Tag: Hawks vs Knicks

  • OG e KAT foram monstros no rebote pro Knicks no Jogo 5

    OG e KAT foram monstros no rebote pro Knicks no Jogo 5

    Cara, que aula de rebote foi essa dos Knicks no Jogo 5! OG Anunoby e Karl-Anthony Towns simplesmente dominaram o garrafão contra o Hawks de uma forma que deu até dó. Os dois caras pegaram 24 rebotes dos 48 do time — isso é METADE dos rebotes da equipe, mano.

    O mais louco? O Atlanta tinha uma das melhores estatísticas de rebote ofensivo da temporada regular. Mas ontem à noite no Madison Square Garden foi outra história completamente.

    Dupla destruiu no garrafão

    KAT e OG pegaram mais rebotes juntos (24) do que o Hawks inteiro conseguiu como equipe (21). Absurdo, né? Dos 24 rebotes da dupla, 14 foram na defesa — basicamente tirando qualquer segunda chance que o Atlanta poderia ter.

    “KAT e OG foram monstros”, disse Mike Brown depois do jogo. E olha, não tem como discordar. Limitaram os Hawks a apenas seis pontos de segunda chance e quatro pontos de contra-ataque. Isso é defesa de playoff raiz.

    Towns fez apenas sete arremessos na partida, mas contribuiu com 16 pontos e ficou a apenas quatro assistências do segundo triple-double consecutivo. O cara tá jogando um basquete inteligentíssimo — quando não tem o arremesso, vai pro rebote e criação.

    OG mostrando por que é peça-chave

    Anunoby fechou com 17 pontos e 10 rebotes, o segundo double-double seguido dele na série. Tá averaging 20 pontos e nove rebotes nos playoffs — números de estrela mesmo.

    “Ele é um dos melhores jogadores de duas pontas da NBA”, falou Towns sobre o parceiro. E não tá mentindo não. OG sempre foi conhecido pela defesa monstro, mas esse lado ofensivo dele tá impressionante.

    Sinceramente? Essa dupla no garrafão pode ser o diferencial dos Knicks nessa pós-temporada. Com Jalen Brunson finalmente engrenando também, esse time do New York tem cara de quem pode ir longe.

    Quinta-feira eles tentam fechar a série jogando fora de casa. E aí, será que o Hawks consegue reagir ou os Knicks vão mesmo pra próxima fase? Com o jeito que KAT e OG tão jogando, eu apostaria no Knicks fechando logo.

  • Brunson e KAT destruíram os Hawks – Knicks a uma vitória dos playoffs

    Brunson e KAT destruíram os Hawks – Knicks a uma vitória dos playoffs

    Cara, que jogaço foi esse Game 5! Os Knicks simplesmente resolveram mostrar por que o Madison Square Garden é considerado a Meca do basquete. Vitória de 126 a 97 sobre os Hawks, e agora estão a uma vitória de avançar na série que já estava 3×2 para Nova York.

    Olha, eu sempre soube que essa dupla Jalen Brunson e Karl-Anthony Towns ia dar problema quando encaixasse. E ontem à noite? Meu amigo, encaixou que foi uma beleza.

    Brunson gelado como sempre

    O baixinho simplesmente decidiu que ia ser noite de massacre. 39 pontos com 8 assistências, acertando 15 de 23 arremessos. Sinceramente, acho que não existe coisa mais bonita no basquete do que ver o Brunson no modo assassino.

    Os Hawks até tentaram colocar o Dyson Daniels para marcar ele, mas quando o cara tá inspirado desse jeito, não tem defesa que segure. E o mais impressionante? Mike Brown manteve o Brunson em quadra no início do quarto período, e ele simplesmente continuou cozinhando. Essa é a diferença dos astros nos playoffs – eles aparecem na hora que mais importa.

    KAT finalmente acordou

    E o Karl-Anthony Towns, hein? 16 pontos, 14 rebotes e 6 assistências. Pode não parecer muito pelos padrões dele, mas foi eficiente: 5 de 7 nos arremessos. O cara finalmente entendeu que não precisa forçar, só precisa jogar dentro do sistema.

    O que mais me impressionou foi a movimentação sem bola dos Knicks. Towns apareceu nas horas certas, fez os passes certos, pegou os rebotes importantes. Quando os Hawks resolveram fazer dupla marcação nele, abriu espaço para todo mundo. É isso que a gente espera de um cara experiente nos playoffs.

