Tag: Erik Spoelstra

  • O que poderia ter sido: a dupla Herro-Powell que não vingou no Heat

    O que poderia ter sido: a dupla Herro-Powell que não vingou no Heat

    Cara, eu fico pensando nisso desde que o Heat foi eliminado pelos Hornets no play-in. Tyler Herro e Norman Powell juntos deveriam ter sido algo especial, mas virou uma das maiores frustrações da temporada. E o Spoelstra foi bem direto sobre isso nas entrevistas de fim de temporada.

    Os números são brutais: os dois jogaram apenas 21 partidas juntos. Vinte e uma! Herro perdeu 48 jogos por lesão, Powell virou All-Star pela primeira vez na vida (merecido, diga-se), mas depois começou a quebrar também com problemas na virilha e ainda pegou uma gripe que derrubou ele por semanas.

    A matemática não fechou

    Olha, quando os dois estavam em quadra ao mesmo tempo, o Heat tinha -1.8 de rating. Negativo. Isso é preocupante pra caramba, especialmente quando você tem dois caras que fizeram mais de 20 pontos de média na temporada. O problema é óbvio: ambos são criadores de jogada, gostam da bola na mão, e acabavam se atropelando.

    Spoelstra admitiu que foi um “desafio” fazer a coisa funcionar. No final da temporada, Herro voltou pro quinteto inicial e Powell foi pro banco – imagina como deve ter sido difícil pro cara que tinha acabado de ser All-Star pela primeira vez na carreira?

    O que poderia ter sido

    “Acho que eles poderiam ter sido dinâmicos, foi só azar mesmo”, disse o Spo. E eu concordo com ele. Dois caras talentosos, Powell fazendo a melhor temporada da vida (21.7 pontos de média), Herro mostrando que é um talento único no ataque quando tá saudável.

    Mas aí que tá – quando um estava bem, o outro estava machucado. Era um vai-e-vem que não deixou os caras desenvolverem química. E química no basquete não é algo que você inventa da noite pro dia, ainda mais quando você muda todo o sistema ofensivo como o Heat fez essa temporada.

    Powell foi honesto: “Não tivemos uma chance real de descobrir como fazer funcionar”. E faz sentido. Como você vai criar entrosamento se mal consegue treinar junto?

    Lições pra próxima temporada

    O Heat vai ter decisões difíceis no verão. Manter os dois? Trocar um deles? Sinceramente, acho que mereciam uma chance real de jogarem saudáveis juntos por uma temporada inteira. Mas na NBA você não sempre tem esse luxo.

    O que mais me deixa frustrado é que dava pra sentir o potencial ali. Dois caras que sabem marcar, que podem criar pro time todo. Se tivessem conseguido 50, 60 jogos juntos e saudáveis, talvez a história seria diferente.

    E vocês, acham que o Heat deveria insistir nessa dupla ou partir pra outra? Porque pra mim, 21 jogos juntos é muito pouco pra julgar qualquer coisa.

  • Spoelstra se irrita com críticas após eliminação dolorosa do Heat

    Spoelstra se irrita com críticas após eliminação dolorosa do Heat

    Cara, que dor no peito foi ver o Heat ser eliminado assim, né? Perder por UM ponto na prorrogação pro Charlotte Hornets no Play-In… sinceramente, essas são as derrotas que mais doem. 127 a 126 e tchau temporada.

    Erik Spoelstra não gostou nem um pouco das críticas que vieram depois. E olha, eu entendo o cara perfeitamente — seis anos consecutivos de playoffs não é brincadeira nessa liga. Agora galera tá falando que foi uma temporada perdida? Spoelstra mandou a real:

    “Eu realmente senti que poderíamos ter tido de quatro a seis vitórias a mais, mas isso não aconteceu. Isso também poderia ter mudado como nos sentíamos sobre este time.”

    A dura realidade da NBA

    O técnico foi direto ao ponto sobre como é difícil manter o sucesso na NBA. E cara, ele tem razão. Quantos times conseguem ir aos playoffs seis anos seguidos? É coisa de time grande mesmo.

    “Não gostamos nem um pouco dessa sensação de estar fora no meio de abril. Mas também acho que vocês não podem simplesmente descartar ou desacreditar isso dizendo como é horrível que fizemos playoffs seis anos seguidos e não ganhamos um título. Este é um negócio difícil, e não há muitos times que conseguem fazer isso todo ano.”

