Tag: Houston Rockets

  • Rockets recebem Bucks em casa buscando 4ª vitória seguida

    Rockets recebem Bucks em casa buscando 4ª vitória seguida

    Olha só que situação interessante temos hoje à noite em Houston. Os Rockets estão em uma sequência absurda de três vitórias consecutivas e recebem o Milwaukee Bucks no Toyota Center buscando a quarta seguida. E cara, pela diferença no momento das duas equipes, parece que vai ser um passeio no parque pros texanos.

    Os números não mentem: Houston tem 46-29 na temporada e ocupa a sexta posição no Oeste, enquanto Milwaukee patina com apenas 30-45 e está em 11º no Leste. A diferença é gritante mesmo. Os Rockets são praticamente imbatíveis em casa com 26-10, enquanto os Bucks são péssimos longe de Milwaukee (13-24). Sinceramente, não sei o que esperar dos caras de Wisconsin nesse jogo.

    Durant comandando o ataque dos Rockets

    Kevin Durant continua sendo o monstro que sempre foi, mesmo aos 37 anos. O cara está fazendo média de 25.9 pontos, 5.4 rebotes e 4.6 assistências por jogo. E olha que curioso: no único confronto entre as equipes nesta temporada, foi exatamente o KD quem decidiu com 31 pontos na vitória por 122-115 em novembro.

    Amen Thompson também tem sido uma grata surpresa, fazendo 18.9 pontos de média nos últimos 10 jogos. O garoto está crescendo no momento certo da temporada — e isso que eu nem esperava tanto dele no começo do ano.

    Bucks em crise total

    Do outro lado, a situação do Milwaukee é preocupante demais. Sem o Giannis (lesionado no tornozelo), o time simplesmente não consegue render. Bobby Portis está tentando carregar o piano nas costas com 13.7 pontos e 6.4 rebotes, mas não dá pra um cara só fazer milagre.

    Nos últimos 10 jogos, os Bucks têm apenas 3-7 de aproveitamento e estão sofrendo uma média de 121.3 pontos por jogo na defesa. É muita bola na cesta adversária, pessoal. Ryan Rollins até que está se esforçando com 18.7 pontos nos últimos 10, mas claramente não é suficiente.

    As casas de apostas já colocaram Houston como favorito por incríveis 17.5 pontos. Dezessete e meio! Quando foi a última vez que vocês viram um spread tão alto assim na NBA? Isso mostra o quanto a diferença de momento entre os times é absurda.

    Houston ainda lidera a Conferência Oeste em rebotes (48.1 por jogo) com Alperen Sengun puxando a fila com 8.9 por partida. A defesa também está funcionando bem — eles permitem apenas 45.9% de aproveitamento de quadra dos adversários.

    Olha, eu sei que qualquer coisa pode acontecer na NBA, mas esse jogo tem cara de vitória tranquila pros Rockets. Eles estão em casa, em momento excelente, e pegam um Milwaukee completamente desestruturado. Vocês acham que os Bucks conseguem pelo menos não tomar uma goleada?

  • Houston Rockets com Ime Udoka: melhorou mesmo ou só parece?

    Houston Rockets com Ime Udoka: melhorou mesmo ou só parece?

    Olha, essa pergunta pode parecer meio óbvia à primeira vista, mas fica comigo aqui porque a coisa não é tão simples quanto parece. Os Rockets com Ime Udoka realmente deram uma guinada absurda comparado com aquela época sombria do Stephen Silas, mas será que melhoraram tanto assim ou a régua tava só muito baixa mesmo?

    Deixa eu refrescar a memória de vocês sobre essa jornada bizarra dos últimos anos.

    A Era das Trevas do Stephen Silas

    Cara, 2022-23 foi de doer os olhos. 22 vitórias e 60 derrotas — vinte e duas! O time era basicamente Eric Gordon (que já tava com um pé fora), Jalen Green ainda perdidinho, Kevin Porter Jr. (que não deu em nada depois), e Alperen Sengun tentando descobrir o que era NBA. Os calouros Jabari Smith Jr. e Tari Eason entraram nesse caos total.

