Tag: draft expansão

  • March Madness vai ter 76 times — e nem todo técnico curtiu a ideia

    March Madness vai ter 76 times — e nem todo técnico curtiu a ideia

    Cara, depois de 15 anos sem mexer no formato, a NCAA finalmente decidiu expandir o March Madness. E olha, não tá todo mundo comemorando não.

    Na quinta-feira passada rolou a confirmação oficial: tanto o torneio masculino quanto o feminino vão de 68 pra 76 times. Isso significa que praticamente um quinto de todos os programas da Divisão I vão ter uma chance no maior show do basquete universitário americano.

    A reação dos técnicos foi mista

    O Rick Barnes, do Tennessee, tá no time dos otimistas. “Sou a favor das três semanas”, disse ele. “É muito difícil ganhar seis jogos em três semanas. Sou totalmente a favor de dar chance pros times menores participarem, de verdade.”

    Mas nem todo mundo pensa assim. O Mike Morrell, técnico do UNC Asheville, tem suas ressalvas. E olha que ele conhece os dois lados da moeda — já foi assistente técnico no Texas quando eles eram cabeças de chave 6 e 10.

    “Não sei se ‘diluir’ é a palavra certa, mas isso meio que tira a importância da temporada regular”, desabafou Morrell. “Quantos times vão entrar agora com campanha negativa na própria conferência? Imagino que vai ser um percentual muito maior.”

    Sinceramente? Ele tem um ponto. Quando você facilita demais a entrada, o cara pode relaxar durante o ano e ainda assim garantir uma vaga.

    Como vai funcionar na prática

    Os famosos jogos de Dayton vão continuar, mas agora com mais ação. Vão ser 12 jogos eliminatórios divididos em duas cidades — seis em Dayton (como sempre) e seis em outro lugar que a NCAA ainda não revelou.

    A divisão vai ser assim: seis confrontos entre os 12 campeões de conferência com pior ranking, e outros seis entre os 12 times com vaga “at-large” (convite) com pior seed.

    Tom Crean, que já passou por Marquette, Indiana e Georgia, não se surpreendeu. “Era inevitável desde o momento que isso foi cogitado há anos atrás”, disse ao USA TODAY Sports. “Só me surpreende ter demorado tanto.”

    E ele já vê como isso vai afetar o bracket: times que seriam 14 ou 15 vão ter que disputar vaga, enquanto alguns nomes grandes das conferências poderosas podem acabar como 12 ou até 13.

    E aí, vocês acham que mais times significa March Madness melhor? Ou será que a magia tá justamente na exclusividade? Na minha visão, 68 já tava bom — mas entendo o lado comercial da coisa. Mais jogos, mais dinheiro, mais audiência.

    Uma coisa é certa: o caminho pra Final Four vai ficar ainda mais insano. Se já era difícil prever alguma coisa com 68 times, imaginem com 76. Os brackets vão virar uma zona total — e talvez seja exatamente isso que torna tudo mais emocionante.

  • Expansão do March Madness vai estragar tudo que a gente ama nele

    Expansão do March Madness vai estragar tudo que a gente ama nele

    Cara, a NCAA finalmente fez a burrada que todo mundo temia. Depois de dois anos enrolando, eles oficializaram: o March Madness vai de 68 para 76 times a partir da próxima temporada. E olha, eu tô aqui pensando… por quê? Sério, por quê?

    O torneio universitário americano estava perfeito do jeito que tava. 68 times era o número ideal — criava drama suficiente, mas mantinha aquela exclusividade que faz o March Madness ser especial. Agora? Vão incluir mais oito equipes que, convenhamos, não merecem estar lá.

    Quem realmente se beneficia com isso?

    A NCAA tenta vender que essa expansão vai ajudar as universidades menores, mas quem conhece o esquema sabe que é papo furado. Desde 2021, apenas 29% dos times que ficaram de fora eram de conferências pequenas. O resto? Gigantes como Indiana (18-14) e Auburn (17-16) que tiveram temporadas mediocres mas carregam nome pesado.

