Tag: Eliminação

  • Wemby fugiu da imprensa e os Spurs tão na UTI

    Wemby fugiu da imprensa e os Spurs tão na UTI

    Olha só a situação em que os Spurs se meteram. Victor Wembanyama simplesmente sumiu da arena sem falar com ninguém da imprensa depois de uma das piores partidas da carreira dele nos playoffs. E não é pra menos — 27% de aproveitamento nos arremessos numa eliminatória? Isso dói na alma de qualquer fã.

    O Thunder passou por cima do San Antonio por 127-114 no jogo 5, e agora os Spurs tão com a corda no pescoço. Oklahoma City lidera a série por 3-2, e na quinta-feira é praticamente vida ou morte para o time texano.

    A performance decepcionante do fenômeno francês

    Vinte pontos em 15 tentativas de arremesso. Pra um cara do calibre do Wemby, isso é quase inadmissível numa final de conferência. O mais absurdo? Ele errou TODAS as cinco tentativas de três pontos e só chutou duas vezes no primeiro quarto. Duas vezes! Um pivô de 2,24m que revolucionou o jogo moderno ficando tímido logo numa hora dessas.

    O técnico Mitch Johnson foi direto na crítica: “Ele tem que arremessar mais que 15 vezes. Mesmo com os 12 lances livres convertidos, ele vai ter que fazer mais que 20 pontos com certeza.” Traduzindo: Wemby precisa parar de jogar como coadjuvante e assumir o protagonismo que todos esperamos dele.

    Sinceramente, depois de ver ele fazendo 41 e 33 pontos nas duas vitórias dos Spurs na série, essa timidez toda não faz o menor sentido. O cara mostrou que consegue dominar quando quer — então cadê essa atitude quando o time mais precisa?

    Thunder mostrando porque são candidatos ao título

    Não posso negar que Oklahoma City tá fazendo um trabalho cirúrgico na defesa. Stephon Castle até reconheceu: “Eles mandam tantos caras pra cima dele que fica difícil às vezes.” Mas e daí? Todo superstar enfrenta marcação dobrada, tripla… A diferença é saber usar isso a favor do time.

    Chet Holmgren e Isaiah Hartenstein pegaram 26 rebotes combinados, mostrando que além de marcar o Wemby, eles ainda dominaram o garrafão. Isso é jogar em casa do adversário e ainda por cima roubar a geladeira.

    De’Aaron Fox tentou passar energia positiva repetindo o recado que Wemby deu no vestiário: “Não queremos que nossa temporada acabe essa semana.” Mas olha, palavras bonitas todo mundo fala — agora é hora de mostrar serviço na quadra.

    E aí, vocês acham que o Wemby consegue se redimir no jogo 6? Ou os Spurs vão dar adeus aos playoffs logo na primeira participação do fenômeno francês? Uma coisa eu sei: sem o Wembanyama jogando no nível dele, essa série já era.

  • Cavs tomam sacode histórica dos Knicks e temporada acaba mal

    Cavs tomam sacode histórica dos Knicks e temporada acaba mal

    Cara, que vexame foi esse que os Cavs passaram ontem? 130 a 93 para os Knicks. Cento e trinta a noventa e três! Eu vi o jogo todo e sinceramente… deu até dó.

    A temporada dos Cavaliers acabou oficialmente às 22h31, mas, na real, eles desistiram lá pelas 20h30. O que rolou em quadra foi mais um passeio dos Knicks do que um jogo de playoffs.

    Começou bem, mas virou pesadelo

    Olha, não vou mentir — Cleveland até começou jogando. Com Max Strus no quinteto inicial, eles fizeram três cestas nas quatro primeiras posses e abriram seis pontos. Aí eu pensei: “Será que vai ter jogo?”

    Não teve.

    Os Knicks viraram a chave no final do primeiro quarto com uma sequência de 13 a 5. Depois emendaram mais 12 pontos seguidos no segundo período. Pronto, 24 pontos de vantagem e tchau, temporada. Qualquer esperança de esticar a série morreu ali mesmo.