    E o pior: a diretoria deixou o Silas terminar o contrato só pra não pagar dois técnicos ao mesmo tempo. Economia de centavos que custou o desenvolvimento dos garotos. Genial, né?

    O time de assistentes do Silas era basicamente um grupo de amigos do pai dele — pessoas legais, mas que não entendiam nada de basquete moderno. Resultado? Os jovens jogadores ficaram no limbo tático por uma temporada inteira.

    A Chegada do Ime Udoka

    Aí chegou 2023-24 e a coisa mudou completamente. Ime Udoka saindo do ostracismo de Boston (aquela história feia que nunca soubemos direito o que rolou) pra comandar Houston. E que diferença, monstro!

    A primeira coisa que fizeram foi trazer veteranos de verdade: Fred VanVleet e Dillon Brooks. Galera reclamou do salário do Fred, mas sinceramente? Era isso ou ficar pagando salário mínimo pro salary floor mesmo. Rafael Stone limpou a folha salarial justamente pra isso.

    Drafts do Amen Thompson e Cam Whitmore foram cirúrgicos. Ok, perderam o Wemby pros Spurs (que dor), mas pegaram dois atletas absurdos que se encaixaram perfeitamente no sistema.

    Resultado? 41-41. Vinte vitórias a mais! O time virou uma máquina defensiva, atlética, que corria a quadra inteira. Ficaram fora dos playoffs por detalhes bobos — umas derrotas no final que doeram na alma — mas a transformação foi total.

    Mas É Tudo Mérito do Ime?

    Aqui que a conversa fica interessante, pessoal. Claro que o Udoka fez diferença absurda — a disciplina defensiva, a intensidade, a identidade de time que joga duro os 48 minutos. Isso aí é dele mesmo.

    Mas vamos ser honestos: qualquer técnico decente ia melhorar aquele time de 2022-23. A régua tava no chão do Ginásio Toyota Center. E a injeção de talento foi gigantesca — VanVleet, Brooks, Thompson, Whitmore. Não dá pra saber se foi o sistema do Ime ou simplesmente ter jogadores que sabem jogar basquete profissional.

    Outra coisa que me incomoda: esses finais de jogo horríveis que viraram marca registrada. Quantas vezes não vimos os Rockets dominando e entregando a paçoca nos minutos finais? Isso aí é problema tático ou emocional?

    E aí, o que vocês acham? O Ime Udoka é realmente o cara que vai levar Houston de volta ao topo, ou a melhora era inevitável depois daquele desastre todo? Porque sinceramente, ainda acho que tem muito chão pela frente antes de colocar esse time no páreo de playoff de verdade no Oeste.

  • Knicks despencando: Hart já fala em ‘jogo decisivo’ após terceira derrota seguida

    Knicks despencando: Hart já fala em ‘jogo decisivo’ após terceira derrota seguida

    Cara, os Knicks estão numa sinuca de bico que me deixa preocupado. Terceira derrota consecutiva ontem contra o Houston Rockets (111-94), e o Josh Hart já não está mais com papas na língua: o próximo jogo contra o Memphis é “decisivo”. Quando um cara como o Hart — que nunca dramatiza — fala isso, é porque a coisa está feia mesmo.

    “Não estamos indo na direção certa”, disparou Hart depois da pancada em Houston. “Não estamos melhorando. Temos que descobrir o que está acontecendo.”

    Começaram perdendo por 14-1. Catorze a um!

    Olha, eu já vi muita coisa estranha na NBA, mas ver os Knicks tomarem 14-1 nos primeiros três minutos contra Houston é de chorar. Entraram no segundo quarto perdendo por 37-21. Que negócio é esse?

