Tag: executivos NBA

  • Jameer Nelson pode virar o chefão dos Sixers – que loucura!

    Jameer Nelson pode virar o chefão dos Sixers – que loucura!

    Olha que história massa: Jameer Nelson, que jogou 14 anos na NBA como armador, pode estar prestes a dar o maior salto da carreira dele — só que agora de terno e gravata.

    O cara que comandava as jogadas em quadra tá cotado pra assumir o cargo máximo no front office dos Philadelphia 76ers. E não é papo furado não, viu? Ele já tá lá como GM assistente e, pelo que tô vendo, tem tudo pra subir ainda mais.

    De armador a chefão

    A situação é a seguinte: Nelson atualmente é o terceiro na hierarquia do front office dos Sixers, mas fontes dizem que ele já tem muito mais responsabilidade do que o normal pra alguém nessa posição. O pessoal lá dentro vê ele como uma estrela em ascensão na área administrativa.

    E faz total sentido, né? Quem melhor pra entender de basquete do que alguém que viveu a NBA por mais de uma década? Nelson sabe o que é pressão, conhece vestiário, entende de química de time. Isso não se aprende em faculdade, meu amigo.

    Mesmo se ele não conseguir o cargo principal, já tá confirmado que vai rolar uma promoção de qualquer jeito. Sinceramente, acho que é questão de tempo até esse cara estar comandando alguma franquia por aí.

    A conexão com Philly que ninguém esperava

    Aqui tem um detalhe curioso: Nelson nunca jogou pelos Sixers na carreira profissional, mas tem uma ligação forte com a Filadélfia. O cara cresceu na região e jogou basquete universitário na Saint Joseph’s. Ou seja, é sangue local mesmo — isso conta muito na NBA.

    Imagina só: um garoto que cresceu vendo os Sixers de perto, virou estrela da liga jogando por outros times, e agora pode voltar pra casa como executivo. É dessas histórias que a gente ama no esporte, não é?

    Mas óbvio que a concorrência tá pesada. Na disputa também estão Mike Gansey (Cavaliers), Nick U’Ren (Phoenix Mercury), Matt Lloyd (Timberwolves) e Trent Redden (Clippers). Galera experiente e com currículo forte.

    E aí, vocês acham que o Nelson tem o que precisa pra assumir essa responsabilidade? Eu, particularmente, acho que jogador que virou executivo sempre traz uma perspectiva diferente pro negócio. Vai ser interessante acompanhar essa!

  • Ex-dirigente do Hawks roubou quase 4 milhões e foi preso

    Ex-dirigente do Hawks roubou quase 4 milhões e foi preso

    Cara, que história absurda essa que saiu agora sobre o Atlanta Hawks. O ex-vice-presidente financeiro da franquia, Lester T. Jones Jr., acabou de ser condenado a três anos e cinco meses de prisão por roubar US$ 3,7 milhões do time. Isso mesmo — quase 4 milhões de dólares!

    E o mais revoltante? O cara usou o cartão corporativo da franquia pra bancar uma vida de luxo completa. Viagens pros Bahamas e Tailândia (US$ 80 mil só nisso), quase US$ 100 mil em roupas na Saks Fifth Avenue, um anel de diamante de mais de US$ 115 mil… Mano, que descaramento é esse?

    O esquema era mais elaborado do que parece

    Jones não era qualquer funcionário — ele trabalhava no departamento financeiro desde 2016 e em 2021 virou o cara do topo da área. Ou seja, tinha acesso total ao cofre do Hawks e abusou disso de uma forma criminosa.

    Segundo os promotores, ele gastou mais US$ 21 mil em relógios Omega e passou de US$ 160 mil em ingressos pra shows e eventos. Sinceramente, eu fico pensando: como ninguém percebeu antes? Um cara gastando essa grana toda no cartão da empresa…

    O promotor Theodore Hertzberg não poupou palavras: “Jones transformou seu emprego dos sonhos como executivo de alto escalão do Hawks numa oportunidade de roubar os fundos do time”. E completou dizendo que pra quem abusa da confiança do empregador dessa forma, “o destino final do trem da mordomia é a prisão federal”.