    Mano, quando você para pra pensar… desde aquela final em 2023 contra o Denver (que dor), o Heat vem sofrendo. Duas eliminações seguidas na primeira rodada e agora nem pros playoffs chegaram. Mas 43-39 é uma melhora de seis vitórias em relação à temporada passada.

    Os garotos deram trabalho

    Uma coisa que eu gostei foi o Spoelstra destacar os jovens. Jaime Jaquez Jr., Kel’el Ware, Pelle Larsson e Kasparas Jakucionis… esses moleques têm potencial. E vocês, acham que o Heat consegue se reerguer na próxima temporada com essa base jovem?

    Olha, eu não sei vocês, mas acho que o Spoelstra tá certo em defender o trabalho. Seis anos de playoffs consecutivos não é pouca coisa, mesmo sem título. Agora é hora de renovar e voltar mais forte — porque cultura Heat não morre assim não.

  • Jaquez Jr. mostrou que é gigante: ano de ressurreição no Heat

    Jaquez Jr. mostrou que é gigante: ano de ressurreição no Heat

    Olha, vou ser sincero com vocês: eu não esperava que o Jaime Jaquez Jr. ia dar essa resposta toda depois das especulações de trade que rolaram o ano inteiro. O cara simplesmente ignorou a pressão e mandou ver na temporada.

    E que temporada, meu amigo! Médias de carreira em tudo: 15.4 pontos, 50.7% nos arremessos de quadra, 5.0 rebotes e 4.7 assistências saindo do banco. Compare isso com a temporada passada, quando ele passou pelo famoso ‘slump do segundo ano’ que derruba muito calouro promissor por aí.

    Spoelstra não escondeu a empolgação

    O Erik Spoelstra, que já viu muita coisa boa passar pelo Heat, não economizou nos elogios. Segundo ele, o que mais impressiona no Jaquez é a capacidade de penetrar no garrafão e criar jogadas para os companheiros. “Ele teve um grande ano de ressurreição. Foi trabalhar no verão passado e voltou com uma temporada impactante para nós”, disse o técnico.

    E cara, isso que o Spoelstra falou sobre a melhora no passe é real. O Jaquez evoluiu muito na visão de jogo — coisa que separa os bons dos grandes na liga.

    Disputando espaço com os gigantes

    A parte mais impressionante? O cara conquistou seus minutos (28.3 por jogo) mesmo com o Heat tendo um batalhão de alas: Andrew Wiggins, Norman Powell, Nikola Jovic, Simone Fontecchio. Não é fácil se destacar nesse meio.

    Aliás, vocês acham que ele merece algumas considerações para Sexto Homem do Ano? Eu acho que sim, embora o próprio Jaquez tenha se mostrado modesto sobre suas chances quando perguntaram.

    Infelizmente, a temporada do Heat acabou naquela derrota dolorosa para o Charlotte Hornets no play-in. Mas o Jaquez fez sua parte: 13 pontos, 6 rebotes e 8 assistências. Um veterano de 25 anos que claramente encontrou seu lugar no esquema do Spoelstra.

    Sinceramente, acho que Miami acertou em apostar no garoto. Depois de toda essa pressão de trade e críticas, ele respondeu da melhor forma possível: dentro de quadra. E isso, meus amigos, é o que separa os guerreiros dos meros jogadores.

  • Bam Adebayo ajudando Kel’el Ware com o ‘inferno’ do Spoelstra

    Bam Adebayo ajudando Kel’el Ware com o ‘inferno’ do Spoelstra

    Olha, quem acompanha o Miami Heat sabe que o Erik Spoelstra não pega leve com ninguém — especialmente com os jovens. E o Kel’el Ware, coitado, tem sido o alvo preferido do técnico nos últimos dois anos. Mas sabe quem tá salvando a vida do garoto? O Bam Adebayo.

    É isso mesmo. O Bam virou mentor do Ware e tá ensinando como sobreviver ao “tratamento Spoelstra”. E sinceramente, foi a melhor coisa que podia ter acontecido pro pivô de 22 anos.

