Tag: Jalen Green

  • Jalen Green em 2º? Os fãs do Suns rankaram todo o elenco

    Jalen Green em 2º? Os fãs do Suns rankaram todo o elenco

    Galera, finalmente saiu o ranking final dos jogadores do Suns na temporada 2025-26, e cara… as opiniões estão divididas mesmo! O pessoal da comunidade de fãs votou e o resultado mostra exatamente onde está a cabeça da torcida neste momento.

    Obviamente Devin Booker levou o primeiro lugar — isso nem precisa discutir, né? O cara é simplesmente o rosto da franquia e continua sendo o melhor jogador do time, disparado.

    A briga pelo segundo lugar foi insana

    Mas olha só que louco: Jalen Green ficou em segundo lugar no ranking da comunidade, mas por apenas cinco votos de diferença! Cinco! Isso mostra como a torcida tá dividida sobre ele. Os escritores especializados colocaram ele em terceiro, atrás do Dillon Brooks.

    Sinceramente? Eu entendo a hesitação. O Green tem um potencial absurdo, mas ainda é meio inconsistente. Às vezes ele mete 30 pontos numa noite e você pensa “esse cara vai ser All-Star”, aí no jogo seguinte ele some de quadra. É o típico dilema dos Suns nos últimos anos — entre a esperança e o ceticismo.

    E teve gente votando no Booker como “jogador de banco” só pra zoar mesmo. A natureza humana nunca falha, né? (risos)

    Outras surpresas no ranking

    Mark Williams apareceu em sétimo na votação popular, mas os especialistas colocaram ele em quinto. Faz sentido — o cara é sólido defensivamente e tem potencial pra ser um dos melhores pivôs da liga se conseguir se manter saudável.

    Khaman Maluach em décimo lugar pela torcida também chamou atenção. É uma aposta alta num cara que ainda tá se adaptando à NBA, mas o físico e a energia dele são inegáveis.

    O que mais me chama atenção é como esse ranking reflete exatamente o momento do time: meio perdido entre veteranos que já deram o que tinham que dar e jovens promessores que ainda não sabemos se vão explodir ou não.

    O retrato de uma franquia em transição

    Na real, esse SunsRank virou quase um termômetro do que a torcida pensa sobre o rumo da franquia. E olhando essa lista, dá pra ver que tem muita incerteza no ar.

    Vocês acham que o Green realmente tem potencial pra ser o segundo cara do time? Ou apostam mais no desenvolvimento dos caras mais novos como o Maluach?

    Uma coisa é certa: com mais uma offseason cheia de decisões importantes pela frente, esse ranking serve como um retrato bem honesto de onde os Suns estão agora. Entre a esperança de finalmente montar um time competitivo e o medo de mais uma temporada frustrante.

    E aí, concordam com esse ranking ou fariam diferente?

  • SunsRank 2025-26: A galera tá brigando pelas classificações

    SunsRank 2025-26: A galera tá brigando pelas classificações

    Olha só, acabou mais uma temporada do Phoenix Suns e aqui estamos nós fazendo aquela tradicional discussão de boteco: quem foi melhor, quem decepcionou, quem superou as expectativas. É tipo fim de ano na escola — todo mundo com suas opiniões formadas sobre os colegas de classe.

    O pessoal do Bright Side divulgou as classificações internas dos escritores para o SunsRank 2025-26, e cara… tem polêmica pra caramba. Todo mundo concorda que Devin Booker foi unanimidade no topo (óbvio, né), seguido por Dillon Brooks. Mas depois disso? A coisa desandou bonito.

    O caso Jalen Green divide opiniões

    O mais interessante é ver como os caras avaliaram o Jalen Green. Teve escritor que colocou ele em 3º lugar, mas teve outro (o Brandon) que tacou ele lá no 6º. E o argumento do cara faz sentido: “O melhor talento é estar disponível.” Green só jogou 32 partidas na temporada regular — perdeu 50 jogos, mano!

    Eu entendo os dois lados. Por um lado, quando o Green tava em quadra e saudável, o cara era monstro. Aqueles jogos no Play-In e nos Playoffs mostraram todo o potencial dele. Mas por outro, como você classifica um jogador que perdeu mais da metade da temporada? É uma discussão que não tem resposta certa.

