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  • Ben McCollum renova com Iowa por 6 anos após temporada histórica

    Ben McCollum renova com Iowa por 6 anos após temporada histórica

    Cara, que temporada foi essa do Ben McCollum em Iowa! O técnico acabou de assinar uma renovação de seis anos com a universidade, e sinceramente? Mereceu cada centavo.

    Olha só o que esse cara fez no primeiro ano dele lá: levou Iowa até a Elite Eight pela primeira vez desde 1987. PRIMEIRA VEZ EM 37 ANOS, pessoal. Imagina a pressão que não era? E o maluco entregou.

    De onde veio essa contratação histórica

    Eu lembro quando contrataram o McCollum — muita gente não conhecia muito o trabalho dele. Mas quem acompanha basquete universitário sabia que o cara tinha potencial. E agora tá aí a prova.

    O mais interessante é que a UNC (North Carolina, pros íntimos) estava de olho nele também para a vaga de técnico principal. No final, eles foram de Michael Malone, mas imagina se o McCollum tivesse topado? Iowa provavelmente não teria feito essa campanha absurda.

    Seis anos para construir algo especial

    Essa renovação de seis anos mostra que Iowa tá apostando pesado no cara. E faz todo sentido — depois de décadas sem chegar longe no March Madness, eles finalmente têm alguém que provou que pode levar o programa a outro patamar.

    Vocês acham que ele consegue repetir o feito ano que vem? Ou foi só um ano mágico mesmo? Porque uma coisa é chegar na Elite Eight uma vez, outra é manter esse nível de competitividade.

    O que mais me impressiona é como ele conseguiu organizar esse time logo na primeira temporada. Geralmente técnico novo demora um tempo para encaixar as peças, mas o McCollum parece que já chegou sabendo exatamente o que queria fazer.

    Com essa renovação garantida até 2030, Iowa pode finalmente pensar em construir algo duradouro. E quem sabe não rola uma Final Four nos próximos anos? Depois de 37 anos esperando, os torcedores de Iowa merecem sonhar alto mesmo.

  • Sweet 16 definido: quem são os favoritões e quem tá só de passagem?

    Sweet 16 definido: quem são os favoritões e quem tá só de passagem?

    Cara, que loucura foi essa primeira fase do March Madness! Quatro dias de pura adrenalina e a gente saiu de 64 times para apenas 16 que ainda sonham com o título nacional. E agora? Hora de separar quem veio pra vencer de quem tá só aproveitando a onda.

    Olha, depois de acompanhar todos os jogos (e quase ter um infarto com algumas finalizações), resolvi fazer meu próprio ranking dos 16 sobreviventes. E já aviso: tem surpresa pra caramba nessa lista.

    Os azarões que estão incomodando

    **Texas** apareceu na 16ª posição, mas sinceramente? Não subestimem esses caras. Eles têm aquele perfil clássico de time que acorda no momento certo — sabe aqueles times que você olha no papel e pensa “poxa, tinham tudo pra ir longe” e de repente começam a jogar como se a vida dependesse disso.

    O Dailyn Swain tá simplesmente metendo bola como se não houvesse amanhã, e o pivô Matas Vokietaitis (que nome, né?) tá fazendo double-double que é uma beleza: 18.3 pontos e 11 rebotes por jogo no torneio. Esses números não mentem.

    **Iowa** na 15ª posição é outro que me chamou atenção. O técnico Ben McCollum tem um histórico absurdo — cara ganhou QUATRO títulos nacionais na Division II! Agora, no primeiro ano em Iowa, já levou o time pro Sweet 16 pela primeira vez desde 1999. Monstro mesmo.

    A vitória sobre Florida por 73-72 foi de arrepiar, principalmente porque o Bennett Stirtz errou TODAS as nove tentativas de três pontos e mesmo assim ganharam. Isso aí é caráter de time grande.

    Nebraska fazendo história

    Gente, vocês viram o que Nebraska fez? O time era literalmente o ÚNICO programa de conferência forte que nunca tinha ganhado um jogo no torneio da NCAA. Imaginem a pressão!

