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  • Stephen A. Smith defende Spurs de críticas absurdas sobre hino

    Stephen A. Smith defende Spurs de críticas absurdas sobre hino

    Cara, que tempestade em copo d’água foi essa? O Stephen A. Smith teve que sair em defesa dos San Antonio Spurs porque uma galera começou a criticar o time por “desrespeitar” o hino americano antes do Jogo 1 das Finais da NBA contra o New York Knicks. O pessoal ficou revoltado porque os jogadores não colocaram a mão no peito durante o hino.

    Sinceramente? Que crítica mais descabida.

    Stephen A. mandou a real

    O analista da ESPN foi direto ao ponto no Twitter: “Isso é completamente falso. Tem um monte de gente que escuta o hino nacional e simplesmente abaixa a cabeça com as mãos na frente ou atrás do corpo, prestando respeito. Colocar a mão no coração não é obrigatório”.

    E ele tá certo, cara. A maioria dos atletas dos quatro grandes esportes americanos — incluindo a NBA — fica com os braços ao lado do corpo durante o hino. Não é novidade nem desrespeito nenhum.

    O Victor Wembanyama estava com os braços cruzados, a maioria dos companheiros com os braços ao lado e olhando pro chão. Até o técnico Mitch Johnson estava de olhos fechados, parecendo estar rezando durante as últimas notas do hino.

    Polêmica sem sentido

    Olha, eu acompanho NBA faz anos e já vi essa discussão várias vezes. Lembram quando alguns jogadores se ajoelharam durante o hino em protesto? Aquilo sim gerou controvérsia real. Agora ficar criando caso porque um cara não pôs a mão no peito?

    O próprio Stephen A. citou os Minnesota Vikings da NFL, que entre 1967 e 1983, no tempo do técnico Bud Grant, tinham uma postura respeitosa diferente e ninguém falava nada. Cada um demonstra respeito do seu jeito.

    E vocês, o que acham dessa polêmica? Não é meio forçada demais criar caso por algo tão simples? Os Spurs estavam ali, concentrados, respeitosos — só não do jeitinho que alguns queriam ver. Às vezes parece que o pessoal procura pelo em ovo mesmo…

    No fim das contas, o importante era os caras estarem focados no que realmente importava: jogar bola nas Finais. E pelo visto, toda essa discussão não tirou a concentração deles do objetivo principal.