    E o pior? O Rocket Arena tava lotado de torcedores dos Knicks! Quase o mesmo tanto que de fãs dos Cavs — na casa deles! Os caras viajaram pra Cleveland só pra comemorar a primeira ida às Finais em mais de 25 anos.

    Mitchell fez a dele, mas sozinho não dá

    Donovan Mitchell até tentou — 31 pontos com 50% de aproveitamento. Evan Mobley colaborou com 15 pontos e 7 rebotes. Mas quando você toma 130 pontos, individual não salva mesmo.

    Do lado dos Knicks foi festa completa. Karl-Anthony Towns dominou com 19 pontos e 14 rebotes (8/11 nos arremessos — que eficiência!). OG Anunoby fez 17, e Jalen Brunson junto com Mikal Bridges somaram 15 cada um. Foi um show coletivo.

    E agora, Cleveland?

    Essa foi a campanha mais longe que esse grupo do Mitchell conseguiu chegar nos playoffs, mas que frustração, né? Precisaram de 7 jogos — pelo menos 2 a mais do que deveria — pra passar dos Raptors. Depois mais 7 contra os Pistons, que mal conseguiam fazer cestas. E pra fechar, entregaram uma vantagem de 22 pontos no último quarto do Jogo 1 contra New York.

    A temporada regular já tinha sido uma montanha-russa com lesões o tempo todo e aquelas trocas malucas de fevereiro. Por um lado, chegar até aqui foi até impressionante. Mas se esse jogo — e essa série — servem de indicativo, os Cavs estão anos-luz de brigar por um título.

    Vocês acham que é hora de mexer no elenco? Porque pelo jeito, vai ser um verão bem movimentado em Cleveland…

  • JJ Redick desafia eliminação: ‘Não vou desistir desta série’

    JJ Redick desafia eliminação: ‘Não vou desistir desta série’

    Cara, a situação dos Lakers tá feia. Bem feia mesmo. Depois de perder o terceiro jogo seguido pro Thunder — e de novo se desmoronando no segundo tempo —, o time de Los Angeles tá a uma derrota de dar tchau aos playoffs. Mas olha só a resposta do JJ Redick: o cara simplesmente se recusa a aceitar que acabou.

    “Não vou desistir desta série. Vamos tentar vencer na segunda-feira”, disse Redick após mais uma derrota frustrante. “Vamos tentar estender a série e levar essa coisa de volta pra OKC.”

    Sinceramente? Eu admiro a mentalidade, mas os números não mentem. Nenhum time na história da NBA conseguiu reverter um 0-3 em playoffs. NENHUM. E o que mais me deixa maluco é que os Lakers não estão perdendo por serem piores — eles estão perdendo porque simplesmente desaparecem no segundo tempo.

    O mesmo roteiro de sempre

    Jogo 3 foi a mesma novela: Lakers competindo de igual pra igual, chegando até a liderar no intervalo (59-57), e depois sendo atropelados 74-49 no segundo tempo. Mano, como você perde por 25 pontos num único tempo?

    O problema não é só o cansaço — são 17 turnovers que viraram 30 pontos pro Thunder. Dezessete! É muita bola perdida pra um time que tá lutando pela vida nos playoffs.

    “Terceiro jogo seguido que estamos ali depois de dois tempos e meio”, reclamou Redick. “Tentamos formações diferentes, coberturas diferentes, e perdemos aqueles minutos de novo.”

    Ajay Mitchell é o pesadelo dos Lakers

    E tem um cara que tá sendo o terror dos Lakers: Ajay Mitchell. Esse garoto tá destruindo LA toda vez que o Shai sai de quadra. No jogo 3, ele fez sua melhor partida nos playoffs: 24 pontos e 10 assistências. Entrou no garrafão quando quis.

    Mas olha a profundidade desse time do Thunder — mesmo sem o Jalen Williams (lesionado), eles têm Cason Wallace e Isaiah Joe saindo do banco pra fazer 16 e 12 pontos, respectivamente. É muita qualidade.

    Redick até reconheceu: “Esse time pode se ajustar instantaneamente por causa do elenco que têm. Precisam de arremesso? Têm. Precisam de múltiplos defensores nas alas? Têm. Precisam de dois pivôs? Têm.”

