Tag: Draft WNBA

  • Paul Westhead ganha prêmio máximo dos técnicos – e merece demais!

    Paul Westhead ganha prêmio máximo dos técnicos – e merece demais!

    Cara, quando eu vi que o Paul Westhead ganhou o Chuck Daly Lifetime Achievement Award da NBCA, eu pensei: “finalmente!” O cara de 87 anos simplesmente revolucionou o basquete e nunca recebeu o reconhecimento que merecia.

    Olha só o currículo desse monstro: campeão da NBA com os Lakers em 1980, campeão da WNBA com o Phoenix Mercury em 2007, e ainda por cima criou o time universitário mais pontuador da história – aquele Loyola Marymount de 1989-90 com Hank Gathers e Bo Kimble que simplesmente destruía todo mundo na base da correria.

    O Pai do Run-and-Gun

    Westhead foi um visionário mesmo. Enquanto todo mundo jogava aquele basquete lento e cadenciado dos anos 80, o cara já pregava o que a gente vê hoje na NBA: ritmo alucinante, arremessos de 3 pra caramba e transição ofensiva sem parar.

    “Ele desafiou o pensamento convencional e introduziu ideias que estavam à frente do seu tempo”, disse J.B. Bickerstaff, presidente da NBCA. E tá certo, cara! O sistema do Westhead em Loyola Marymount era basicamente o que o Steve Nash fazia no Phoenix Suns, só que 15 anos antes.

    Vocês acham que é coincidência que seu time liderou a Divisão I em pontuação por três temporadas consecutivas? Claro que não! O cara sabia o que estava fazendo.

    Uma Carreira de Seis Décadas

    O mais impressionante é a longevidade e versatilidade do cara. Começou treinando no ensino médio na Filadélfia no final dos anos 60 e passou por TUDO: basquete masculino universitário (La Salle, Loyola Marymount, George Mason), feminino universitário (Oregon), NBA (Lakers, Bulls, Nuggets), WNBA, ABA e até um time profissional no Japão!

    Sinceramente, quantos técnicos podem dizer que ganharam títulos tanto na NBA quanto na WNBA? É um currículo absurdo de diverso.

    “Este prêmio não seria possível sem os jogadores”, disse Westhead na cerimônia. “Como técnico, você é apenas tão bom quanto seus jogadores. Obrigado time, vocês me fizeram parecer bom.” Humildade pura de quem conquistou tudo.

    O prêmio foi entregue no Jogo 2 das Finais da NBA em San Antonio ontem à noite. E cara, que momento! Aos 87 anos, finalmente recebendo o reconhecimento que sempre mereceu.

    É isso aí – inovação, dedicação e resultados. Paul Westhead provou que pensar fora da caixa pode sim dar título. E vocês, lembram de algum jogo épico daqueles times dele?

  • O DNA dos Pistons dos anos 2000 vive em Jonquel Jones no Liberty

    O DNA dos Pistons dos anos 2000 vive em Jonquel Jones no Liberty

    Cara, tem uma coisa que eu sempre achei interessante no basquete: como jogadores são moldados pelos times que admiram quando criança. E a história da Jonquel Jones é o exemplo perfeito disso.

    A pivô do New York Liberty cresceu viciada naquele time dos Detroit Pistons dos anos 2000 — sabe, aquela era “Goin’ to Work” que simplesmente dominava o Leste? Chauncey Billups, Rip Hamilton, Tayshaun Prince, os irmãos Wallace… Um time que chegou em seis finais consecutivas de conferência e levou o título em 2004.

    Basquete coletivo raiz

    “Eu amava a forma como eles jogavam”, contou Jones depois de um treino. “Era um estilo bem diferente do que era popular na época.” E olha, ela tem razão total. Enquanto todo mundo babava no Kobe dos Lakers ou no LeBron rookie em Cleveland, Detroit mostrava que dava pra ganhar sem ter aquele superstar óbvio.

