Tag: Jalen Johnson

  • Hawks no horizonte: Sem Trae Young, Atlanta está bem melhor

    Hawks no horizonte: Sem Trae Young, Atlanta está bem melhor

    Cara, quem diria que trocar o Trae Young seria uma das melhores coisas que poderia acontecer pro Hawks? Eu confesso que não esperava isso quando rolou a trade, mas olha só o que aconteceu na temporada 2025-26.

    O Jalen Johnson simplesmente assumiu a parada e mostrou que é All-Star de verdade. 22.5 pontos, 10.3 rebotes e 7.9 assistências por jogo — números de MVP candidato, monstro! E o mais legal é que ele faz de tudo na quadra: defende, rebota, arma jogadas, finaliza. É o tipo de jogador que todo técnico sonha em ter.

    A química que o Trae nunca conseguiu criar

    Sabe o que mais me impressiona? O encaixe do C.J. McCollum no sistema. O cara que veio na troca do Young se adaptou muito melhor do que eu imaginava. Não fica pedindo bola toda hora, sabe jogar sem ela, e isso deixa o time muito mais fluido.

    E tem mais: o Nickeil Alexander-Walker virou praticamente um cestinha! 20 pontos por jogo cara, quem poderia prever isso? Eles contrataram ele pensando num sexto homem e o maluco explodiu. Um dos contratos mais vantajosos da NBA hoje.

    46 vitórias e eliminação dolorosa

    Claro, não foi tudo perfeito. Perderam pro Knicks na primeira rodada depois de uma zebra histórica no jogo 6 (quem acompanha sabe o que rolou). Mas sinceramente? 46 vitórias na temporada regular é um puta resultado considerando a mudança radical que fizeram.

    O time tem jovens talentosos como Dyson Daniels, Onyeka Okongwu e o francês Zaccharie Risacher se desenvolvendo. E ainda têm flexibilidade salarial — coisa rara na NBA atual.

    Draft e futuro promissor

    Com a 7ª escolha do draft nas mãos, eles podem pescar um armador franchise ou usar pra fazer uma trade por alguém já estabelecido. Vocês acham que devem apostar num rookie ou ir atrás de um veterano comprovado?

    Na minha opinião, esse Hawks está no caminho certo. Sem ego inflado do Trae dominando todas as posses, o basquete flui melhor. Johnson como líder faz mais sentido — é mais completo e não força tanto a barra.

    O objetivo pra próxima temporada tem que ser brigar lá em cima no Leste. Com essa base sólida e ainda margem pra melhorar, Atlanta pode surpreender. Só não podem repetir aquele vexame do jogo 6 contra os Knicks, né?

  • Hawks sem Trae: o futuro promissor que ninguém esperava

    Hawks sem Trae: o futuro promissor que ninguém esperava

    Olha, eu confesso que não esperava isso dos Hawks. Durante sete temporadas inteiras, Atlanta foi refém do estilo do Trae Young — e não me entendam mal, o cara é craque, mas limitava demais o sistema. Era pick-and-roll todo santo jogo, defesa que não existia e uma movimentação de bola que deixava qualquer purista do basquete de cabelo em pé.

    Aí veio a lesão do Trae no começo da temporada e… cara, foi como se alguém tivesse aberto todas as janelas de uma casa que estava há anos fechada.

    A transformação que ninguém viu vindo

    Os números não mentem: os Hawks saltaram pro 9º lugar em passes por jogo e — segurem-se na cadeira — chegaram ao top 10 defensivo da liga. DÉCIMO! Um time que nas últimas quatro temporadas com Trae ficou em 22º, 25º, 29º e 30º colocado em defesa.

    E olha que mudança de identidade: eles viraram um time de transição puro. Só os Clippers eram mais eficientes no contra-ataque, e pouquíssimos times corriam mais que Atlanta. Era lindo de ver, sinceramente.

    Tanto que quando a oportunidade apareceu, eles não pensaram duas vezes e trocaram o Young pro Washington. Foi all-in nessa nova filosofia.

