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  • Josh Hart manda a real sobre analytics e viraliza: ‘É poste pra bêbado’

    Josh Hart manda a real sobre analytics e viraliza: ‘É poste pra bêbado’

    Cara, o Josh Hart simplesmente entregou uma das frases mais geniais que já ouvi sobre analytics no basquete. E olha que eu acompanho NBA há anos, mas essa foi de outro planeta.

    Na coletiva após arrasar com os Cavaliers no Jogo 2 das finais do Leste (vitória por 109-93), o cara soltou essa pérola quando perguntaram sobre sua performance não aparecer tanto nas estatísticas: “Analytics são como um poste pra um bêbado. Você pode se apoiar neles, mas eles não te levam pra casa”.

    Mano, o Karl-Anthony Towns tirou os óculos escuros na hora e ficou tipo “que diabos foi isso?”. A reação dele foi impagável — dá pra ver que nem ele esperava uma filosofia dessas do Hart.

    A noite monstro que justificou a filosofia

    E o melhor? Hart falou isso depois de meter 26 pontos (recorde pessoal nos playoffs), com 5 bolas de 3 em 11 tentativas. Lembrando que o cara tava convertendo apenas 26,7% do perímetro nos playoffs antes desse jogo. Cleveland literalmente provocou ele pra arremessar, e Hart fez eles se arrependerem amargamente.

    Mais 7 assistências, 4 rebotes, 2 roubos de bola e apenas 1 turnover. Números que não contam a história toda, mas mostram porque Mike Brown comparou ele com Andre Iguodala — aquele cara que ganhou 4 títulos sendo o “pegador de rebote” do Warriors.

    Jay Wright, o mestre por trás da frase

    Plot twist: Hart revelou que a frase não é dele. É do Jay Wright, técnico que comandou ele, Jalen Brunson e Mikal Bridges na Villanova. Coincidência? Todos esses caras hoje são peças-chave dos Knicks.

    “Mérito do Jay Wright, cara”, disse Hart, dando os créditos ao técnico que os levou ao título universitário em 2016. E sinceramente, faz todo sentido — Wright sempre foi conhecido por formar jogadores inteligentes, que entendem o jogo além dos números.

    A zoação entre Hart e Towns foi épica também. Towns falou que na Kentucky com o Calipari nunca ouviu isso, e Hart mandou na lata: “Você nem foi pra faculdade direito”. Savage.

    Olha, eu entendo analytics, acho úteis, mas Hart tem razão. Às vezes você precisa sentir o jogo, confiar no instinto. E quando o cara fala isso depois de meter 26 pontos numa final de conferência… é difícil discordar, né?

    Os Knicks lideram a série por 2-0. E com essa mentalidade do Hart, acham que Cleveland consegue reagir?

  • Mitchell Robinson tem só um trabalho nas finais do Leste: ‘ser um monstro’

    Mitchell Robinson tem só um trabalho nas finais do Leste: ‘ser um monstro’

    Olha, eu confesso que estava esperando muito por essa final do Leste entre Knicks e Cavaliers. E quando a Chiney Ogwumike falou na ESPN que o Mitchell Robinson tem “só um trabalho” contra os Cavs, eu ri alto aqui em casa. Porque ela mandou a real: o cara tem que “ser um monstro nos rebotes”.

    E mano, faz todo sentido. Se você lembra da série de 2023 entre esses times, o Robinson simplesmente destroçou Cleveland no garrafão. No jogo 5 que fechou a série (vitória por 106-95), o cara pegou 18 rebotes. Dezoito! Além de 2 roubos e 3 tocos em 36 minutos. Foi um massacre completo.

    A matemática é simples demais

    A estratégia dos Knicks é bem óbvia quando você para pra pensar. Do lado de Cleveland, você tem Jarrett Allen e Evan Mobley formando uma dupla de torres que, no papel, deveria dominar o garrafão. Mas aí que tá o problema — o Mitchell Robinson é justamente o tipo de jogador que vive pra incomodar essa galera.

    Só nesta temporada, em dois jogos contra os Cavs, Robinson pegou 29 rebotes em apenas 36 minutos totais. Dezesseis desses rebotes foram ofensivos. Cara, isso é coisa de maluco. É como se ele tivesse um ímã na mão pra bola quicada.

    E o mais interessante é que, três anos depois, a narrativa continua a mesma. O Allen até evoluiu bastante — nasceu até esse apelido de “Game 7 Jarrett Allen” por causa das atuações recentes dele. Mas eu lembro que em 2023 ele mesmo admitiu que “as luzes ficaram muito brilhantes” pra ele. Será que os Knicks ainda têm essa vantagem psicológica?

    O confronto que vai decidir tudo

    Na minha opinião, essa batalha no garrafão vai ser o fator decisivo da série inteira. Porque olha só: os Knicks mudaram muito desde 2023. Trouxeram OG Anunoby, Mikal Bridges, Karl-Anthony Towns… Já os Cavs trocaram Darius Garland pelo James Harden pra completar o trio com Mitchell e Mobley.

    Mas sabe o que não mudou? Mitchell Robinson continua sendo aquele cara irritante que pega rebote em bola que nem deveria existir. E contra um time que depende tanto do Allen e Mobley pra controlar o garrafão, isso pode ser o diferencial que ninguém tá calculando direito.

    Sinceramente, eu acho que a Chiney acertou em cheio. Robinson tem mesmo só um trabalho: ser um monstro nos rebotes. Se ele conseguir repetir o que fez em 2023, os Knicks largam com uma baita vantagem nessa final. E vocês, acham que ele consegue incomodar a dupla de Cleveland de novo?