    A Parceria que Tá Funcionando

    Os dois jogaram juntos em 49 jogos nesta temporada — uma dupla que os fãs do Heat adoram ver em quadra. E pelo que o próprio Ware falou, ter o Bam do lado faz toda diferença:

    “Bam é um grande mentor, ele passou por tudo que eu passei, lidou com o Spo, conversa comigo sobre isso… Estou desenvolvendo um relacionamento melhor com o Spo também”

    Cara, imagina estar no segundo ano da NBA e ter que aguentar o Spoelstra pegando no seu pé 24 horas por dia? Eu ficaria louco. Mas o Ware tá crescendo justamente por causa disso — e o Bam sabe disso melhor que ninguém.

    “Wade e Haslem me Deixavam Maluco”

    O mais interessante é ouvir o Bam contando como foi a própria experiência quando era novato. O cara confessou que D-Wade e Udonis Haslem faziam a mesma coisa com ele:

    “Wade costumava me irritar o tempo todo quando eu era rookies. Ele e o UD — um ficava me enchendo o saco em quadra, e quando eu ia pro banco, o UD continuava me irritando.”

    Mas olha o que ele falou depois (e isso é ouro puro): “Você precisa disso se quiser alcançar seu teto. Se você quer chegar em lugares que nem imagina, precisa dessas conversas honestas onde as pessoas vão te falar que você tá errado.”

    Monstro demais essa mentalidade, né? É a cultura Heat funcionando na prática.

    O Heat Não Perdeu o DNA

    Mesmo com a temporada decepcionante — primeira vez fora dos playoffs desde 2018-19 — o Heat mantém aquela pegada de formar jogadores na pressão. O Spoelstra admitiu que o crescimento do Ware “não foi linear”, teve altos e baixos, mas o garoto mostrou que consegue produzir nos momentos decisivos.

    E vocês sabem como é: no Heat, ou você aguenta a pressão ou sai pela porta dos fundos. O Ware tá claramente escolhendo aguentar — e com o Bam como mentor, as chances de dar certo são enormes.

    Sinceramente, acho que essa dupla Bam-Ware pode ser o futuro do garrafão do Miami. Se o pivô jovem continuar crescendo nesse ritmo, o Heat pode ter algo especial nas mãos. E aí, vocês acham que o Ware vai conseguir virar peça fundamental mesmo com toda essa pressão?

  • Spoelstra defende LaMelo Ball: ‘Não é jogador sujo’

    Spoelstra defende LaMelo Ball: ‘Não é jogador sujo’

    Olha, essa situação entre LaMelo Ball e Bam Adebayo virou um baita climão, mas o Erik Spoelstra surpreendeu geral com a postura dele. O técnico do Heat foi super ponderado e disse que não acha que o armador do Hornets merecia ser suspenso pelo lance polêmico que machucou o Bam.

    “Não acho que ele precisava ser penalizado mais”, disse Spoelstra ontem. E olha, vindo do técnico do time que foi prejudicado, isso pesa muito.

    O lance que parou a NBA

    Pra quem perdeu: na terça-feira, durante aquela derrota dolorosa do Heat por 127-126 em Charlotte (que eliminou Miami dos playoffs), o LaMelo agarrou o tornozelo do Bam enquanto ele estava caindo. O resultado? Adebayo machucou as costas e ficou fora de boa parte do jogo.

    A liga investigou tudo e classificou como falta flagrante. LaMelo levou multa de $35 mil pelo lance, mais outros $25 mil por soltar palavrão na entrevista pós-jogo. Mas não foi suspenso – e isso é o que importa pro Hornets, que joga hoje contra o Orlando no play-in.

    Sinceramente? Eu achava que ia dar suspensão. Esse tipo de lance é perigosíssimo e a NBA tem sido mais rigorosa ultimamente.

    Adebayo ainda espera um pedido de desculpas

    Agora, o Bam não ficou muito feliz com uma coisa: até agora, LaMelo não pediu desculpas pelo lance.

    “Não aconteceu”, disse Adebayo. “Quero que isso fique claro. Em algum momento vou encontrar ele de novo e vamos ter essa conversa.”

    E olha, não é a primeira vez que esses dois se desentendem. Em janeiro de 2024, LaMelo já tinha agarrado a perna do Bam durante uma corrida de transição. Na época, o pivô do Heat tropeçou mas não caiu.