    Na minha visão, essa foi a partida mais completa dos Knicks na série toda. Eles acertaram 60% dos arremessos no primeiro e no último período. Sessenta por cento! Isso é coisa de time que tá determinado a não dar chance para o adversário.

    Defesa que fez a diferença

    Mas não foi só no ataque que os Knicks dominaram. A defesa deles foi absurda. Limitaram os Hawks a apenas 4 pontos em contra-ataques – isso é fundamental contra um time rápido como Atlanta.

    Os Hawks são perigosos no ataque, todo mundo sabe disso. Mas os Knicks não deixaram eles estabelecerem o ritmo de jogo deles. Forçaram eles a jogarem no meio de quadra, com marcação física o tempo todo. Mitchell Robinson apareceu na hora certa fazendo a proteção do aro que todo mundo esperava.

    Agora vem a pergunta que não quer calar: será que os Knicks conseguem fechar a série em Atlanta? Porque uma coisa é dominar em casa, outra é ir lá na casa do adversário e fazer o trabalho sujo.

    Sinceramente? Depois de uma atuação dessas, eu tô começando a acreditar que esse time dos Knicks pode ir longe nestes playoffs. Brunson tá jogando como um astro de verdade, Towns finalmente entendeu o papel dele, e o time como um todo tá jogando junto.

    E vocês, acham que os Knicks fecham no Game 6 ou os Hawks conseguem forçar um jogo 7? Porque depois de ver esse massacre, eu tô achando difícil apostar contra Nova York.

  • Knicks dominam Hawks e abrem 3-2 na série com show de Brunson

    Knicks dominam Hawks e abrem 3-2 na série com show de Brunson

    Cara, que noitaça do Jalen Brunson! O armador dos Knicks simplesmente resolveu fazer a festa no Madison Square Garden e liderou uma surra histórica nos Hawks por 126 a 97 no jogo 5. Agora Nova York tem vantagem de 3-2 na série e pode fechar em Atlanta na próxima quinta.

    Olha, eu já esperava uma reação dos Knicks jogando em casa, mas essa dominância foi absurda. Desde o primeiro quarto eles pisaram no acelerador e nunca mais tiraram o pé. A torcida de NY deve estar enlouquecida!

    Towns finalmente apareceu do jeito que todo mundo esperava

    Karl-Anthony Towns estava devendo uma grande atuação nessa série, e ontem ele entregou logo no primeiro quarto. O cara aproveitou o mismatch contra Jonathan Kuminga e mandou suas três primeiras tentativas pra dentro. Mike Brown até elogiou o trabalho dele nos dois lados da quadra antes do jogo — parece que o big man ouviu.

    O que mais me chamou atenção foi a estratégia do Brown de colocar Mitchell Robinson junto com Towns em quadra. Dois towers? Em 2026? Mas funcionou perfeitamente. Robinson entrou com tudo: 3 pontos, 3 rebotes e 1 toco nos primeiros 4 minutos. Os Hawks não sabiam como reagir.

    O banco dos Knicks foi um show à parte

    Sinceramente, não esperava essa contribuição gigantesca do banco. Jordan Clarkson e Jose Alvarado foram fundamentais — Clarkson ajudou numa corrida de 12-2 no final do primeiro quarto, enquanto Alvarado mandou três cestas certeiras no começo do segundo período.

    OG Anunoby também merece destaque. O cara pegou 7 rebotes só no primeiro quarto (recorde pessoal desde 2020) e depois acordou pro jogo no terceiro período, dobrando seus pontos da primeira metade.

    Brunson foi simplesmente imparável no último quarto

    Mesmo com a vantagem gorda, Mike Brown manteve Brunson em quadra no último período. E que decisão certeira! O capitão dos Knicks fez uma daquelas sequências que só ele sabe fazer: 12 pontos consecutivos que esticaram a vantagem pra mais de 20 e enterraram qualquer chance de reação dos Hawks.

    No final das contas, Brunson terminou com 39 pontos — sua melhor marca na série. Towns contribuiu com 14 pontos e 8 rebotes, enquanto Anunoby fechou com 10 pontos. Juntos, Towns e Anunoby pegaram 24 rebotes, apenas 3 a menos que todo o time de Atlanta.

    Vocês acham que os Knicks conseguem fechar a série fora de casa? Atlanta vai ter que fazer algo especial pra forçar um jogo 7, porque do jeito que NY está jogando, parece difícil parar esse trem. A próxima quinta promete ser decisiva!

