Tag: draft nba 2024

  • AJ Dybantsa acha que vai virar os Spurs rapidinho na NBA

    AJ Dybantsa acha que vai virar os Spurs rapidinho na NBA

    Olha, eu adoro a confiança dos calouros da NBA, mas o AJ Dybantsa mandou uma que me deixou pensando. O cara disse que espera uma reviravolta rápida tipo San Antonio Spurs quando chegar na liga. Mano, os Spurs saíram do fundo do poço pro playoff em tempo recorde, mas será que é assim tão simples?

    “Não vai demorar tanto assim, especialmente com minha adaptabilidade e ética de trabalho”, disse Dybantsa. “Eu acho que será, não vou dizer fácil, mas bem similar ao que esses caras fazem em termos de projeção.”

    Wizards na mira, mas sem papo

    O maluco é cotado pra ser a primeira escolha do Washington Wizards — time que, convenhamos, precisa urgente de uma estrela. Mas aqui vem o plot twist: ele disse que não conversou com Washington desde o combine do draft. Cara, isso é meio estranho, não acham?

    Sinceramente, acho que todo mundo meio que já deu como certo que ele vai pros Wizards. Mas essa falta de comunicação me faz pensar se não tem alguma coisa rolando nos bastidores.

    Versatilidade é a palavra-chave

    Quando perguntaram sobre seu estilo de jogo, Dybantsa destacou a versatilidade. “Tem muita coisa. Acho que minha habilidade de penetrar no garrafão e dar assistência pros meus companheiros, além de criar pra mim mesmo”, explicou. “Então eu acho que sou um armador natural, me encaixando bem com os outros.”

    Olha, essa mentalidade de “armador natural” me lembra muito alguns brasileiros que chegaram na NBA — sabe aquela pegada de jogar coletivo? Mas a real é que a NBA de hoje exige isso mesmo dos caras mais altos.

    E aí, vocês acham que ele realmente vai conseguir acelerar o processo de reconstrução do time que pegar ele? Porque uma coisa é ter talento individual, outra é transformar uma franquia inteira. Os Spurs tiveram o Wemby como catalisador, mas também uma estrutura monstro por trás.

    Eu tô curioso pra ver se essa confiança toda vai se traduzir em quadra. Às vezes o excesso de confiança pode ser uma faca de dois gumes na NBA — liga onde todo mundo jogava bola desde criancinha e chegou se achando o bichão.

  • Bulls testam Darius Acuff Jr. antes do Draft – será aposta?

    Bulls testam Darius Acuff Jr. antes do Draft – será aposta?

    Os Bulls tão mexendo os pauzinhos antes do Draft da NBA. Na sexta-feira rolou um workout com Darius Acuff Jr., e sinceramente, eu tô curioso pra saber o que Chicago viu no garoto.

    Olha, o Bulls tem duas fichas pra jogar nesse Draft: a #4 e a #15. E pelo jeito, eles tão testando todo mundo que aparece pela frente. Essa semana já passou por lá Keaton Wagler, Kingston Flemings, Nate Ament e Morez Johnson. É muito jogador pra avaliar!

    Acuff Jr. tá na mira de todo mundo

    O interessante é que o Darius não parou só em Chicago. Na quarta ele já tinha feito workout com o Nets, e pelo que tá rolando, ainda tem Jazz na agenda. Cara tá fazendo uma tournée dos workouts!

    Eu sempre fico pensando… será que esses workouts realmente mudam alguma coisa? Tipo, um cara que não tava no radar de repente pode impressionar e subir no Draft? Porque pelo ritmo que o Bulls tá indo, parece que eles ainda não bateram o martelo em ninguém.

    Chicago precisa acertar as escolhas

    Na real, os Bulls precisam MUITO acertar nesse Draft. A franquia tá numa situação meio complicada há uns anos, e essas duas escolhas podem ser a diferença entre continuar patinando ou finalmente montar algo sólido.

    Com a #4, dá pra sonhar com um jogador que já chegue fazendo diferença. Já a #15… aí é mais loteria mesmo. Mas quem sabe não sai um diamante bruto?