    Aí chegaram os playoffs…

    E foi aí que a coisa desandou feio contra os Knicks. Mano, que vexame. No jogo 6 que encerrou a temporada, eles estavam perdendo por 47 pontos no intervalo. QUARENTA E SETE! Fizeram só 36 pontos nos primeiros 24 minutos.

    O que aconteceu? Simples: os Knicks são o tipo de time que mata qualquer tentativa de jogo rápido. Eles não perdem bola, reboteiam ofensivamente como uns monstros e ainda por cima tinham o OG Anunoby pra neutralizar qualquer tentativa de infiltração.

    O Dyson Daniels virou praticamente um fantasma — New York simplesmente não marcava ele no perímetro, forçando Atlanta a jogar 4×5 no ataque. O Jalen Johnson, na sua primeira série de playoffs como titular, não conseguiu criar nada contra o Josh Hart.

    Mas e agora? Por que ainda acredito neles

    Olha, eu sei que essa eliminação foi feia. Mas vocês sabem o que eu acho? Esse Hawks tem potencial absurdo pra crescer. Eles descobriram uma identidade própria, algo que nunca tiveram com Trae.

    O Johnson ainda é jovem e vai aprender com essa experiência. O Okongwu está evoluindo como um center moderno. E agora, com uma eliminação precoce dessas, eles vão ter uma posição boa no draft.

    CJ McCollum mostrou que ainda tem lenha pra queimar — foram 55 pontos dele nos jogos 2 e 3, destruindo o Brunson na defesa. Imaginem se eles conseguem mais uma peça ofensiva no draft ou numa troca?

    Sinceramente, prefiro um Hawks com identidade própria que perdeu feio pros Knicks do que aquele time refém do pick-and-roll eterno. Às vezes você precisa dar um passo pra trás pra dar dois pra frente.

    E aí, o que vocês acham? Atlanta fez certo em trocar o Trae ou foi precipitação demais?

  • McCollum destrói os Knicks de novo e Hawks abrem 2-1 nos playoffs

    McCollum destrói os Knicks de novo e Hawks abrem 2-1 nos playoffs

    Cara, o CJ McCollum simplesmente não perdoa os Knicks. Depois de fazer aquela loucura no jogo 2 no Madison Square Garden, o cara voltou e decidiu mais uma vez — dessa vez em casa, em Atlanta.

    Com 12.5 segundos no relógio e os Hawks perdendo por um ponto, McCollum recebeu a bola e mandou um fadeaway de 15 pés que foi direto no fundo da rede. 109-108 para Atlanta, série 2-1. Vinte e três pontos no final das contas.

    Uma noite de altos e baixos

    Olha, os Hawks dominaram praticamente o jogo inteiro, chegaram a abrir 18 pontos no primeiro tempo. Parecia que ia ser tranquilo, mas aí você lembra que é playoff da NBA — nada é fácil.

    Os Knicks fizeram o que sabem fazer: voltaram no sufoco. Jalen Brunson (26 pontos) converteu um and-one com 1:03 no relógio e colocou Nova York na frente por 108-105. Meu coração já estava acelerando só de imaginar outro colapso dos Hawks.

    Mas Jalen Johnson, que foi o cestinha da noite com 24 pontos, respondeu na lata. Josh Hart errou uma de três para os Knicks, eles pegaram o rebote ofensivo mas não conseguiram arremessar a tempo. Sinceramente? Foi um alívio ver que dessa vez Atlanta não entregou.

    McCollum é problema sério para Nova York

    Esse cara tá assombrado com os Knicks, não é possível. Começou o jogo já mandando uma de três step-back — como se estivesse mandando um recado: “oi, eu ainda tô aqui”.

    E não foi só no ataque. Teve uma jogada defensiva absurda quando o Hart pegou uma sobra e saiu em velocidade. McCollum foi lá e tocou a bola, que bateu no pé do Hart e virou posse dos Hawks. Jogada de veterano mesmo.