  • Knicks sabem que precisam de mais desespero no jogo 5 decisivo

    Knicks sabem que precisam de mais desespero no jogo 5 decisivo

    Cara, playoff da NBA é isso aí — quando você menos espera, tá tudo empatado em 2-2 e cada possessão vale ouro. Os Knicks conseguiram empatar a série contra os Hawks depois de duas derrotas seguidas por apenas um ponto cada. Agora volta tudo pro Madison Square Garden pra um jogo 5 que promete ser de infarto.

    O técnico Mike Brown tá confiante no time dele. “Esse grupo é implacável, eles são experientes. Eles performam melhor quando estão com a corda no pescoço”, disse Brown. E olha, não é que ele tem razão? Depois de tomar duas pancadas de um ponto, os Knicks foram lá e ganharam de 114-98 em Atlanta. Convincente.

    Miles McBride falando as verdades

    Mas o que mais me chamou atenção foi o papo do Miles McBride. O cara foi direto ao ponto: “Temos que ter um nível mais alto de desespero, porque sabemos que eles não vão entrar nesse jogo de forma tranquila”.

    E ele completou falando uma coisa que todo brasileiro que joga bola sabe — você não perde o jogo só nos últimos minutos. “Você não perde sempre no final. É uma possessão aqui, no primeiro tempo quando você perdeu um rebote, ou quando alguém não correu para o garrafão”. Exato, mano. Basquete se ganha nos detalhes.

    Brunson e o jogo de xadrez dos playoffs

    Jalen Brunson, que tá com uns altos e baixos na série (41,6% nos arremessos — meio baixo pro padrão dele), falou uma coisa interessante sobre como funciona uma série de playoffs. “É um jogo de xadrez constante. Você vê que movimento eles fazem e volta com um movimento diferente”.

    Sinceramente, isso é o que mais amo nos playoffs da NBA. Cada jogo é completamente diferente do anterior. Os técnicos ficam naquela de ajuste e contra-ajuste, e no final quem consegue se adaptar melhor leva.

    Uma estatística que pesa: historicamente, quem ganha o jogo 5 numa série empatada em 2-2 tem chances enormes de levar a série toda. Mas o Brunson foi esperto — disse que não precisa de motivação extra. “É pra isso que trabalhamos o ano todo, o verão todo. É uma oportunidade dos times colocarem seus nomes na história”.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter essa intensidade em casa? Porque os Hawks não vão facilitar nada — playoff é isso, cada jogo uma guerra. O Madison Square Garden vai pegar fogo na terça à noite, tenho certeza disso.

  • Brunson lamenta lesão grave de DiVincenzo: ‘É foda ver isso’

    Brunson lamenta lesão grave de DiVincenzo: ‘É foda ver isso’

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. Donte DiVincenzo, ex-atirador dos Knicks, sofreu uma ruptura no tendão de Aquiles no sábado e tá fora da temporada. E o pior? Aconteceu logo no primeiro quarto do jogo contra os Nuggets.

    A cena foi de partir o coração. O DiVincenzo tentou um arremesso de três, foi buscar o rebote ofensivo e na hora de plantar o pé… PUM. Lesão sem contato, que é sempre a pior. Ele mesmo sinalizou pro banco que tava ferrado e saiu de quadra.

    O drama todo da lesão

    Olha, o cara conseguiu sair andando sozinho no primeiro momento – o que já deu uma esperança básica. Mas no intervalo, ele já tava saindo do estádio numa cadeira de rodas, com tala e tudo. Confirmaram a lesão depois do jogo.

    DiVincenzo já fez a cirurgia domingo em Nova York. Sinceramente, ruptura de Aquiles é uma das piores coisas que pode acontecer com um atleta – demora pra voltar e nunca mais é a mesma coisa.

    Brunson não esquece do parceiro

    Jalen Brunson, capitão dos Knicks, foi um dos primeiros a mandar mensagem pro ex-companheiro. “Conversei com ele, parece estar de bom humor”, disse o Brunson. “Ele tá fazendo um plano e eu desejo o melhor pra ele, mas é foda ver isso acontecer.”

    E completou: “Esse é meu irmão, difícil de ver, mas ele vai voltar mais forte.” Que classe do Brunson, né? Mesmo depois que o DiVincenzo saiu dos Knicks, a amizade continuou.

    O mais triste é que o DiVincenzo tava tendo uma temporada monstro pelos Timberwolves. Jogou todos os 82 jogos da temporada regular e acertou 38% das bolas de três. Um verdadeiro guerreiro que não descansava nunca.