    O técnico Mike Brown estava visivelmente frustrado. “A união existe no time”, disse ele, “mas hoje não estava lá, especialmente no pick and roll. Tinha momentos que parecia que não estávamos jogando como um time, nem na defesa nem no ataque.”

    E sabe o que mais me incomoda? Na derrota anterior contra o Thunder (que inclusive estão voando com 60-16), pelo menos os caras lutaram até a prorrogação. Mas ontem? Hart foi direto: “aquele esforço, atenção aos detalhes, disciplina… foi bem constrangedor”.

    A matemática ainda é favorável, mas…

    Tá, os Knicks já garantiram vaga nos playoffs (estão com 48-28), ocupam a terceira posição no Leste. Mas os Cavaliers estão respirando no pescoço, e com apenas seis jogos restantes na temporada regular, não dá para bobear.

    Sinceramente? Acho que essa sequência ruim vem em má hora. Time que estava bem encaminhado de repente patina assim do nada. E vocês acham que conseguem se recuperar a tempo dos playoffs?

    O próximo teste é amanhã contra o Memphis — que está numa temporada para esquecer com 25-50. Se não conseguirem vencer esse, aí sim a preocupação vira desespero. Depois voltam para casa contra o Bulls na sexta. Seis jogos para encontrar o caminho de volta.

    “As últimas partidas, não tivemos isso”, admitiu Brown. “E times passam por períodos assim. Temos seis jogos para encontrar nossa identidade novamente.”

    Vamos torcer para que seja só uma fase ruim. Mas quando o Hart fala em “decisivo”, é melhor levar a sério.

  • KD meteu 27 pontos e os Rockets choveram de 3 nos Knicks

    KD meteu 27 pontos e os Rockets choveram de 3 nos Knicks

    Cara, que massacre foi esse ontem à noite. Os Knicks levaram mais uma surra, agora são três derrotas seguidas depois de perder por 111-94 pros Rockets. E olha, não foi nem questão de azar — Houston simplesmente decidiu que ia chover bola de três a noite inteira.

    Os caras acertaram 15 de 35 tentativas do perímetro. Quinze! Isso é quase 43% de aproveitamento numa quantidade absurda de arremessos. Quando um time tá com a mão quente assim, não tem defesa que segure.

    Durant ainda é um monstro

    Kevin Durant mostrou mais uma vez por que é considerado um dos maiores de todos os tempos. O cara meteu 27 pontos, pegou 6 rebotes e ainda deu 8 assistências. Acertou 10 de 18 arremessos e começou o jogo simplesmente destruindo — 10 pontos nos primeiros 3 minutos de jogo. Absurdo.

    E não foi só o KD não. Reed Sheppard saindo do banco com 20 pontos acertando 4 de 7 de três? Amen Thompson e Tari Eason com 17 cada? Jabari Smith Jr. com 15? Quando todo mundo tá contribuindo assim, não tem time que aguente.

    Knicks tentaram reagir mas não rolou

    Do lado dos Knicks, Karl-Anthony Towns fez sua parte com 22 pontos e 8 rebotes, mas Brunson teve uma noite apagada com apenas 12 pontos acertando só 5 de 14 arremessos. Josh Hart ainda tentou com 13 pontos, mas quando você toma 37-21 no primeiro quarto, fica difícil de correr atrás.

    O banco até ensaiou uma reação no segundo quarto com Alvarado e Clarkson (que inclusive agora joga pelos Knicks, né?), mas os Rockets sempre tinham uma resposta. É frustrante quando você vê seu time tentando mas o adversário simplesmente não erra.

    Miles McBride teve mais uma noite para esquecer na volta — acertou apenas 1 de 7 arremessos. Sinceramente, esse cara precisa encontrar o ritmo urgente se quer ajudar o time nessa reta final.

    E agora?

    Três derrotas seguidas não é o que você quer ver nessa altura do campeonato. Os Knicks visitam Memphis na próxima e precisam quebrar essa sequência negativa. Vocês acham que o time consegue se recuperar ou essa fase ruim vai se estender?