    O negócio deles era pura química. Time de verdade, né? “Pra mim, eles pareciam um time de basquete de verdade em todos os aspectos”, disse JJ. “Jogavam certo, movimentavam a bola, dependiam uns dos outros.”

    E sabe o mais legal? O time todo foi pro All-Star Game junto em 2006. Quando foi a última vez que você viu isso acontecer?

    O reflexo no jogo atual

    Com as lesões batendo no Liberty — Sabrina Ionescu tá fora há três jogos —, Jones tá aplicando exatamente aquilo que aprendeu vendo os Pistons. Quatro assistências nos últimos dois jogos, organizando o time, fazendo a bola circular.

    “É simplesmente meu jogo”, explicou ela. “Sou o tipo de jogadora que, se vejo duas ou vejo as companheiras livres, eu quero movimentar a bola porque é esse o tipo de basquete que amo jogar.”

    Fisicamente, ela lembra mais o Rasheed Wallace — aquele passe preciso e capacidade de abrir a quadra sendo pivô. Mas o favorito dela era outro: “Rip era meu preferido. Provavelmente ninguém nunca falou isso antes.”

    DNA completo dos Bad Boys 2.0

    O mais absurdo é como ela consegue ver um pedacinho de cada jogador daquele time no próprio jogo. Billups na organização, Tayshaun na versatilidade, Rip no arremesso de média distância, Rasheed na dureza no garrafão, Ben Wallace no rebote.

    É impressionante como aquele time marcou uma geração inteira de jogadores. E com o Liberty precisando dessa garra coletiva pra fazer barulho na WNBA, ter uma jogadora que cresceu respirando aquela filosofia faz toda diferença.

    Vocês acham que esse estilo “old school” ainda funciona no basquete moderno? Ou a individualidade virou rei absoluto?

  • Becky Hammon já vê Bam e A’ja Wilson como pais: ‘Criança não vai escapar’

    Becky Hammon já vê Bam e A’ja Wilson como pais: ‘Criança não vai escapar’

    Olha, eu sei que vocês já viram essa especulação rolando por aí — Bam Adebayo do Heat e A’ja Wilson das Aces são um dos casais mais comentados do basquete americano. E agora até a Becky Hammon entrou na conversa sobre o futuro dos dois como pais.

    A técnica das Aces não teve papas na língua quando falaram sobre a possibilidade de Bam e A’ja formarem uma família. “Eu não faço ideia de como eles vão equilibrar tudo. O que eu sei é que eles vão ser pais fenomenais. A criança não vai conseguir escapar de nada”, brincou Hammon em entrevista ao USA Today.

    A pressão sobre A’ja Wilson

    Cara, o que me incomoda é a pressão que botam em cima da A’ja sobre esse assunto. A garota teve que se manifestar porque o povo fica inventando até ultrassom falso dela nas redes sociais! Imagina o absurdo.

    “Por que meu útero? Por que meu futuro vira uma questão pública?”, desabafou A’ja. E ela tá certíssima. O pessoal fica especulando se ela vai conseguir manter o nível jogando e sendo mãe ao mesmo tempo. Mano, a mulher acabou de ganhar o MVP da WNBA e o terceiro título dela — respeita!

    Quebrar estereótipos é tudo

    A fala da A’ja sobre poder “ter tudo” me marcou demais. Ela falou que viu a mãe dela criando ela e percebeu que dá pra ser mãe e ainda assim ser “uma mulher independente f***”. As duas coisas podem coexistir perfeitamente.

    E sinceramente? Ela tá desconstruindo umas ideias bem ultrapassadas. Por que uma atleta de elite não poderia ser mãe e continuar dominando? A gente já viu várias provando isso ao longo dos anos.

    Enquanto isso, o Bam tá lá fazendo a sua no Heat — inclusive teve aquele jogo histórico onde fez 83 pontos (segundo maior da história da NBA, só atrás dos 100 do Wilt). O casal tá no auge das carreiras mesmo.

    E vocês, o que acham dessa pressão toda sobre vida pessoal dos atletas? Becky Hammon já tá até esperando convite pro casamento e pro hospital quando o bebê nascer. Pelo menos ela tem bom humor pra lidar com a situação!