    E aí que tá o problema. Esses oito lugares extras não vão para as equipes que realmente fizeram por merecer nas suas conferências. Vão é para os times grandes que se arrastaram durante a temporada regular porque sabem que no final das contas vão ter uma vaga garantida.

    Russell Turner, técnico da UC Irvine, já sacou o esquema: “Acho que a intenção da expansão é só colocar mais times das grandes conferências no torneio, e isso é frustrante”.

    A temporada regular vai virar piada

    Vocês conseguem imaginar o que isso significa? Times como Duke, North Carolina, Kentucky vão poder relaxar ainda mais na temporada regular. Afinal, mesmo com 15 ou 16 vitórias, eles sabem que vão estar no March Madness.

    E as universidades pequenas que lutam o ano inteiro, que fazem temporadas incríveis nas suas conferências? Essas vão continuar de fora, assistindo times mediocres das power conferences pegarem as vagas extras.

    O pior é que isso vai criar um ciclo vicioso. Os times grandes vão marcar jogos mais fáceis para melhorar o retrospecto, e as equipes menores vão ficar sem adversários de qualidade. É como se o basquete universitário tivesse criado uma liga própria para os ricos.

    March Madness ou March Medíocre?

    Sinceramente, acho que a NCAA perdeu completamente a noção do que faz o March Madness ser especial. A magia toda tá na exclusividade, na pressão de cada jogo ser vida ou morte, na possibilidade real de uma Cinderela aparecer.

    Com 76 times, vamos ter mais jogos de primeira fase entre equipes que mal chegaram a 0.500 de aproveitamento. Onde tá a emoção nisso? Vão ser jogos que a gente vai querer nem assistir.

    E vocês acham que isso vai melhorar alguma coisa? Porque eu tô vendo é o torneio mais querido do esporte americano perdendo sua essência só por causa de mais alguns dólares no bolso da NCAA. Uma pena mesmo.

  • March Madness vai crescer: NCAA aprova 76 times em 2027!

    March Madness vai crescer: NCAA aprova 76 times em 2027!

    Pessoal, preparem-se para uma March Madness ainda mais maluca! A NCAA tá praticamente batendo o martelo pra expandir tanto o torneio masculino quanto o feminino de 68 para 76 times a partir da temporada 2026-27. Sim, vocês leram certo — mais oito times na dança!

    Segundo fontes da ESPN, só faltam as aprovações burocráticas finais, que são consideradas “procedimentais” nessa altura do campeonato. Um dos caras por dentro do processo foi direto ao ponto: “Eles já têm tudo que precisam pra seguir em frente”. O anúncio oficial pode rolar já em maio.

    Mais vagas, mais confusão (do jeito que a gente gosta)

    A ideia é criar oito vagas adicionais at-large — ou seja, aquelas vagas que não são automáticas por ganhar a conferência. E olha só que interessante: as conferências de elite (Big Ten, SEC, Big 12…) foram as principais responsáveis por pressionar essa mudança. Faz sentido né? Com tantas fusões e expansões nos últimos anos, eles queriam mais times garantidos na festa.

    Agora vem a parte que vai mexer com todo mundo: o atual First Four (aqueles quatro jogos em Dayton) vai virar First Twelve. Isso mesmo, 12 jogos com 24 times disputando nas terças e quartas-feiras antes da tradicional primeira rodada de quinta. Dayton deve manter uma das sedes, mas ainda tão decidindo onde vai ser a segunda.

    Vale a pena financeiramente?

    Aqui que fica interessante, galera. Diferente do que muita gente pensa, a grana não é o principal motivo dessa expansão. As fontes falam que o aumento de receita vai ser “modesto” depois que pagarem todos os custos extras de logística e as unidades adicionais do torneio NCAA.

    Então por que fazer isso? Na minha visão, é mais uma jogada política pra agradar as conferências gigantes que tão dominando o basquete universitário americano. Com times como Duke, Kansas e Kentucky às vezes ficando de fora por causa de temporadas ruins, essa expansão dá uma margem de segurança maior.