    Mark Williams surpreende (alguns)

    Outra treta interessante foi o Mark Williams. Um dos escritores (o Pano) colocou o pivô em 3º lugar, enquanto outros mandaram ele mais pra baixo. O argumento é que Williams teve 6.3 Win Shares e quando ele não jogava, o time sentia. Faz sentido — contra times físicos como o Oklahoma City Thunder (que destruiu eles nos Playoffs), a ausência da presença do Williams pesou muito.

    Sinceramente? Acho que pivô bom é luxo na NBA atual, mas quando você tem um que funciona no seu sistema, não pode desperdiçar. Williams reboteia, defende e ainda conseguiu se destacar num ataque que não foi desenhado pra ele.

    Collin Gillespie e a inconsistência

    O Holden mandou o Gillespie pro 7º lugar, e olha… eu entendo a crítica. O cara começou bem mas terminou irregular, teve problemas pra jogar junto com Green e Booker, e aquele físico magrinho dele virou problema na defesa quando não tava forçando turnovers.

    É foda porque Gillespie tem talento, mas na NBA você não pode ter altos e baixos drásticos. Ou você produz consistentemente ou vira banco rapidinho.

    E aí, galera? Concordam com essas classificações ou acham que tem escritor viajando? Eu acho que cada um vê o jogo de um jeito diferente — e é isso que torna essas discussões tão legais. O que importa mesmo é que foi uma temporada divertida de acompanhar.

  • Jalen Green meteu 36 e mandou Warriors pra casa no play-in

    Jalen Green meteu 36 e mandou Warriors pra casa no play-in

    Cara, que show do Jalen Green ontem à noite! O garoto simplesmente resolveu destruir os Warriors no momento mais importante da temporada, cravando 36 pontos numa atuação absolutamente monstruosa que garantiu o 8º lugar do Oeste pro Phoenix Suns.

    14 de 20 nos arremessos de quadra, 8 de 14 do perímetro. Números de videogame. E o mais interessante? Green tinha uma conta pessoal pra acertar com Golden State depois do que rolou no playoff do ano passado, quando ele ainda estava no Houston.

    A vingança servida gelada

    “Eu lembro do que eles fizeram no ano passado”, disse Green após a partida. Sinceramente, deu pra sentir que o cara entrou em quadra com sede de revanche. No ano passado, pelos Rockets, ele fez só 13.3 pontos por jogo contra os Warriors, errando mais de 60% dos arremessos. Ontem? Foi um absurdo de eficiência.

    O Phoenix dominou completamente a partida. Saiu na frente por 5 no intervalo e chegou a abrir 16 pontos de vantagem no terceiro quarto. O Curry até tentou uma reação – fez uma bola de três que deixou o placar em 85 a 78 –, mas os Suns responderam com sete pontos seguidos e mandaram o jogo pro espaço.

    Elenco coletivo decidiu o confronto

    Não foi só o Green que brilhou. Devin Booker colaborou com 20 pontos, e Jordan Goodwin foi uma máquina defensiva: 19 pontos, 9 rebotes e 6 roubadas de bola. Enquanto isso, Curry ficou perdido na marcação do Phoenix, fazendo apenas 17 pontos com 4 acertos em 16 tentativas.

    Ah, e teve confusão no final ainda. Booker e Draymond Green se estranharam feio no quarto período e os dois acabaram expulsos. Coisa de playoff mesmo – todo mundo ligado no 220V.

    Os Warriors até tiveram Brandin Podziemski fazendo 23 pontos, mas não foi suficiente. Kristaps Porzingis jogou apenas 15 minutos por causa de uma lesão no tornozelo, o que complicou ainda mais a situação de Golden State.

    Phoenix superou o trauma do play-in

    Olha, eu não esperava que os Suns conseguiriam se recuperar tão bem depois daquela derrota bizarra pra Portland na terça-feira. Perderam uma vantagem de 11 pontos no último quarto jogando em casa – algo que podia ter acabado com o psicológico de qualquer time.

    Mas o técnico Jordan Ott soube mexer com o grupo. “Às vezes a estrada não é sempre a que você escolhe. Às vezes é a menos percorrida. Nós encontramos nosso caminho”, disse ele. E agora vão enfrentar nada menos que o atual campeão Oklahoma City Thunder na primeira rodada.

    Vocês acham que o Phoenix tem chance real contra o OKC? Sinceramente, depois dessa exibição do Green, eu não duvido de mais nada. O cara mostrou que quando a pressão aperta, ele aparece pra jogo.