    Vocês acham que ele consegue voltar no mesmo nível depois dessa lesão? Eu torço muito, porque o cara é um baita jogador e pessoa melhor ainda.

  • Knicks domina Hawks no Jogo 4 e volta pra casa com tudo em aberto

    Knicks domina Hawks no Jogo 4 e volta pra casa com tudo em aberto

    Cara, que jogaço dos Knicks! Depois de desperdiçar duas vitórias certas nos Jogos 2 e 3 (perderam por apenas 1 ponto cada), New York mostrou do que é capaz no Jogo 4 contra o Hawks. Vitória por 16 pontos de diferença e agora a série volta pra casa empatada em 2-2.

    O Karl-Anthony Towns foi simplesmente monstro — triple-double brilhante e jogando como se fosse videogame. O Brunson, que tinha forçado algumas jogadas nos jogos anteriores, voltou a jogar com inteligência, sem querer resolver tudo sozinho. E o resto do time? Cada um fazendo sua parte direito.

    O jogo perfeito que mudou tudo

    Olha, eu não vou mentir — estava começando a ficar preocupado com os Knicks. Perder dois jogos por 1 ponto cada, com mental breakdown no final… isso dói na alma de qualquer torcedor. Mas aí vem esse Jogo 4 e lembra a gente por que esse time chegou até aqui.

    Towns com triple-double, OG Anunoby metendo 22 pontos (9/16 nos arremessos), e o banco funcionando. Miles McBride, Josh Hart, Alvarado, Mikal Bridges — todo mundo contribuindo. Única coisa que me incomodou foi o Mitchell Robinson ter jogado pouco, mas fora isso foi quase perfeito.

    E agora? Agora a narrativa da série mudou completamente.

    Vantagem de casa pode ser decisiva

    Aqui vem o dado que todo mundo precisa saber: quando uma série volta empatada 2-2 pro time com vantagem de casa, o time de casa vence o Jogo 5 em mais de 75% das vezes na história da NBA. Setenta e cinco por cento, meu amigo!

    Os Knicks têm o Madison Square Garden lotado esperando, e sabemos como aquela torcida pode influenciar. Claro, o histórico da temporada regular não foi lá essas coisas em casa (22-19), enquanto o Hawks se virou bem jogando fora (22-19 também). Mas playoff é outra história.

    E tem mais um número que assusta: quem vence o Jogo 5 numa série empatada 2-2 avança em aproximadamente 83% dos casos. Ou seja, terça-feira pode definir tudo — ou quase tudo.

    O que me chama atenção é a diferença de experiência. Os Knicks têm um grupo que já jogou playoff junto, conhece a pressão. Já o Hawks? CJ McCollum jogou apenas 41 partidas pelo time na temporada, Kuminga só 16 jogos. São peças importantes que ainda estão se adaptando.

    Sinceramente, não vejo nenhum dos dois times conseguindo ganhar dois seguidos do outro. Por isso esse Jogo 5 é tão crucial. Não é bem “ganha ou vai pra casa”, mas tá quase lá. E vocês sabem como é: os Knicks têm muito mais a perder nesse playoffs. Uma eliminação precoce pode significar o fim dessa formação atual do time.

    E aí, quem vocês acham que leva? Os Knicks conseguem aproveitar a casa cheia no Garden ou o Hawks vai dar o troco?

  • Knicks acordaram! Defesa monstro empata série com Hawks em 2-2

    Knicks acordaram! Defesa monstro empata série com Hawks em 2-2

    Meu amigo, os Knicks finalmente apareceram no jogo 4! Depois de três jogos apanhando dos Hawks, Nova York decidiu que chega de moleza e partiu pra porrada física em Atlanta. O resultado? Uma surra de 114-98 que empatou a série em 2-2.

    Desde a bola ao alto você via que era outro time. A intensidade defensiva que estava faltando toda a série apareceu de uma vez — e os Hawks simplesmente não conseguiram acompanhar o ritmo. Foi como ver o Knicks do ano passado, aquele que chegou nas finais da Conferência Leste.

    KAT comandou a festa com triple-double

    Karl-Anthony Towns finalmente mostrou por que foi a grande contratação da temporada. Triple-double com 20 pontos, 10 rebotes e 10 assistências — números que um pivô não faz todo dia, né? O cara distribuiu bola como um armador e ainda dominou o garrafão.

    Mas não foi só ele. OG Anunoby e Josh Hart jogaram um absurdo no primeiro tempo, combinando 21 pontos em 9 de 16 arremessos. Anunoby terminou com 22 pontos e 10 rebotes. Quando o elenco todo funciona assim, fica difícil pra qualquer adversário.

