Tag: G League

  • Mac McClung vira GOAT da G-League com 59 pontos absurdos

    Mac McClung vira GOAT da G-League com 59 pontos absurdos

    Gente, eu preciso falar sobre o que aconteceu ontem à noite na G-League. Mac McClung — sim, aquele cara das enterradas insanas do All-Star — simplesmente fez história de uma forma que ninguém esperava.

    O maluco não só marcou 59 pontos (CINQUENTA E NOVE!) pelo Windy City Bulls, como também virou o maior pontuador da história da G-League. Passou o Renaldo Major, que tinha 5.299 pontos na carreira, e agora é oficialmente o GOAT das ligas menores.

    A noite mágica que mudou tudo

    Cara, os números dessa partida contra o Birmingham Squadron são de outro planeta. McClung acertou 19 de 34 arremessos, cravou 8 bolas de três em 17 tentativas e ainda foi 8/10 nos lances livres. Ah, e de quebra ainda distribuiu 10 assistências.

    Sinceramente? Eu tô impressionado. O cara tá fazendo média de mais de 31 pontos por jogo esta temporada. TRINTA E UM! Na G-League, mas ainda assim é absurdo.

    E o mais louco é que McClung só jogou 10 partidas na NBA na carreira toda. Dez. Enquanto isso, ele tá destruindo todo mundo na liga de desenvolvimento como se fosse um videogame no modo fácil.

    Hora de subir pro time principal?

    Olha, eu sei que a NBA é um bicho completamente diferente da G-League. A velocidade é outra, a defesa é mais intensa, e por isso o Mac nunca conseguiu se estabelecer por lá. Mas depois de uma performance dessas…

    Os fãs tão pegando no pé do Chicago Bulls nas redes sociais (e com razão). Um cara postou: “Mac McClung marca melhor que muitos jogadores da NBA”. Outro desabafou: “59 pontos, 10 assistências, 8 bolas de três… e vocês ainda deixam ele num contrato two-way enquanto o banco dos Bulls tá uma bagunça?”

    Vocês acham que ele merece uma chance real na NBA? Porque eu tô começando a achar que sim. O cara já provou que sabe jogar bola — e não é só nas enterradas do All-Star Weekend. É claro que defender na NBA é outra história, mas alguém que marca 59 pontos numa noite merece pelo menos ser testado, não acham?

    McClung virou lenda da G-League de forma definitiva. Agora é ver se alguém vai ter coragem de dar uma oportunidade real pra ele brilhar no palco principal.

  • Fultz tenta ressurreição nos Raptors após anos de pesadelo na NBA

    Fultz tenta ressurreição nos Raptors após anos de pesadelo na NBA

    Cara, a história do Markelle Fultz é de dar dó mesmo. O cara foi primeira escolha do draft de 2017 — PRIMEIRA ESCOLHA! — e agora tá aí mendigando um contrato de 10 dias com os Raptors. É de quebrar o coração de qualquer fã de basquete.

    Os Raptors acabaram de anunciar a contratação do armador, que não jogava na NBA desde a temporada passada quando fez uns jogos apagados pelo Kings. E quando digo apagados, é apagado mesmo: 2.9 pontos por jogo em 21 partidas. Praticamente um fantasma em quadra.

    De promessa a decepção

    Vocês lembram da expectativa em cima do Fultz? O Philadelphia trocou a terceira escolha E MAIS uma primeira rodada só pra subir duas posições no draft e pegar ele. Imaginem o desespero dos caras hoje em dia vendo onde ele chegou.

    As lesões perseguiram o moleque desde o começo. Nos dois primeiros anos na NBA, jogou menos de 20 partidas por temporada. Menos de vinte! É como se ele fosse um jogador fantasma no roster dos Sixers.

    Sinceramente, eu sempre torci pra esse cara dar a volta por cima. Ele até teve uns momentos em Orlando — na temporada 2022-23 chegou a fazer uma média de 14 pontos com 51.4% de aproveitamento nos arremessos. Nada mal pra quem tava praticamente morto e enterrado.

    Última chance nos playoffs?

    O timing da contratação não é coincidência. O Immanuel Quickley tá com fasceíte plantar no pé direito (que lesão chata, meu Deus), e os Raptors precisam de profundidade na posição. Eles tão em quinto no Leste e querem brigar nos playoffs.