    E aí, vocês acham que os Lakers conseguem o milagre? Eu tô torcendo, mas sendo realista… tá difícil, viu. O Thunder parece ter resposta pra tudo que LA tenta fazer. Ainda assim, tenho que respeitar a atitude do Redick — pelo menos o cara não entregou os pontos.

    Segunda-feira pode ser o último jogo da temporada dos Lakers. Será que eles conseguem pelo menos forçar um quinto jogo? Na minha opinião, precisam de muito mais que mentalidade positiva pra virar essa série.

  • KD encosta no banco e Rockets despencam de novo nos playoffs

    KD encosta no banco e Rockets despencam de novo nos playoffs

    Cara, que forma mais triste de terminar uma temporada. Kevin Durant, o cara que deveria ser a peça que faltava nos Rockets, teve que assistir de camarote a eliminação do time na primeira rodada dos playoffs. De novo.

    Na sexta-feira passada, enquanto os Lakers passeavam em quadra e fecharam a série com uma vitória de 98-78, o KD estava ali na beirada do banco, de roupa normal, com o tornozelo esquerdo machucado. Primeiro ano em Houston e já termina assim — vendo os companheiros lutarem sozinhos numa eliminação.

    A mesma história se repetindo

    Olha só a situação: Rockets eliminados na primeira rodada pelo segundo ano consecutivo. É de dar desespero no torcedor, né? O time fez aquela troca bombástica no meio do ano passado para trazer o Durant, todo mundo criou expectativa, e no final das contas o cara jogou apenas UM jogo dos playoffs por causa da lesão.

    O técnico Ime Udoka até tentou ser otimista falando do crescimento dos garotos — Alperen Şengün, Amen Thompson, Reed Sheppard, Jabari Smith Jr. e Tari Eason fizeram o que puderam. Mas sinceramente? Não dá pra mascarar a realidade: o time precisa de mudanças urgentes.

    “Precisamos endereçar algumas necessidades”, disse o Udoka. Traduzindo: falta arremesso de 3, falta um armador reserva decente, e esse grupo jovem ainda não tá pronto pra carregar o piano sozinho.

    E se… e se… e se…

    A temporada dos Rockets ficou cheia de “e se”. E se o KD tivesse saudável? E se o Fred VanVleet e o Steven Adams não tivessem se machucado? Mas como o próprio Şengün falou após o jogo: “Não podemos pensar nessas coisas. Lutamos com quem tá em quadra.”

    Mano, o que mais me incomoda é que os problemas são os mesmos de sempre. O ataque dos Rockets simplesmente travou nos momentos decisivos. Nas duas vitórias da série, eles acertaram 46,2% dos arremessos. Nas quatro derrotas? Apenas 38,6%. É gritante a diferença.

    No Jogo 6 da eliminação, foi aquela coisa: quando os Lakers trocavam na defesa, Houston não conseguia criar vantagem nenhuma. A bola parava, o ataque ficava previsível, e aí você já sabe como termina.

    Vocês acham que Durant vai ter paciência pra mais um rebuild em Houston? Porque sinceramente, vendo essa eliminação patética, eu tô com sérias dúvidas se ele não vai querer forçar outra troca antes da próxima temporada.

  • Jokic quer ficar em Denver ‘para sempre’, mas admite: estamos longe

    Jokic quer ficar em Denver ‘para sempre’, mas admite: estamos longe

    O Jokic falou aberto demais essa semana, e sinceramente? Adorei a honestidade brutal do cara. Depois da eliminação vexatória pros Timberwolves na primeira rodada, o sérvio foi direto ao ponto: quer terminar a carreira em Denver, mas o time tá “longe” de um título.

    “Ainda quero ser um Nugget para sempre”, disse o três vezes MVP. “A gente acabou de perder na primeira rodada. Acho que estamos longe.”

    Olha, eu entendo a frustração do cara. Denver chegou nos playoffs como um dos candidatos reais ao título – 54 vitórias na temporada regular, time equilibrado, experiência de campeão. E o que aconteceu? Tomaram um 4-2 dos Wolves que ainda jogaram os dois últimos jogos SEM o Anthony Edwards e o DiVincenzo.