    E aí, o que vocês acham? Mais times significa mais emoção ou vai diluir a magia do March Madness? Eu confesso que tô curioso pra ver como vai ficar essa primeira rodada expandida. Imaginem 12 jogos eliminatórios seguidos — vai ser um caos total (do melhor tipo)!

  • Vegas tem mais força que Seattle na briga por franquia da NBA

    Vegas tem mais força que Seattle na briga por franquia da NBA

    Galera, a expansão da NBA tá esquentando! Vários grupos de investidores já manifestaram interesse em comprar novas franquias em Las Vegas e Seattle, e olha só que absurdo: a liga quer até 10 bilhões de dólares por cada time. Dez bilhões! Pra vocês terem noção, é quase três vezes o PIB do Acre.

    Mas aqui vem a surpresa — pelo menos pra mim foi: Vegas tá atraindo mais interesse inicial que Seattle. Cara, eu sempre achei que Seattle seria moleza, né? A cidade tem uma sede danada de ter o time de volta desde que os SuperSonics vazaram pra Oklahoma City em 2008.

    Magic Johnson na jogada

    Entre os interessados em Vegas, temos nomes pesados: Magic Johnson (lenda viva!), Bill Foley (dono do Vegas Golden Knights), e Marc Lasry da Avenue Capital Group. O Magic inclusive já se reuniu com o governador de Nevada mais cedo esse ano. Imaginem essa conversa…

    Foley é esperto — o cara já co-controla a T-Mobile Arena junto com o Anschutz Entertainment Group e MGM Resorts. Basicamente, ele já tem a casa pronta pra receber o time. Confirmou o interesse dele numa TV local em março.

    Seattle não desiste

    Do lado de Seattle, quem tá puxando a fila é Samantha Holloway, através da One Roof Sports and Entertainment — a mesma galera que cuida do grupo que possui o Kraken da NHL. Eles falaram que estão “prontos para trabalhar com o comissário e a liga para explorar trazer a NBA de volta para Seattle”.

    Sinceramente? Eu torço pros dois conseguirem. Seattle merece ter seu time de volta depois dessa injustiça de 2008, e Vegas… cara, Vegas seria um show à parte. Imaginem os jogos lá, a atmosfera, os shows no intervalo!

    A matemática maluca da expansão

    Adam Silver, o comissário, deixou claro em março que a discussão principal é sobre a diluição das receitas existentes se a expansão rolar em 2028 ou 2029. Faz sentido — mais times significa dividir o bolo por mais gente.

    Pra vocês terem dimensão dos valores: os Lakers foram vendidos por 10 bilhões no ano passado (único negócio esportivo global a chegar nessa cifra), e o Celtics estabeleceu uma referência em 2025 com 6,1 bilhões. A última expansão da NBA foi em 2004, quando Charlotte pagou “apenas” 300 milhões pelos Bobcats. Como os tempos mudaram…

    O conselho de governadores deve votar ainda este ano se aprova uma ou ambas as franquias. E aí, vocês acham que os dois entram junto ou vai ser só um mesmo?

  • NBA na Europa vira loucura: propostas de US$ 1 bilhão aparecem

    NBA na Europa vira loucura: propostas de US$ 1 bilhão aparecem

    Cara, a NBA tá mesmo falando sério sobre expandir pra Europa. E olha só que absurdo: várias propostas de investimento chegaram na casa de US$ 1 bilhão ou mais. Isso mesmo, bilhão com B.

    A expectativa da liga era receber pelo menos US$ 500 milhões, mas vários investidores chegaram ou passaram até dessa marca. No total, foram 120 possíveis parceiros interessados. Mano, 120! Isso é muito dinheiro circulando.

    Mark Tatum não tá nem disfarçando o entusiasmo

    O vice-comissário Mark Tatum, que tá tocando esse projeto, disse que esse nível de interesse só confirma que uma liga europeia da NBA é totalmente viável. “Recebemos interesse significativo de uma gama de possíveis times e investidores para franquias permanentes em uma nova liga na Europa”, falou ele.