    Spoelstra mostra classe

    O mais impressionante nessa história toda foi a postura do Spoelstra. Cara, o técnico podia estar pistola – afinal, perdeu um jogador importante num momento decisivo e ainda foi eliminado dos playoffs. Mas não, ele foi super equilibrado:

    “Não acho que ele é um jogador sujo. Apenas acho que, naquele momento, tudo pode ser verdade. Foi um lance sujo e perigoso. Deveria ter sido marcado na hora. Mas não foi, e aí você segue em frente.”

    Essa é a diferença entre técnicos experientes e os outros, né? Spoelstra sabe que reclamar não vai mudar nada. O Heat já era mesmo, então melhor manter a dignidade.

    E vocês, acham que LaMelo deveria ter sido suspenso? Eu ainda tô na dúvida se a liga foi muito mole ou se realmente foi justo. O que importa agora é ver se o garoto aprendeu a lição e para de fazer essas palhaçadas perigosas em quadra.

  • Spoelstra detona LaMelo: ‘Jogada idiota deveria ter expulsado ele’

    Spoelstra detona LaMelo: ‘Jogada idiota deveria ter expulsado ele’

    Cara, o Erik Spoelstra não poupou palavras depois da eliminação do Heat ontem à noite. O técnico estava fervendo depois que o LaMelo Ball derrubou o Bam Adebayo numa jogada que — na opinião dele — deveria ter resultado em expulsão.

    A situação foi assim: segundo quarto, Heat e Hornets brigando pela vida no play-in. LaMelo vai pra cima da cesta, leva um toco do Fontecchio e cai. Até aí, normal. O problema é que na queda, ele aparentemente puxou o Bam junto e nosso pivô caiu direto no cóccix. Lesão nas costas, fora do jogo. Game over pro melhor jogador do Miami.

    Spoelstra não engoliu

    “Eu não acho fofo. Não acho engraçado. Acho que foi uma jogada idiota. Uma jogada perigosa”, disparou o Spo na coletiva. E continuou: “Nosso melhor jogador ficou fora. Ele deveria ter sido penalizado por isso. Derrubar caras assim, palhaçada. Alguém tinha que ver isso. Ele deveria ter sido expulso do jogo.”

    Olha, eu entendo a revolta do cara. Imagina você estar numa partida decisiva e perder seu astro numa jogada duvidosa dessas? E o pior: o LaMelo ainda foi lá e fez a cesta da vitória faltando 5 segundos. 127-126 pro Charlotte, fim de temporada pro Heat.

    LaMelo se desculpou (mas será que cola?)

    O jovem armador tentou se explicar depois: “Peço desculpas por isso. Levei uma pancada na cabeça e não sabia muito bem onde estava. Mas vou falar com ele pra ver se está tudo bem.”

    Sinceramente? Difícil de engolir essa explicação. O cara pode ter se confundido na queda, mas puxar o Bam assim… sei não. E vocês, acham que foi proposital ou apenas um lance infeliz?

    O que mais me impressiona é como esses detalhes fazem diferença nos playoffs. O Bam jogou apenas 11 minutos — imaginem se ele tivesse ficado a partida toda. Num jogo que se decidiu por um ponto na prorrogação, a presença dele facilmente poderia ter mudado tudo.

    Agora o Charlotte vai enfrentar quem perder entre 76ers e Magic na sexta, enquanto o Heat já tá de férias. Uma temporada que prometia tanto, encerrada de forma frustrante por conta de uma jogada que nem deveria ter acontecido.

  • Ball fez jogada suja no Bam e Spoelstra quase infartou de raiva

    Ball fez jogada suja no Bam e Spoelstra quase infartou de raiva

    Cara, que jogada mais desnecessária do LaMelo Ball ontem no play-in. O Heat perdeu o Bam Adebayo logo no segundo quarto depois que o armador do Charlotte literalmente derrubou o pivô numa jogada que não tem lugar no basquete profissional.

    A sequência foi assim: Ball tentou uma bandeja, levou toco, o Bam pegou o rebote. Aí que vem a parte bizarra — o LaMelo, que tava no chão, agarrou o tornozelo esquerdo do Bam bem quando ele tava aterrissando. Resultado? Adebayo despencou de costas e ficou imediatamente contorcendo de dor.

    Spoelstra quase explodiu no banco

    Olha, eu vi o Erik Spoelstra puto muitas vezes, mas dessa vez ele tava fervendo. O técnico do Heat não conseguia acreditar que os árbitros não marcaram falta nenhuma no Ball — e olha que era lance pra expulsão, né?

