Tag: Illinois Fighting Illini

  • UConn é a kryptonita de Illinois: os 3 piores jogos ofensivos em 3 anos

    UConn é a kryptonita de Illinois: os 3 piores jogos ofensivos em 3 anos

    Cara, isso é de dar arrepio. Illinois entrou no Final Four de 2026 com o melhor ataque estatístico do país — um time que simplesmente destroçava os adversários. Aí chegou na semifinal nacional e esbarrou no seu pesadelo particular: UConn.

    Na derrota por 71-62 em Indianapolis, os Fighting Illini fizeram apenas 33.9% dos arremessos de quadra e uns catastróficos 23.1% das bolas de três. Seis cestas de três em 26 tentativas. Seis!

    O pesadelo tem nome: Dan Hurley

    Mas olha só que estatística absurda a ESPN descobriu: os 62 pontos de Illinois foram o terceiro pior total ofensivo do time nos últimos três anos. E adivinha quem causou os outros dois piores jogos? UConn também.

    Em 2024, no Elite Eight, Illinois fez apenas 52 pontos numa surra histórica. No começo desta temporada, em novembro no Madison Square Garden, foram 61 pontos. Agora 62 no Final Four. Os Huskies simplesmente sabem como neutralizar esse ataque poderoso de Illinois.

    É impressionante como Dan Hurley consegue ajustar a defesa pra anular completamente um time que, pelo KenPom, ainda é o segundo melhor ataque da Divisão I. Isso não é coincidência — é superioridade tática mesmo.

    Dois contra todo mundo

    No jogo de sábado, apenas dois caras salvaram Illinois de uma humilhação ainda maior. O calouro fenômeno Keaton Wagler marcou 20 pontos, e o gigante Tomislav Ivisic contribuiu com 16. Fora esses dois monstros? O resto do time acertou apenas 8 de 29 arremessos. Uma miséria de 27.6%.

    Sinceramente, eu já esperava que UConn daria trabalho, mas segurar um ataque desses três vezes seguidas é coisa de outro planeta. Os Huskies estão na final nacional de novo — a terceira em quatro anos — e vão enfrentar Michigan ou Arizona na segunda-feira.

    Vocês acham que alguém consegue parar essa máquina de Dan Hurley? Porque pelo jeito, quando eles querem neutralizar um adversário específico, simplesmente fazem.

  • Final Four definido: UConn vira jogo absurdo contra Duke

    Final Four definido: UConn vira jogo absurdo contra Duke

    Cara, que loucura foi esse March Madness! O Final Four tá formado e, sinceramente, não esperava essa configuração. UConn virou um jogo IMPOSSÍVEL contra Duke — 19 pontos de diferença no segundo tempo e o cara acerta uma bomba do meio da quadra com 0.4 segundos restantes. Braylon Mullins, natural de Indianápolis, simplesmente decidiu que era o momento dele brilhar.

    E olha que time ficou no Final Four: UConn, Illinois, Arizona e Michigan. Quatro programas pesados, mas com histórias bem diferentes chegando até aqui.

    UConn é máquina em março

    Os Huskies são simplesmente monstruosos nessa época do ano. Terceiro Final Four em quatro anos — e nas duas últimas vezes que chegaram até aqui, levaram o título. Dan Hurley não tá brincando quando fala sobre “cultura UConn”. Esses caras nascem sabendo jogar em março.

    O que mais me impressiona? A frieza. Tomar 19 pontos de diferença contra Duke e não desistir. Isso é mentalidade de campeão, não tem como negar.

    Illinois como azarão? Sério isso?

    Engraçado como as coisas mudaram no basquete universitário. Illinois — time de um estado com quase 13 milhões de habitantes, universidade gigante — tá sendo tratado como Cinderela. Eles são cabeça 3, a pior colocação no Final Four em dois anos.

    Mas peraí… Brad Underwood ganhou 96 jogos na Big Ten desde 2019. Noventa e seis! Mais que qualquer outro programa. Como esse time pode ser considerado azarão? Na minha visão, isso diz mais sobre como o cenário universitário mudou do que sobre Illinois propriamente.

    A equipe tem o que eles chamam de “Bloco Balcânico” — galera com raízes no Leste Europeu que joga um basquete inteligente e físico. E desde 2005 que não chegavam tão longe. Vinte anos, cara.

    Arizona vs Michigan: o verdadeiro peso pesado

    Agora o confronto que todo mundo quer ver: Arizona contra Michigan. Brayden Burries pelos Wildcats, Yaxel Lendeborg pelos Wolverines. Entre os dois times, tem até nove caras com potencial NBA. É pancada de frente.

    Michigan arrebentou Tennessee por 95-62 — foi um massacre total. Arizona abriu como favorito nas casas de apostas, mas curiosamente Michigan tá favorito no confronto direto. Vai entender essas odds…

    E tem um detalhe interessante: Arizona agora tá na Big 12 depois da confusão toda das conferências. Três anos atrás ainda eram Pac-12. Dusty May, que tava na Florida Atlantic naquela época louca de 2021, agora comanda Michigan. Como as coisas mudam rápido no basquete universitário!

    Vocês acham que a Big Ten finalmente quebra o jejum de 24 anos sem título? A última foi Michigan State em 2000. Illinois e Michigan têm essa chance agora.

