Tag: estatísticas

  • Os 5 times que podem brigar pelo título têm um padrão claro

    Os 5 times que podem brigar pelo título têm um padrão claro

    Olha só que interessante: apenas cinco times da NBA terminaram a temporada regular no top-10 tanto no ataque quanto na defesa. E por que isso importa? Porque historicamente, desde 1974, cerca de 75% dos campeões da NBA tiveram essas duas características durante a temporada regular.

    É tipo uma receita de bolo para ser campeão, sabe?

    Thunder lidera a defesa, mas todos estão equilibrados

    O Oklahoma City Thunder foi o monstro defensivo da liga, liderando com rating defensivo de 107.2, enquanto manteve um respeitável 119.2 no ataque (7º lugar). Cara, ver esse time defendendo é um espetáculo — são jovens, mas jogam com uma maturidade absurda.

    Os Spurs de San Antonio ficaram em 3º na defesa (110.9) e 5º no ataque (119.3). Wembanyama tá transformando aquele time numa muralha. O Detroit Pistons — sim, o Pistons! — teve a 2ª melhor defesa (109.7) e ficou em 10º no ataque (117.7).

    Do lado mais ofensivo, temos o Boston Celtics com o 2º melhor ataque da liga (120.7) e 4ª defesa (112.8). E o New York Knicks fechou o grupo com 3º lugar no ataque (120.0) e 8º na defesa (113.4).

    Net rating não mente

    Todos esses cinco times também ficaram no top-5 do net rating geral, que é basicamente a diferença entre pontos marcados e sofridos por 100 posses. É a estatística que mais revela a consistência de um time nas duas pontas da quadra.

    Agora, o interessante é que Denver Nuggets e Cleveland Cavaliers têm odds melhores para o título do que Knicks e Pistons, mesmo não estando nesse grupo seleto. Será que as casas de apostas estão certas ou os números históricos vão prevalecer?

    Uma coisa é fato: times que ficam fora do top-10 em uma categoria geralmente compensam ficando no top-3 da outra. O exemplo perfeito disso foi o Houston Rockets de 1995 — a única exceção histórica que ganhou o título ficando fora do top-10 nas duas pontas.

    E aí, quem vocês acham que vai confirmar essa estatística e levar o anel este ano?

  • Os MVPs esquecidos da NBA: quem manda em cada fundamento

    Os MVPs esquecidos da NBA: quem manda em cada fundamento

    Olha só, eu sempre falo que a NBA não é só sobre quem marca mais pontos ou pega mais rebotes. Tem caras que são absolutos monstros em fundamentos específicos que a galera nem repara direito. E os números não mentem — eles capturam TUDO que acontece em quadra, até aquela bandeja feia que você tentou esquecer.

    Depois de quase 60 mil minutos de basquete nesta temporada (sim, você leu certo), dá pra mapear exatamente quem são os reis de cada categoria. É tipo um Oscar do basquete, sabe? Vamos dos prêmios “menos famosos” até chegar nos caras que realmente dominam o jogo.

    O Ladrão: Toumani Camara lidera em roubos de bola

    Cara, o Camara do Portland é simplesmente um PEST em quadra. O maluco força 3.2 pontos extras por jogo só roubando bola e forçando turnover. Mas não é só interceptação não — ele é especialista em tirar falta ofensiva dos caras. Não é bonito de ver, mas é genial.

    Sinceramente? Eu admiro jogador assim. O cara que faz o trabalho sujo enquanto todo mundo quer aparecer com enterrada. Maxey (3.1), Dyson Daniels (3.0) e Nickeil Alexander-Walker (3.0) também estão nessa briga, mas Camara leva.

    O Rei do Step-back: Luka continua imparável

    Não tem jeito, né? Quando o assunto é fadeaway e step-back, Luka Doncic (agora no Lakers — que troca absurda!) é simplesmente diferenciado. Mesmo não sendo o mais certeiro, o volume é tão alto que ele termina na frente.

    O interessante é que “fadeaway” às vezes vira “step-back” nas estatísticas, mas enfim… quem acompanha sabe que Luka criou uma escola própria nesse fundamento. Cunningham, Tobias Harris e Fox também mandam bem, mas o esloveno (agora angelino) está em outro nível.

    O Sexto Homem perfeito: Ajay Mitchell surpreende

    Essa aqui me pegou de surpresa total. Ajay Mitchell do Thunder saindo do banco e fazendo +2.0 por jogo? O maluco era segunda rodada do draft 2024 e tá provando que Oklahoma City realmente sabe desenvolver talento.