    Não só quebraram esse jejum como já emendaram duas vitórias seguidas. Aquela finalização do Tyler Tanner que quase entrou e mudaria tudo… nossa, meu coração parou por alguns segundos.

    O Fred Hoiberg tá fazendo um trabalho sensacional, e o melhor: no Sweet 16 eles pegam Iowa ao invés de enfrentar a Florida (atual campeã). Às vezes a sorte também conta, né?

    St. John’s e a magia do Pitino

    **St. John’s** na 12ª posição me deixou curioso. O time quase entregou uma vantagem de 13 pontos nos últimos sete minutos, mas aí veio a finalização do Dylan Darling no último segundo pra salvar a pátria.

    E olha só esse dado que me deixou impressionado: Rick Pitino tem 12 vitórias em 13 jogos no Sweet 16 na carreira. DOZE EM TREZE! O cara simplesmente sabe fazer time render na hora H. Contra Duke no Sweet 16? Vai ser um jogaço histórico.

    Na minha visão, esses times que estão “mal” classificados no ranking podem aprontar muito. March Madness é isso mesmo — uma hora você tá comemorando, na outra tá roendo as unhas de nervoso.

    E vocês, acham que algum desses azarões vai surpreender nas próximas fases? Tenho a impressão que ainda vamos ver muito choro e ranger de dentes pela frente!

  • Espanhol quebra o jogo e leva Iowa ao Sweet 16 contra o campeão!

    Espanhol quebra o jogo e leva Iowa ao Sweet 16 contra o campeão!

    Mano, que final absurdo! Alvaro Folgueiras, um garoto espanhol de 22 anos, simplesmente decidiu quebrar o jogo contra o atual campeão nacional da NCAA. Com 4.5 segundos no relógio, ele recebeu de Bennett Stirtz e mandou uma bomba de três que derrubou o Florida por 73-72. Iowa no Sweet 16 pela primeira vez desde 1999!

    Olha só que história incrível: antes da jogada final, Folgueiras chegou no Stirtz e falou “Eu vou estar pronto e vou fazer essa bola”. E fez mesmo, o maluco! O técnico Ben McCollum resumiu perfeitamente: “confiança irracional”.

    A história que emociona

    Mas o que mais me pegou foi saber da história do Alvaro. Cara saiu de Málaga aos 16 anos, sem falar inglês, só com o sonho de jogar basquete nos EUA. O pai morreu quando ele tinha apenas 9 anos, e a mãe Beatriz trabalhava até 14 horas por dia pra sustentar os filhos.

    E adivinha só — a mãe dele estava na quadra domingo, vendo o filho jogar presencialmente pela primeira vez em dois anos. Depois da buzina final, o Folgueiras correu direto pros braços dela. Emociona até quem tá só assistindo pela TV.

    “Ela mandou um garoto de 16 anos pra América sem saber inglês, sem nada além de sonhos e fome de vencer”, disse Folgueiras depois do jogo. “Essa é pra ela e pro meu pai. Ele tá assistindo lá de cima.”

    Zebra histórica no March Madness

    Gente, vocês têm noção do tamanho dessa zebra? Iowa era cabeça 9, Florida era o número 1 geral e atual campeão. Desde 1979, quando começaram as chaves por ranking, Iowa só tinha batido um cabeça 1 uma vez antes disso.

    E sabe quando foi a última vez que alguém fez uma cesta decisiva nos últimos 5 segundos contra um número 1? Kris Jenkins pela Villanova contra North Carolina na final de 2016. Ou seja, estamos falando de algo histórico mesmo.

    Folgueiras terminou com 14 pontos e 5 rebotes saindo do banco (que jogador do sexto homem!), enquanto Stirtz contribuiu com 13 pontos, 5 rebotes e 5 assistências. Iowa dominou o garrafão contra um Florida que tinha goleado por 59 pontos na primeira rodada.

    “Acho que ninguém acreditava na gente fora do nosso vestiário”, disse Stirtz. E olha, depois dessa eu também tô acreditando nesse time de Iowa. Vocês acham que eles conseguem ir ainda mais longe no torneio?