    Jonathan Kuminga saindo do banco também foi monstro — 21 pontos. Do lado dos Knicks, o OG Anunoby liderou com 29, mas não adiantou muito.

    Vocês acham que os Knicks conseguem se recuperar no jogo 4? Porque até agora o McCollum tá fazendo o que quer com essa defesa de Nova York. E olha que ainda tem mais dois jogos possíveis em Atlanta…

    Mike Brown reclamou da arbitragem depois do jogo, disse que perderam algumas faltas no garrafão. Pode até ser, mas no fim das contas quem decidiu foi aquela fadeway do McCollum. Puro sangue frio.

  • Hawks encontram nova identidade após saída de Trae Young

    Hawks encontram nova identidade após saída de Trae Young

    Cara, quem diria que os Hawks iam conseguir virar essa chave? Depois de anos presos no limbo do play-in, Atlanta finalmente conseguiu uma vaga direta nos playoffs pela primeira vez desde 2020-21. E o mais louco? Fizeram isso justamente DEPOIS de trocar o Trae Young.

    Lembro quando o negócio foi anunciado em janeiro — Young pro Wizards por CJ McCollum e Corey Kispert. Na época, pensei: “pronto, mais um ano perdido pros Hawks”. O cara era literalmente a cara da franquia há sete anos, né?

    A reviravolta que ninguém esperava

    Mas aí que tá — às vezes você precisa perder pra ganhar. O técnico Quin Snyder falou uma coisa que me marcou: “Tivemos literalmente umas cinco versões diferentes do time”. E não tava exagerando não. Foram 25 formações iniciais diferentes na temporada. Absurdo.

    O negócio é que quando a poeira baixou, sobrou um grupo que realmente queria jogar junto. Onyeka Okongwu, Jalen Johnson (que virou All-Star pela primeira vez!), Dyson Daniels e Nickeil Alexander-Walker começaram a temporada juntos e criaram uma química incrível.

    McCollum chegou na troca do Young e assumiu a vaga do Zaccharie Risacher no quinteto. Trouxe aquela experiência que o time precisava — você sabe como é, veterano que já passou por playoff e sabe como é a pressão.

    A sequência que mudou tudo

    Em março, os caras emplacaram 13 vitórias em 15 jogos. Treze! Saíram daquela zona de rebaixamento direto pro play-in e foram brigar pela 5ª ou 6ª colocação. Foi uma loucura acompanhar.

    “É orgulhoso ver como nosso grupo se conectou em tão pouco tempo”, disse Snyder depois de uma vitória contra o Nets. E realmente, você via que era diferente. O cara que chegou ontem estava fazendo assistência pro que tava lá desde o começo.

    Daniels resumiu bem: “Os caras novos foram muito bons pra gente. Não só em quadra, mas no vestiário também. Todo mundo sabe seu papel agora. Todos jogando com vontade”.

    O teste contra os Knicks

    Agora vem o desafio de verdade — primeira rodada dos playoffs contra os Knicks. E olha, Nova York tem uma vantagem clara: continuidade. Aquele núcleo joga junto há anos, alguns desde a faculdade.

    Mas sinceramente? Acho que Atlanta pode surpreender. Momentum é uma coisa real no basquete, e os Hawks chegam voando. Okongwu falou uma verdade: “Demora pra construir química, mas temos caras aqui que querem trabalhar e jogar do jeito certo”.

    Vocês acham que esse novo Hawks consegue incomodar os Knicks? Eu tô curioso pra ver se essa identidade que eles forjaram sem o Young vai resistir à pressão dos playoffs.

  • Hawks aprendem lição valiosa na derrota apertada pros Knicks

    Hawks aprendem lição valiosa na derrota apertada pros Knicks

    Cara, que jogaço foi esse entre Hawks e Knicks na segunda! 108-105 para Nova York, mas sinceramente? Atlanta saiu mais fortalecida dessa derrota do que muitos times saem de vitória.