    E vocês, acham que o Bulls vai com escolhas óbvias ou pode rolar alguma surpresa? Porque pelo jeito que eles tão testando galera, qualquer coisa pode acontecer!

  • Clippers podem trocar a 5ª escolha por Mikel Brown Jr.

    Clippers podem trocar a 5ª escolha por Mikel Brown Jr.

    Olha, a situação do Draft 2026 tá esquentando e os Clippers estão no centro de tudo. Com a 5ª escolha geral em mãos, o pessoal de Los Angeles parece estar jogando um xadrez bem interessante — e eu tô aqui tentando decifrar os próximos lances.

    Segundo fontes da liga, os Clippers são disparados o time com mais chances de negociar sua pick para uma posição mais baixa. E sabe quem tá mexendo com o mercado? Mikel Brown Jr., armador do Louisville que virou a sensação do momento.

    O meteoro Mikel Brown Jr.

    Cara, a trajetória desse garoto é cinematográfica. Fez 45 pontos em fevereiro (quarenta e cinco!), mas aí uma lesão nas costas cortou a temporada dele. Na época, muita gente achou que tinha sido o fim da linha para o Draft, mas que nada.

    Os workouts privados dele têm sido absurdos. Times que trouxeram o Brown para treinar estão saindo impressionados — e olha que estamos falando de franquias do top 10. Nets, Bulls, Hawks, Mavs… todo mundo de olho.

    O mais louco? Ele tá 100% recuperado da lesão. Às vezes uma parada dessas até ajuda, né? O cara teve tempo para trabalhar nos fundamentos sem a pressão dos jogos.

    Clippers playing chess, not checkers

    Agora vem a parte interessante. Os Clippers têm outras opções na mesa também. Keaton Wagler, do Illinois, aparece como favorito se eles mantiverem a 5ª escolha. O menino tem sido projetado como “o melhor depois dos quatro primeiros” — e convenhamos, essa é uma posição confortável.

    Mas aqui entre nós: por que os Clippers estariam pensando em trocar para baixo? Simples — eles sabem que podem pegar o Brown numa posição menor e ainda ganhar alguma coisa extra no processo. É aquela jogada de quem entende do negócio.

    Brett Siegel, insider que acompanha tudo de perto, bateu o martelo: “Não tem muito papo sobre os Clippers trocarem a quinta escolha, mas eles obviamente estão abertos a ouvir ofertas”.

    E agora, José?

    A real é que ninguém sabe direito o que vai rolar. Os Clippers estão jogando poker e guardando as cartas bem próximas ao peito. Tem também toda aquela questão do Kawhi Leonard e do futuro da franquia — decisões que podem influenciar diretamente no Draft.

    Uma coisa é certa: o Draft de 2026 promete ser um dos mais movimentados dos últimos anos. E vocês, o que acham? Os Clippers devem apostar no certo com Wagler ou arriscar na negociação pelo Brown Jr.? Eu sinceramente acho que eles vão pelo segundo caminho — tem cara de jogada do Steve Ballmer, não tem?

    Dia 23-24 de junho não pode chegar logo. Tô ansioso pra ver se minha teoria se confirma ou se os Clippers vão me surpreender de novo.

  • Dybantsa e Peterson brigam pela primeira escolha no Draft 2025

    Dybantsa e Peterson brigam pela primeira escolha no Draft 2025

    Olha só que situação interessante se formando no Draft da NBA de 2025. Segundo fontes do Kevin O’Connor, do Yahoo Sports, AJ Dybantsa (BYU) e Darryn Peterson (Kansas) estão na briga pela primeira escolha dos Washington Wizards.

    E antes que alguém pergunte: sim, ainda tem espaço pro Cam Boozer (Duke) na conversa. O cara não tá fora da jogada, não.

    O que mudou na corrida pelo topo

    Sinceramente? Eu achava que o Dybantsa seria escolha óbvia. O moleque tem 2,06m, joga em várias posições e tem um talento absurdo. Mas aparentemente não é tão simples assim. Mês passado já rolaram rumores de que ele não era garantia absoluta para a primeira posição.

    Peterson tá fazendo uma temporada monstro em Kansas e mostrando que merece estar nessa conversa. O garoto tem apenas 18 anos e já tá dominando no college. É impressionante como esses jovens chegam preparados hoje em dia.