    Uma coisa é certa: quando Kevin Durant tá jogando nesse nível aos 37 anos, é impossível não admirar. O cara simplesmente não envelhece. E os Rockets? Estão montando algo interessante por lá em Houston.

  • Durant metendo 27 pontos! Rockets destroem os Knicks por 111-94

    Durant metendo 27 pontos! Rockets destroem os Knicks por 111-94

    Gente, que noitada do Kevin Durant! O cara simplesmente decidiu que ia resolver a vida em Houston e meteu 27 pontos na vitória tranquila dos Rockets sobre os Knicks por 111-94. E olha, foi daquelas performances que você assiste e pensa: “esse cara ainda é um monstro absoluto”.

    Os Rockets não deram nem chance pros caras de Nova York. Logo no primeiro quarto já fizeram 37 pontos — praticamente selaram o jogo ali mesmo. Ficaram na frente o tempo todo e chegaram a abrir 20 pontos de vantagem no último quarto. Foi tão tranquilo que no final as duas equipes já tinham esvaziado o banco.

    Durant e Eason comandaram a festa no primeiro tempo

    Cara, o que mais me impressionou foi a dupla Durant e Tari Eason no primeiro quarto. Os dois sozinhos fizeram 23 pontos, sendo que acertaram quatro bolas de três. Eason, que entrou no lugar do Reed Sheppard no quinteto titular, jogou muito — 17 pontos e 8 rebotes. Esse garoto tá evoluindo absurdo!

    E não foi só o Durant que brilhou não. Todos os cinco titulares dos Rockets fizeram pelo menos 13 pontos. Amen Thompson com 17, Jabari Smith Jr. com 15, e o Alperen Sengun controlando o jogo com 13 pontos e 10 assistências. O Reed Sheppard, mesmo saindo do banco, ainda contribuiu com 20 pontos. Que profundidade de elenco!

    Knicks tentaram reagir mas não conseguiram

    Do lado dos Knicks, Karl-Anthony Towns fez sua parte com 22 pontos e 8 rebotes, mas não teve ajuda suficiente. Os caras até ensaiaram uma reação no terceiro quarto quando o Jalen Brunson acertou uma de três e deixou a diferença em só 12 pontos.

    Mas aí que tá — os Rockets responderam na lata. Fizeram 7 pontos seguidos, aproveitaram duas bolas perdidas dos Knicks e abriram 87-68. Game over. Foi a terceira derrota seguida dos Knicks, que vinham de sete vitórias consecutivas. Sinceramente, eles não estavam preparados para o ritmo que Houston impôs.

    Agora é interessante ver como os dois times vão seguir. Os Knicks visitam o Memphis na próxima, enquanto os Rockets recebem o Milwaukee. Vocês acham que Durant consegue manter esse nível? Porque se conseguir, Houston pode incomodar bastante na conferência oeste!

  • Rockets visitam New Orleans: será que dessa vez não entregam?

    Rockets visitam New Orleans: será que dessa vez não entregam?

    Olha, vou ser sincero com vocês: quando vi que os Rockets iam jogar de novo em New Orleans, a primeira coisa que veio na minha cabeça foi aquela entregada épica de dezembro. Cara, que dor de cabeça foi aquela.

    Imagina a cena: Houston dominando por 22 pontos no intervalo, chegou a abrir 25 de vantagem no terceiro quarto. Eu já tava comemorando, pensando “finalmente esse time tá amadurecendo”. Aí veio o que? Os caras entregaram TUDO nos minutos finais. New Orleans fez 38 pontos só no terceiro quarto e mais 36 no último. Os Rockets erraram NOVE lances livres – todos de jogadores grandões! Teve até air ball, meu amigo.

    O que mudou desde dezembro?

    Bom, na real… não mudou muito coisa não. Os Rockets continuam com os mesmos problemas que me tiram o sono: defesa inconsistente, muitas bolas perdidas e aquele drama nos lances livres que já virou marca registrada (infelizmente).

