pra pensar na situação que o Will Dawkins, GM do time, colocou o treinador. “Lideramos a NBA em escalações de jogadores com menos de 21 anos”, disse ele na coletiva de fim de temporada. Cinquenta formações iniciais diferentes numa temporada só! Imagina o desespero do cara tentando montar um esquema tático com esse circo todo.

    O time mais jovem que eu já vi

    Sinceramente, esse roster dos Wizards parece mais uma escolinha de basquete do que um time profissional — mas no bom sentido. Alex Sarr, Tre Johnson, Bub Carrington, Bilal Coulibaly, Will Riley, Kyshawn George… são todos garotos! E todos foram primeiras escolhas do draft. É uma aposta gigante no futuro.

    A questão é: quanto tempo você dá pra esses meninos amadurecerem? Porque 17-65 no final da temporada é de arrepiar. Pior record da NBA, viu. Pelo menos garante 14% de chance na primeira escolha do draft — e pelo que andam falando, essa safra tá carregada de talento.

    As contratações que não deram certo (ainda)

    Ah, e não podemos esquecer das jogadas bombásticas no trade deadline. Trae Young do Atlanta Hawks e Anthony Davis do Dallas Mavericks (espera, Davis no Dallas? Essa linha do tempo tá estranha mesmo). Young jogou cinco partidas e pronto — contusão na coxa e nas costas. Davis nem entrou em quadra por causa de um dedo machucado.

    Davis pelo menos deu aquela declaração clássica segunda-feira: “Eu amo meu dinheiro”, brincando sobre ficar mais uma temporada. Pelo menos o cara é honesto, né?

    O que vocês acham? Keefe merece mais uma chance pra desenvolver essa molecada toda, ou os Wizards deveriam partir pra outro esquema? Na minha visão, com esse tanto de jovem talento, talvez valha a pena ter paciência. Mas 43 vitórias em duas temporadas… cara, é complicado defender isso.

  • Os Comandantes do Tank do Jazz que jamais esqueceremos

    Os Comandantes do Tank do Jazz que jamais esqueceremos

    Cara, o Utah Jazz finalmente saiu da era do tanking e agora é hora de homenagear os verdadeiros heróis dessa jornada — os comandantes do tank! E olha, chamar esses caras de comandantes do tank não é desrespeitoso, não. Na verdade, é reconhecer o papel fundamental que tiveram em garantir picks altos no draft enquanto mostravam seu talento pro resto da liga.

    Luka Šamanić: O Tank Commander Internacional

    O croata Šamanić chegou no Jazz depois de passar apenas duas temporadas em San Antonio (imagina ser dispensado pelos Spurs?). Na temporada 2023-24, ele jogou 43 partidas pelo Jazz com médias modestas de 4 pontos e 2 rebotes. Mas olha só o que importa: ajudou o time a conquistar um recorde de 31-51 e a 9ª escolha geral do draft.

    Hoje ele tá mandando bem na liga russa, fazendo 13 pontos e 5 rebotes por jogo. Sinceramente? Acho que ele pode ter uma segunda chance na NBA se continuar evoluindo assim.

    Talen Horton-Tucker: O Mais Fascinante de Todos

    THT é simplesmente meu favorito dessa lista. Duas temporadas no Jazz sendo ao mesmo tempo empolgante e frustrante de assistir — o cara às vezes esquecia que tinha quatro companheiros em quadra junto com ele! Mas que show, meus amigos.

    A melhor partida dele foi contra o Spurs: 41 pontos! As bandejas acrobáticas e enterradas monstruosas eram de outro mundo. O problema? A visão de túnel era real. Hoje ele tá no Fenerbahçe, na Euroliga, e com 25 anos ainda tem tempo de voltar pra NBA.

    Vocês acham que ele consegue desenvolver o passe e ter uma segunda chance?

    Os Outros Guerreiros do Tank

    Darius Blazley teve uma passagem relâmpago pelo Jazz — apenas 6 jogos, 4 derrotas. Missão cumprida! O cara rodou por vários times da NBA e infelizmente teve uns problemas recentemente na China (empurrou um companheiro de time, foi dispensado). Com 25 anos, torço pra ele dar a volta por cima.

    Juan Toscano-Anderson, campeão da NBA com o Warriors, fez 22 jogos pelo Jazz. O único cara na história da franquia a usar a camisa #95 — isso é história, pessoal! Hoje tá jogando na Itália e se mantendo ativo.

    Kenneth Lofton Jr. pode ter jogado apenas 4 partidas, mas que impressão deixou! 27 pontos, 9 rebotes e 8 assistências numa vitória sobre os Clippers. O cara não tem o físico típico da NBA, mas joga pra caramba. De todos da lista, acredito que ele tem as melhores chances de voltar.