  • Warriors acabou? Suns elimina Golden State e vai pegar o Thunder

    Warriors acabou? Suns elimina Golden State e vai pegar o Thunder

    Cara, que noite foi essa em Phoenix. Os Suns simplesmente deram um banho nos Warriors e mandaram a galera de Stephen Curry pra casa mais cedo. 111 a 96, sem dó nem piedade. E o mais louco? Agora eles vão encarar nada menos que o atual campeão Thunder na primeira rodada dos playoffs.

    Jalen Green foi absolutamente monstro na partida. 36 pontos com 14 de 20 nos arremessos — e olha só esse dado que me deixou de queixo caído: 8 de 14 do perímetro. Oito bolas de três! O cara simplesmente não errava nada. Devin Booker contribuiu com 20 pontos, mas a estrela mesmo foi o Green.

    A defesa que sufocou Curry

    E o que dizer da marcação em cima do Curry? O homem de 38 anos simplesmente não conseguiu respirar em quadra. Apenas 17 pontos com 4 de 16 nos arremessos. Jordan Goodwin foi uma peste na defesa — 19 pontos, 9 rebotes e impressionantes 6 roubos de bola. Esse cara foi fundamental pra neutralizar o ataque dos Warriors.

    Vocês viram a confusão entre Booker e Draymond Green? Os dois levaram dupla técnica e foram expulsos no último quarto. Sinceramente, acho que isso até ajudou os Suns, porque o time já estava controlando mesmo.

    Golden State tentou, mas não conseguiu

    Olha, eu não vou mentir: por um momento achei que os Warriors iam conseguir mais uma virada épica. Eles já tinham revertido uma desvantagem de 13 pontos contra os Clippers na quarta-feira, então quando o Curry acertou aquela bola de três pra deixar 85 a 78, pensei “lá vamos nós de novo”.

    Mas os Suns responderam na lata — sete pontos seguidos e praticamente selaram o jogo ali. Phoenix chegou a abrir 69 a 53 no terceiro quarto, perdeu um pouco do controle, mas soube administrar quando precisou.

    Brandin Podziemski foi o cestinha dos Warriors com 23 pontos, mas não deu pro gasto. Kristaps Porzingis jogou mancando por causa de uma torção no tornozelo e conseguiu apenas 11 pontos em 15 minutos.

    E aí, galera? Acham que os Suns têm chance contra o Thunder? Vai ser uma série e tanto, porque Oklahoma City não é brincadeira não. Mas depois de uma performance dessas, quem sabe o time de Phoenix não surpreende mais uma vez?

  • Booker meteu 30 pontos e salvou o Suns contra Bulls desfalcado

    Booker meteu 30 pontos e salvou o Suns contra Bulls desfalcado

    Olha, eu não esperava que fosse ser assim tão suado, mas o Suns conseguiu bater o Bulls por 120 a 110 em Chicago numa partida que teve muito mais drama do que deveria ter.

    Devin Booker fez a sua parte com 30 pontos, mas quem me impressionou mesmo foi o Jalen Green com 25. O cara tá encaixando direitinho no esquema do Suns desde que chegou — e eu sinceramente achava que ia demorar mais pra ele se adaptar.

    O susto que ninguém esperava

    A coisa tava tranquila no terceiro quarto. Suns ganhando de 13, eu já pensando “beleza, mais uma vitória fácil”. Aí os Bulls resolveram acordar pra vida com uma corrida de 11-0 que deixou todo mundo de cabelo em pé.

    Rob Dillingham foi quem começou a bagunça com uma bandeja de costas linda, depois enterrou uma de 3 e ainda converteu lance livre. De repente, o jogo que parecia decidido virou uma guerra de 109 a 108 pros Suns.

    Foi aí que o Dillon Brooks mostrou por que contrataram ele. Acertou um fade away, meteu uma de 3 e ainda deu um toco que fechou qualquer chance dos Bulls. O cara simplesmente decidiu que não ia perder esse jogo — e olha que ele tinha vindo de duas derrotas seguidas (Orlando e Charlotte) que devem ter incomodado bastante.

    Bulls desfalcado, mas lutou até o fim

    Chicago jogou sem Josh Giddey (lesão no posterior da coxa) e Matas Buzelis (doente), que são praticamente os caras mais importantes do time hoje. Mesmo assim, Tre Jones fez 29 pontos numa apresentação monstruosa.