    Wizards podem fazer surpresa

    Aqui que a coisa fica interessante. Michael Winger, presidente dos Wizards, já deixou claro que eles podem trocar a primeira escolha pra acumular assets. Imagina só – você tem a chance de pegar um futuro craque e resolve trocar por várias escolhas?

    Na minha visão, faz sentido. Os Wizards tão numa reconstrução total e talvez seja mais esperto pegar dois ou três jogadores bons do que apostar todas as fichas em um só. Mas cara, se eu fosse torcedor deles, ia ficar meio nervoso com essa ideia.

    O que vocês acham? Vale a pena os Wizards arriscarem trocar a primeira escolha, ou é melhor ir no garantido e escolher entre esses três talentos? Porque olhando de fora, qualquer um dos três pode ser uma estrela na liga.

  • Mock Draft 3.0: Wizards podem surpreender com 1ª escolha?

    Mock Draft 3.0: Wizards podem surpreender com 1ª escolha?

    Galera, o Draft da NBA 2026 tá chegando (só mais 3 semanas!) e finalmente saiu o primeiro mock draft completo depois da loteria definir a ordem. E cara, tem umas escolhas aí que vão fazer muito barulho.

    A bomba mesmo tá logo na primeira pick. Os Wizards com Darryn Peterson ao invés do AJ Dybantsa? Olha, eu sei que o Dybantsa é visto como o “cara” dessa classe, mas o Peterson jogando ao lado do Trae Young faz muito sentido. O moleque tem um jogo dinâmico que pode acelerar a volta dos Wizards aos playoffs.

    Jazz pega a joia que queria

    Aí que vem o plot twist perfeito: AJ Dybantsa caindo pros Jazz na segunda posição. Sinceramente, acho que essa seria a dupla ideal. O Utah já vinha flertando com a ideia de subir no draft pra pegar o garoto, mas se ele vier de graça assim… monstro demais.

    Cameron Boozer pros Grizzlies na terceira é o mais óbvio possível. O cara é uma máquina analítica, e Memphis é exatamente o tipo de time que valoriza isso. Zero surpresas aí.

    Bulls finalmente acertam uma?

    Caleb Wilson na quarta pick pros Bulls me chamou atenção. Olha, Chicago tá meio perdida faz tempo, mas o Wilson pode ser aquele cara que coloca ordem na casa. E na 15ª posição eles ainda pegam Hannes Steinbach – dupla de garrafão interessante.

    Uma coisa que me pegou foi o Keaton Wagler pros Clippers. Formar dupla com Darius Garland pode funcionar, mas será que o Wagler aguenta a pressão de LA logo de cara?

    Mavs caem mas se dão bem

    Os Mavericks caíram pra nona posição (que dor, né pessoal), mas Kingston Flemings nessa pick seria um presente dos céus. O garoto tem velocidade e visão de jogo que o Dallas precisa desesperadamente. E jogar ao lado do Cooper Flagg? Essa dupla pode ser absurda daqui uns anos.

    A trade dos Spurs subindo 9 posições pra pegar Yaxel Lendeborg também fez sentido. San Antonio sempre foi esperto no draft, e o Michigan forward pode contribuir desde o primeiro ano.

    E aí, galera? Vocês acham que o Wizards tem coragem mesmo de passar do Dybantsa? Porque se isso acontecer, vai ser uma das maiores surpresas da história recente do draft. O que vocês fariam no lugar deles?

  • Nets tem joia ofensiva no Draft 2026, mas defesa preocupa

    Nets tem joia ofensiva no Draft 2026, mas defesa preocupa

    Olha, o Draft de 2026 tá chegando e o Brooklyn Nets tem a 6ª escolha geral nas mãos. E cara, que posição interessante pra estar. Tem uma galera bem talentosa disponível e, segundo analistas, um nome em particular pode virar All-Star no futuro.

    Darius Acuff Jr., armador do Arkansas, tá sendo apontado como o cara com maior potencial de estrela entre os disponíveis após o top 4. O analista Sam Vecenie foi direto ao ponto: “Eu acho que esse cara vai fazer 25 pontos e 6 assistências por jogo em algum momento da carreira”.