    O clima estava de playoffs mesmo — torcida gritando, pontuação indo e voltando, e aqueles arremessos decisivos que fazem a gente segurar a respiração. E o Nickeil Alexander-Walker captou exatamente isso depois da partida.

    A mentalidade de playoff que faltava

    “Acho que a maior lição é que isso nos prepara para os playoffs”, disse Alexander-Walker. “É um time bom, e agora sabemos o quanto podemos melhorar. Conhecemos os pontos fortes deles, eles conhecem os nossos — é questão de fazer os ajustes se enfrentarmos eles de novo.”

    E olha, tem chance real disso acontecer nos playoffs. Dependendo de como termina essa última semana da temporada regular, Hawks e Knicks podem se encontrar novamente — só que aí vai valer tudo.

    O que mais me impressionou foi como Atlanta reagiu. Eles tinham 5 pontos de vantagem faltando 3 minutos, aí veio aquela violação dos 24 segundos e uma bola perdida do CJ McCollum que virou o jogo. Mas cara, para um time sem experiência de playoffs juntos, eles pareciam veteranos ali.

    Jalen Johnson vê o lado positivo

    “É basquete de playoff agora”, falou Jalen Johnson. “Nossa execução nos últimos 5 minutos — se continuarmos aprimorando isso, vamos estar numa posição muito melhor.”

    Alexander-Walker, que viveu essas situações tensas com o Minnesota nas últimas duas temporadas, ficou orgulhoso de como o time reagiu. “Não importa a experiência de cada um, todo mundo se manteve focado tentando ganhar o jogo”, disse ele.

    E é isso que eu mais gosto nesse Hawks. Eles trataram a segunda metade da temporada como se fosse playoff — e isso tá fazendo diferença. Ainda precisam de algumas vitórias para garantir uma posição entre os seis primeiros, mas a mentalidade já mudou.

    Próximo teste: Cleveland

    “Todo mundo sabe da urgência”, completou Johnson. “Desde o All-Star break cada jogo importa. Temos que esquecer essa derrota, mas levar as lições para Cleveland.”

    Vocês acham que essa experiência vai fazer diferença quando os Hawks chegarem nos playoffs de verdade? Eu tô convencido que sim. Às vezes uma derrota ensina mais que dez vitórias fáceis.

  • Dončić e Jalen Johnson arrebentam em março na NBA

    Dončić e Jalen Johnson arrebentam em março na NBA

    Cara, que mês absurdo foi março na NBA! Luka Dončić e Jalen Johnson acabaram de ser eleitos os jogadores do mês, e sinceramente? Merecidíssimo pros dois.

    O esloveno simplesmente não deu chance pra ninguém — 37.5 pontos por jogo (trinta e sete e meio!), 8.0 rebotes e 7.4 assistências. E o mais impressionante? Os Mavericks fizeram uma campanha monstruosa de 15 vitórias e apenas 2 derrotas no mês. Luka já tinha ganhado o prêmio em janeiro, mas cara, o cara tá numa fase que dá até medo.

    Jalen Johnson finalmente explodiu

    Agora, quem me surpreendeu mesmo foi o Jalen Johnson. O garoto dos Hawks que muita gente ainda não conhece direito mostrou que veio pra ficar: 22.4 pontos, 8.5 rebotes e 8.5 assistências por partida. Quase um triple-double de média, pessoal!

    E olha que loucura — Atlanta também fez 13-2 no mês. Coincidência? Eu acho que não. Quando você tem um cara fazendo essa estatística maluca, o time inteiro joga diferente.

    O que isso significa pro futuro?

    Pra quem acompanha NBA há tempo, sabe que março é um mês crucial. É quando os times definem realmente se vão pros playoffs ou não. Ver dois caras completamente diferentes — um já consagrado como Luka e um jovem em ascensão como Johnson — dominando assim mostra o quanto a liga tá equilibrada.

    Primeira vez do Johnson ganhando esse troféu, aliás. E pelo jeito que ele tá jogando, tenho certeza que não vai ser a última. O cara tem apenas 22 anos e já tá carregando Atlanta nas costas.