    Jokic assumiu a culpa toda

    E aqui que o monstro mostrou por que é diferente de qualquer outro superstar da liga. Quando perguntaram quanto da culpa ele assumia, a resposta veio na lata: “Muito. Precisava ter jogado melhor. Devo jogar melhor.”

    Os números não mentem mesmo. O cara que tem 56% de aproveitamento na carreira converteu apenas 39% dos arremessos nos primeiros quatro jogos da série. Isso é absurdamente baixo pro padrão dele. E o Jamal Murray? Nem se fala – 33% na série toda, errando 13 de 17 tentativas no jogo decisivo contra o Jaden McDaniels.

    Vocês acham que essa autocrítica pesada é o que o Denver precisa pra se reerguer? Porque pra mim, mostra maturidade, mas também uma pressão interna gigante.

    Contrato milionário em jogo

    A questão financeira pesa também. Jokic ainda tem dois anos e 121,9 milhões de dólares restantes no contrato atual, sendo o segundo ano uma opção do jogador. E neste verão, ele pode assinar uma extensão de até quatro anos por aproximadamente 293 milhões.

    293 milhões. Trezentos milhões de dólares. É dinheiro suficiente pra comprar metade dos times brasileiros, mas o cara tá mais preocupado em ganhar título que em faturar. Essa mentalidade de campeão que fez ele levar Denver ao topo em 2023.

    As lesões complicaram a situação – Aaron Gordon perdeu três jogos por lesão na panturrilha, Peyton Watson ficou fora da série toda com problema no posterior. Mas convenhamos: não dá pra usar isso como desculpa quando você tem o melhor jogador do mundo no seu time.

    E aí, pessoal – vocês acham que Denver consegue montar um elenco competitivo ao redor do Jokic nas próximas duas temporadas? Ou vai ser mais uma daquelas situações onde um craque genial fica preso num time mediano?

  • Hawks levam surra histórica e são eliminados de forma vexatória

    Hawks levam surra histórica e são eliminados de forma vexatória

    Cara, eu vi muita coisa ruim na NBA, mas o que rolou no Jogo 6 entre Hawks e Knicks foi de outro nível. Os caras de Atlanta não só perderam — eles simplesmente desmontaram na frente de todo mundo. Foi 140 a 89. Cento e quarenta a oitenta e nove! Alguém me explica como um time da NBA toma 51 pontos de diferença num jogo de eliminação?

    Olha, eu já esperava que os Knicks fossem bem em casa, mas isso aí foi humilhação pura. Desde o primeiro quarto dava pra ver que os Hawks estavam completamente perdidos. Parecia que estavam jogando com preguiça, sabe? Rotação atrasada, passe errado, e uma linguagem corporal que gritava “já era” antes mesmo do jogo acabar.

    OG Anunoby destruiu tudo

    O cara que mais castigou Atlanta foi o OG Anunoby. 29 pontos em apenas 27 minutos — sendo 26 só no primeiro tempo. Sinceramente, parecia que ele estava jogando contra molecada da escolinha. A defesa dos Hawks virou plateia, literalmente. E pra completar o show, Karl-Anthony Towns fez seu segundo triple-double da série: 12 pontos, 11 rebotes e 10 assistências.

    Enquanto isso, os Hawks erraram TUDO que podiam errar. Converteram apenas 12 de 39 arremessos no primeiro tempo e perderam 14 bolas nos primeiros dois quartos. Quando Anunoby fez dois lances livres e abriu 50 pontos de vantagem ainda no segundo quarto, eu já sabia que ia ser uma noite longa e dolorosa pra torcida de Atlanta.

    Dyson Daniels perdeu a linha

    Mas sabe o que mais me irritou? A expulsão ridícula do Dyson Daniels. O moleque conseguiu ser expulso numa briga boba com o Mitchell Robinson justamente quando o time mais precisava dele. 3 pontos em 15 minutos e -36 de aproveitamento. Cara, isso não é profissionalismo.

    Quando a coisa aperta, é hora de mostrar personalidade, não de brigar à toa. Os Hawks já estavam afundando e o Daniels resolveu dar o último empurrão. Aí fica difícil, né? Como você vai competir numa série de playoffs se seus próprios jogadores se eliminam sozinhos?