    Collin Sexton contribuiu com 18 pontos e 9 rebotes, enquanto Leonard Miller cravou um double-double com 17 pontos e 10 rebotes. Cara, o Miller até tentou virar o jogo no finalzinho — teve duas chances de bandeja e uma rebatida, mas o Brooks tava inspirado na defesa.

    A sequência final foi cruel pros Bulls. Erraram quatro arremessos seguidos, começando com uma tentativa de 3 do Yabusele. O Sexton pegou o rebote, mas o Miller perdeu a bandeja, errou a rebatida e ainda levou um toco do Brooks. Aí o Booker não perdoou: bomba de 3 pra fazer 117 a 108 e acabar com qualquer esperança de Chicago.

    Sétima derrota seguida pros Bulls. Tá difícil a situação em Chicago, mas pelo menos eles mostraram que não vão entregar os pontos de graça. E vocês, acham que o Suns consegue manter essa pegada quando pegar times mais fortes?

  • Booker mete 36 pontos e Suns destroem Grizzlies fora de casa

    Booker mete 36 pontos e Suns destroem Grizzlies fora de casa

    Cara, que show do Devin Booker ontem em Memphis! O cara simplesmente decidiu que ia destruir todo mundo e cravou 36 pontos numa atuação absurda contra os Grizzlies. Phoenix ganhou de 131-105, mas olha — não foi moleza não.

    O jogo tava equilibrado pelos primeiros três quartos, com Memphis brigando de igual pra igual. Aí veio o quarto período e os Suns viraram monstros. Ganharam o último quarto por 40 a 16! QUARENTA A DEZESSEIS. É brincadeira isso?

    Booker voando e Green crescendo

    Booker jogou apenas 25 minutos (sim, você leu certo) e fez 36 pontos com 16/24 nos arremessos. Eficiência pura. O Jalen Green, que tá cada vez mais entrosado no sistema, contribuiu com 21 pontos também ficando abaixo dos 25 minutos.

    Sinceramente, acho que essa dupla de armadores tá funcionando melhor do que eu esperava. Green tem mostrado que consegue jogar tanto de armador quanto de ala-armador, e isso dá uma versatilidade absurda pro ataque dos Suns.

    O mais legal foi ver o rookie Collin Gillespie quebrar a sequência ruim nos arremessos logo no quarto período. O garoto tava numa seca brava, mas escolheu o momento perfeito pra voltar a acertar as bolas de três.

    Situação na tabela esquenta

    Com essa vitória, Phoenix agora tem 3 jogos de vantagem sobre o Clippers na briga pela 7ª posição no Oeste. São apenas 7 jogos restantes na temporada regular, então cada vitória vale ouro.

    42 vitórias na temporada — não é um número que faz você gritar “CHAMPION!”, mas considerando onde esse time tava há alguns meses, é um progresso bem sólido. E vocês acham que eles conseguem manter essa posição até o final?

    Memphis mostrou personalidade jogando em casa, principalmente vindo do banco. Os caras colocaram 24 pontos só com os reservas no primeiro tempo. Mas no final das contas, a experiência e o talento individual dos Suns fizeram a diferença.

    O rookie Khaman Maluach teve uma noite histórica no rebote, cravando 10 caranguejos só no primeiro tempo — recorde pessoal na carreira. O garoto tem 2,13m e braços quilométricos, então quando ele posiciona bem embaixo da cesta, é praticamente impossível tirar a bola dele.

    Phoenix agora precisa manter o foco nesses últimos jogos. O Oeste tá uma loucura, e qualquer escorregada pode custar caro. Mas com Booker jogando nesse nível e os rookies evoluindo, eu tô otimista com esse time.

  • Jalen Green mostrou seu potencial absurdo — mas ainda falta consistência

    Jalen Green mostrou seu potencial absurdo — mas ainda falta consistência

    Cara, o Jalen Green simplesmente destruiu tudo contra o Jazz no sábado à noite. 31 pontos em apenas 22 minutos. Vinte e dois minutos! E o mais louco? Parecia fácil demais. Arremessos de 3 caindo, penetrações rasgando a defesa, jump shots do meio da quadra entrando limpo. Foi um show completo.

