Tag: Duke Basketball

  • Boozer aposta na cabeça pra ser o número 1 do Draft

    Boozer aposta na cabeça pra ser o número 1 do Draft

    Olha, eu sempre acreditei que basquete se joga primeiro na cabeça. E pelo jeito, Cameron Boozer entendeu essa lição muito bem. O pivô do Duke chegou no Combine da NBA ontem falando grosso sobre suas chances de ser o primeiro escolhido do Draft — e a justificativa dele me impressionou.

    “Acho que é minha mente, com certeza”, disse Boozer pros repórteres quando perguntaram o que ele traz pra NBA. “Minha leitura de jogo é elite. Minha competitividade, minha vontade de vencer, acho que essas são as maiores coisas que vão se traduzir.”

    Cara, isso é exatamente o que você quer ouvir de um prospecto. Não foi papo de estatística ou físico — foi inteligência de jogo.

    A briga pelo topo tá insana

    Boozer tá disputando a primeira escolha com mais três monstros: AJ Dybantsa, Darryn Peterson e Caleb Wilson. O Washington Wizards tem a primeira pick, seguido por Jazz, Grizzlies e Bulls. Sinceramente? Qualquer um desses quatro pode ir primeiro.

    Mas os números do Boozer falam por si só. O cara teve o maior PER entre todos os prospectos elegíveis pro Draft: 34.7. Pra vocês terem ideia, o segundo colocado foi Wilson com números bem menores. Em Duke, Boozer mandou médias de 22.5 pontos, 10.2 rebotes e 4.1 assistências.

    Essas assistências me chamam atenção — um pivô que distribui mais de 4 por jogo não é comum. Mostra exatamente essa visão de jogo que ele tá falando.

    Por que a inteligência faz diferença

    Olha, já vi muito atleta físicamente absurdo se perder na NBA por não ter cabeça. A liga é rápida demais, inteligente demais. Você precisa processar informação numa velocidade insana.

    Boozer vem de uma família que entende de basquete — o pai dele, Carlos, jogou 13 anos na NBA. Essa vivência conta muito. E pelo que vi em Duke, o garoto realmente tem uma leitura diferenciada pra idade dele.

    Claro que físico e técnica importam. Mas se o cara consegue pensar o jogo dois lances à frente? Isso não tem preço na NBA atual.

    E aí, vocês acham que essa aposta na inteligência vai dar certo pro Boozer? Ou preferem um prospecto mais físico pra primeira escolha?

  • Flagg leva o ROY numa disputa épica contra ex-companheiro de Duke

    Flagg leva o ROY numa disputa épica contra ex-companheiro de Duke

    Cara, que corrida foi essa! Cooper Flagg acabou de levar o prêmio de Rookie of the Year da NBA numa disputa que me deixou grudado até o último voto. E o mais louco? Ele bateu justamente o Kon Knueppel, que foi seu companheiro de equipe em Duke. Imagina a zueira no grupo do WhatsApp dos caras.

    O placar final foi apertadíssimo: 412 votos pro Flagg contra 386 do Knueppel. VJ Edgecombe ainda apareceu em terceiro com 96 pontos, mas essa foi mesmo uma disputa de dois.

    Quando Duke domina tudo

    Sinceramente, eu não lembro da última vez que dois ex-companheiros de faculdade fizeram uma corrida tão parelha pro ROY. E olha que estamos falando de Duke — esse programa simplesmente não para de produzir talentos absurdos.

    O que mais me impressiona no Flagg é como ele conseguiu dominar caras que são literalmente 10-15 anos mais velhos que ele. Mano tem 19 anos e tá jogando como se fosse veterano há década. Nos Mavericks então? O cara virou peça fundamental desde o primeiro jogo.

    Já o Knueppel no Charlotte, cara… lembram quando todo mundo duvidou da escolha dele na 4ª posição do draft? “Muito arriscado”, “não tem físico pra NBA”, essas coisas. Hoje ninguém mais fala isso. O garoto provou que tem jogo pra caramba.

    O futuro tá garantido

    Olha, eu tô falando: esses dois vão brigar por títulos pelos próximos 15 anos fácil. Flagg já mostrou que tem potencial pra ser um dos melhores da liga, e Knueppel não fica muito atrás não.

    E vocês, acham que foi justa essa vitória do Flagg? Porque olhando os números da temporada, os dois estavam bem pareados mesmo. Talvez o fator “time melhor” tenha pesado — Dallas teve campanha bem superior ao Charlotte.

    De qualquer forma, Duke Basketball tá de parabéns. Ter os dois primeiros colocados do ROY vindos do mesmo programa é algo que não se vê todo dia. A Brotherhood continua forte!

  • Cameron Boozer pode ser o mais confiável do Draft 2026

    Cameron Boozer pode ser o mais confiável do Draft 2026

    Olha, vou ser sincero com vocês: Cameron Boozer não vai ser o primeiro colocado no Draft da NBA de 2026. Nem o segundo. Mas sabem de uma coisa? Talvez ele seja exatamente o que os times precisam — um cara sólido, confiável, que você sabe que vai entregar.

