Tag: expansão NBA

  • NBA Europa em 2027? Liga quer parceria com EuroLeague

    NBA Europa em 2027? Liga quer parceria com EuroLeague

    Olha só que notícia insana: a NBA tá mesmo planejando criar uma liga europeia para 2027-28. E não é só papo furado não — eles já estão conversando com a EuroLeague pra fazer uma parceria ao invés de brigar por território.

    Cara, isso é revolucionário. Imagina só: NBA Europa. Com times de verdade, jogando no padrão NBA, mas do outro lado do oceano.

    Mark Tatum tocando o projeto

    Quem tá comandando essa operação é o Mark Tatum, vice-comissário da liga. O cara já foi até na Suíça conversar com o pessoal da FIBA — que é tipo a CBB mundial do basquete. Quando a NBA vai pessoalmente na sede da FIBA, vocês sabem que a coisa tá séria mesmo.

    O mais interessante é que eles mudaram de estratégia. Ao invés de chegar chegando e fazer concorrência direta com a EuroLeague, agora querem trabalhar juntos. Inteligente demais — por que brigar quando você pode somar forças?

    Mais de 20 clubes já demonstraram interesse

    E olha que absurdo: mais de 20 times europeus — tanto de basquete quanto de futebol — já bateram na porta da NBA querendo participar. Isso inclui equipes que já jogam na EuroLeague atual.

    Mano, imaginem times como Real Madrid, Barcelona, Fenerbahçe… jogando numa liga com padrão NBA? Com aquela produção televisiva, aqueles playoffs insanos, aquela intensidade? Vai ser de outro mundo.

    A NBA já tá até coletando propostas de potenciais franquias. Ou seja, não é mais questão de “se” vai acontecer, mas “como” vai acontecer.

    Na minha visão, isso pode ser um divisor de águas pro basquete mundial. Se der certo, quem sabe não vem uma NBA Ásia depois? Uma NBA América do Sul com participação brasileira? A imaginação já tá voando aqui.

    E vocês, o que acham? Vai dar certo essa NBA Europa ou vai ser mais uma tentativa fracassada de expandir o basquete americano?

  • NBA e FIBA analisam propostas para nova liga europeia

    NBA e FIBA analisam propostas para nova liga europeia

    Galera, a coisa tá ficando séria por lá. A NBA e a FIBA estão analisando as propostas de potenciais donos de franquias para uma nova liga na Europa, e pelo visto o interesse tá bem maior do que eles esperavam. Mark Tatum, vice-comissário da NBA, disse que eles ficaram “muito, muito felizes” com a quantidade de ofertas que chegaram.

    Olha, sinceramente? Eu não tô surpreso. Com os monstros europeus dominando a NBA hoje em dia — Jokic, Giannis, Wembanyama, Doncic —, era questão de tempo pra NBA querer investir pesado no berço desses caras.

    A liga pode começar em 2027

    Se tudo der certo, essa nova liga europeia pode começar a rolar em outubro de 2027. Imaginem só: uma liga com o padrão NBA, mas totalmente europeia. Tatum foi bem claro: “Isso não vai ser a NBA se opondo a nada na Europa. Vai ser uma liga europeia, construída por europeus, com europeus”.

    E o mais interessante? Eles vão se reunir em Genebra essa semana com o pessoal da EuroLeague. Porque querendo ou não, a EuroLeague já é uma potência no basquete europeu. A ideia é trabalhar junto, não brigar.

    Quais cidades podem ter times?

    Cara, a lista de possíveis sedes é de dar água na boca para qualquer fã de basquete. Estão falando de Londres e Manchester na Inglaterra, Paris e Lyon na França, Madrid e Barcelona na Espanha. Na Itália, Roma e Milão. Alemanha com Munique e Berlim, Atenas na Grécia e Istambul na Turquia.

    Vocês conseguem imaginar? Um clássico Barcelona vs Real Madrid no basquete? Um Milan vs Roma? Londres vs Paris? Meu Deus, as rivalidades históricas dessas cidades aplicadas no basquete…

    Na minha visão, isso pode ser o empurrão que faltava pro basquete europeu alcançar outro patamar. E com a NBA por trás, a estrutura e o marketing vão ser de primeira. A pergunta que fica é: será que os torcedores europeus vão abraçar essa nova liga, ou vão ver como invasão americana?