    E continuou: “O nível de engajamento e a escala das propostas refletem a crença do mercado em nosso modelo proposto e o enorme potencial inexplorado do basquete europeu.” Agora eles vão analisar tudo com calma e escolher quem realmente compra a ideia de fazer o basquete crescer no continente.

    12 cidades na mira — e que cidades

    A NBA já tem as 12 cidades na mira: Londres e Manchester (Inglaterra), Paris e Lyon (França), Roma e Milão (Itália), Barcelona e Madrid (Espanha), Berlim e Munique (Alemanha), Atenas (Grécia) e Istambul (Turquia).

    Sinceramente? Essa lista tá de dar inveja. Imagina um Lakers vs Celtics em Londres ou um Warriors vs Heat em Roma. Seria monstro demais.

    E tem mais uma coisa interessante: parece que pode rolar uma parceria com a EuroLeague, que já existe por lá. O Chus Bueno, ex-executivo da NBA, virou CEO da EuroLeague e tem uma boa relação com a liga americana. Isso pode facilitar bastante as coisas.

    O que vocês acham? Essa expansão pode funcionar mesmo ou é sonho grande demais? Eu tô curioso pra ver se vão conseguir manter o nível NBA em solo europeu.

  • NBA vai expandir movida por ‘oceano de dinheiro’ dos bilionários

    NBA vai expandir movida por ‘oceano de dinheiro’ dos bilionários

    Cara, a NBA tá literalmente nadando em dinheiro — e isso vai mudar tudo. Bilionários do mundo inteiro estão praticamente fazendo fila pra investir na liga, e a expansão pra Seattle e Las Vegas nunca esteve tão próxima. É muita grana envolvida, gente.

    Segundo o Brian Windhorst da ESPN, existe um “oceano de capital” esperando pra entrar na NBA. E olha, não é só bilionário americano não — fundos soberanos da Europa tão disputando essas oportunidades como se fosse Black Friday.

    A mudança de opinião dos donos

    O mais interessante? Donos de times que há 2-3 anos eram totalmente contra expansão agora mudaram completamente de ideia. E sinceramente, não é difícil entender o porquê quando você vê os números envolvidos.

    Mark Walter, CEO da Guggenheim Partners, comprou uma fatia controladora dos Lakers por incríveis 10 bilhões de dólares em junho. Dez bilhões! E logo depois, a empresa holding dele recebeu outros 10 bilhões do Mubadala Capital — que é o braço de investimentos do fundo soberano de Abu Dhabi. É dinheiro que não acaba mais.

    Europa também quer sua fatia

    Mas não para por aí. A liga tá até considerando criar uma NBA Europa — uma liga separada que rodaria por lá e potencialmente substituiria a Euroliga atual. Imagina só: jogadores da NBA disputando uma liga europeia oficial. Seria monstro demais.

    O Qatar também já entrou na dança, comprando participações nos Wizards tanto em 2023 quanto agora em 2025. Atualmente as regras da NBA limitam fundos soberanos a no máximo 20% de participação por time, mas eles tão dando um jeito de contornar isso através de empresas privadas.

    $20 bilhões na mesa

    Agora vem a parte que deixa qualquer dono de time babando: entre duas novas franquias domésticas e a NBA Europa, a liga pode receber até 20 bilhões de dólares. Dividindo entre os 30 donos atuais, cada um embolsaria cerca de 666 milhões. Ou seja, mais de 3 bilhões de reais por cabeça.

    Claro que tem gente preocupada com a “diluição de talentos” — ou seja, se vai ter jogador bom o suficiente pra mais times. E tem também o papo do tanking aumentar. Mas convenhamos, com essa grana toda envolvida, essas preocupações ficam meio em segundo plano.

    Na minha visão, a expansão é questão de tempo. Adam Silver pode não ter garantido ainda, mas quando você tem tanto dinheiro batendo na porta assim, fica difícil dizer não. E vocês, acham que Seattle e Vegas merecem suas franquias de volta/pela primeira vez?