    FBI investigou tudo nos mínimos detalhes

    A investigação do FBI mostrou que Jones confessou culpa em dezembro passado. Além da cadeia, ele vai ter que pagar quase US$ 3,9 milhões de restituição. Ou seja, além de perder a liberdade, vai sair no prejuízo total.

    A agente especial Marlo Graham falou uma coisa que me chamou atenção: esse caso “destaca o dano significativo que pode ser causado por ameaças internas dentro de uma organização”. É isso aí — às vezes o perigo tá dentro de casa mesmo.

    Vocês acham que o Hawks tinha como detectar isso antes? Porque, pra ser honesto, US$ 3,7 milhões não é trocado… Alguém dormiu no ponto por lá, né não?

    O Hawks ainda não se manifestou oficialmente sobre a condenação, mas imagino que a franquia deve estar correndo atrás pra revisar todos os processos internos depois dessa bomba.

  • Ex-executivo do Hawks roubou US$ 3,7 mi e vai preso por 3 anos

    Ex-executivo do Hawks roubou US$ 3,7 mi e vai preso por 3 anos

    Olha só que história absurda saiu hoje: Lester T. Jones Jr., que era executivo de finanças do Atlanta Hawks, foi condenado a 3 anos e 5 meses de prisão por roubar US$ 3,7 milhões da franquia. Cara, US$ 3,7 milhões! É dinheiro pra comprar meio time da G-League.

    O maluco usava o cartão corporativo do Hawks como se fosse o dele próprio. E não era pra comprar um lanche não — eram viagens internacionais, joias, relógios Omega, roupas de grife. Sinceramente, eu não entendo como alguém acha que não vai ser pego fazendo uma coisa dessas numa organização da NBA.

    O esquema era mais elaborado do que parece

    Jones não foi apenas gastando no cartão da empresa. O cara montou um esquema bem pensado: ele criava pedidos falsos de reembolso, como se tivesse gastado dinheiro próprio em despesas de trabalho. Aí o Hawks depositava o dinheiro na conta dele. Genial? Talvez. Burro? Com certeza.

    Entre 2016 e 2025, ele trabalhou no departamento financeiro dos Hawks, e desde 2021 era vice-presidente sênior de finanças. Ou seja, tinha acesso total aos sistemas financeiros da equipe. Era literalmente a raposa cuidando do galinheiro.

    Gastou como se não houvesse amanhã

    Os gastos do cara foram de outro mundo: US$ 80 mil em viagens para as Bahamas e Tailândia, quase US$ 100 mil em roupas na Saks Fifth Avenue, um anel de diamante de mais de US$ 115 mil, relógios Omega de US$ 21 mil, e — pasmem — mais de US$ 160 mil em ingressos para shows e eventos esportivos.

    Gente, US$ 160 mil em ingressos! Dava pra assistir uns 50 jogos dos Hawks na courtside com essa grana. E olha que ele já trabalhava lá — provavelmente tinha acesso a ingressos gratuitos ou com desconto.

    O procurador federal Theodore S. Hertzberg não poupou palavras: disse que Jones transformou o “emprego dos sonhos” numa oportunidade de roubar a equipe. E complementou com uma frase que eu adorei: “o trem da alegria tem como destino final a prisão federal”.

    Os Hawks preferiram não comentar a sentença, o que é compreensível. Imagino o constrangimento da organização — descobrir que um executivo de confiança estava literalmente roubando a casa há quase uma década.

    E aí, pessoal, vocês acham que 3 anos e meio é suficiente pra quem roubou quase 4 milhões de dólares? Na minha opinião, o cara teve sorte — em alguns lugares do mundo, roubo dessa magnitude daria cadeia perpétua.