    “Não acho isso bonitinho. Não acho isso engraçado. Acho uma jogada estúpida e perigosa”, desabafou Spoelstra depois da derrota por 127-126 na prorrogação. “Ele deveria ter sido expulso. Não tem lugar no jogo pra derrubar os caras assim.”

    E o mais revoltante? Os árbitros nem quiseram revisar a jogada! O Zach Zarba explicou que não dava pra revisar porque não pararam o jogo na hora e houve mudança de posse. Sinceramente, que regra mais sem sentido.

    Heat quase conseguiu a virada mesmo assim

    O mais impressionante é que mesmo sem o Bam — que é praticamente o coração do time — o Miami quase levou essa. Saíram perdendo 30-26 quando o pivô se machucou, mas viraram pra 54-52 no intervalo.

    Jaime Jaquez Jr. entrou no lugar do Bam no segundo tempo, mas convenhamos: trocar um All-Star três vezes por um novato é complicado. O Heat tentou de tudo, mas no final das contas o próprio LaMelo (que ironia do destino) cravou a cesta da vitória faltando 4.7 segundos.

    Bam saiu do jogo com apenas 6 pontos e 3 rebotes em 11 minutos. Pouco pra quem ia ser fundamental numa eliminatória dessas.

    E aí, vocês acham que o Ball mereceu alguma punição? Na minha opinião, jogada desleal dessas não pode passar batido. O basquete já é perigoso o suficiente sem essas palhaçadas no meio.

  • Spoelstra vai apostar em Kel’el Ware no play-in do Heat

    Spoelstra vai apostar em Kel’el Ware no play-in do Heat

    Olha, eu sempre achei que o Erik Spoelstra ia dar uma mexida na escalação antes do play-in, mas não esperava que fosse apostar tanto assim no Kel’el Ware. O técnico do Heat basicamente confirmou que o pivô de segundo ano vai começar jogando nas partidas decisivas que estão chegando.

    A pista veio na vitória de 140 a 117 sobre o Washington Wizards na sexta-feira. Com Tyler Herro, Norman Powell e Davion Mitchell fora, Miami botou Ware na escalação titular ao lado do Bam Adebayo — e cara, funcionou mesmo.

    A dupla de pivôs que a torcida queria ver

    Ware fez 12 pontos com 5/7 nos arremessos de quadra, incluindo 2/4 do perímetro, e ainda pegou 8 rebotes. Mas o mais importante foi a química com o Bam. Essa dupla de garrafão é algo que os fãs do Heat pedem há tempo, e finalmente parece que Spoelstra tá disposto a testar de verdade.

    “Muito disso foi tentar colocar o Kel’el nessa formação”, disse Spoelstra depois do jogo. “Kel’el é muito importante para o que estamos tentando fazer. Todos sabemos sobre seu potencial. Isso pode colocá-lo ao lado do Bam, estabilizá-lo um pouco para começar o jogo.”

    Timing perfeito para a experiência

    Sinceramente, faz todo sentido. O Heat tá na 10ª posição no Leste e precisa de uma vitória sobre o Atlanta Hawks no último jogo da temporada regular — mais uma derrota do Charlotte Hornets para o New York Knicks — para subir para o 9º lugar e ter o mando de quadra no play-in.

    E Spoelstra deixou claro que não é só por essa partida. O técnico explicou que nas últimas semanas, quando usava formações só com Bam no garrafão, acabava deixando Ware muito tempo no banco. “Ele é um jogador chave para nós, então isso permite que ele tenha minutos desde o início”, completou.

    Vocês acham que essa dupla de pivôs pode ser a chave para o Heat fazer barulho no play-in? Eu tô bem curioso pra ver como vai funcionar contra times mais preparados. Ware tem potencial absurdo, mas jogar partidas eliminatórias é outro nível de pressão.

    Uma coisa é certa: se Miami conseguir a 9ª posição e enfrentar Charlotte em casa, vai ser fundamental ter duas opções sólidas no garrafão. O play-in não perdoa erro, e essa pode ser a jogada que define tudo.

  • Heat volta pro play-in pelo 4º ano seguido – e olha que eles não queriam

    Heat volta pro play-in pelo 4º ano seguido – e olha que eles não queriam

    Cara, o Miami Heat conseguiu a proeza de ir pro play-in tournament pelo quarto ano consecutivo. E não, não é motivo de orgulho — pelo menos não pra eles.