  • Silver deixa Las Vegas no ar: precisamos mesmo de uma nova arena?

    Silver deixa Las Vegas no ar: precisamos mesmo de uma nova arena?

    Olha, eu não esperava essa. O Adam Silver praticamente jogou uma ducha de água fria nos sonhos de Las Vegas ter um time da NBA usando a T-Mobile Arena atual. Em entrevista essa semana, o comissário foi bem diplomatico mas deixou claro: não tá garantido que a casa do Golden Knights vai servir pro basquete também.

    “É uma instalação fantástica”, disse Silver pro Las Vegas Review-Journal. “Mas acho que isso vai fazer parte do nosso processo.” Traduzindo: legal pra caramba, mas talvez não seja o suficiente pra NBA a longo prazo.

    A conta não fecha sozinha

    A liga tá avaliando Las Vegas e Seattle como os dois mercados principais pra expansão, e a expectativa é que cheguem numa decisão ainda este ano. Só que peraí — os grupos interessados vão ter que desembolsar entre 7 e 10 BILHÕES de dólares só na taxa de expansão. É dinheiro pra caramba.

    E já tem gente interessada, viu. O Magic Johnson apareceu com o grupo MAGI dele e já se reuniu com o governador de Nevada mês passado. Do outro lado, Bill Foley (dono do Golden Knights) também tá na jogada e prometeu 300 milhões em reformas na T-Mobile se conseguir o time.

    Mas aqui que fica interessante: mesmo com toda essa grana rolando, Silver não descartou que Las Vegas precise construir uma arena completamente nova. E quando perguntaram se a T-Mobile pelo menos serviria como casa temporária durante a construção, ele foi direto: “Acho que é prematuro falar sobre isso agora.”

    Las Vegas tem tudo pra dar certo

    Uma coisa que ninguém contesta é o apelo de Las Vegas. Silver destacou que a cidade é “muito global”, e convenhamos — faz todo sentido. A NBA sempre foi sobre espetáculo, e que lugar melhor que Vegas pra isso?

    O comissário ainda lembrou que a propriedade dos times da NBA sempre atravessou fronteiras geográficas. Citou o exemplo do Tom Dundon, que comprou o Portland Trail Blazers mesmo morando em Dallas. Ou seja, não precisa ser local pra mandar bem como dono.

    Sinceramente? Acho que Las Vegas vai conseguir sim. A cidade tem tudo: público, estrutura turística absurda e uma sede de entretenimento que casa perfeitamente com a NBA. A questão da arena é só um detalhe técnico — com bilhões em jogo, construir uma nova não deve ser problema.

    E vocês, acham que Vegas merece um time da NBA? E será que vale a pena investir numa arena nova ou reformar a T-Mobile resolve?

  • NBA vai expandir pra 32 times – Seattle e Las Vegas na mira!

    NBA vai expandir pra 32 times – Seattle e Las Vegas na mira!

    Galera, aconteceu! A NBA finalmente deu o primeiro passo oficial para expandir a liga. O Conselho de Governadores aprovou ontem uma votação para começar a explorar propostas de expansão, com foco em chegar aos 32 times. E adivinha quais cidades estão na mira? Seattle e Las Vegas.

    Olha, eu sempre soube que isso ia acontecer mais cedo ou mais tarde. A liga tá bombando, os números não param de subir, e ter duas cidades como essas sem times da NBA é quase um crime. Seattle principalmente – que saudade dos SuperSonics, né?

    Quanto custa um time da NBA hoje?

    Prepara o coração: cada nova franquia deve custar entre US$ 7 bilhões e US$ 10 bilhões. Isso mesmo, bilhões com B. Pra vocês terem ideia, quando Charlotte entrou em 2004 (sim, faz 20 anos da última expansão!), foi “só” US$ 300 milhões.

    Adam Silver foi claro: “É questão de quando, não de se”, disseram fontes da ESPN. O cara tá confiante mesmo. E sinceramente? Eu também tô. Com esses valores astronômicos, a liga vai faturar algo entre US$ 14-20 bilhões só com as taxas de entrada. Cada um dos 30 times atuais vai embolsar uma grana absurda.