    É isso aí, galera. Esses caras podem não ter trazido vitórias, mas trouxeram esperança na forma de picks altos no draft. Trabalho ingrato, mas essencial. E agora que o Jazz saiu do tanking, fica a nostalgia desses tempos loucos.

  • Kings mantém Doug Christie mesmo com temporada desastrosa

    Kings mantém Doug Christie mesmo com temporada desastrosa

    Olha, eu não sei se vocês acompanharam, mas o Sacramento Kings acabou de tomar uma decisão que tá dividindo opiniões por aí. Mesmo com uma temporada absolutamente catastrófica de 22-59 — que deixou o time na lanterna do Oeste —, a franquia resolveu manter Doug Christie como técnico para a próxima temporada.

    Pra quem não lembra, Christie assumiu o cargo em dezembro de 2024 depois que demitiram o Mike Brown. O cara pegou um abacaxi e tanto, mas pelo visto a direção acredita que ele nunca teve uma chance real de mostrar serviço.

    Um ano pra esquecer rapidinho

    Sinceramente, é difícil julgar qualquer técnico quando o time literalmente desmorona. A temporada do Kings foi um festival de lesões desde o início. Keegan Murray se machucou ainda na pré-temporada com uma lesão no polegar, e o Sabonis — que é praticamente o coração desse time — jogou apenas 19 partidas antes de ter que fazer cirurgia no menisco.

    Aí você me pergunta: como é que avalia o trabalho de um técnico quando o quinteto titular projetado nunca jogou nem um minuto junto? É complicado mesmo.

    Zach LaVine, que foi contratado pra ser o cestinha do time, conseguiu disputar só 39 jogos antes de também ter que ir pro bisturi. Com esse tanto de desfalque, o Kings começou com 3-13 e chegou a ter um recorde horroroso de 12-46.

    A aposta na juventude tá dando resultado?

    Aqui que a coisa fica interessante. Nas últimas 23 partidas, o time conseguiu um aproveitamento de 10-13 — nada espetacular, mas bem melhor do que o desastre do início. E sabe por quê? Porque finalmente começaram a apostar nos jovens.

    Os rookies Maxime Raynaud, Dylan Cardwell e o primeiro-round Nique Clifford tão mostrando desenvolvimento. Na minha visão, é exatamente isso que um time na situação do Kings deveria estar fazendo: construindo pra o futuro.

    O lado ruim? Essas vitórias no final da temporada acabaram prejudicando um pouco as chances na loteria do Draft. Eles saíram da pior campanha da NBA e agora dividem a quarta pior posição com o Utah Jazz.

    E agora, José?

    O grande momento vai ser dia 10 de maio, na loteria do Draft. Com um Draft que promete ser carregado de talentos, uma posição no top-8 pode mudar completamente os rumos da franquia.

    Vocês acham que foi certo manter o Christie? Eu entendo o raciocínio — o cara realmente não teve condições de trabalhar direito. Mas 22 vitórias em 82 jogos é de doer o coração de qualquer torcedor. Pelo menos agora, com Sabonis voltando e esperando que Murray se mantenha saudável, talvez a gente veja o verdadeiro potencial desse elenco sob o comando do Christie.

    Uma coisa é certa: a próxima temporada vai ser crucial pra definir se essa aposta vai dar certo ou se os Kings vão continuar patinando no fundo da tabela do Oeste.

  • Kings tankeando na cara dura? Isso não é nada perto do que já vi

    Kings tankeando na cara dura? Isso não é nada perto do que já vi

    Olha, eu sei que vocês já estão de saco cheio de falar sobre tanking na NBA. Mas deixa eu contar uma história que vai fazer vocês entenderem que essa polêmica do Sacramento Kings é fichinha perto do que já aconteceu nessa liga.

    Na quinta-feira passada, a NBA soltou um comunicado oficial sobre aquela jogada bizarra do técnico Doug Christie. O cara mandou seus jogadores fazerem falta proposital no Seth Curry — que nem é ruim de lance livre — mesmo com um ponto de vantagem no clutch time. Os Kings perderam o jogo, óbvio, e todo mundo gritou “TANKING!”

    Mas isso não é nada comparado com 2006

    Sério mesmo. Se vocês acham que os Kings foram descarados, precisam conhecer a história do Minnesota Timberwolves em 2006. Era 18 de abril, último dia da temporada regular. Os Wolves tinham 33-48 de campanha e estavam brigando pela sétima pior posição geral.

    Aqui que a coisa fica interessante de verdade.

    O Minnesota tinha trocado sua pick de primeira rodada (junto com o Sam Cassell) pros Clippers. Mas — e esse “mas” é gigante — a pick tinha proteção top 10. Ou seja, se eles terminassem entre os 10 piores, ficavam com a escolha. Se não… tchau, pick.