    E o Nickeil Alexander-Walker também fez a sua parte pra piorar tudo. Cinco erros de ataque em 29 minutos — cada um virando contra-ataque pros Knicks. Era pra ser o cara que organizaria o jogo, mas só aumentou a bagunça.

    Vocês acham que os Hawks conseguem se recuperar dessa humilhação na próxima temporada? Porque olha, tomar uma surra dessas em casa dos caras, num jogo decisivo, deixa marca. Especialmente quando você simplesmente desiste no meio do caminho.

    O que mais me incomoda é que Atlanta tem jogadores de qualidade. Mas quando chegou a hora da verdade, quando precisavam mostrar raça e personalidade, eles simplesmente entregaram os pontos. E aí não tem técnico que resolva — isso é questão de caráter mesmo.

  • Knicks metem 51 pontos de diferença e Celtics vão pro Game 7!

    Knicks metem 51 pontos de diferença e Celtics vão pro Game 7!

    Cara, que noite absurda foi essa quinta-feira nos playoffs da NBA! Os Knicks simplesmente destruíram os Hawks por 140 a 89 — cinquenta e um pontos de diferença numa eliminação. Isso não é normal, pessoal.

    Olha só esse dado que me deixou de queixo caído: os Knicks terminaram o primeiro tempo ganhando por 47 pontos (83-36). Quarenta e sete! Só houve uma diferença maior que essa na história da NBA no intervalo, e foi num jogo da temporada regular, não nos playoffs. Os caras não estavam brincando em serviço.

    OG Anunoby virou o monstro da noite

    O OG Anunoby teve uma atuação que vai ficar na memória. 29 pontos com 11/14 nos arremessos de quadra — isso é mais de 78% de aproveitamento! Fez 25 pontos só no primeiro tempo. Sinceramente, eu não esperava que ele fosse explodir dessa forma numa eliminação, mas o cara mostrou por que os Knicks apostaram tanto nele.

    E tem mais: Karl-Anthony Towns fez algo histórico. Ele se tornou apenas o segundo jogador da história dos Knicks (junto com Walt Frazier) a conseguir múltiplos triple-doubles nos playoffs. 12 pontos, 11 rebotes e 10 assistências. O maluco tá distribuindo bola como nunca — 36 assistências em seis jogos da pós-temporada!

    Celtics dormem no ponto e Jaylen Brown se perde

    Agora vamos falar da decepção da noite. Os Celtics tinham tudo pra fechar a série contra os Sixers, mas perderam por 106 a 93 e agora vão ter que decidir no Game 7. E o Jaylen Brown? Rapaz, que atuação para esquecer.

    O cara teve 18 pontos (até que não tá ruim no papel), mas cometeu cinco turnovers e passou a noite toda tentando atropelar qualquer defensor que aparecesse na frente. Dez faltas ofensivas na série toda! Paul George comeu ele vivo nesse jogo — foi uma clínica defensiva do PG.

    Vocês acham que os Celtics conseguem se recuperar no Game 7? Porque essa mentalidade de tentar resolver tudo na força não vai funcionar contra uma defesa organizada como a dos Sixers.

    O que me impressiona é como os playoffs conseguem mudar completamente a narrativa. Uma semana atrás todo mundo dava os Celtics como favoritos absolutos, e agora eles tão suando pra passar dos Sixers. Já os Knicks, que pareciam estar em apuros depois de perder dois jogos por um ponto de diferença, responderam com uma das maiores goleadas da história dos playoffs.

    É isso que faz a NBA ser viciante, né pessoal? Uma noite você tá no céu, na outra você tá no inferno. E sábado tem Game 7 em Boston — vai ser guerra!

  • Celtics podem eliminar 76ers hoje — Boston é favoritaço!

    Celtics podem eliminar 76ers hoje — Boston é favoritaço!

    Olha, eu não esperava que essa série fosse acabar tão rápido assim. Os Boston Celtics têm tudo na mão pra fechar a série contra o Philadelphia 76ers hoje à noite, no TD Garden. Estão liderando por 3-1 e, sinceramente, depois das duas últimas performances, parece que os Sixers já entregaram os pontos.