    Seattle merece voltar ao mapa

    Cara, Seattle sem NBA desde 2008 é uma das maiores injustiças do esporte americano. Os SuperSonics eram tradição pura – imaginem Gary Payton e Shawn Kemp jogando lá nos anos 90? E o pessoal de Seattle nunca esqueceu. Toda vez que rola papo de expansão, eles fazem barulho.

    Las Vegas também faz todo sentido. A cidade virou o centro de entretenimento dos EUA, tem arena nova lindona, e já mostrou que consegue sustentar times profissionais com o Golden Knights da NHL e o Raiders da NFL.

    Uma curiosidade: em 2013, Sacramento quase mudou para Seattle. Steve Ballmer (sim, o da Microsoft) tava na jogada, mas o negócio não rolou. Ironicamente, Ballmer acabou comprando o Clippers depois.

    LeBron fora da jogada

    Uma notícia que me pegou de surpresa: LeBron James, que sempre falou em ter um time em Las Vegas, aparentemente não tá mais na corrida. O Fenway Sports Group (donos do Liverpool) desistiu do processo. Será que o King vai arrumar outra forma de entrar nessa?

    O cronograma ainda não tá definido, mas tudo indica que pode rolar até 2028-29. A liga contratou o banco PJT Partners pra avaliar as propostas, infraestrutura das arenas, e todo o impacto econômico.

    E aí, o que vocês acham? Seattle e Las Vegas são as escolhas certas? Eu tô empolgado demais pra ver como isso vai desenrolar. Duas cidades novas, mais jogos, mais rivalidades… A NBA só cresce!

  • WNBA fecha acordo histórico e agora é correria até maio

    WNBA fecha acordo histórico e agora é correria até maio

    Galera, finalmente saiu! A WNBA conseguiu fechar um acordo coletivo de trabalho por sete anos que vai mudar tudo na liga feminina. E olha, não foi qualquer acordinho não — foi unanimidade tanto dos donos quanto das jogadoras. Isso é raro no mundo dos esportes.

    O negócio é que agora virou uma correria total para conseguir começar a temporada no dia 8 de maio. Sério, vai ser uma maratona.

    Cronograma apertado demais

    Cara, quando você vê o cronograma que eles têm pela frente, dá até um desespero. Primeiro vem o draft de expansão para Toronto e Portland — as duas novas franquias da liga. Eles ainda estão definindo as regras de quem cada time pode proteger. Isso deve rolar lá pelo Final Four universitário.

    Logo depois vem a agência livre, que vai ser uma loucura. Imaginem: mais de 80% da liga são agentes livres agora! Praticamente só tem duas veteranas com contrato garantido para esta temporada. É como se fosse um reset quase completo.

    O draft universitário tá marcado para 13 de abril em Nova York, e os training camps começam dia 19 de abril. Ou seja, as equipes vão ter menos de três semanas para montar os times e se preparar.

    Era nova na WNBA

    A comissária Cathy Engelbert não tava exagerando quando falou em “nova era” da WNBA. Este acordo vai até 2032 e representa a 30ª temporada da liga. Sinceramente, acho que a WNBA nunca esteve tão bem posicionada quanto agora.

    A liga vem crescendo absurdamente nos últimos anos — audiência subindo, novas franquias chegando, e agora esse acordo que deve melhorar muito as condições das jogadoras. É bem diferente daqueles primeiros anos quando a liga mal conseguia se manter de pé.

    Vocês acham que essas duas novas franquias vão conseguir montar times competitivos com tão pouco tempo? Porque olhando esse cronograma, vai ser bem desafiador para todo mundo, mas especialmente para Toronto e Portland que estão começando do zero.

    Uma coisa é certa: maio vai chegar voando e a temporada promete ser uma das mais interessantes da história da WNBA. Agora é torcer para que tudo dê certo nessa corrida contra o tempo.