    E olha que defesa absurda: só perde pro Alex Caruso em qualidade defensiva. Mitchell Robinson, Isaiah Joe e Keldon Johnson também estão bem, mas Mitchell tá em outro patamar. Vocês acham que ele consegue uma vaga de titular ano que vem?

    Na moral, essas estatísticas mostram que basquete é muito mais do que os highlights que a gente vê no Instagram. Tem cara fazendo a diferença de formas que nem imaginamos. E você, qual dessas categorias “escondidas” acha mais importante pro time?

  • Por que os Knicks podem surpreender nos playoffs (e não é pelo que você imagina)

    Por que os Knicks podem surpreender nos playoffs (e não é pelo que você imagina)

    Olha, vou ser honesto com vocês: quando eu penso nos Knicks como candidatos ao título, minha primeira reação é dar uma risadinha. Brunson é baixinho pra defender, o ataque às vezes trava do nada, o arremesso de 3 some nos piores momentos… Parece mais um time montado no FIFA do que um verdadeiro contender.

    Mas aí eu vi uma estatística que me fez parar pra pensar. E talvez devesse fazer vocês pensarem também.

    O quarto período é território dos Knicks

    Cara, esses caras são simplesmente monstros no último quarto. Não tô exagerando: eles são o primeiro colocado da liga em rating defensivo no quarto período — e por uma margem significativa. Primeiro em net rating também, com 11.6 pontos de diferença. Isso é absurdo.

    Sétimos em ataque no quarto período, primeiros em rebotes totais no período final. Desde aquela vergonha em casa contra os Mavericks em janeiro (vocês lembram daquele vexame?), eles são quartos em net rating nos “clutch minutes” — aqueles momentos decisivos que definem jogos.

    E sabe o que mais me impressiona? Eles têm a menor porcentagem de turnovers nesses momentos. Pode ser por causa do sistema meio travado que eles usam no final dos jogos, mas funciona.

    Já provaram que sabem sofrer

    Lembram do Natal contra os Cavaliers? Daquelas viradas épicas contra os Celtics na temporada passada? Da série contra os Pistons nos playoffs?

    Esse time já passou por cada tipo de pressão que vocês podem imaginar. Eles sabem jogar feio quando precisa, sabem ganhar no suor. E isso, sinceramente, vale mais que muito rating ofensivo bonito por aí.

    Claro, seria muito melhor se eles não precisassem correr atrás do prejuízo todo jogo. Seria ótimo se começassem bem as partidas ao invés de cavarem um buraco pra depois tentar sair. Mas nos playoffs? Quando cada posse vale ouro?

    A verdade que ninguém quer admitir

    Olha, eu sei que tem time com mais talento. Sei que tem elenco mais completo, mais profundo, com menos fraquezas óbvias. Mas basketball de playoff é diferente, galera.

    É sobre quem aguenta a pressão. Quem não desaba quando o jogo aperta. Quem sabe fazer a jogada certa quando todo mundo tá nervoso. E nesse quesito, os Knicks já provaram do que são capazes.

    E aí, vocês acham que eles conseguem usar essa força mental pra fazer barulho nos playoffs? Ou vão continuar sendo aquele time que promete mas não entrega quando importa?

  • Por que jogar mais rápido está deixando os times da NBA piores?

    Por que jogar mais rápido está deixando os times da NBA piores?

    Cara, tem uma parada bem maluca rolando na NBA essa temporada que tá quebrando tudo que a gente achava que sabia sobre basquete moderno. Todo mundo quer jogar rápido — os Knicks queriam, o Magic queria, o Portland queria, praticamente todos os 30 times da liga estão nessa vibe. Mas plot twist: os times mais rápidos estão jogando PIOR no ataque.

    Sério, olha só essa estatística absurda: dos 10 times com maior pace da liga, nenhum — NENHUM — tá no top 10 de eficiência ofensiva. E mais: três dos quatro piores ataques da NBA estão justamente entre os times mais acelerados. É o contrário do que todo mundo esperava, né?

    A inversão completa do jogo

    Enquanto isso, os times mais “lentos” estão destruindo geral. Cinco dos 10 times com menor pace estão no top 10 de ataque, e sete estão em posição de playoffs. O Denver, que tem a melhor eficiência ofensiva da liga, é apenas o 20º em pace. Os Celtics, Knicks e Hornets — todos com ataques monstruosos — jogam devagar.