    Uma coisa é certa — se essa liga realmente sair do papel em 2027, o cenário do basquete mundial vai mudar drasticamente. E nós aqui do Brasil só podemos torcer pra aparecer mais oportunidades pros nossos jogadores também.

  • KD pode virar dono de time na Europa antes de se aposentar

    KD pode virar dono de time na Europa antes de se aposentar

    Gente, vocês viram essa bomba? O Kevin Durant não tá só pensando em aposentadoria — ele já tá de olho em ser DONO de time! E olha que genial: através da participação no PSG, o KD pode entrar na NBA Europa que deve rolar em 2027-28.

    O cara comprou uma fatia do Paris Saint-Germain em junho, depois de criar uma conexão com o presidente do clube durante as Olimpíadas de Paris. E não foi só por amor ao futebol, não. “Isso já estava nos planos, o PSG Basketball”, disse Durant. “Eles querem mais presença nos Estados Unidos, querem que a marca seja reconhecida mundialmente, não só na Europa.”

    A estratégia genial do Durant

    Sinceramente? Achei o movimento do KD muito inteligente. Enquanto outros jogadores só falam de aposentadoria, ele já tá se posicionando pro futuro do basquete. A NBA Europa deve ter 12 franquias fixas e mais 4 que se classificam anualmente — e olha que não vai ser barato entrar nessa, hein! As taxas de entrada podem variar entre 500 milhões e 1 bilhão de dólares.

    E aqui vem o pulo do gato: jogadores ativos não podem investir em times da NBA normal, mas aparentemente podem na NBA Europa. É uma brecha que pode mudar tudo.

    KD não tá sozinho nessa

    O mais louco é que meio mundo da NBA já tá de olho nisso. O Luka Dončić faz parte de um grupo que quer uma franquia em Roma. O LeBron tem participação no Liverpool, que também quer entrar na NBA Europa. E o Giannis já disse que toparia tanto a NBA Europa quanto a Liga de Basquete da África.

    “Qualquer coisa que possa conectar a NBA com o resto do mundo, uma liga estruturada, cara, eu topo”, disse o Durant. E olha, eu concordo com ele — imaginem ver esses monstros jogando e sendo donos ao mesmo tempo?

    Vocês acham que essa mistura de jogador ativo e proprietário pode dar certo? Porque na minha visão, isso pode revolucionar completamente o basquete mundial. O futuro tá chegando mais rápido do que a gente imagina.

  • Hart quer fatia da expansão: ‘Jogadores merecem parte dos US$ 10 bi’

    Hart quer fatia da expansão: ‘Jogadores merecem parte dos US$ 10 bi’

    Olha, o Josh Hart dos Knicks soltou uma que deixou todo mundo pensando. O cara quer que os jogadores ganhem uma fatia das taxas de expansão da NBA — e sinceramente? Faz sentido pra caramba.

    A situação é a seguinte: lá em março, os 30 donos de franquias da NBA bateram o martelo de forma unânime. Vão abrir o processo de licitação para duas novas franquias — Las Vegas e Seattle. E quando digo que vai rolar grana, é MUITA grana mesmo. Estamos falando de aproximadamente US$ 10 bilhões por franquia.

    “A gente precisa de uma fatia disso”

    Hart não foi com rodeios: “A gente precisa ganhar uma parte disso”. E cara, pensando bem, o argumento dele não é absurdo não. Afinal, são os jogadores que colocam o show na quadra, que fazem a liga valer esses bilhões todos.

    Na minha visão, essa expansão só é possível porque a NBA virou um fenômeno global — e quem construiu isso? Os caras que suam a camisa (literalmente) todas as noites. Desde o Magic e Bird nos anos 80, passando pelo Jordan, até chegar nos LeBron, Curry e companhia de hoje.

    É meio como se você ajudasse a construir uma casa e na hora de vender por um valor astronômico, só o dono embolsasse tudo. Complicado, né?