    O mais interessante é que o Fultz pode jogar na pós-temporada porque não tava em roster da NBA depois de 1º de março. Regra meio estranha, mas enfim.

    Antes de voltar pra NBA, ele tava jogando no Raptors 905 (o time da G League). Os números não eram absurdos — 9.4 pontos e 6.2 assistências em cinco jogos — mas pelo menos mostrou que ainda sabe jogar basquete.

    E aí, vocês acham que ele consegue se firmar dessa vez? Ou vai ser mais uma tentativa frustrada de ressurreição? Eu, na moral, torço pra que ele consiga. Todo mundo merece uma segunda (terceira, quarta…) chance.

  • Jazz aposta novamente em Bez Mbeng: vale a pena?

    Jazz aposta novamente em Bez Mbeng: vale a pena?

    Olha, eu não sei vocês, mas quando vi que o Utah Jazz renovou o contrato de 10 dias do Bez Mbeng pela segunda vez, pensei: esse cara deve ter algo especial mesmo. Não é todo dia que um jovem de Yale consegue impressionar uma franquia da NBA a ponto de ganhar uma segunda chance.

    O que Mbeng mostrou até agora?

    Em cinco jogos pelo Jazz (sendo um como titular), o armador de 1,93m está fazendo números interessantes: 4,8 pontos, 4,2 assistências, 4,0 rebotes e 1,6 roubos de bola em 33 minutos por jogo. Não são números de All-Star, mas pra um cara que veio do college, tá longe de ser ruim.

    O que me chama atenção mesmo é a versatilidade do garoto. Armador que pega rebote? Que defende bem? Isso é ouro no basquete moderno. E sinceramente, com o Jazz em fase de reconstrução, faz todo sentido testar jovens talentos assim.

    A trajetória até aqui

    Antes de chegar ao Jazz, Mbeng estava arrebentando na G League pelo Sioux Falls Skyforce. Em 41 jogos, cravou médias de 6,5 pontos (com 49,5% de aproveitamento nos arremessos), 5,0 rebotes e 3,8 assistências. O mais louco? O cara fez um triple-double contra o Rio Grande Valley em fevereiro: 12 pontos, 13 rebotes e 12 assistências. Monstro!

    Na faculdade, em Yale, o negócio era ainda mais impressionante. Quatro temporadas, 120 jogos, e o cara foi eleito Melhor Jogador da Ivy League em 2024-25. Ah, e pegou o prêmio de Melhor Defensor da liga por três anos seguidos. Três! Isso não é coincidência, galera.

    Vai colar na NBA?

    Essa é a pergunta que não quer calar, né? Na minha visão, o Mbeng tem perfil pra pelo menos ser um jogador de rotação sólido. Não vai ser estrela, mas no basquete de hoje, um cara que defende múltiplas posições, distribui bem a bola e não precisa forçar o ataque tem muito valor.

    O Jazz claramente viu algo nele — senão não daria uma segunda chance. E olha, considerando que o time tá em rebuilding mesmo, por que não apostar num jovem hungão que já mostrou que sabe jogar basquete de verdade?

    Vocês acham que ele consegue se firmar no elenco ou é só mais um teste que não vai dar certo? Eu tô torcendo pro garoto, até porque ver alguém saindo de Yale e chegando na NBA é sempre inspirador.

  • Fultz volta à NBA pelo Toronto: será que a mágica pode rolar?

    Fultz volta à NBA pelo Toronto: será que a mágica pode rolar?

    Gente, vocês lembram do Markelle Fultz? Aquele garoto que foi primeira escolha geral do draft em 2017 e que simplesmente esqueceu como arremessar? Pois é, o cara tá de volta à NBA — Toronto Raptors acabou de assinar um contrato de 10 dias com ele.

    Olha, eu confesso que não esperava essa. Fultz vinha jogando pela filial dos Raptors na G League, o tal do Raptors 905, e os números até que não estavam ruins: 9.4 pontos, 2.4 rebotes e 6.2 assistências em quase 24 minutos por jogo. Nada espetacular, mas pro cara que praticamente sumiu do basquete, tá valendo.