  • Cavs em apuros? Thunder empata série e WNBA esquenta

    Cavs em apuros? Thunder empata série e WNBA esquenta

    Olha, eu não esperava que os Cleveland Cavaliers fossem estar nessa situação complicada contra o New York Knicks nas finais de conferência. 2-0 para os Knicks? Sinceramente, achei que os Cavs teriam mais resistência em casa.

    O Donovan Mitchell tá carregando o piano nas costas, mas basquete é esporte coletivo — e os Knicks estão provando isso. A defesa nova-iorquina tá sufocando as opções de Cleveland, e quando o Mitchell não consegue criar sozinho, a coisa fica feia.

    Thunder mostra que não morreu na praia

    Já no Oeste, que jogaço do Oklahoma City Thunder para empatar a série contra o San Antonio Spurs! 1-1 agora, e eu tô sentindo que essa série vai longe.

    Os caras do Thunder fizeram os ajustes necessários depois daquela pancada no primeiro jogo. Shai Gilgeous-Alexander voltou a ser o monstro que conhecemos, e a defesa coletiva funcionou muito melhor. Os Spurs vão ter que encontrar uma resposta rápida, porque o Thunder pegou confiança.

    E vocês viram como o Chet Holmgren dominou o garrafão no segundo tempo? O cara é um absurdo de talento.

    WNBA também tá pegando fogo

    Mudando de assunto, a temporada da WNBA tá esquentando de verdade. O Indiana Fever com 3-2 tá mostrando que pode incomodar, especialmente com Caitlin Clark ditando o ritmo do jogo.

    Já o Toronto Tempo (3-3) ainda tá se encontrando, mas tem potencial. A liga feminina tá cada vez mais competitiva, e isso é ótimo para o basquete como um todo.

    Sinceramente, acho que quem não tá acompanhando a WNBA tá perdendo jogos incríveis. O nível técnico subiu muito nos últimos anos.

    E aí, pessoal — vocês acham que os Cavs conseguem virar essa série, ou os Knicks vão mesmo para as finais? E no Oeste, quem leva: Thunder ou Spurs?

  • Wolves na semi e novatas da WNBA já mostram estrelas

    Wolves na semi e novatas da WNBA já mostram estrelas

    Cara, que primeira rodada dos playoffs da NBA, hein? Os Timberwolves eliminaram os Nuggets e tão mostrando que vieram pra incomodar mesmo. Eu não esperava essa consistência deles, mas Anthony Edwards tá jogando um basquete absurdo — parece que cresceu 10 anos em uma temporada só.

    E os Knicks? Meu Deus, que série contra os Hawks! Brunson tá jogando como se fosse o cara que sempre sonhamos que ele fosse. Nova York tá vivendo um sonho e, sinceramente, acho que podem ir longe nestes playoffs.

    Wolves x Spurs: duelo de gerações

    Agora vem o que todo mundo quer ver: Timberwolves contra Spurs na semifinal. De um lado, Edwards no auge da forma, do outro, Wembanyama provando que não é hype — é realidade. Vai ser um jogaço entre duas filosofias completamente diferentes.

    Os Wolves chegam com aquela confiança de quem eliminou o atual campeão. Já os Spurs… cara, o Victor tá fazendo cada coisa em quadra que dá até arrepio. Aquele bloqueio dele na série passada foi de outro planeta.

    Vocês acham que a experiência dos playoffs vai pesar contra os Spurs? Porque Edwards parece que nasceu pra esse momento.

    WNBA já esquentando os motores

    Mas olha, não vou mentir — tô até mais animado com o que rolou na WNBA essa semana. Azzi Fudd estreou pelo Dallas Wings e, mano, que jogo! Ela junto com a Paige Bueckers formaram uma dupla que promete muito barulho.

    O Wings atacou com um ritmo alucinante, e dá pra ver que apostaram pesado no up-tempo. A defesa ainda precisa ajustar, mas com essas duas comandando, vai ser divertido de acompanhar.