    Mas olha, vou ser sincero: assistir o Green jogar é uma montanha-russa emocional. Uma hora ele tá jogando como um All-Star, na outra some completamente de quadra. Desde que chegou no Phoenix na troca do Durant, a gente já viu os dois lados dessa moeda.

    O talento é inegável, mas…

    Quando ele engata, mano, é coisa de outro mundo. Tem uma fluidez no jogo que poucos caras conseguem. Lembra do Gerald Green ou do Jason Richardson nos tempos áureos do Suns? Pois é, faz mais de uma década que Phoenix não tinha um cara assim na posição 2. Um armador que cria a própria jogada, vai pro garrafão quando quer e ainda tem esse atletismo explosivo.

    O problema — e vocês que acompanham NBA sabem disso — é que às vezes a confiança vira arrogância. O cara tem caminho livre pra bandeja e resolve complicar, quer fazer a jogada bonita ao invés da simples. Quantas vezes já não vimos ele cozinhando demais numa penetração fácil?

    E sabe qual é a ironia? Com o Ayton, a gente implorava por agressividade no garrafão. “Enterra logo, cara!” Com o Green é o contrário: “Só faz a cesta entrar, não precisa ser espetacular.”

    A temporada tá acabando, e agora?

    Olha, eu não acho que o Suns vai tomar qualquer decisão precipitada. O cara vai ganhar 36 milhões na próxima temporada — não é dinheiro que você joga fora assim. Faz sentido dar mais tempo pra ele, ver como o mercado se desenvolve.

    Porque o potencial tá ali, óbvio. As ferramentas são evidentes. Quando ele equilibra o show com eficiência, aí sim a coisa fica interessante. É questão de refinar o timing, melhorar a seleção de arremessos.

    E enquanto isso não acontece? A gente curte os momentos como esse sábado. Noites em que ele pega fogo e muda completamente o ritmo do jogo. Esse é o Jalen Green que pode decidir partidas, que pode carregar o time nas costas quando precisa.

    Vocês acham que ele consegue encontrar essa consistência? Porque sinceramente, quando ele joga assim, dá pra sonhar alto com esse Phoenix. O negócio é saber se vai ser exceção ou regra daqui pra frente.

  • Green explode com 31 pontos e Suns destroem Jazz por 25 de diferença

    Green explode com 31 pontos e Suns destroem Jazz por 25 de diferença

    Cara, que show do Jalen Green ontem à noite! O cara simplesmente resolveu pegar fogo contra o Utah Jazz e mandou 31 pontos na vitória tranquila dos Suns por 134 a 109. E o mais louco? Nem precisou jogar o último quarto.

    Devin Booker também fez a sua parte com 26 pontos, mas quem roubou a cena mesmo foi o Green. O jovem tá mostrando que pode ser uma peça fundamental pra esse time de Phoenix que tava numa fase complicada — tinham perdido seis dos últimos sete jogos. Agora ficaram a apenas 3 jogos e meio do Houston, que ocupa a sexta posição no Oeste.

    Massacre desde o primeiro quarto

    Os Suns não deram nem chance pro Jazz respirar. Logo no primeiro quarto já abriram 37 a 17 com uma sequência absurda de 21 a 2. Green fez 11 pontos só nesse período, acertando três das oito bombas de três que Phoenix converteu no quarto inicial.

    No intervalo, a vantagem já era gritante: 73 a 45 — a maior vantagem no primeiro tempo da temporada pros Suns. Sinceramente, deu até pena do Jazz. Green já tinha 20 pontos na conta e o jogo tava praticamente decidido.

    Jazz sem seus principais jogadores

    Olha, tem que levar em conta que o Utah tá bem desfalcado mesmo. Lauri Markkanen (quadril), Isaiah Collier (coxa) e Keyonte George (perna) não jogaram. Fora que Walker Kessler e Jaren Jackson já tão fora da temporada com lesões mais sérias.

    Mesmo assim, Brice Sensabaugh e Kyle Filipowski fizeram 26 pontos cada um, tentando segurar as pontas. Mas quando você tem só dois jogadores fazendo quase todos os pontos do time no primeiro tempo (foram responsáveis por todos menos nove pontos), fica difícil competir contra um time que tá com todo mundo encaixado.

    E aí, vocês acham que os Suns conseguem entrar nos playoffs diretos ou vão ter que passar pelo play-in mesmo? Com o Green jogando nesse nível, eu tô começando a acreditar que eles podem surpreender.