    E vocês, já tinham reparado no que o Jalen Johnson tava fazendo? Porque eu confesso que só fui realmente prestar atenção nele no meio do mês passado, quando vi umas estatísticas absurdas dele.

  • Alexander-Walker mete 32 pontos e Hawks amassam o Magic por 130-101

    Alexander-Walker mete 32 pontos e Hawks amassam o Magic por 130-101

    Cara, o Nickeil Alexander-Walker simplesmente destruiu tudo ontem à noite! O cara meteu 32 pontos na vitória dos Hawks sobre o Magic por 130-101, e olha — não foi nem apertado. Foi show de bola mesmo.

    Os Hawks estão numa sequência monstruosa: 17 vitórias nos últimos 19 jogos. Isso não é sorte, galera. É time encaixado mesmo.

    Jalen Johnson quase fez outro triple-double

    E o Jalen Johnson? 18 pontos e 14 rebotes, ficando a apenas duas assistências do seu 14º triple-double da temporada. Catorze! O moleque tá voando, sinceramente. Na minha visão, ele virou peça fundamental nesse Hawks que ninguém esperava que fosse tão competitivo.

    Dyson Daniels também contribuiu com um double-double: 15 pontos e 13 rebotes. Os Hawks dominaram o garrafão com 52-36 nos rebotes — uma diferença absurda que explica muito sobre como o jogo foi decidido.

    Hawks mandam na divisão

    Agora vem a parte mais louca: os Hawks varreram a série de temporada contra o Magic por 4-0. Quatro a zero! E com isso, abriram uma vantagem de 3 jogos e meio na Southeast Division.

    Pelo lado do Orlando, Franz Wagner voltou depois de ficar 47 jogos fora dos últimos 52 por causa de uma entorse no tornozelo. Conseguiu 12 pontos em 20 minutos, o que até que foi um retorno decente considerando o tempo parado. Mas convenhamos — o Magic sentiu falta dele. Antes da lesão, o cara estava fazendo 23.4 pontos com 55% de aproveitamento.

    O segundo quarto foi onde os Hawks resolveram o jogo: 47 pontos! Fizeram 17 de 24 arremessos no período. Quando o Kuminga acertou uma de três e quebrou o empate de 32-32, já era. Atlanta não largou mais a liderança.

    Jamal Cain até tentou pelo Magic com 17 pontos saindo do banco, mas não teve jeito. Desmond Bane e Wendell Carter Jr. contribuíram com 14 cada, mas foi pouco perto da avalanche dos Hawks.

    E aí, vocês acham que os Hawks têm condições reais de incomodar nos playoffs? Com essa sequência toda, eu tô começando a acreditar que sim.

  • Hawks humilham Celtics em casa e fazem 13ª vitória seguida

    Hawks humilham Celtics em casa e fazem 13ª vitória seguida

    Cara, que surra foi essa que o Hawks aplicou no Celtics ontem! 112 a 102 em Atlanta, numa partida que foi muito mais fácil do que o placar sugere. E olha, três dias depois de perder pra Boston jogando fora, eles foram lá e deram o troco em casa mesmo.

    Onyeka Okongwu e Jalen Johnson foram os protagonistas da noite, cada um com 20 pontos. O Okongwu ainda pegou 10 rebotes (double-double clássico), enquanto o Johnson foi mais longe: 20 pontos, 12 rebotes. E pasmem — esse foi o 45º double-double do Johnson na temporada. Quarenta e cinco! O cara tá numa temporada absurda.

    O terceiro período que definiu tudo

    O primeiro tempo foi equilibrado pra caramba, com 10 empates e nove trocas de liderança. Terminou 54 a 54 depois que o Nickeil Alexander-Walker acertou uma bomba de 27 pés no finalzinho. Mas aí veio o terceiro período…

    36 a 22 pro Hawks no terceiro quarto. Trinta e seis a vinte e dois! Foi uma aula de basquete que os caras aplicaram. Boston simplesmente não conseguiu responder à intensidade de Atlanta, que abriu 14 pontos de vantagem entrando no último período.