    O que esperar do retorno?

    A real é que Fultz virou quase uma lenda urbana da NBA. Primeira escolha geral dos Sixers, promessa absurda, e do nada desenvolveu aqueles problemas de arremesso que ninguém conseguia explicar direito. Lembram daqueles vídeos dele tentando acertar lance livre? Era de dar dó.

    Na temporada passada pelo Sacramento Kings, ele mal viu quadra — só 21 jogos, média de menos de 9 minutos, números praticamente inexistentes. Mas cara, às vezes um cara só precisa da oportunidade certa, né?

    Toronto fazendo a aposta certa?

    Os Raptors tão em quinto no Leste, disputando posição com Hawks e Sixers (que ironia, né?). Com apenas um jogo de vantagem na coluna de derrotas, cada movimento conta. E sinceramente? Acho que eles não têm muito a perder com essa.

    Fultz sempre teve visão de jogo absurda — essas 6.2 assistências na G League mostram que a cabeça ainda funciona. Se o arremesso voltar nem que seja 70% do que era antes dos problemas, o Toronto pode ter achado um diamante bruto no lixão.

    E aí, vocês acham que o Fultz consegue se reerguer dessa vez? Ou será mais uma tentativa que vai dar em pizza? Eu, particularmente, torço pelo garoto — todo mundo merece uma segunda (ou terceira, ou quarta) chance.

  • Markelle Fultz volta à NBA: Raptors apostam na redenção

    Markelle Fultz volta à NBA: Raptors apostam na redenção

    Cara, quem diria que em 2026 ainda estaríamos falando do Markelle Fultz? O moleque que foi primeira escolha geral em 2017 pelo Sixers acabou de assinar um contrato de 10 dias com o Toronto Raptors, e olha — eu tô torcendo pra dar certo dessa vez.

    Vocês lembram da saga toda, né? O garoto chegou sendo vendido como o próximo grande armador da liga, mas as lesões simplesmente destruíram os primeiros anos de carreira dele. Menos de 20 jogos em CADA uma das duas primeiras temporadas. Absurdo o azar que esse moleque teve.

    Da promessa ao ostracismo

    Fultz, que hoje tem 27 anos, passou a temporada passada no Sacramento Kings jogando apenas 21 partidas. Depois disso? G-League com o Raptors 905. É duro ver um cara que já foi primeira escolha geral tendo que provar seu valor na liga de desenvolvimento, mas pelo menos ele não desistiu.

    Na minha visão, a melhor fase dele foi mesmo em 2022-23 pelo Orlando Magic. 14 pontos e quase 6 assistências por jogo, aproveitamento de 51.4% nos arremessos. Nada espetacular, mas sólido. O cara se reinventou como um armador defensivo que sabe distribuir a bola — bem diferente daquele prospecto que prometia ser o próximo grande cestinha da liga.

    Timing perfeito para os Raptors

    E o timing dessa contratação? Perfeito. Os Raptors estão numa briga insana pra não cair no play-in da Conferência Leste, dividindo essa zona de perigo com Hawks, Sixers (ironia do destino), Magic, Heat e Hornets. Qualquer reforço nessa altura do campeonato pode fazer a diferença.

    Sinceramente, eu acho que o Fultz pode ajudar. O cara amadureceu, passou por perrengue e hoje sabe exatamente qual é o papel dele numa equipe NBA. Não vai ser aquele armador franchise que todo mundo esperava, mas pode ser um sexto homem competente que entra, joga duro na defesa e não faz besteira com a bola.

    E aí, vocês acham que ele consegue se firmar em Toronto? Dez dias pode parecer pouco, mas às vezes é tudo que um jogador precisa pra provar que ainda tem lugar na melhor liga de basquete do mundo.

  • Fultz volta pra NBA! Ex-primeira escolha assina com os Raptors

    Fultz volta pra NBA! Ex-primeira escolha assina com os Raptors

    Olha só quem tá de volta! Markelle Fultz, aquele mesmo que foi primeira escolha geral do draft de 2017, acabou de assinar um contrato de 10 dias com o Toronto Raptors. Sinceramente? Eu não esperava essa.