    A situação se confirmou na derrota feia pra Toronto por 121-95 na terça-feira. Com essa, o Heat não consegue mais terminar no top 6 do Leste, ou seja: play-in obrigatório de novo.

    “Somos melhores que isso”

    O Bam Adebayo tinha falado há algumas semanas que “somos melhores do que ficar no play-in”. E sinceramente? Ele tem razão. Um time que chegou nas finais em 2023 não deveria estar nessa posição.

    Mas a realidade é dura: 13 vitórias e 20 derrotas contra os outros times do Leste que vão pros playoffs. Isso dói, né?

    O Erik Spoelstra não escondeu a frustração: “Estamos desapontados por não conseguirmos trazer outro nível de espírito competitivo”. Traduzindo: eles sabem que têm potencial pra mais.

    Pelo menos sabem jogar play-in

    Olha, se tem uma coisa que o Heat sabe fazer é sobreviver no play-in. Das três vezes que foram, passaram todas. No ano passado, como 10º colocado, ganharam dois jogos fora de casa pra garantir vaga. Em 2023, usaram o play-in como trampolim pra chegar nas finais da NBA — perdendo pro Denver, mas chegaram lá.

    Então experiência eles têm. A questão é: dá pra continuar dependendo disso? Na minha opinião, não. Um time com a tradição do Heat deveria estar brigando por posição mais alta na tabela.

    E vocês, acham que o Heat consegue repetir o milagre de 2023 e fazer uma campanha histórica saindo do play-in? Ou chegou a hora de admitir que esse núcleo precisa de mudanças?

    O play-in rola de 14 a 17 de abril. O Heat já garantiu vaga, agora é ver se consegue fazer alguma mágica de novo — porque com esse retrospecto contra times bons do Leste, vai precisar de muito mais que sorte.

  • Heat vai pro play-in de novo — e dessa vez não conseguiu esconder a decepção

    Heat vai pro play-in de novo — e dessa vez não conseguiu esconder a decepção

    Olha só que situação. O Miami Heat tá de volta ao play-in tournament pela quarta vez consecutiva. Quarta! E dessa vez, diferente das outras, deu pra ver que o desânimo bateu mesmo.

    A matemática cruel se confirmou ontem à noite na derrota por 121-95 pro Toronto Raptors — uma surra que garantiu que Miami não consegue mais chegar no top-6 do Leste. Ou seja: play-in ou nada.

    “Somos melhores que isso”

    Umas semanas atrás, o Bam Adebayo tinha falado uma coisa que ficou na cabeça: “somos melhores que estar no play-in”. Na época pensei: será mesmo? Porque sinceramente, pelos números que o time vinha apresentando, já dava pra desconfiar que essa história ia acabar mal.

    E Erik Spoelstra não escondeu a frustração depois da terceira derrota consecutiva pro Raptors na temporada (0-3, viu só): “Estamos desapontados, com certeza, por não conseguirmos trazer outro nível de espírito competitivo.” Traduzindo: time não jogou nada.

    Pelo menos têm experiência nisso

    Se tem uma coisa que não dá pra falar é que o Heat não tem experiência com play-in. Cara, eles empataram o recorde de participações com 4 vezes — junto com Atlanta e Golden State. É muita competência pra chegar sempre nessa situação limite, não vou mentir.

    Mas aqui vem a parte interessante: Miami sempre passou do play-in. Sempre. Na temporada passada, como 10º colocado, ganhou dois jogos fora de casa e garantiu a vaga. Em 2024, foi 1-1 e passou. E em 2023? Também 1-1, mas aí foi longe — chegou até as Finais da NBA contra o Denver.

    O problema é que dessa vez a vibe tá diferente. O time tá 13-20 contra as outras nove equipes do Leste que vão pros playoffs. Treze e vinte! É um número que dói de ver.

    Vocês acham que o Heat consegue fazer a mágica mais uma vez? Porque sinceramente, por mais que tenham essa experiência toda, o momento do time não tá dos melhores. Spoelstra falou que “temos espírito, nossos caras se recuperam”, mas também admitiu que precisam “chegar no nível da competição”.

    O play-in tá aí. De novo. E dessa vez vai ser interessante ver se a experiência compensa o momento ruim ou se finalmente a sorte acaba.