    Hawks não conseguiram respirar

    Do outro lado, Atlanta teve uma noite para esquecer. CJ McCollum até tentou segurar as pontas com 17 pontos, mas errou todos os quatro arremessos de três que tentou. O resto do time? Nem se fala — 37% de aproveitamento nos três primeiros quartos e 17 bolas perdidas.

    Olha, eu não esperava uma queda de rendimento tão grande dos Hawks. Zero pontos em contra-ataques. ZERO! É como se o Knicks tivesse sugado toda a energia deles com aquela pressão defensiva sufocante.

    Jalen Brunson até machucou o tornozelo no terceiro quarto, foi pro vestiário, voltou enfaixado e ainda bateu o joelho com um jogador dos Hawks mais tarde. Mesmo assim, continuou jogando — é ou não é raça?

    Agora é melhor de três

    A série volta pra Madison Square Garden na terça-feira completamente em aberto. Sinceramente acho que os Knicks encontraram o caminho — quando eles jogam com essa intensidade física, são muito difíceis de parar. A questão é: será que os Hawks vão conseguir responder na mesma moeda?

    Vocês viram como a torcida do Knicks tomou conta da State Farm Arena? “Let’s go Knicks” ecoando em Atlanta é algo que você não vê todo dia. Esse time tem uma energia contagiante quando está no modo playoffs.

    E aí, quem vocês acham que leva essa série agora? Os Hawks vão conseguir se recuperar dessa pancada ou o Knicks embalou de vez?

  • Knicks cogitam tirar Bridges do quinteto titular no jogo 4

    Knicks cogitam tirar Bridges do quinteto titular no jogo 4

    Olha, eu não esperava ver isso tão cedo nos playoffs, mas parece que o Mikal Bridges pode ir pro banco no próximo jogo dos Knicks. Mike Brown deixou a porta aberta pra mudanças no quinteto titular antes do jogo 4 contra o Hawks, e sinceramente? Depois do que a gente viu no jogo 3, faz todo sentido.

    “Neste ponto da temporada, tudo está em aberto”, disse Brown numa coletiva na sexta. E quando um técnico fala assim, você já sabe que coisa boa não vem por aí pra quem tá mal na fita.

    Bridges numa fase complicada

    O cara simplesmente desapareceu nos playoffs. 8 de 22 arremessos em três jogos — isso é menos de 37% de aproveitamento, meu amigo. No jogo 3? Zero pontos. ZERO. Ainda por cima entregou quatro bolas e quase não jogou no segundo tempo. Pra um jogador que custou uma fortuna pros Knicks, é de partir o coração.

    “Eu preciso jogar melhor pra conseguir ficar em quadra”, admitiu Bridges depois do jogo. Pelo menos o cara tem consciência da situação, né?

    McBride pode ser a solução?

    Miles McBride aparece como o principal candidato pra assumir a vaga. E olha, os números não mentem: o quinteto com Brunson, McBride, Anunoby, Hart e Towns teve +24 de rating no jogo 3 em 14 minutinhos juntos. Enquanto isso, o quinteto titular tradicional tá com -7.4 nos playoffs.

    É uma diferença absurda. Durante a temporada regular, esse mesmo grupo titular foi o segundo mais usado da NBA inteira, com rating positivo de 2.3. Mas nos playoffs? Completamente diferente. A pressão muda tudo.

    Vocês acham que o Brown vai ter coragem mesmo de bancar o McBride? Porque olha, seria a primeira mudança no quinteto desde o começo da temporada, quando o Josh Hart assumiu o lugar do Mitchell Robinson. E foi o próprio Hart que sugeriu a troca pro Thibodeau na época.

    Agora é decisivo. Se os Knicks perderem o jogo 4, a série fica 3-1 pro Hawks e aí já era. Não dá pra vacilar mais.

  • CJ McCollum vira pesadelo dos Knicks e Hawks abrem 2-1 nos playoffs

    CJ McCollum vira pesadelo dos Knicks e Hawks abrem 2-1 nos playoffs

    Cara, o CJ McCollum não tá nem tentando ser vilão como o Trae Young fazia em 2021, mas tá virando um naturalmente. E os fãs dos Knicks devem estar tendo pesadelos com esse cara — de novo.

    Na quinta-feira, foi o McCollum que cravou a faca no coração dos nova-iorquinos mais uma vez. Arremesso no meio da garagem por cima do Miles McBride, faltando 12,5 segundos, e pronto: Hawks 109 x 108 Knicks. Série 2-1 para Atlanta.