    Com Boston meio jogo atrás e três times apenas um jogo na frente (Seattle, Golden State e Houston), a matemática era simples: perder garantiria a pick.

    A orgia do tanking

    E aí começou o show de horrores. Memphis não tinha nada pra jogar, então descansou Pau Gasol, Mike Miller, Shane Battier… todos os caras importantes. Mas os Wolves não iam ficar pra trás nessa.

    Kevin Garnett? “Lesionado” na coxa direita. Ricky Davis? “Problema” no joelho direito. Os dois maiores pontuadores do time, magicamente indisponíveis. Não bastou? Tiraram o armador titular Marko Jarić também, sem explicação nenhuma.

    Mas mesmo com essa sacanagem toda, os Wolves estavam ganhando por 10 pontos no intervalo! Cara, imagina a desespero da diretoria vendo o time ganhar quando precisava perder pra salvar uma pick de primeira rodada.

    Aí que entra o Mark Madsen. O cara era veterano esperto, sabia exatamente o que tinha que fazer. E nesse caso específico, ganhar significava… perder.

    Sinceramente, depois de ver essa história toda, fico pensando: será que o Adam Silver não deveria focar mais nas apostas esportivas do que ficar perseguindo time por tanking? Porque olha, comparado com 2006, o que os Kings fizeram foi amadorismo puro.

    E vocês, o que acham? Tanking sempre existiu ou a galera tá exagerando na paranoia?

  • NBA admite: tanking é odiado por todos, mas funciona demais

    NBA admite: tanking é odiado por todos, mas funciona demais

    Olha só que situação bizarra a NBA se meteu. Todo mundo odeia o tanking — literalmente todo mundo — mas os times continuam fazendo porque, né… funciona pra caramba.

    A ESPN foi lá e conversou com um monte de gente da liga, e o resultado? Steve Kerr, técnico dos Warriors, foi o mais direto de todos: “Eu odeio isso”, disse ele. E olha que o Kerr não é de falar besteira, então quando ele fala assim é porque a coisa tá feia mesmo.

    Os números não mentem

    A diferença média de pontos nos jogos desta temporada é de 13.1 — a maior da história da NBA. Pensa nisso. E tem mais: 89 jogos já foram decididos por 30 pontos ou mais. É recorde. Basicamente, metade da liga tá jogando pra perder e a outra metade tá massacrando.

    Mas aqui vem o problema: por mais que seja uma desgraça pro espetáculo, o negócio funciona. Um GM da Conferência Oeste — que obviamente não quis se identificar — foi bem sincero sobre as táticas que os times usam:

    “Esses times fazem de tudo: deixam os caras no banco no quarto período, escalam quintetos ruins de propósito, armam jogadas pra errar arremesso”, explicou o executivo. “A criatividade é impressionante e eu não culpo eles. É a melhor estratégia pra melhorar.”

    Thunder, Spurs e cia: a prova que funciona

    E aí que tá o drama todo. Olha só os exemplos que ele deu: Thunder, Spurs, Pistons, Rockets, Hornets. Todos esses times passaram anos apanhando na liga pra conseguir picks altos no Draft. E funcionou!

    O Thunder hoje é candidato ao título. Os Spurs têm o Victor Wembanyama (que monstro, né?). Detroit tá se reerguendo. A fórmula é dolorosa mas comprovada: seja ruim por alguns anos, pegue picks altos, desenvolva os pivetes e pronto.

    Na minha opinião, é uma situação esquisita. Por um lado, entendo os times — qual executivo vai explicar pros torcedores que preferiu ficar na mediocridade em vez de tentar pegar uma estrela no Draft? Por outro, imagina você pagando ingresso pra ver seu time claramente não se esforçando pra ganhar.

    Adam Silver promete resolver

    O comissário Adam Silver já prometeu que vai resolver isso até junho, com mudanças na estrutura de incentivos que devem rolar a partir do Draft de 2026. Mas sinceramente? Enquanto o sistema continuar premiando times ruins com picks melhores, sempre vai ter alguém tentando burlar.

    Vocês acham que tem solução pra isso? Porque olhando assim, parece que todo mundo sabe qual é o problema, mas ninguém tem uma resposta que funcione de verdade. O jeito é torcer pra que o Silver tenha uma ideia genial aí guardada.

  • Silver quer acabar com tanking, mas times da NBA não topam

    Silver quer acabar com tanking, mas times da NBA não topam

    O Adam Silver tá pistola com o tanking na NBA e quer mudanças pra ontem. Problema? Os próprios times não tão nem aí pras propostas dele.

    Numa reunião recente do Board of Governors, a liga apresentou três propostas anti-tanking. E olha, pelo que rolou, nenhuma das três empolgou os donos das franquias. Sinceramente, não me surpreende — mexer no sistema de draft é mexer na estratégia de reconstrução que muitos times usam há décadas.