    Os Celtics até tentaram uma reação no final — chegaram a diminuir de 21 para 8 pontos nos últimos dois minutos. Mas Johnson e Alexander-Walker foram lá na linha de lance livre e mataram o jogo nos minutos finais.

    Jaylen Brown lutou sozinho

    Do lado de Boston, o destaque foi Jaylen Brown, que voltou depois de ficar duas partidas fora. O cara fez 29 pontos e 10 rebotes, praticamente carregou o time nas costas. Luka Garza também colaborou com 20 pontos e 9 rebotes.

    Mas senti falta do Jayson Tatum, que ficou no banco por “gestão de lesão” — aquela coisa de poupar o cara pra não forçar. Na partida de sexta passada, Tatum tinha feito 26 pontos. Fez falta, não tem como negar.

    E vocês viram que o Hawks recuperou todo mundo pro jogo de ontem? Dyson Daniels, Okongwu e Jonathan Kuminga voltaram depois de ficarem fora contra o Kings. O Daniels ainda contribuiu com 18 pontos, 5 rebotes, 5 assistências e 2 roubos de bola.

    Agora é esperar pra ver se o Hawks mantém essa pegada em Orlando na quarta, enquanto os Celtics vão enfrentar o Miami. Sinceramente? Depois dessa exibição, acho que Atlanta tá encontrando seu ritmo no momento certo da temporada.

  • A dupla que tá salvando os Hawks: Johnson e Alexander-Walker viraram ‘parceiros no crime’

    A dupla que tá salvando os Hawks: Johnson e Alexander-Walker viraram ‘parceiros no crime’

    Mano, que dupla absurda que tá se formando no Atlanta Hawks. Jalen Johnson e Nickeil Alexander-Walker (que o pessoal chama de NAW) simplesmente decidiram que vão resolver os jogos juntos no último período — e tá funcionando pra caramba.

    Na vitória por 123-113 contra o Sacramento Kings, os dois fizeram exatamente isso de novo. Jogo empatado 97-97 no meio do quarto período, e daí pra frente TODOS os pontos dos Hawks ou saíram das mãos deles ou de assistências deles. Todos mesmo. Que monstros.

    “Parceiros no crime” — a química tá absurda

    Depois do jogo, o NAW soltou uma frase que resume tudo: “Tendo um parceiro no crime com ele, eu tô curtindo isso. Tô aprendendo muito, estamos crescendo juntos. É divertido.”

    Cara, dá pra ver que os dois se entendem mesmo. Alexander-Walker contou que eles conversam o tempo todo, tentando descobrir como ganhar jogos. E olha, pra mim essa é a parte mais legal — os dois são meio novos nessa posição de liderança, então tão aprendendo juntos.

    “Às vezes parece que queremos que a outra pessoa seja agressiva, o que é legal de ter alguém no seu canto”, explicou NAW. Sinceramente, isso me lembra muito aquelas duplas clássicas da NBA que se complementavam perfeitamente.

    Como eles fecharam o jogo

    A sequência que eles fizeram foi de filme mesmo. Johnson começou com 5 pontos seguidos, aí o NAW respondeu com duas bolas de 3 consecutivas — Hawks abriram 11 pontos de vantagem assim, do nada.

    E não parou por aí. Nickeil fez um and-one (enterrada + falta), Johnson acertou mais um arremesso de 3, depois deu duas assistências pro Jock Landale e pro CJ McCollum. Pra fechar com chave de ouro? Alexander-Walker assistiu Johnson numa bola de 3 que selou a vitória.

    O técnico Quin Snyder resumiu bem: “A confiança dos dois tá lá em cima, seja pra fazer a jogada ou pra se encontrarem. Essa é a melhor parte.”