    O filho do Carlos Boozer (sim, aquele mesmo do Jazz e Bulls) é um monstro de 2,06m e 113kg que simplesmente não para de fazer double-double. E cara, as comparações com o pai são inevitáveis, mas Cameron é bem mais completo do que o velho Carlos jamais foi.

    O filho que superou o pai

    Primeiro, vamos falar do óbvio: Cameron tem o físico do pai, mas com um upgrade completo no software. Enquanto Carlos era mais bruto, o garoto tem handle, arremesso de 3 pontos (39,2%!) e uma visão de jogo que impressiona. Sinceramente? Acho que ele vai ter uma carreira mais longa e versátil que o pai teve.

    Na temporada 2025-26 em Duke, os números falam por si só: 22,5 pontos, 10,2 rebotes e 4,1 assistências por jogo. Ah, e levou os Blue Devils até a Final Four do March Madness. Nada mal para um garoto de 18 anos, né?

    O que mais me impressiona nele

    Vocês sabem o que eu acho mais absurdo no jogo do Cameron? A facilidade que ele tem para atacar a cesta mesmo sendo um grandão. A maioria dos caras desse tamanho fica só no perímetro ou esperando no garrafão, mas ele coloca a bola no chão, usa a força e vai para cima. É como se fosse um Jayson Tatum mais pesado — e isso é um baita elogio.

    O jogo de costas dele é de outro nível também. No high school, ele simplesmente dominava todo mundo com força e toque. Na faculdade, teve que se adaptar, mas continuou sendo efetivo. E quando os caras recuam para não levar a enterrada? Ele acerta o arremesso de 3. É difícil defender um cara assim.

    Uma coisa que me chamou atenção: em dezembro passado, ele estava acertando 47% das bolas de 3 pontos! Para um cara de 113kg, isso é surreal. E não é só sorte não — o movimento dele é limpo, a liberação é alta, e ele tem confiança para arremessar.

    Na defesa, consegue marcar desde armadores grandes até pivôs mais leves. Usa a força para empurrar os caras para o garrafão e força arremessos difíceis. É aquele tipo de jogador que técnico adora: versátil e confiável.

    Sinceramente, acho que Cameron pode não ser o cara mais talentoso dessa classe, mas vai ser aquele que os GMs vão olhar daqui uns anos e pensar: ‘cara, que pechincha’. Às vezes é melhor ter certeza do que apostar no potencial, não acham?

  • Cameron Boozer pode ser a 2ª escolha do Draft – E o Indiana já tá de olho

    Cameron Boozer pode ser a 2ª escolha do Draft – E o Indiana já tá de olho

    Olha só, pessoal. O March Madness acabou e já tô aqui pensando no Draft de 2026. E tem um cara que não sai da minha cabeça: Cameron Boozer, de Duke. Filho do Carlos Boozer (lembram dele no Jazz e Bulls?), o garoto simplesmente dominou a NCAA nessa temporada.

    22.5 pontos, 10.2 rebotes e 4.2 assistências por jogo. Com 56% nos arremessos de quadra e — pasmem — quase 41% das bolas de três. Esses números são de outro mundo para um calouro, gente.

    Indiana Pacers já escolheu o seu futuro?

    Segundo as projeções mais recentes, Cameron deve ser a segunda escolha geral do Draft, indo direto pro Indiana Pacers. E faz todo sentido, na minha opinião. O time já tem Pascal Siakam e Ivica Zubac no garrafão, e o Boozer encaixaria que nem uma luva nesse esquema.

    O cara foi eleito jogador do ano da ACC — não é brincadeira não. E diferente de alguns calouros que são só hype, Cameron mostrou consistência o ano todo. Duke chegou no Sweet 16 antes de perder de forma dramática, mas o moleque provou que sabe jogar nos momentos importantes.

    Jake Fischer, que é insider da NBA e entende do riscado, já falou que os times rivais acreditam que Boozer seria a “escolha preferida” do Pacers por causa do encaixe perfeito que ele teria no elenco atual.

    Não é só talento, é mentalidade vencedora

    Sinceramente? O que mais me impressiona no Cameron não são só os números (que são absurdos). É a cabeça do garoto. Ele ganhou múltiplos campeonatos no ensino médio e chegou em Duke já sabendo o que é pressão.

    Não é aquele tipo de jogador que vai te dar 10 highlights no SportsCenter, mas é o cara que vai te dar 20 pontos e 10 rebotes toda noite. Consistência. E convenhamos — quantos calouros conseguem manter esse nível durante uma temporada inteira?

    Vocês acham que ele realmente tem cara de segunda escolha geral? Eu tô começando a achar que sim. Com esse físico (é um forward completo de 2,03m) e essa mentalidade, o moleque tem tudo pra ser uma peça fundamental na NBA.

    O Draft de 2026 promete ser interessante, mas Cameron Boozer já garantiu o nome na conversa dos primeiros picks. E olha que ainda nem completou 20 anos. Monstro.