    Knicks tropeçam contra Charlotte

    Falando em Hart, o cara até que jogou bem na derrota por 114-103 para o Charlotte Hornets. Fez 16 pontos, 7 rebotes, 5 roubos de bola e 4 assistências. Jalen Brunson liderou com 26 pontos e 13 assistências — esse garoto é um monstro mesmo.

    Os Knicks estão com 48-26 na temporada, segurando a terceira posição no Leste. Nada mal, mas dá pra melhorar. O próximo teste é contra o Oklahoma City Thunder, e vai ser interessante ver como eles reagem.

    A discussão só começou

    Hart levantou uma questão que provavelmente vai render muito papo nos bastidores. Com a próxima negociação do acordo coletivo sempre no horizonte, esse tipo de demanda pode ganhar força.

    E vocês, o que acham? Os jogadores merecem mesmo uma parte dessa grana toda da expansão? Ou os donos têm razão em embolsar tudo, já que assumem os riscos financeiros?

    Uma coisa é certa: com Las Vegas e Seattle chegando, a NBA vai ficar ainda mais interessante. E essa discussão sobre divisão de receitas promete esquentar os debates entre liga e sindicato dos jogadores.

  • NBA vai expandir! Seattle e Las Vegas podem ter times em 2028

    NBA vai expandir! Seattle e Las Vegas podem ter times em 2028

    Galera, finalmente aconteceu! A NBA aprovou oficialmente dar os próximos passos para adicionar dois novos times — um em Seattle e outro em Las Vegas. Sinceramente? Era questão de tempo mesmo.

    A votação rolou na última quarta-feira e agora a liga vai começar a aceitar propostas para as duas franquias. E preparem-se: estão falando em valores entre 7 e 10 bilhões de dólares por time. Dez bilhões! É dinheiro que nem conseguimos imaginar direito.

    Magic Johnson já tá de olho em Vegas

    O que mais me empolga é ver que já tem gente interessada pra caramba. O Magic Johnson já disse abertamente que quer fazer parte do grupo que vai comandar o time de Las Vegas. Imaginem só — o cara que revolucionou a NBA nos anos 80 agora como dono de franquia. Seria absurdo demais.

    Além dele, o Billy Foley (dono do Vegas Golden Knights da NHL) também manifestou interesse. O cara já tem 15% de participação na T-Mobile Arena, que provavelmente seria a casa do novo time. Ou seja, a estrutura já existe.

    Seattle merece uma segunda chance

    Agora, sobre Seattle… cara, essa cidade merece muito ter um time da NBA de novo. Os SuperSonics foram embora em 2008 e até hoje os fãs de lá não superaram. Quem acompanha basquete sabe o quanto aquela torcida era fanática. O Gary Payton, o Shawn Kemp, depois o Kevin Durant começando a carreira lá… tem muita história.

    Na minha visão, Seattle vai ser um sucesso imediato. A galera de lá está com saudade há mais de 15 anos.

    E aí, como fica a competição?

    Olha, vou ser sincero — tem dois lados nessa história. Por um lado, mais times significa mais oportunidades pros jogadores, mais empregos, mais diversão pra gente que acompanha. Por outro, diluir o talento entre 32 times em vez de 30 pode deixar algumas equipes bem fracas por um tempo.

    Vocês acham que isso vai aumentar o problema do tanking? Eu acho que sim, pelo menos nos primeiros anos. Os times novos vão precisar de tempo pra se estabelecer, e isso pode gerar umas temporadas bem sofridas.

    Ah, e tem a questão das conferências também. Com Seattle e Vegas no oeste, um time vai ter que mudar pra conferência leste. As apostas estão no Minnesota Timberwolves ou Memphis Grizzlies. Faz sentido geograficamente.

    O plano é que tudo esteja funcionando na temporada 2028-29. Ainda tem muita coisa pra resolver — principalmente quem vai bancar essa fortuna toda. Mas uma coisa é certa: a NBA vai ficar ainda mais interessante.

