Cara, o Howie Roseman não para mesmo. Depois de trazer de volta o tackle Fred Johnson mais cedo, o cara já tava mexendo os pauzinhos de novo e fechou com o wide receiver Elijah Moore num contrato de um ano. E olha, essa contratação me deixou curioso — vou explicar o porquê.
Moore foi segunda rodada do Jets em 2021 e, sinceramente, começou voando. No ano de calouro, o moleque pegou 43 passes pra 538 jardas e 5 touchdowns em apenas 11 jogos. Números que faziam qualquer um pensar: “esse aí vai ser monstro”.
A saga das trocas e frustrações
Aí que a coisa desandou. Em 2022, mesmo jogando mais partidas, os números despencaram e Moore ficou pistola. Mesmo sendo o segundo receiver em targets no Jets (atrás só do Garrett Wilson), o cara pediu trade. Não tava feliz e não fez questão de esconder.
Foi parar no Cleveland, onde ficou duas temporadas (2023-24) sem fazer muito barulho. Quando virou agente livre, assinou com o Buffalo Bills — finalmente ia jogar por um time competitivo, né? Mas não rolou. Foi cortado em novembro pra dar lugar ao Brandin Cooks. Depois disso, só um pulo pelo practice squad do Denver, sem nem entrar em campo.
Última chance em Philly?
Agora tá em Philadelphia, e vou ser sincero: aos 25 anos, essa pode ser a última oportunidade real dele de se provar na NFL. O cara já passou por Jets, Browns, Bills e Broncos em quatro anos. Isso não é normal, galera.
A pergunta que fica é: será que Moore consegue voltar a ser aquele jogador de 40+ recepções que a gente viu em 2021? A cultura dos Eagles é diferente — time sério, organizado, que não aceita frescura. Se ele comprar a briga e abraçar o sistema, pode ser que role.
Vocês acham que ele aguenta a pressão dessa vez? Porque olhando o histórico, o cara parece ser meio problemático quando as coisas não saem do jeito dele. Mas sei lá, às vezes é isso mesmo que um jogador precisa — um ambiente que não aceita desculpa e cobra resultado.
Por enquanto, é uma aposta de baixo risco pros Eagles. Contrato de um ano, sem muito compromisso financeiro. Se der certo, maravilha. Se não der, tchau e obrigado. Mas pra Moore, cara… essa aí pode ser a última estação.