    Kevin Durant continua sendo dobrado e perdendo bola mais do que deveria para um cara da experiência dele. Amen Thompson até teve uma noite monstro naquele jogo (11/14 nos arremessos), mas não adiantou nada.

    Nos outros dois confrontos da temporada, a história se repetiu: jogos apertados onde Houston sempre arruma um jeito de complicar o que deveria ser simples. Na última semana mesmo, precisaram de erros bobos dos Pelicans pra levar a vitória depois de entregar uma vantagem de 7 pontos nos últimos quatro minutos. Vocês ficaram surpresos? Eu não.

    New Orleans também não tá fácil

    Mas olha, os Pelicans também não estão nesse mar de rosas não. Eles vinham bem até pouco tempo atrás, mas perderam quatro seguidas contra times top do Leste. Voltaram pra casa depois de uma semana brava na estrada.

    E aqui tem um detalhe importante: New Orleans não tem a primeira escolha do draft de 2026. Ou seja, diferente do Memphis que meio que “deixou passar” contra Houston, os Pelicans vão querer estragar a festa mesmo. Eles tão jogando pra decidir se esse núcleo merece continuar junto na próxima temporada.

    Sinceramente? Acho que vai ser mais um jogo de roer as unhas. Houston tem o talento pra resolver, mas essa mania de entregar vantagem no final me deixa com o pé atrás. E vocês, acham que dessa vez os Rockets conseguem segurar uma vantagem até o final?

    O jogo é hoje às 19h (horário de Brasília) e, como sempre, vou estar torcendo pra não passar raiva. Mas conhecendo esse time… já deixei o remédio pra pressão separado.

  • GG Jackson detona arbitragem: ‘Juízes fazem média com veteranos’

    GG Jackson detona arbitragem: ‘Juízes fazem média com veteranos’

    Cara, eu sempre falo que jovem na NBA tem que provar o dobro pra ganhar respeito, e o GG Jackson dos Grizzlies acabou de confirmar isso da pior forma possível. Depois da derrota por 119-109 pro Houston na sexta, o garoto não guardou nada e meteu o pau na arbitragem — especificamente sobre como o Kevin Durant é tratado em quadra.

    E olha, sinceramente? Ele não tá errado.

    O desabafo que todo jovem da NBA queria dar

    “O KD pode fingir que vai arremessar, fingir de novo, pular pra cima e pra baixo, e se sua mão tá ali perto já vem a falta”, disparou Jackson. “Você vê claramente no replay que ninguém encostou nele.”

    Durant foi pra linha 7 vezes na partida e fez 25 pontos, 10 assistências e 6 rebotes. Um jogaço? Com certeza. Mas Houston teve 26 lances livres contra 18 do Memphis, e isso que incomodou o jovem dos Grizzlies.

    A parte mais pesada veio depois: “É inacreditável como os árbitros podem puxar o saco de alguém. Ele é lenda, eu respeito isso, mas nós outros caras suamos a camisa igual ele.”

    Pressão de quem tá brigando pra sobreviver

    Olha, eu entendo a frustração do moleque. Os Grizzlies perderam o quinto jogo seguido e ganharam apenas um dos últimos 14 — é de chorar mesmo. Com meio time no departamento médico, Jackson virou peça importante e tá fazendo 12 pontos por jogo.

    Mas o mais surreal foi quando ele contou que o Tari Eason, reserva do Houston, falou pra ele que “ele não era o Durant”. A resposta do GG? “Nessa quadra, eu sou o mais próximo dele que tem.”

    Rapaz, a confiança do garoto é absurda!

    Veteranos vs calouros: a eterna batalha

    Na minha visão, Jackson tocou num ponto que todo fã de NBA já percebeu mas poucos jogadores têm coragem de falar abertamente. Veteranos como KD, LeBron, Curry — esses caras realmente têm um tratamento diferenciado dos árbitros. É natural? Talvez. É justo? Aí já é outra conversa.