    Olha, eu ainda acho UConn o time mais perigoso. Experiência em Final Four + Dan Hurley + aquela mentalidade assassina em março? É receita de título. Mas Illinois pode surpreender — e surpresas em março a gente já sabe como terminam, né?

  • Brad Underwood realizou o sonho: levou Illinois ao Final Four

    Brad Underwood realizou o sonho: levou Illinois ao Final Four

    Mano, tem história que te emociona mesmo. O Brad Underwood é técnico há 39 anos — quase quatro décadas rodando o basquete universitário americano — e finalmente conseguiu levar seu time dos sonhos ao Final Four.

    No sábado (28), Illinois atropelou Iowa por 71-59 no Elite Eight e carimbou a vaga no Final Four pela primeira vez desde 2005. E o mais louco dessa história? Underwood sempre disse que treinar Illinois era seu emprego dos sonhos.

    O sonho que virou realidade

    Cara, imagina só a cena: o técnico todo emocionado na coletiva pós-jogo, quase chorando. “Eu vou ficar emotivo, mas faço isso há 39 anos, e você sonha com isso desde criança. Eu sonhava em fazer isso em Illinois”, disse Underwood.

    A história fica ainda melhor quando ele conta que a esposa comprou uma camisa do Brian Cook (ex-jogador de Illinois) pro filho Tyler quando ele tinha uns dois anos. Já dá pra sentir a paixão da família pelo programa, né?

    O mais impressionante é que Underwood não tem ligação óbvia com Illinois — não estudou lá, nunca treinou lá antes de 2017. Mas trabalhou 11 anos como assistente na Western Illinois (140 km de distância) e ficou de olho no programa durante os anos dourados com Lou Henson, Lon Kruger e Bill Self.

    A carta que comprova tudo

    Aqui vem a parte mais insana da história. Em 2013, quando Underwood foi contratado como técnico principal do Stephen F. Austin, no Texas, a secretária perguntou qual era o emprego dos sonhos dele.

    Ele respondeu: Illinois.

    A mulher anotou numa cartinha, datou, e guardou. Quatro anos depois, quando Underwood foi contratado por Illinois, ela mandou a carta de volta pra ele. Sinceramente, arrepio só de imaginar esse momento.

    Underwood pegou um programa que estava há quatro anos sem ir pro March Madness e transformou numa potência nacional. Antes mesmo desse Final Four histórico, Illinois já tinha ido pro torneio seis anos seguidos e chegado até o Elite Eight em 2024.

    “Eu nunca duvidei que chegaríamos ao Final Four”, disse o técnico. “Achei que tivemos outras equipes capazes. Mas também sei como é difícil fazer isso. Por isso, só posso dizer obrigado.”

    E aí, vocês acham que Illinois consegue ir além no Final Four? Depois de uma história dessas, eu já tô torcendo pro cara.

  • Illinois quebra jejum de 21 anos e volta ao Final Four da March Madness

    Illinois quebra jejum de 21 anos e volta ao Final Four da March Madness

    Cara, que jogaço! Illinois acabou com o jejum de 21 anos e carimbou a vaga no Final Four da March Madness 2026. Os Fighting Illini atropelaram Iowa por 71 a 59 no Elite Eight, e eu confesso — não esperava uma dominada dessas no segundo tempo.

    O calouro Keaton Wagler foi simplesmente monstro, anotando 25 pontos e carregando o time nas costas quando precisou. Mas olha só que coisa linda: Andrej Stojaković, filho do ex-astro da NBA Peja Stojaković, colaborou com 17 pontos acertando 7 de 9 arremessos. DNA de atirador, né?

    O segundo tempo que mudou tudo

    O primeiro tempo foi equilibrado, com direito a sete empates e 13 trocas na liderança. Iowa até chegou a liderar por 51-50 faltando 7 minutos e 20 segundos. Aí que Illinois mostrou por que chegou até aqui.

    Os Illini aplicaram um 8 a 0 devastador enquanto Iowa não conseguia nem ver a cor da bola. Os caras ficaram quase 3 minutos sem pontuar e erraram 12 dos últimos 13 arremessos. Sinceramente, foi desesperador de assistir se você torcia pro Iowa.

    Rebote foi o segredo da vitória

    Sabe o que mais me impressionou? Illinois pegou 16 rebotes ofensivos — dezesseis! — que viraram 13 pontos de segunda chance. Quando você domina o garrafão dessa forma, fica difícil perder mesmo.

    Tomislav Ivišić ainda ajudou com 13 pontos e 2 tocos, mostrando que esse time de Illinois tem profundidade pra chegar longe. Do outro lado, Bennett Stirtz se despediu do basquete universitário com 24 pontos, mas jogou praticamente sozinho — ninguém mais do Iowa passou dos 10 pontos.

    Agora Illinois vai encarar o vencedor de Duke x UConn no Final Four, que rola nos dias 4 e 6 de abril em Indianapolis. A última vez que os Illini chegaram tão longe foi em 2005, quando tinham Deron Williams no elenco e chegaram até a final nacional.

    E aí, vocês acham que Illinois tem time pra brigar pelo título? Porque depois dessa performance, eu tô começando a acreditar…