    Do outro lado, Caitlin Clark pelo Indiana Fever mostrou que não veio pra brincadeira. A menina tá confortável demais atacando o garrafão, e quando a Aliyah Boston voltar… cara, esse time pode ser assombração.

    Angel Reese também fez a estreia dela pelo Atlanta Dream, voltando pra Chicago onde fez história na faculdade. Contexto totalmente diferente agora — ela tá numa posição mais livre pra criar, e deu pra perceber como isso pode potencializar o jogo dela nos dois lados da quadra.

    Ah, e finalmente vimos Toronto Tempo e Portland Fire em ação! As duas franquias novas já mostraram identidade própria. Portland apostou pesado no espaçamento, enquanto Toronto focou na intensidade defensiva. Promete temporada boa demais na WNBA.

    E aí, quem vocês acham que leva nos playoffs da NBA? Tô sentindo que essa pode ser a temporada dos azarões…

  • Caitlin Clark aprendeu a lição: menos é mais nesta temporada

    Caitlin Clark aprendeu a lição: menos é mais nesta temporada

    Olha, eu sempre fiquei impressionado com a intensidade da Caitlin Clark — aquela garota não sabe o que é medo. Mas às vezes o corpo cobra a conta, né? E foi exatamente isso que aconteceu na temporada passada.

    A armadora do Indiana Fever jogou apenas 13 partidas em 2024 depois de uma sequência absurda de lesões que incluiu problemas no quadríceps esquerdo, virilha dos dois lados e até um machucado no tornozelo. Parou de jogar em julho e aí foi só ladeira abaixo.

    A mudança de mentalidade

    Agora Clark tá com um papo totalmente diferente. “Cuidar do meu corpo neste momento da temporada é provavelmente a coisa mais importante”, disse ela. E olha, concordo 100%. Recuperação, tratamento preventivo, tudo isso que antes ela meio que ignorava.

    A parte que mais me chamou atenção foi quando ela admitiu que antes era daquelas que “simplesmente pegava o tênis de basquete e ia jogar”. Mano, quantos de nós não fizemos isso? Só que no nível profissional, essa mentalidade cobra um preço caro.

    “Muito intencional sobre as coisas que estou tentando fazer”, foi como ela definiu a nova abordagem. Traduzindo: acabou a molecagem, agora é profissionalismo puro.

    O que esperar desta temporada?

    A técnica Stephanie White deu uma esperança pra gente quando falou sobre o que viu durante o training camp da seleção americana. Segundo ela, Clark estava “encontrando seus espaços, entendendo tempo, ritmo” — tudo o que faltou na temporada passada quando ela tava claramente limitada fisicamente.

    Sinceramente? Acho que essa parada forçada pode ter sido a melhor coisa que aconteceu na carreira dela. Clark sempre foi conhecida por jogar no limite — e às vezes além dele. Agora que aprendeu a se preservar, imagina o que ela não pode fazer em quadra?

    Vocês acham que ela consegue se manter saudável a temporada toda? Porque se conseguir, o Indiana Fever pode dar muito trabalho pra todo mundo. Uma Clark 100% é praticamente imparável.

  • Aliyah Boston faz história com maior contrato da WNBA

    Aliyah Boston faz história com maior contrato da WNBA

    Gente, a WNBA acabou de ver história sendo feita! Aliyah Boston assinou uma extensão de contrato com o Indiana Fever que quebrou todos os recordes: 4 anos por 6,3 milhões de dólares. É o maior contrato da história da liga feminina americana em valor total.

    Olha só que absurdo esses números. Em 2026, Boston vai embolsar 1 milhão de dólares — um pouco menos que o máximo permitido de 1,19 milhão, mas ainda assim uma grana monstruosa para os padrões da WNBA. Daí pra frente, até 2029, ela vai receber 20% do salary cap da liga a cada temporada.