    Jackson normalmente é um cara tranquilo, sempre rindo nas entrevistas. Ver ele explodir assim mostra o quanto essa situação dos Grizzlies tá pesada pra todo mundo. E vocês, acham que ele tem razão ou foi só desespero de quem tá perdendo demais?

    Uma coisa é certa: o moleque tem personalidade de sobra. Agora é ver se consegue transformar essa revolta em combustível pra jogar ainda melhor.

  • KD com 25 pontos destrói Memphis e deixa Rockets em 6º no Oeste

    KD com 25 pontos destrói Memphis e deixa Rockets em 6º no Oeste

    Gente, que noite do Kevin Durant! O cara simplesmente resolveu assumir o protagonismo no quarto período e levou os Rockets à vitória sobre Memphis por 119-109. Vinte e cinco pontos e 10 assistências — números que mostram por que ele ainda é um dos caras mais decisivos da liga.

    O que mais me impressiona no KD é essa capacidade de aparecer nos momentos que importam. Houston estava lá, 96-93, Memphis ainda sonhando com a virada, e aí o Durant volta pra quadra e mete uma bomba de três. Pronto, acabou a conversa. Foi o start de uma sequência de 14-3 que simplesmente demoliu qualquer esperança dos Grizzlies.

    Jabari Smith Jr. fazendo dupla-dupla de respeito

    Mas não foi só show do Durant, não. Jabari Smith Jr. tá crescendo na liga e ontem mostrou serviço: 21 pontos e 16 rebotes. Double-double bonito, daqueles que mostram que o cara tá amadurecendo no garrafão. Amen Thompson também deu sua contribuição com 18 pontos.

    Do lado de Memphis, cara, que situação complicada. Dez jogadores no departamento médico! Dez! Como é que um time compete assim? Olivier-Maxence Prosper até tentou ser o herói da noite com 31 pontos — recorde pessoal dele —, mas não teve jeito.

    Rockets subindo na tabela do Oeste

    Com essa vitória, Houston deu um passo importante rumo aos playoffs diretos. Tão em 6º no Oeste, mas olha só que interessante: estão mais perto do Minnesota (5º lugar) do que de cair no play-in. Uma vitória a menos que os Timberwolves e quatro na frente do Phoenix.

    Sinceramente, acho que esse time dos Rockets pode incomodar nos playoffs. Têm talento, têm veterano experiente (KD), e agora estão começando a jogar com mais consistência. E vocês, acham que eles conseguem passar do primeiro turno se pegarem os playoffs diretos?

    Já Memphis… cara, é de doer o coração. Quinta derrota seguida, 13 derrotas nos últimos 14 jogos. Claramente estão focados no draft lottery agora, tentando conseguir uma posição melhor pra pescar um jovem talento.

    O próximo desafio dos Rockets é domingo em New Orleans, fechando essa sequência de quatro jogos fora de casa. Memphis recebe Chicago neste sábado — vamos ver se conseguem quebrar essa sequência negativa em casa.

  • Reid paga caro por falar demais: multa de $50 mil na NBA

    Reid paga caro por falar demais: multa de $50 mil na NBA

    Cara, o Naz Reid dos Timberwolves acabou de aprender da pior forma possível que existe hora pra reclamar e hora pra ficar quieto. A NBA multou o pivô em $50 mil por “questionar a integridade dos árbitros” na vitória suada contra o Houston Rockets por 110-108.

    E olha, não foi pouca coisa não. O cara foi expulso faltando 4:13 para o fim da prorrogação — justo no momento mais tenso do jogo. Imagina a frustração dos companheiros vendo o Reid indo pro vestiário bem quando mais precisavam dele.

    O que rolou de verdade?

    Segundo Scott Foster, o árbitro chefe da partida, Reid fez “uma declaração que questionou a integridade da equipe de arbitragem”. Sinceramente, não sabemos exatamente o que ele falou, mas pra render uma multa dessas… deve ter sido coisa feia.