    E vocês, torcendo pra que times? Eu já tô imaginando como vai ser ver esses novos times no Draft…

  • SuperSonics voltando? Seattle tá cada vez mais perto do retorno

    SuperSonics voltando? Seattle tá cada vez mais perto do retorno

    Galera, parece que finalmente tá acontecendo. Depois de 20 anos esperando, Seattle pode estar voltando pra NBA — e com o nome SuperSonics de volta!

    A liga aprovou por unanimidade o início do processo de expansão, e Seattle é uma das duas cidades na mira (a outra é Las Vegas). O preço? Entre 7 e 10 bilhões de dólares por franquia. É dinheiro que não acaba mais.

    A diferença é que Seattle já tem história

    Enquanto Las Vegas vai ter que criar tudo do zero — nome, logo, identidade —, Seattle tem uma vantagem absurda: pode simplesmente ressuscitar os SuperSonics. E cara, que marca é essa! Qualquer fã de NBA que se preze conhece os Sonics.

    O nome veio da Boeing, que na época (1967) estava desenvolvendo um avião supersônico. Genial, né? A franquia ficou em Seattle por 40 anos até 2008, quando foi vendida e virou Oklahoma City Thunder. Sim, aquele mesmo Thunder do Kevin Durant.

    Vocês lembram dos times dos anos 90? Gary Payton, Shawn Kemp, Detlef Schrempf… Que equipe era aquela! Chegaram nas finais de 96 com 64 vitórias na temporada regular, mas esbarraram no Michael Jordan. O que dói até hoje, imagino.

    O título de 79 que ninguém esquece

    Os SuperSonics foram campeões uma vez, em 1979. Time dirigido por Lenny Wilkens e com Jack Sikma como estrela. Bateram Lakers, Suns e Washington Bullets — sendo que tinham perdido pra esse mesmo Washington na final do ano anterior. Que revanche!

    Sinceramente, acho que poucos times tiveram uma identidade tão forte quanto aqueles Sonics dos anos 90. Era basquete bonito de assistir, mesmo perdendo pro Bulls.

    A última vez que eles fizeram playoffs foi em 2005, com Ray Allen e Rashard Lewis. Depois disso, só ladeira abaixo até a mudança pra Oklahoma City em 2008 — um ano depois de draftarem o Kevin Durant. Imaginem se ele tivesse ficado em Seattle…

    2028 pode ser o ano

    Se tudo der certo, as novas franquias começam a jogar na temporada 2028-29. Seattle já tem arena (Climate Pledge Arena) e, mais importante, tem uma base de fãs que nunca desistiu. Já vi muito fã dos Sonics por aí que até hoje usa a camisa do time.

    E aí, vocês acham que vai rolar mesmo? Eu tô bem confiante dessa vez. A NBA tá com sede de expandir, Seattle nunca parou de querer a volta, e agora tem dinheiro suficiente circulando pra fazer acontecer.

    Uma coisa é certa: se os SuperSonics voltarem, vai ser uma festa que o mundo todo vai querer ver.

  • NBA vai ganhar R$ 100 bilhões com expansão – cada dono leva R$ 3 bi

    NBA vai ganhar R$ 100 bilhões com expansão – cada dono leva R$ 3 bi

    Cara, segurem os cavalos porque a NBA tá prestes a fazer uma grana ABSURDA com expansão. Estamos falando de US$ 20 bilhões — isso é mais de R$ 100 bilhões na cotação atual. E o mais louco? Cada um dos 30 donos atuais vai embolsar pelo menos US$ 650 milhões só com as franquias americanas.

    Na minha visão, isso muda completamente o jogo. A liga votou oficialmente na quarta-feira pra buscar expansão doméstica, com Las Vegas e Seattle na mira, além da tal NBA Europe que deve começar em 2027.

    Seattle quer vingança, Vegas quer sua primeira chance

    Seattle perdeu o SuperSonics em 2008 (que virou o Thunder de Oklahoma City), e desde então a cidade não para de fazer lobby pra voltar. A dona do Kraken de hockey, Samantha Holloway, tá movendo céus e terras pra trazer a NBA de volta. Inclusive, ela acabou de criar uma empresa guarda-chuva pro Kraken e a Climate Pledge Arena — que, olha só, foi construída pensando no basquete também.