    Hawks desfalcados mas se virando

    O mais impressionante é que os Hawks estavam desfalcados. Dyson Daniels, Onyeka Okongwu e Jonathan Kuminga — todos machucados. Mas sabe como é, “next man up”, e o time mostrou profundidade.

    Jock Landale foi outro que apareceu quando precisava. Entrou no lugar do Okongwu e fez 19 pontos com 13 rebotes. Double-double caprichado, mesmo jogando com uma lesão no ombro que ele vai ter que “aguentar firme”.

    “Fizemos um ótimo trabalho descobrindo nossa identidade como primeiro e segundo quinteto”, disse Landale. E realmente, os Hawks tão mostrando uma consistência que não tinham antes.

    E aí, vocês acham que essa dupla Johnson-Alexander-Walker pode mesmo levar os Hawks longe nos playoffs? Porque pelo que tô vendo, quando os dois tão conectados assim, é complicado parar eles no final dos jogos.

    Próximo teste vai ser contra os Celtics em dois dias. Aí vamos ver se a “parceria no crime” funciona contra um dos melhores times da liga.

  • Hawks destroem Kings em casa e mantêm sequência invicta

    Hawks destroem Kings em casa e mantêm sequência invicta

    Cara, que jogaço dos Hawks ontem à noite! 123-113 contra o Sacramento Kings, e o mais legal é que a galera de Atlanta tá mantendo essa sequência absurda em casa. Sinceramente, eu não esperava que eles conseguissem se recuperar tão rápido depois daquela derrota dolorosa pro Celtics na véspera.

    Os Kings chegaram cheios de desfalques — coisa que já virou rotina pra eles essa temporada — mas os Hawks também não estavam com o time completo. Dyson Daniels, Jonathan Kuminga e Onyeka Okongwu ficaram de fora. Mohamed Gueye ganhou a chance no quinteto titular, e olha, o garoto aproveitou.

    Jalen Johnson comandando o show

    O que mais me impressionou foi a performance do Jalen Johnson. 26 pontos e 10 assistências — double-double caprichado! O cara tava distribuindo bola como um veterano e finalizando com uma facilidade que dá gosto de ver. Aquela conexão dele com o Jock Landale no segundo quarto foi coisa linda de se assistir.

    E por falar no Landale… 19 pontos e 13 rebotes. Monstro! Quem diria que o australiano ia ser peça tão importante assim nos Hawks? Tem hora que o basquete te surpreende mesmo.

    Show do Alexander-Walker

    Mas se tem um cara que merece destaque especial é o Nickeil Alexander-Walker. 27 pontos sendo o cestinha da partida, com direito a várias bolas de três que gelaram o jogo no último quarto. Aquele passe por entre as pernas pro Jalen Johnson no terceiro período? Absurdo demais.

    O que mais me chamou atenção foi como os Hawks conseguiram virar o jogo depois de estarem atrás no primeiro quarto. Começaram devagar, mas na hora que precisaram acelerar, aceleraram mesmo. Aquela sequência no segundo quarto quando emplacaram uma corrida de pontos foi decisiva.

    CJ McCollum ainda tem bala na agulha

    E não posso deixar passar em branco os 22 pontos do CJ McCollum. O veterano mostrou que ainda tem muito basquete nas pernas, principalmente naquele arremesso no final do primeiro tempo que foi pura categoria.

    Os Kings até tentaram reagir — o DeMar DeRozan estava jogando bem —, mas quando os Hawks decidiram que era hora de ganhar o jogo, não teve jeito. Construíram uma vantagem de dois dígitos no último quarto e administraram direitinho.

    Agora vem o teste de fogo: segunda-feira contra o Boston Celtics de novo. Depois da derrota na véspera, vocês acham que os Hawks conseguem a revanche? Eu tô curioso pra ver se essa química que eles mostraram ontem vai se repetir contra um adversário mais cascudo.

    Uma coisa é certa: esse time de Atlanta tá começando a mostrar personalidade. Se continuarem jogando assim em casa, podem incomodar muito gente nos playoffs.