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  • Colts na pior: sem primeira rodada e cheios de buracos no draft

    Colts na pior: sem primeira rodada e cheios de buracos no draft

    Olha, vou ser sincero com vocês: a situação dos Indianapolis Colts pro draft de 2026 tá complicada pra caramba. O time resolveu jogar toda a estratégia pela janela ao trocar a primeira rodada e agora precisa se virar com as sobras.

    A diretoria do Chris Ballard optou por uma abordagem bem “classe média” na free agency. Nada de grandes contratações bombásticas — trouxeram o Nick Westbrook-Ikhine depois de uma temporada em Miami e o linebacker Akeem Davis-Gaither, que fez 117 tackles na temporada passada pelo Arizona. São movimentos práticos, sabe? Daqueles pra tapar buraco mesmo.

    O buraco ficou maior depois das trocas

    E aí que mora o problema. Os Colts não têm pick de primeira rodada — perderam na troca do Sauce Gardner (que dor, né?). Pra piorar, trocaram o Michael Pittman Jr. pro Pittsburgh por uma mísera sexta rodada. Resultado? O draft deles só começa no pick 47, na segunda rodada.

    Sete picks no total. É isso que eles têm pra tentar montar um time competitivo.

    Sinceramente, acho que essa estratégia de não ir atrás de um jogador estrela pode até funcionar, mas só se acertarem as escolhas na segunda e terceira rodadas. E olha, não é fácil não.

    Os mocks estão apontando os mesmos problemas

    Todo mundo que acompanha draft tá falando a mesma coisa: Indianapolis precisa de linebacker, pass rusher, cornerback e receiver. A free agency não resolveu esses problemas — só deu uma maquiada.

    O Chad Reuter da NFL.com botou o linebacker Jacob Rodriguez do Texas Tech pro pick 47. E cara, os números do moleque impressionam: 255 tackles, 21.5 tackles pra loss e 6 interceptações nas duas últimas temporadas. Monstro demais.

    Já o Josh Edwards da CBS Sports foi no Anthony Hill Jr., também do Texas, pro mesmo pick. A diferença é que o Hill é mais explosivo, mais disruptivo. Estilos diferentes pro mesmo problema.

    E vocês, acham que os Colts conseguem se reerguer começando só na segunda rodada? Porque olhando assim, parece missão impossível. O time perdeu o Zaire Franklin, tem buraco na cobertura dos linebackers e ainda precisa de mais pressão na borda.

    A real é que Indianapolis tá numa sinuca de bico. Sem o luxo de escolher entre os melhores talentos na primeira rodrada, vão ter que apostar em desenvolvimento e torcer pra dar certo. Pelo menos o Lou Anarumo conhece o Davis-Gaither de Cincinnati — isso pode ajudar na química defensiva.

    Mas vamos ver se essa estratégia de “classe média” vai funcionar mesmo. Porque no final das contas, futebol americano se ganha com talento, e talento tá ficando cada vez mais caro.