    O monstro ofensivo de Arkansas

    E não é papo furado não. Os números do garoto na faculdade foram simplesmente absurdos. 23.5 pontos por jogo sendo CALOURO, com aproveitamentos de 59.7% perto da cesta, 40.1% no meio da quadra e incríveis 44% de três pontos. Isso aí é coisa de veterano, não de novato.

    As assistências também impressionam: 7.3 por partida com apenas 2.5 turnovers. Relação de quase 3:1 entre passes certeiros e erros. O garoto tem visão de jogo e não se desespera com a bola na mão.

    Resultado? Arkansas foi campeã da Big 12 e chegou no Sweet 16 do March Madness. Nada mal para um time que dependia de um calouro de 19 anos.

    Mas aí vem o problema…

    Agora vem a parte chata da história. Defesa. O cara simplesmente não se esforça no lado defensivo da quadra, e isso tá preocupando os scouts da NBA.

    Vecenie foi claro: “Ele tem as ferramentas físicas – 1,88m com envergadura de 2,01m e é bem forte. Mas precisa se importar com a defesa, precisa dar esforço e mostrar orgulho quando marca”.

    E aí, será que dá pra ensinar disposição defensiva? Sinceramente, eu acho que sim, mas depende muito da mentalidade do jogador. Na minha opinião, se ele quiser mesmo ser estrela na NBA, vai ter que aprender a marcar.

    O próprio Acuff não tem papas na língua sobre suas ambições: “Definitivamente um armador superstar. Vou trazer muita empolgação para qualquer cidade que eu for… Muitas conquistas, com certeza. Mas principalmente estar em um time vencedor”.

    Confiança não falta pro garoto, né? E olha, pelo que mostrou em quadra no Arkansas, talvez ele tenha razão mesmo.

    O Nets tá numa posição interessante. Podem apostar no talento ofensivo absurdo do Acuff ou ir em alguém mais “seguro” como Mikel Brown Jr., do Louisville. Vocês acham que vale a pena o risco com esse potencial All-Star que não marca ninguém?

  • Draft 2026: Peterson pode ser #1, mas tem pegadinha no meio

    Draft 2026: Peterson pode ser #1, mas tem pegadinha no meio

    Olha, o prazo pra desistir do Draft da NBA 2026 acabou e agora a coisa ficou interessante de verdade. Darryn Peterson do Kansas sendo cotado como primeira escolha pelos Wizards? Cara, isso me surpreende zero — mas também tem muito mais história por trás disso.

    O que mais me chama atenção é que não tem aquele consenso óbvio de sempre. Diferente do ano passado com Cooper Flagg (que era óbvio que seria #1), agora temos pelo menos três caras brigando pelo topo: Peterson, AJ Dybantsa do BYU e Cameron Boozer do Duke.

    Peterson é realmente o cara?

    Peterson tem sido rankeado como #1 desde o começo do ciclo, mas sinceramente? O cara teve uma temporada meio estranha no Kansas. Problemas com câimbras atrapalharam bastante o ritmo dele, e isso me deixa com o pé atrás. Por outro lado, quando ele tá 100%, o moleque é um monstro. 1,96m de altura, 20.2 pontos por jogo e 38.2% nos três pontos. Esses números não mentem.

    O que me impressiona é a versatilidade dele. Pode jogar de armador ou ala-armador, e isso é ouro puro na NBA moderna. Mas será que os Wizards vão apostar todas as fichas nele? Washington tem várias opções na mesa, incluindo uma possível troca com o Utah.

    AJ Dybantsa não pode ser ignorado

    Se eu fosse o Utah Jazz, estaria rezando pra Peterson sair primeiro e Dybantsa cair no meu colo. O cara fez 25.5 pontos por jogo no BYU sendo calouro — isso é absurdo. E tem 2,06m de altura! É praticamente um Kevin Durant em potencial.

    A conexão local também é interessante. Dybantsa jogou no Utah Prep no ensino médio e depois foi pra BYU. Imagina a festa que seria se ele ficasse no Jazz? O cara seria ídolo instantâneo por lá.