    Uma estrela em ascensão meteórica

    E olha que a garota tem só 22 anos e está entrando na quarta temporada! Foi a primeira escolha do draft de 2023, saindo da Universidade da Carolina do Sul direto pro estrelato. Na temporada passada, teve médias de 14,5 pontos, 8,5 rebotes e 3,0 assistências. Ficou em sexto lugar na votação do MVP.

    A GM do Fever, Amber Cox, não escondeu o entusiasmo: “Mesmo já sendo uma jogadora de nível All-WNBA, a Aliyah apenas arranhou a superfície do que pode se tornar.” E sinceramente? Eu concordo totalmente. A menina tem potencial pra dominar a liga nos próximos anos.

    Fever apostando todas as fichas

    Vocês acham que foi uma aposta arriscada do Indiana? Eu acho que foi genial. Boston é daquelas jogadoras que aparecem uma vez a cada geração — pivot completa, que reboteia, pontua e ainda distribui assistências. Lembra um pouco da nossa Érika de Souza nos tempos áureos, mas com mais versatilidade ofensiva.

    O mais impressionante é ver como a WNBA está crescendo financeiramente. Há alguns anos, um contrato desses seria impensável. Agora, com mais visibilidade, patrocínios maiores e audiência crescente, as jogadoras finalmente estão sendo valorizadas como merecem.

    Boston vai ser a pedra fundamental do Fever pelos próximos anos, e pelo que ela já mostrou até aqui, essa extensão pode ser uma das melhores decisões da história da franquia. A garota tem estrela, tem talento e agora tem o reconhecimento financeiro que merece.

  • Dallas virou a capital do basquete com 3 primeiras escolhas do draft

    Dallas virou a capital do basquete com 3 primeiras escolhas do draft

    Cara, Dallas tá vivendo um momento ABSURDO no basquete. Três primeiras escolhas gerais do draft na mesma cidade? Isso é coisa de videogame, não é possível.

    Ontem à noite rolou o draft da WNBA de 2026, e o Dallas Wings simplesmente pegou a Azzi Fudd como primeira escolha geral. Mas ó, a parada fica mais louca: ela vai se reunir com a Paige Bueckers, que também foi primeira escolha do Wings no ano passado. Duas número 1 consecutivas no mesmo time — elas já jogaram juntas em UConn e agora vão tentar montar uma dinastia no Texas.

    Os Mavericks também entraram na brincadeira

    O pessoal do Mavericks não perdeu tempo e já postou no X: “Whole lotta No. 1s in Dallas!” (traduzindo: “Um monte de números 1 em Dallas!”). E não é mentira não — eles têm o Cooper Flagg, que foi a primeira escolha do draft da NBA em 2025.

    Flagg tá mostrando porque foi número 1: 21 pontos, 6.7 rebotes e 4.5 assistências por jogo na temporada de estreia. E teve aquele jogo MONSTRO contra o Orlando Magic onde ele fez 51 pontos — primeiro adolescente na história da NBA a passar dos 50. Absurdo demais.

    Azzi Fudd é puro talento

    A Azzi não fica atrás não. Na última temporada em UConn, ela liderou toda a NCAA com 117 cestas de três pontos e teve média de 17.7 pontos por jogo. Ok, o time perdeu na Final Four pra South Carolina (62 a 48, dói só de lembrar), mas ela converteu 45.5% dos arremessos de três em 39 jogos como titular. Esses números são de outro planeta.

    Imagina só: Paige Bueckers armando o jogo e Azzi Fudd espalhando a defesa com aquele arremesso certeiro de longa distância. O Wings tem tudo pra virar uma potência na WNBA.

    Sinceramente, Dallas nunca teve tanto talento concentrado assim. Com o Flagg fazendo highlight reels toda noite no American Airlines Center e agora esse duo das ex-UConn no Wings, a cidade virou oficialmente a capital do basquete americano. E aí, vocês acham que esse trio de primeiras escolhas vai conseguir trazer títulos pra Dallas?

