Olha só que papo interessante rolou: Dwyane Wade foi perguntado sobre quem foram os defensores mais difíceis que ele enfrentou na carreira, e a lista dele é de arrepiar qualquer atacante.
O Flash montou seu Mount Rushmore dos marcadores mais cascudos: Ron Artest, Kirk Hinrich, Tony Allen e Avery Bradley. E sinceramente? Faz todo sentido essa seleção.
A lista dos ‘pit bulls’ da NBA
Ron Artest (que depois virou Metta World Peace) todo mundo já conhece a fama — o cara era simplesmente implacável na defesa. Lembro dele grudando nos melhores pontuadores da liga como se fosse vida ou morte.
Kirk Hinrich pode até ter passado meio despercebido para quem não acompanhava de perto, mas quem jogou contra ele sabe o sufoco que era. O cara tinha uma intensidade absurda e nunca desistia de uma jogada.
Tony Allen? Mano, esse aí foi apelidado de “Grindfather” não foi à toa. Primeiro Team All-Defense várias vezes, especialista em fazer a vida dos armadores e alas virar um inferno. E Avery Bradley fechando a lista — outro que fazia questão de grudar no adversário do primeiro ao último segundo.
Wade sabia o que era sofrer na defesa
Pra quem marcou mais de 23 mil pontos na carreira (média de 22 por jogo), Wade definitivamente sabia reconhecer quando estava sendo bem marcado. O cara passou por todos os tipos de defesa possíveis em 16 temporadas na NBA.
Engraçado pensar que mesmo sendo um dos maiores pontuadores da história da posição, Wade sempre respeitou o trabalho dos defensores. Essa humildade de reconhecer quando o adversário fez um baita trabalho é algo que sempre admirei nele.
E vocês, acham que essa lista está completa ou tem algum nome que ficou de fora? Eu lembro do Kobe sempre falando bem da marcação do Shane Battier também…
No final das contas, foi justamente passando por esses “testes de fogo” que Wade se tornou o jogador Hall da Fama que conhecemos. Três títulos da NBA, rosto da franquia do Heat por mais de uma década, e agora imortalizado para sempre no basquete.