    A virada que não veio

    Os Knicks pareciam que iam dar o troco nos Hawks. Sabe como é — depois de levar aquela reviravolta absurda no Jogo 2 (Hawks estavam perdendo por 12 no último quarto), Nova York queria mostrar que também sabia jogar de virada.

    Só que não rolou. Os Hawks seguraram a pressão e o McCollum apareceu na hora H. Aquele arremesso foi de monstro mesmo — dificulta, com defesa colada, mas ele mandou no ângulo. Playoff basketball, né galera?

    Knicks desperdiçam última chance

    Igualzinho ao Jogo 2, os Knicks ainda tinham uma posse para empatar ou ganhar. Mas dessa vez nem conseguiram arremessar. O Jalen Brunson foi pressionado na linha de fundo, rolou um duplo marcação e… turnover. O Jonathan Kuminga ainda devolveu a bola pros Hawks com o cronômetro zerando.

    Sinceramente, tá difícil para os Knicks. Duas derrotas seguidas depois de estar ganhando bem no começo dos jogos. Psicologicamente isso pesa muito numa série de playoffs.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem se recuperar ou os Hawks vão fechar em casa? O Jogo 4 é sábado às 20h (horário de Brasília). Pode ser o jogo que define tudo.

  • Knicks perde pro Hawks de virada e tá perdendo a série

    Knicks perde pro Hawks de virada e tá perdendo a série

    Cara, eu não consigo mais defender esse time dos Knicks. 109 a 108 pro Hawks em casa, tomando virada no final — isso não é playoff, é vexame mesmo.

    Olha, vou ser sincero: talvez os Knicks (1-2) nem merecessem ganhar esse jogo contra o Hawks (2-1). Começaram dormindo no primeiro quarto, tomaram 18 pontos de diferença no segundo, e só acordaram quando já era tarde demais. Conseguiram virar por 3 com um minuto no relógio, mas aí o CJ McCollum resolveu aparecer e os caras entregaram mais uma posse de bola decisiva.

    KAT e Brunson fizeram a parte deles

    Karl-Anthony Towns foi monstro: 21 pontos e 17 rebotes, com +22 de saldo. O Brunson também apareceu com 26 pontos em 11 de 23 arremessos. Mas mano, basquete é esporte coletivo — e o resto do time simplesmente sumiu.

    Mikal Bridges tentou 3 arremessos e fez ZERO pontos. Zero! Mitchell Robinson foi um -18 em apenas 11 minutos de quadra. Josh Hart? 2 pontos em 1 de 9 tentativas. É de chorar mesmo.

    Os Knicks até dominaram o garrafão (56 a 40 pontos na área) e equilibraram no rebote (46-45), mas perderam no que mais importa: eficiência. O Hawks acertou 45% dos arremessos contra 43% de Nova York, mas principalmente nas bolas de três — 39% contra 29%. E as 18 bolas perdidas dos Knicks viraram pontos fáceis pro adversário.

    Primeiro quarto foi um pesadelo

    Sinceramente, nunca vi um time tão apático em playoff. No primeiro quarto, só dois jogadores pontuaram: Anunoby e Brunson. Towns tentou UM arremesso (e errou). O time perdeu 5 bolas logo de cara e não foi na linha de lance livre até restar 1min30.

    Enquanto isso, o Hawks estava jogando um basquete lindo. Assistiram em 10 das 12 cestas do primeiro quarto, com Jonathan Kuminga saindo do banco perfeito: 4 de 4 e 10 pontos. Os Knicks erraram 10 das 12 tentativas de três pontos. Dez de doze, gente!

    No final do primeiro quarto: 33 a 21 pro Hawks. Uma diferença que grita despreparo.

    A reação que não veio

    No segundo quarto, Towns finalmente acordou e diminuiu a diferença de 15 para 10 pontos com algumas enterradas bonitas. Mas aí o McCollum resolveu o jogo com uma virada de meio de quadra, Onyeka Okongwu roubou uma bola do Bridges e transformou em pontos fáceis.

    A verdade é essa: esse time dos Knicks não tá levando a sério os playoffs. Tom Thibodeau demora demais pra fazer os ajustes, os jogadores parecem estar passeando, e o resultado tá aí — 2 a 1 pro Hawks numa série que deveria ser nossa.

    E vocês, ainda acreditam nesse time? Porque eu tô começando a perder a fé…