    Cameron Boozer completando o top 3 no Memphis faz sentido também. O filho do Carlos Boozer tá sendo meio subestimado na minha opinião. 22.5 pontos e 10.2 rebotes por jogo no Duke? E ainda com 39.1% de três? Esse moleque sabe jogar bola.

    O meio do draft tá recheado

    Uma coisa que me chamou atenção é que vários jogadores decidiram ficar na faculdade em vez de arriscar no draft. Por um lado, isso deixou o final da primeira rodada e toda a segunda rodada meio fracas. Por outro, significa que a classe de 2027 pode vir ainda mais forte.

    Entre os que confirmaram entrada estão Koa Peat (Arizona), Meleek Thomas (Arkansas) e Allen Graves (Santa Clara). Peat em especial me deixa curioso — o cara meio que mudou a mecânica do arremesso inteira no Draft Combine. Isso ou é genial ou vai dar muito errado.

    E aí, pessoal — vocês acham que Peterson realmente merece ser #1? Ou Dybantsa deveria ir primeiro? Na minha humilde opinião, qualquer um dos três primeiros sendo a primeira escolha seria defensável. Só mostra como esse draft tá equilibrado lá em cima.

    Uma coisa é certa: June vai ser interessante. Especialmente se rolar essas trocas que estão sendo especuladas. Kings e Thunder tentando subir no draft? Isso pode bagunçar tudo.

  • AJ Dybantsa lista os astros da NBA que ele imita no jogo

    AJ Dybantsa lista os astros da NBA que ele imita no jogo

    Cara, o Draft de 2026 da NBA tá pegando fogo! E tem um moleque que tá chamando atenção de todo mundo: AJ Dybantsa, o ala do BYU que pode muito bem ser a primeira escolha geral. Ontem ele soltou uma lista dos jogadores que ele usa como inspiração pro seu jogo e… meu amigo, que lista!

    “Meu jogador favorito é o Kevin Durant, mas a comparação que fazem é com Tracy McGrady… Eu amo o Paul George, Kawhi, Brandon Ingram, Tatum, Brown, Shai, Luka e Edwards”, disse o garoto de 19 anos.

    Lista de monstros como referência

    Olha só essa galera que ele citou. Kevin Durant — dispensa comentários, né? Tracy McGrady, que era puro veneno no auge. Paul George quando tá saudável é diferenciado. Kawhi Leonard, o robô assassino. Sem falar no Tatum, que é cestinha nato, e no Luka que joga um basquete de outro planeta.

    Sinceramente? Eu acho que o moleque tem bom gosto pra escolher referências. Todos esses caras têm uma coisa em comum: versatilidade absurda e capacidade de resolver jogos sozinhos. Se o Dybantsa conseguir absorver nem que seja 50% do que cada um desses faz de melhor, vai ser um problemão pra qualquer defesa da NBA.

    Washington pode fisgar o prospecto

    E por falar nisso, parece que o Washington Wizards ganhou na loteria do Draft e deve pescar o AJ com a primeira escolha. Faz todo sentido, na minha opinião. O time tá montando um quinteto interessante com Trae Young, Anthony Davis, Alex Sarr e Kyshawn George — e um ala talentoso como o Dybantsa seria a peça que falta no quebra-cabeças.

    O garoto tem 19 anos e já mostra uma maturidade impressionante ao escolher suas referências. Não tá falando que quer ser igual ao LeBron (que seria meio pretensioso demais), mas pegou jogadores com estilos que realmente combinam com o perfil dele.

    Vocês acham que ele consegue chegar no nível desses caras que ele citou? Porque olha, é uma lista de peso mesmo. Mas se tem uma coisa que eu aprendi acompanhando a NBA é que quando um prospecto tem essa clareza de visão sobre o próprio jogo aos 19 anos, geralmente é sinal de que a cabeça tá no lugar certo.

  • NBA aprova mudanças no Draft para acabar com o tanking

    NBA aprova mudanças no Draft para acabar com o tanking

    Cara, finalmente a NBA tomou uma decisão que eu esperava há anos. O Board of Governors aprovou novas regras anti-tanking que vão entrar em vigor na temporada que vem, mirando especificamente o Draft de 2027.