    A diferença é tão grande que os 10 times mais lentos estão fazendo 3.1 pontos a mais por 100 posses que os 10 mais rápidos. Isso é o maior gap desde que começaram a medir essas estatísticas em 1996. Trinta anos de dados, cara!

    Na minha visão, isso acontece porque os times ficaram obcecados com a velocidade e esqueceram do básico. Como o Billy Donovan falou, sim, arremessos nos primeiros sete segundos da posse tendem a ser melhores, mas se você tá forçando uma bola de três super contestada só pra ser rápido, vai dar merda mesmo.

    Será que é hora de repensar tudo?

    O que mais me impressiona é que 18 times estão fazendo pelo menos 100 posses por jogo — dez anos atrás, só dois conseguiam isso (incluindo o Warriors do 73 vitórias). Todo mundo abraçou a filosofia “pace and space”, mas parece que esqueceram que espaço sem critério vira zona.

    E aí, vocês acham que isso vai impactar nos playoffs? Porque uma coisa é jogar rápido na temporada regular, outra é quando o jogo fica mais físico e cada posse vale ouro. Minha aposta é que vamos ver os times mais pacientes levando vantagem quando a pressão apertar de verdade.

    Sinceramente, acho que a NBA tá passando por uma fase de ajuste. Todo mundo correu atrás da fórmula mágica do pace, mas esqueceu que basquete ainda é sobre fazer as cestas certas na hora certa. Velocidade sem inteligência é só correria — e correria não ganha campeonato.

  • Spurs atropelam Heat e fazem história com estatísticas malucas

    Spurs atropelam Heat e fazem história com estatísticas malucas

    Mano, os Spurs tão numa pegada absurda! Seis vitórias seguidas e 22 triunfos nos últimos 24 jogos. Isso mesmo que você leu — eles são disparadamente o melhor time da NBA nos últimos dois meses. E olha só: não é contra time fraco não, viu. Muitas dessas vitórias foram contra equipes top de linha.

    Ontem foi a vez do Miami Heat levar uma surra histórica em San Antonio. E quando eu digo histórica, é porque esse jogo gerou umas estatísticas tão malucas que entraram pra história da NBA. Vou explicar essa loucura toda.

    O domínio no garrafão foi monstruoso

    Se contra o Indiana os Spurs já tinham dominado no rebote, contra o Heat foi ainda mais absurdo. Diferença de 24 rebotes no total e ainda pegaram 10 rebotes ofensivos a mais que Miami. O resultado? Sete arremessos de quadra a mais e oito lances livres extras. É matemática pura: mais posse, mais chance de fazer ponto.

    E por falar em lance livre, San Antonio foi cirúrgico: 25 acertos em 28 tentativas. Mesmo assim, Miami teve uma porcentagem melhor — 19 acertos em 20 tentativas, ou seja, 95% de aproveitamento. Só que aqui vem o dado maluco: desde 2012-13, apenas 16 vezes na temporada regular um time perdeu por mais de 25 pontos mesmo tendo pelo menos 95% nos lances livres com 20+ tentativas. Miami virou estatística rara do jeito mais doloroso possível.

    Quando fazer 16 cestas de três não adianta nada

    Quer saber uma coisa ainda mais bizarra? O Heat fez 16 bolas de três, uma a mais que San Antonio. Mas mesmo assim levou uma goleada. Isso é tão raro que aconteceu apenas 17 vezes nos últimos 12 anos: time fazer 16+ cestas de três, ter saldo positivo nas bolas longas e ainda assim perder por 25+ pontos.

    A explicação é simples — Miami até acertou muitas, mas errou muito mais. O aproveitamento foi terrível. É tipo fazer gol de bicicleta mas tomar cinco no outro lado do campo.

    Números que impressionam até quem entende

    Os Spurs tiveram diferencial de pelo menos 10 cestas de quadra e 6 lances livres convertidos a mais que o adversário. Desde 2012-13, isso aconteceu apenas 153 vezes. E sabe qual a média de pontos de diferença nesses jogos? 36 pontos! San Antonio “só” ganhou por 25, o que tecnicamente é até pouco pra esses números (risos).

    Sinceramente, eu não esperava ver uma temporada dos Spurs assim. Depois de anos reconstruindo, eles chegaram no ponto onde fazem outros times bons parecerem amadores. E vocês, acham que essa sequência se mantém nos playoffs? Porque do jeito que tão jogando, vai ser difícil parar esse trem.

    Uma coisa é certa: San Antonio não tá só ganhando, tá fazendo história com números que a gente raramente vê na NBA. E o mais assustador? Parece que ainda não chegaram no auge.