    O cara passou a temporada toda na G League jogando pelo Raptors 905 — meio que testando as águas, né? E agora aos 27 anos, tá ganhando mais uma chance na liga. A última vez que vimos ele na NBA foi temporada passada, quando jogou 21 partidas pelo Sacramento Kings.

    A montanha-russa da carreira do Fultz

    Cara, a história desse moleque é de dar dó e admirar ao mesmo tempo. Lembram quando os Sixers pegaram ele como número 1? Todo mundo achava que seria o próximo Russell Westbrook. Aí veio aquela lesão estranha no ombro que simplesmente destruiu o arremesso dele.

    Nas duas primeiras temporadas, o cara mal conseguiu jogar — menos de 20 jogos em cada uma. Foi uma loucura total. Mas ó, o que eu mais admiro no Fultz é que ele nunca desistiu.

    A melhor fase dele foi em Orlando, na temporada 2022-23. O monstro fez 14 pontos e quase 6 assistências por jogo, acertando mais de 51% dos arremessos. Nada mal pra quem quase teve a carreira acabada, né?

    Encaixe perfeito no momento dos Raptors?

    E olha que timing interessante dos Raptors. O time tá numa briga insana pra não cair no play-in do Leste, disputando vaga com Hawks, Sixers, Magic, Heat e Hornets. Todo mundo grudadinho na tabela.

    Fultz hoje é um cara completamente diferente daquele rookie assombrado. Virou um armador defensivo muito sólido, que sabe movimentar a bola e não força jogada ruim. Não tem mais aquele arremesso de 3 pontos devastador que prometia, mas compensou virando um jogador inteligente.

    Vocês acham que ele consegue ajudar Toronto nessa reta final? Eu tô curioso pra ver como vai ser essa volta. Dez dias não é muito tempo, mas às vezes é tudo que um jogador precisa pra mostrar que ainda tem lenha pra queimar.

    No final das contas, torço pelo cara. Já passou por tanta coisa que merece pelo menos essa chance de mostrar que ainda pode contribuir na melhor liga de basquete do mundo.

  • Fultz, ex-1ª escolha do draft, volta à NBA com contrato de 10 dias

    Fultz, ex-1ª escolha do draft, volta à NBA com contrato de 10 dias

    Olha só quem tá voltando: Markelle Fultz assinou um contrato de 10 dias com o Toronto Raptors. Sim, o mesmo cara que foi a primeira escolha geral do draft de 2017 e que teve uma trajetória bem… complicada na liga.

    Fultz, que hoje tem 27 anos, passou a temporada na G League defendendo o Raptors 905. O cara ficou longe das quadras da NBA desde a temporada passada, quando jogou apenas 21 partidas pelo Sacramento Kings. E convenhamos, não foi exatamente uma temporada marcante.

    A montanha-russa da carreira

    Mano, a história do Fultz é de dar dó mesmo. Quando foi draftado pelos Sixers em 2017, todo mundo achava que seria o próximo grande armador da liga. Mas as lesões simplesmente acabaram com os primeiros anos dele — menos de 20 jogos em cada uma das duas primeiras temporadas. Isso é absurdo pra qualquer jogador, imagina pra uma primeira escolha.

    Mas o cara não desistiu, e isso eu respeito muito. Depois que foi pra Orlando, conseguiu se reinventar um pouco. A melhor temporada dele foi em 2022-23, quando fez 14 pontos e 5.7 assistências por jogo, com impressionantes 51.4% nos arremessos de quadra. Nada mal, né?

    O que ele pode oferecer pros Raptors?

    Hoje em dia, o Fultz virou um armador mais focado na defesa e na distribuição de bolas. Não é mais aquele cara que ia ser o próximo grande cestinha da liga, mas evoluiu pra ser um jogador sólido que faz o time funcionar.

    Os Raptors tão numa briga danada no Leste — disputando vaga no play-in com Hawks, Sixers, Magic, Heat e Hornets. Qualquer reforço pode fazer diferença nessa reta final, mesmo que seja só por 10 dias.

    Sinceramente? Eu torço pro cara dar certo. A NBA fica mais interessante quando jogadores que passaram por perrengue conseguem se reerguer. E vocês, acham que o Fultz consegue ajudar Toronto nessa briga pela pós-temporada?