  • Shakira Austin assina com o Tempo – Mystics têm até segunda pra decidir

    Shakira Austin assina com o Tempo – Mystics têm até segunda pra decidir

    Gente, a coisa esquentou na WNBA! Shakira Austin, a pivô do Washington Mystics, acabou de assinar uma proposta de contrato máximo de 3 anos com o Toronto Tempo. E olha só o valor: começa com 1,19 milhão de dólares na temporada 2026.

    Agora vem a parte interessante — o Mystics tem até segunda-feira pra bater o martelo. Ou eles igualam a oferta e ficam com a Austin, ou deixam ela ir embora pro Tempo. Sinceramente? Acho difícil Washington deixar uma peça dessas escapar.

    Austin vale esse dinheiro todo?

    Olha, a menina tem 25 anos e já mostrou que sabe jogar na liga. É alta (1,98m), tem presença no garrafão e vem crescendo a cada temporada. Pro Tempo, que é uma franquia nova querendo se estabelecer, seria uma baita contratação.

    Mas pelo lado do Mystics… cara, eles investiram tempo no desenvolvimento dela desde que foi draftada em 2022. Deixar ela ir assim, de graça praticamente, seria meio complicado de explicar pros torcedores.

    O que vocês acham?

    Na minha opinião, Washington vai igualar a oferta. Não faz sentido deixar uma jogadora com esse potencial ir embora, ainda mais pra um rival direto na conferência. Mas vai ser interessante ver se eles realmente topam pagar esse valor máximo.

    E aí, o que vocês acham? O Mystics vai segurar a Austin ou vai deixar ela voar pro Tempo? Comentem aí embaixo — quero saber a opinião de vocês sobre essa novela!

  • Liberty bombando: Sabally e Jonquel Jones renovam por vários anos

    Liberty bombando: Sabally e Jonquel Jones renovam por vários anos

    Mano, o New York Liberty não tá brincando em serviço. Acabaram de cravar as renovações da Satou Sabally e da Jonquel Jones por múltiplas temporadas. E olha, depois de conquistar o título da WNBA em 2025, faz todo sentido essas minas quererem ficar por lá.

    A Sabally veio do Phoenix Mercury e, sinceramente, foi uma das contratações mais esperadas da offseason. A alemã de 27 anos é um monstro — 16.3 pontos, 5.9 rebotes e 2.5 assistências por jogo na temporada passada. Terceiro All-Star Game dela, por sinal.

    Reencontro de Oregon que promete muito

    O que mais me empolga nessa história? A Sabally vai jogar de novo com a Sabrina Ionescu. As duas eram dupla dinâmica em Oregon — levaram o programa pro primeiro Final Four em 2019 e foram primeira e segunda escolhas do draft de 2020. Agora vão tentar repetir a magia, mas dessa vez brigando pelo bi da WNBA.

    E não para por aí. A alemã também vai reencontrar a Leonie Fiebich, com quem já jogou no Valencia Basket nas offseasons. Química já existe, pessoal.

    Só uma coisa me incomoda: a concussão que tirou ela do jogo decisivo das finais do ano passado. Os sintomas ainda tavam rolando em janeiro, tanto que ela nem participou da Unrivaled. Espero que esteja 100% pra nova temporada.

    Jonquel Jones seguira mandando no garrafão

    Já a Jonquel Jones, essa aí é peça fundamental. Cinco vezes All-Star, a pivô de 30 anos é uma das mais completas da liga. 13.6 pontos, 8.1 rebotes e 2.7 assistências — números sólidos mesmo jogando apenas 31 dos 44 jogos por causa de lesões no tornozelo.

    A mina fez história em 2021 sendo a primeira jogadora a ganhar MVP, Sexto Homem do Ano e Jogadora que Mais Evoluiu na mesma temporada. Absurdo, né? É o tipo de peça que você não deixa escapar.

    Com Breanna Stewart e Sabrina Ionescu também confirmando que ficam, o Liberty tá montando um time assustador para defender o título. Na minha visão, já são favoritos pro repeat. E vocês, acham que esse quinteto consegue o bi?