Olha só, o Utah Jazz está naquela posição clássica de Draft que todo mundo conhece — sonhando com os grandes nomes mas preparando o plano B. AJ Dybantsa seria o sonho dourado, Darryn Peterson encaixaria como uma luva, e Cameron Boozer… cara, imagina o filho do Carlos seguindo os passos do pai?
Mas e se o Jazz cair naquela zona perigosa do Draft? Aquela onde você não pega os superstars óbvios mas ainda precisa fazer uma escolha que faça sentido? É aí que entra Keaton Wagler, da Universidade de Illinois.
O cara que pode surpreender
Com 1,98m e apenas 19 anos, Wagler teve uma temporada absurda pelos Fighting Illini. Os números falam por si: 17,9 pontos, 5,1 rebotes e 4,2 assistências por jogo, convertendo 44,5% dos arremessos de quadra e — pasmem — 39,7% das bolas de três.
Sinceramente? Esses números de rookie na NCAA me chamaram muito a atenção. O garoto ganhou o prêmio Jerry West de melhor shooting guard do ano e foi eleito o calouro do ano da Big Ten. Não é pouca coisa, gente.
Na minha opinião, o que mais impressiona no Wagler é o QI de basquete. O cara tem apenas 12,4% de rate de turnovers — isso é coisa de veterano! Ele não força jogadas, não tenta ser herói a todo momento. Joga simples, efetivo.
O que ele traz de especial
A grande sacada do Wagler é que ele resolve dois problemas de uma vez: criação de jogada e arremesso de longa distância. O Utah precisa de alguém que possa dividir as responsabilidades com o Keyonte George, e esse cara parece perfeito para isso.
E olha que interessante — ele reboteia bem para um armador (5,1 por jogo), o que encaixaria perfeitamente no ritmo acelerado que o Jazz gosta de imprimir. É daqueles jogadores que pega o rebote e já sai correndo para o contra-ataque. Eu adoro esse tipo de jogador.
Defensivamente ele não é um monstro, mas também não é um buraco. Com 1,98m de altura e 2,13m de envergadura, não vira alvo fácil para os adversários explorarem no pick-and-roll.
Faz sentido para o Jazz?
Cara, eu acho que faz todo sentido. O Danny Ainge sempre gostou desses jogadores cerebrais, que não cometem erros bobos e sabem onde devem estar na quadra. O Wagler é exatamente isso — um cara que você coloca em quadra e sabe que não vai fazer besteira.
Claro, ele não tem o atletismo explosivo que todo mundo quer ver nos calouros. Mas às vezes o que você precisa é de alguém confiável, que acerta os arremessos abertos e toma as decisões certas nos momentos importantes.
E vocês, o que acham? Será que o Wagler pode ser aquela escolha “certinha” que surpreende todo mundo? Ou o Jazz deveria apostar mais alto em potencial atlético? Deixem nos comentários, quero saber a opinião de vocês!
Uma coisa é certa — este Draft de 2026 vai ser cheio de surpresas. E o Keaton Wagler pode muito bem ser uma delas.