    E olha, as mudanças são bem significativas mesmo. A loteria do Draft vai expandir de 14 para 16 times, com odds mais equilibradas — ou seja, vai ficar mais difícil garantir aquela primeira escolha só perdendo de propósito. Mas a parte mais interessante? Criaram uma “zona de rebaixamento” onde os três piores times são PENALIZADOS com chances menores de pegar a primeira pick geral.

    O fim da era do tanking descarado

    Adam Silver deixou bem claro que essa foi uma resposta direta às críticas que a liga vem recebendo. E sinceramente, era sobre tempo. A gente viu times perdendo jogos de forma tão óbvia que chegava a dar vergonha alheia. Principalmente pensando no Draft de 2026 que tá prometendo ser histórico.

    Uma coisa que me chamou atenção é que eles vão voltar a transmitir o sorteio ao vivo, como era nos anos 80, antes desse formato de bolinhas de ping-pong. Vai ser nostálgico demais ver isso.

    E tem mais novidade vindo por aí

    Essas regras estão garantidas apenas para 2027, 2028 e 2029. Porque a partir de 2030, a NBA tá considerando um sistema completamente revolucionário: draft por créditos.

    A ideia é absurda (no bom sentido). Cada franquia receberia 100 créditos de draft — número redondo pra facilitar — ao invés das tradicionais escolhas de primeira e segunda rodada. Daí os times fariam um leilão, começando pela primeira escolha geral e descendo.

    Imaginem só: o Warriors querendo desesperadamente um prospect específico poderia “gastar” todos os créditos numa única escolha. Ou um time em rebuild poderia distribuir os créditos e pegar vários jovens talentos. As possibilidades estratégicas são infinitas.

    Vocês acham que esse sistema de créditos realmente vai funcionar? Eu tô curioso pra ver como os GMs vão se adaptar a essa mudança radical. Uma coisa é certa: vai acabar de vez com aquela prática nojenta de perder de propósito só pra pegar uma pick melhor.

  • Stephen A. Smith comendo mosca: vídeo antigo dele criticando Brunson volta a bombar

    Stephen A. Smith comendo mosca: vídeo antigo dele criticando Brunson volta a bombar

    Cara, tem coisa mais gostosa na vida do que ver alguém tendo que engolir as próprias palavras? O Stephen A. Smith, que é fanático assumido dos Knicks, tá passando por isso agora que o Jalen Brunson levou Nova York pras Finals pela primeira vez desde 1999.

    Um vídeo de 2022 ressurgiu nas redes mostrando o Stephen A. completamente pistola com a contratação do Brunson. “Eu tô cansado, pessoal… Os Knicks tão agindo como se ele fosse o KD… Jalen Brunson NÃO É A RESPOSTA”, esbravejou na época.

    O que mudou desde então? Tudo.

    Brunson simplesmente virou o jogo em Nova York de uma forma que ninguém — nem mesmo eu, assumo — esperava. Desde que chegou como agente livre em 2023, o cara fez os Knicks virarem uma máquina de vencer. Onze vitórias seguidas rumo às Finals. Onze!

    E olha, na época da crítica do Stephen A., dava pra entender a preocupação. Brunson era um jogador em ascensão no Dallas, mas assumir o protagonismo nos Knicks? Em Nova York? Com toda aquela pressão? Era uma incógnita gigantesca mesmo.

    Mas o maluco fez uma carreira inteira provando que todo mundo tava errado. Desde os playoffs de 2023, os Knicks chegaram duas vezes na segunda rodada, duas nas finais de conferência, e agora… bom, vocês sabem onde eles tão.

    Stephen A. deve estar nas nuvens (e morrendo de vergonha)

    Sinceramente? O Stephen A. deve estar feliz demais pra se importar com a própria gafe. Depois de décadas vendo os Knicks sendo piada na liga, ter o time nas Finals deve valer qualquer constrangimento.

    E aí, quem aí também duvidou do Brunson no começo? Porque eu confesso que fiquei com o pé atrás quando saiu do Dallas. O cara provou que tamanho não é documento — 1,85m de pura raça e inteligência de jogo.

    Agora é torcer pra ele fechar o trabalho nas Finals. Seria a coroação perfeita de uma jornada que começou com todo mundo (incluindo analistas famosos) apostando contra.