    O dilema do tanking

    Aqui que a coisa fica interessante. Não tem nem consenso se tanking é problema! Vários times acham que perder de propósito uma temporada pra pegar uma pick alta é a melhor estratégia pra construir um futuro vencedor. Do outro lado, tem quem acredite que criar uma cultura perdedora pode ser mais prejudicial que benéfico pro clube.

    E vocês, o que acham? Tanking é estratégia inteligente ou veneno pro basquete?

    Na minha visão, tem lógica dos dois lados. Olha o caso dos Sixers com aquele “Process” — perderam por anos seguidos, pegaram Embiid e Simmons, e montaram um time competitivo. Mas também já vi times que entraram nessa de tanking e ficaram anos patinando na mediocridade.

    Silver não desiste

    O comissário deixou claro que quer as mudanças implementadas antes da próxima temporada, mas tá difícil. “Essa é uma decisão que precisa ser tomada no nível dos proprietários”, disse Silver. “Tem implicações nos negócios, no basquete e na integridade da liga.”

    O cara tá certo quando fala de integridade. Imagina você pagando ingresso caro pra ver seu time jogar pra perder de propósito? É complicado demais.

    As três propostas apresentadas foram só um ponto de partida — não era tipo “escolham uma dessas”. Mas mesmo assim, a recepção foi fria. Isso mostra como é difícil mexer em algo tão enraizado no sistema da NBA.

    Olha, eu acompanho essa discussão há anos e sempre fico dividido. Por um lado, ver times perdendo de propósito é triste pra qualquer fã de basquete. Por outro, o sistema atual meio que força isso — se você não vai ser campeão, melhor ser o pior possível pra ter chance de pegar uma estrela no draft.

    O que será que rola? Silver parece determinado, mas sem o apoio dos times fica complicado implementar qualquer mudança significativa.

  • NBA vai acabar com tanking? Silver quer medidas ‘extremas’ já na próxima temporada

    NBA vai acabar com tanking? Silver quer medidas ‘extremas’ já na próxima temporada

    Cara, o Adam Silver tá de saco cheio. O comissário da NBA foi direto ao ponto essa semana: a liga precisa fazer “algo mais extremo” pra acabar com esse negócio de tanking. E olha, depois de anos vendo times perdendo de propósito pra pegar pick alto no draft, eu sinceramente acho que já era hora.

    Na reunião dos donos de franquia, a NBA apresentou três propostas que prometem bagunçar todo o sistema atual. E vocês acham que alguma delas vai realmente funcionar?

    As três opções que tão na mesa

    A Opção A é meio radical: botaria 18 times na loteria, incluindo os 7º ao 15º colocados de cada conferência. Os 10 piores times teriam chances iguais de 8% cada um. Ah, e todos os picks seriam sorteados, não só os quatro primeiros como hoje.

    Já a Opção B é ainda mais louca — 22 times na loteria! Isso incluiria até os times que caem na primeira rodada dos playoffs. O mais interessante é que usariam o recorde acumulado de duas temporadas, igual na WNBA. E tem um “piso” — se um time ganhar menos de 25 jogos (por exemplo), conta como se tivesse ganhado 25 pra efeito da loteria.

    A Opção C criaria duas loterias separadas. Uma pra determinar os cinco primeiros picks, outra pros 13 seguintes. Os cinco piores times que não forem sorteados na primeira garantiriam pelo menos o 10º pick.

    Tanking vai mesmo acabar?

    Olha, eu tenho minhas dúvidas se isso vai resolver completamente. Por mais que essas mudanças diminuam o incentivo, times ruins ainda teriam mais chances que times bons. A diferença é que não compensaria mais ser absolutamente horroroso — tipo aqueles Sixers do “Trust the Process”.

    O que me chama atenção é a urgência do Silver. Ele disse que foi “unânime na sala” que precisava de mudança pra próxima temporada. Cara falou que vão “resolver isso, ponto final”. Direto pros fãs.

    Minha opinião? Era hora

    Sinceramente, como fã que acompanha essa liga há anos, tava ficando chato ver time perdendo de propósito. Lembra dos Rockets há algumas temporadas? Ou aquele Thunder que claramente tava fazendo corpo mole? Não dá mais.

    A reunião decisiva vai ser em maio, e eu aposto que vão com a Opção A ou C. A B parece complicada demais com esse negócio de duas temporadas. Mas e vocês, qual acham que seria a melhor?

    Uma coisa é certa: se implementarem qualquer uma dessas mudanças, a próxima loteria vai ser um show à parte. Imaginem a cara dos GMs quando virem que times de playoff também podem pegar picks altos!