    O mais bizarro é que Reid nem tinha tomado técnica antes no jogo. Normalmente você toma a primeira, aí se bobear e levar a segunda, já era — expulsão automática. Mas não, o cara conseguiu ir direto pro chuveiro com um comentário só.

    Cinquenta mil dólares pelo bico

    Mano, $50 mil! Dá pra comprar um carro zero com essa grana. Reid deve estar mordendo os dedos agora, porque os Wolves conseguiram segurar a vitória mesmo sem ele — mas e se tivesse dado zebra? O cara seria crucificado pela torcida.

    É aquela velha lição da NBA: você pode reclamar, pode fazer cara feia, pode até xingar baixinho. Mas questionar a honestidade dos árbitros? Aí já é mexer onde não pode. A liga não perdoa mesmo.

    E vocês, acham que Reid exagerou ou os árbitros que foram muito sensíveis? Eu acho que no fim das contas, $50 mil é uma facada no orçamento de qualquer um — mesmo pra quem joga na NBA.

  • Bill Simmons detona Ime Udoka: ‘ofensiva de vaso entupido’

    Bill Simmons detona Ime Udoka: ‘ofensiva de vaso entupido’

    Olha, quando o Bill Simmons resolve partir pra cima de alguém, a coisa fica séria. E dessa vez o alvo foi Ime Udoka, técnico do Houston Rockets, que segundo o podcaster tem montado uma “ofensiva de vaso entupido” no Texas.

    A situação dos Rockets tá meio complicada mesmo. Nas últimas 10 partidas, apenas 4 vitórias — incluindo aquele vexame histórico contra o Minnesota, onde entregaram uma vantagem de 13 pontos na prorrogação. Sinceramente? Doeu até em mim assistir aquilo.

    A bronca do Simmons

    “É a ofensiva de vaso entupido personificada, que a gente teve em Boston em 2022. Não consigo acreditar como o ataque é preguiçoso”, disparou Simmons no podcast dele. E cara, ele conhece o trabalho do Udoka de perto — foi justamente em Boston que o técnico levou os Celtics até as Finais da NBA antes de toda aquela confusão que rolou.

    Mas o Bill não parou por aí. “Acho que o Ime fez um dos piores trabalhos de técnico do ano. Não vejo ajustes no final dos jogos. O clima tá horrível. Não acho que ele goste muito desse time”, continuou mandando a real.

    E tem mais: Simmons até levantou a teoria conspiratória de que o time mudou completamente depois do All-Star break e toda aquela história das contas fake do Kevin Durant. Coincidência? Talvez não.

    Os números não mentem

    Quando você olha as estatísticas, dá pra entender a frustração. Houston tá fazendo média de apenas 114.1 pontos por jogo e 24.9 assistências — ambos números na metade inferior da liga. Para um time que tem talento como Alperen Şengün, Jabari Smith Jr. e Fred VanVleet, isso é inaceitável.

    A parada é que os Rockets estão em sexto no Oeste com 43-29, mas correndo risco real de cair no Play-In se continuarem nessa pegada. E vocês sabem como é — no Play-In qualquer coisa pode acontecer, e aí já era a vantagem de jogar em casa nos playoffs.

    Agora é a hora da verdade

    O cronograma que vem pela frente até que não tá dos piores: Memphis, New Orleans, Knicks, Bucks e Jazz. Mas será que o Udoka consegue fazer os ajustes necessários para esse time engatar de vez?

    Na minha opinião, o problema vai além da parte tática. Quando um veterano como Simmons — que já viu muita coisa na NBA — fala que o técnico “não gosta do time”, isso é um sinal vermelho gigante. Chemistry importa, e muito.

    E aí, vocês acham que Houston consegue se recuperar a tempo dos playoffs ou vão acabar no Play-In mesmo? Eu ainda tenho esperança nesse elenco, mas o Udoka precisa mexer no time urgentemente.