    É monstro como o Boston virou a chave depois de perder o jogo 2. Ganharam os dois últimos por margens confortáveis — 8 pontos no jogo 3 e uma surra de 32 pontos no jogo 4. Trinta e dois! O que aconteceu com o Philadelphia nessa série?

    Números que não mentem

    Os oddsmakers não estão brincando. Boston é favorito por 11.5 pontos. ONZE E MEIO! Isso não é spread de playoff, isso é spread de jogo de temporada regular contra time tanking. A moneyline tá -600 pro Celtics, o que significa que eles têm 81.8% de chance de ganhar segundo as casas de apostas.

    Pra quem quer apostar no milagre dos 76ers, o retorno é tentador: +425. Mas cara, depois do que a gente viu no jogo 4… é dinheiro jogado fora, na minha opinião.

    Onde assistir essa possível eliminação

    O jogo rola às 20h (horário de Brasília) na ESPN. Se você tem NBA League Pass, também dá pra acompanhar por lá. Eu vou estar colado na TV porque, olha, pode ser que a gente presencie uma virada histórica — ou mais provavelmente, vamos ver Boston avançar pras semifinais de conferência.

    O over/under tá em 213.5 pontos. Considerando que os dois últimos jogos tiveram 208 e 224 pontos respectivamente, parece um número justo. Mas se o Philadelphia desistir no terceiro período de novo…

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem forçar pelo menos um jogo 6? Ou Boston fecha hoje mesmo em casa? Eu tô achando que vai ser eliminação mesmo. Depois de duas surras seguidas, é difícil acreditar que o Philadelphia consegue reagir jogando fora de casa.

    Se Boston ganhar hoje, eles enfrentam o vencedor de Hawks x Knicks na próxima fase. Mas vamos com calma — primeiro tem que confirmar a classificação. No basquete, nunca se sabe…

  • Suns varridos: quem são os culpados pelo vexame contra o Thunder?

    Suns varridos: quem são os culpados pelo vexame contra o Thunder?

    Cara, o que aconteceu com o Phoenix Suns nos playoffs foi de doer o coração. Varridos por 4×0 pelo Thunder — que inclusive são os atuais campeões — numa primeira rodada que deveria ser pelo menos competitiva. Mas não foi nem isso.

    Olha, eu esperava que fosse difícil, mas esse nível de vexame? Sinceramente não vi vindo. E o pior é que dá pra apontar exatamente quem mais decepcionou nessa série.

    Devin Booker simplesmente sumiu quando mais precisavam

    Mano, o Booker é cinco vezes All-Star. Cinco! O cara deveria ter pegado essa série e falado “deixa comigo”. Só que isso nunca aconteceu.

    Logo no primeiro jogo já deu pra ver o tamanho do buraco: derrota por 119×84. Uma surra histórica. E onde estava o suposto líder? Perdido, sem conseguir dar ritmo pro ataque do Suns.

    Mesmo quando ele fez 24 pontos no último jogo, pareceu números vazios. Sabe aqueles jogos que você olha a estatística no final e pensa “ué, ele jogou bem”, mas na verdade não influenciou em nada? Foi exatamente isso. O Shai Gilgeous-Alexander controlou o ritmo da série inteira, e o Booker… bem, o Booker assistiu.

    Dillon Brooks veio pra ser o cara da defesa e foi um fantasma

    Quando os Suns contrataram o Brooks, a ideia era clara: trazer aquela pegada defensiva, incomodar os caras, fazer o trabalho sujo. O problema é que ele fez o contrário disso tudo.

    Os números não mentem: 119, 120, 120+ pontos nos três primeiros jogos. Isso contra uma defesa que supostamente tinha ganhado reforço. O Thunder simplesmente passeou na defesa de Phoenix, e o Brooks — que deveria ser a muralha — virou mais um cone no caminho.

    O mais constrangedor? Phoenix teve que mudar as marcações e tirar o Brooks do Shai. Quando o técnico faz isso, é porque admitiu que a estratégia original foi pro espaço. E foi mesmo.