    Las Vegas é outro papo. A cidade que nunca dorme quer sua primeira franquia da NBA, e pelo que parece, vai ter briga feia entre vários grupos interessados. Sinceramente? Faz todo sentido. A cidade já tem os Golden Knights (NHL) e os Raiders (NFL) bombando.

    Europa entra no páreo com força total

    Mas o negócio não para por aí. A NBA Europe vai ter entre 10 e 12 times espalhados por Londres, Paris, Berlim, Madrid e Barcelona. Os grupos interessados? PSG, Real Madrid, AC Milan… e até fundos soberanos da Arábia Saudita estão na jogada.

    Cada licença europeia deve custar entre US$ 300-500 milhões, e a NBA vai ficar com 50% da liga. É praticamente impossível dar errado financeiramente falando.

    Vocês acham que isso vai diluir o produto? Ou pelo contrário, vai globalizar ainda mais o basquete? Eu tô dividido, mas uma coisa é certa: com o Celtics valendo US$ 6,1 bilhões e os Lakers US$ 10 bilhões, ter uma franquia da NBA hoje é praticamente imprimir dinheiro.

    O prazo pra primeira rodada de propostas europeias é 31 de março. Vai ser interessante ver quem entra com força nessa disputa. Uma coisa eu tenho certeza: os donos atuais da NBA vão dormir muito bem sabendo que cada um vai ganhar pelo menos meio bilhão de dólares só por existir.

  • LeBron dono de time em Vegas? O sonho pode ter virado pesadelo

    LeBron dono de time em Vegas? O sonho pode ter virado pesadelo

    Cara, lembra quando o LeBron falou que queria ser dono de um time da NBA em Vegas? Pois é, parece que o negócio complicou — e muito.

    A liga deve votar no dia 25 de março sobre a expansão com times em Las Vegas e Seattle. Se 23 dos 30 donos aprovarem (o que é bem provável), aí sim começa a correria pra ver quem vai bancar essas franquias na temporada 2028-29. E olha, não vai ser barato não: estão falando de 7 a 10 bilhões de dólares por time. É isso mesmo que vocês leram — BILHÕES.

    O problema do LeBron

    Mesmo sendo o primeiro jogador ativo a virar bilionário, o King sozinho não consegue bancar essa parada toda. A esperança dele era contar com o Fenway Sports Group — os caras que são donos do Red Sox e do Liverpool, e que o LeBron tem sociedade desde 2011.

    Só que agora veio a bad news: segundo o The Athletic, o Fenway Sports Group não tá interessado em comprar time da NBA justamente por causa desse preço absurdo. E sem eles, fica “menos provável” que o LeBron consiga tocar esse projeto pra frente.

    Sinceramente, eu não esperava isso. O cara sempre falou com tanta paixão sobre ter um time em Vegas… “É a melhor torcida do mundo, e eu adoraria trazer um time aqui”, disse ele em 2022. Até chamou o Adam Silver pelo nome, olha só a confiança.

    Ainda tem jeito?

    Claro que o LeBron tem outros contatos no mundo dos negócios — o cara é um monstro empresarial. Mas encontrar parceiros dispostos a desembolsar essa grana toda não vai ser moleza.

    E tem outro detalhe: pra ser dono, ele precisa se aposentar primeiro. E até agora nada de anúncio sobre aposentadoria. Aliás, ele vai ser agente livre neste verão, então a situação tá meio em aberto mesmo.

    O que vocês acham? O LeBron consegue dar um jeito de realizar esse sonho ou vai ter que engolir essa? Porque, olha, ver o cara que sempre conseguiu tudo que quis esbarrar numa parede dessas é meio surreal. Mas quando o assunto é dinheiro nessa escala, até o King tem limites.

    Uma coisa é certa: se a expansão for aprovada, vai ser um jogaço ver quem consegue bancar essas franquias. Vegas e Seattle merecem ter times da NBA, mas o preço tá de assustar qualquer um — até bilionário.