    Vocês acham que vale a pena manter um cara contratado especificamente pra defesa se ele não consegue defender o principal jogador adversário?

    Jalen Green: pontos bonitos, mas sem peso nenhum

    O Green até fez uns números interessantes — 26 no terceiro jogo, 23 no quarto. Mas sabe aqueles pontos de “lixo time”? Foi mais ou menos isso.

    O cara não conseguiu nem uma vez pegar o jogo e falar “agora é comigo”. Diferente do Shai, que controlava quando queria acelerar, quando queria diminuir o ritmo, quando queria decidir. O Green jogou como coadjuvante numa série onde precisava ser protagonista.

    É aquela história: não adianta fazer 25 pontos se o time perdeu de 20. O impacto real no jogo foi praticamente zero.

    No final das contas, essa varrida mostrou que o Suns ainda está longe de brigar com os grandes. Contra o campeão atual, a margem de erro era pequena mesmo, mas cara… nem tentar eles tentaram direito. Agora é repensar tudo e torcer pra que ano que vem seja diferente. Porque assim não dá não.

  • Cade Cunningham admite: Pistons merecem estar perdendo pros Magic

    Cade Cunningham admite: Pistons merecem estar perdendo pros Magic

    Olha, quando um jogador da calibre do Cade Cunningham fala abertamente que o time dele não merece estar ganhando, você sabe que a coisa tá feia mesmo. E é exatamente isso que tá rolando com o Detroit Pistons — eles estão 3-1 pra baixo contra o Orlando Magic nos playoffs, e o cara simplesmente assumiu: “não é chocante a gente estar perdendo jogando desse jeito”.

    Sinceramente? Respeitei demais essa postura do Cade. Depois do Jogo 4, onde ele fez 25 pontos mas o time ainda assim tomou mais uma, o armador foi direto ao ponto nas entrevistas. Nada de desculpinha, nada de culpar arbitragem ou azar — foi na lata mesmo.

    A real por trás dos 3-1

    “Entrando na série, eu ficaria chocado. Mas do jeito que a gente tem jogado, esse nível não é bom o suficiente pra ganhar jogos”, disse o Cunningham. Cara, que maturidade absurda pra um cara de 22 anos, né?

    E ele tá certíssimo. Os Pistons entraram nesses playoffs como cabeça de chave número 1 do Leste — uma responsabilidade gigante. Todo mundo esperava que eles fossem resolver fácil o Magic, mas a realidade foi bem diferente. Muitas bolas perdidas, execução ruim nos momentos decisivos, e aquela sensação de que o time simplesmente não consegue fechar os jogos quando precisa.

    O que deu errado com Detroit?

    Olhando de fora, parece que os Pistons entraram meio relaxados nessa série. Sabe aquela história de “ah, somos favoritos, vai ser moleza”? Pois é. O Magic aproveitou cada vacilo e agora tá com três vitórias no bolso.

    As bolas perdidas têm sido o câncer do time. E não é só quantidade — são erros bobos, passes mal calculados em momentos cruciais. Isso sem falar na dificuldade pra manter ritmo ofensivo quando a pressão aperta. É como se o time todo travasse nos minutos finais.

    E vocês acham que ainda dá pra virar essa série? Porque tecnicamente é possível, mas na prática… Cunningham vai ter que fazer muito mais que 25 pontos por jogo. O cara vai precisar praticamente carregar o time nas costas se quiserem evitar essa eliminação constrangedora.

    Jogo 5 é tudo ou nada

    A boa notícia é que pelo menos o líder do time tá com a cabeça no lugar. Quando o Cade assume publicamente que o nível tá abaixo do esperado, isso pode ser um chacoalhão que o vestiário precisava ouvir.

    Agora é torcer pra essa autocrítica virar combustível no Jogo 5. Porque se eles saírem de cena agora, vai ser uma das maiores zebras dos últimos playoffs. Um time que era pra estar brigando pelo título sendo eliminado na primeira rodada pelo Magic? Seria de doer o coração de qualquer torcedor de Detroit.

    O que vocês acham — ainda rola uma reação histórica ou os Pistons vão mesmo pra casa mais cedo?