Tag: James Dolan

  • Dolan quase mandou dono dos Cavs pro galinheiro em vingança épica

    Dolan quase mandou dono dos Cavs pro galinheiro em vingança épica

    Gente, essa história é boa demais pra ser verdade, mas é real. O Fat Joe acabou de soltar uma bomba sobre o que rolou nos bastidores dos playoffs entre Knicks e Cavaliers — e olha, o James Dolan quase protagonizou a vingança mais selvagem da história da NBA.

    A treta começou quando o Fat Joe, rapper nova-iorquino e fanático dos Knicks, comprou ingresso de quadra em Cleveland pra assistir aos playoffs. Adivinha? Os Cavs simplesmente NEGARAM a entrada dele na primeira fila. Isso mesmo, barraram o cara só por ser torcedor rival. Que pequenez, né?

    A vingança que quase aconteceu

    Mas aí que vem o plot twist absurdo. Segundo o Fat Joe contou pros repórteres, o Dolan ficou TÃO pistola com essa sacanagem que bolou um plano de vingança digno de filme de ação. Se a série voltasse pro MSG pro Jogo 5, ele ia colocar o Dan Gilbert — isso mesmo, o DONO dos Cavaliers — lá no galinheiro, nas cadeiras mais baratas do estádio.

    “Mr. Dolan estava tão puto que disse: ‘Se rolar Jogo 5, eu boto o dono deles na arquibancada superior!’”, revelou o Fat Joe. Cara, imagina a cena: o bilionário Dan Gilbert tendo que subir sei lá quantos lances de escada pra assistir o próprio time jogar no MSG. Seria épico demais.

    O rapper ainda comparou o Dolan ao Bruce Wayne, falando que o cara é incompreendido igual o Batman. Olha, eu até entendo a comparação — ambos são ricos, meio polêmicos e sempre no centro das atenções. Diferença é que o Bruce Wayne salva Gotham, e o Dolan… bom, ainda tá tentando salvar os Knicks.

    Sorte do Gilbert que levou sweep

    Sinceramente? O Dan Gilbert deve agradecer todo dia pelo Knicks ter dado aquela varrida histórica nos Cavs. Porque se a série tivesse voltado pra Nova York, o cara ia passar pelo maior vexame da carreira executiva dele. Imagina explicar pros investidores que você assistiu seu próprio time das cadeiras baratas porque comprou briga com o Fat Joe.

    E vocês, acham que o Dolan realmente faria isso? Ou foi só bravata de momento? Eu, particularmente, acho que o homem faria sim. Conhecendo o histórico dele, seria capaz de botar uma placa do lado do Gilbert escrito “Dono Visitante” só pra humilhar mesmo.

    No fim das contas, essa história mostra como a NBA às vezes vira um grande playground de ego entre bilionários. Mas pelo menos rendeu uma das anedotas mais engraçadas dos playoffs. E o Fat Joe? Ganhou mais uma história lendária pra contar nos próximos anos.

  • Silver tenta, Jordan tenta, mas briga Dolan x Oakley segue firme

    Silver tenta, Jordan tenta, mas briga Dolan x Oakley segue firme

    Cara, que situação mais bizarra. Os Knicks estão nas Finals pela primeira vez em 27 anos — 27 ANOS! — e uma das maiores lendas do time não pode nem pisar no Madison Square Garden por causa de uma treta que já dura quase uma década.

    Adam Silver, o comissário da NBA, foi questionado sobre a ausência de Charles Oakley entre os ex-jogadores que estão enchendo o Garden nessa campanha histórica dos Knicks. E a resposta dele foi meio constrangedora, pra ser sincero.

    Até Michael Jordan tentou ajudar

    “É uma vergonha que eu tentei, Michael Jordan também tentou, intermediar a paz entre Charles e Jim Dolan”, disse Silver antes do Jogo 1 das Finals em San Antonio. “Nossos esforços não deram certo. Acho que é uma pena para a NBA que essa situação continue.”

    Olha, quando até o Michael Jordan tenta resolver uma treta e não consegue, você sabe que a coisa está feia mesmo. E sinceramente? Acho que isso mostra o quanto o James Dolan consegue ser teimoso.

    Pra quem não lembra (ou quer esquecer), Oakley foi literalmente arrastado da sua cadeira no Garden durante um jogo em fevereiro de 2017. O cara foi PRESO. Depois processou o Dolan e o Madison Square Garden por agressão e difamação. Sete anos depois, a briga judicial continua rolando nos tribunais federais.

    Uma ausência que dói nos Knicks

    A parada fica ainda mais triste quando você para pra pensar. Silver citou Patrick Ewing, Allan Houston, John Starks e Walt Frazier como lendas dos Knicks que estão presentes nessa campanha. Oakley? O cara que foi fundamental naqueles times dos anos 90 que chegaram às Finals de 94? Fora da história.

    “Acho que uma das coisas que torna essa liga tão especial é esse ambiente familiar que temos”, disse Silver. Meio irônico, né? Família que briga tanto assim…

    Na minha opinião, isso é maior que basquete. Oakley dedicou uma década da carreira dele aos Knicks, foi ídolo da torcida, enfrentou os Bulls do Jordan de igual pra igual. E agora não pode nem assistir um jogo do time que ele ajudou a construir por causa do ego ferido do dono.

    Vocês acham que essa treta vai acabar um dia? Ou o Dolan vai levar isso pro túmulo mesmo?

  • Dolan abre o jogo sobre os Knicks na Final e o que isso significa pra NYC

    Dolan abre o jogo sobre os Knicks na Final e o que isso significa pra NYC

    Cara, o James Dolan finalmente abriu a boca e falou sobre essa campanha épica dos Knicks rumo à Final da NBA. E olha, o homem tá confiante pra caramba!

    Em uma entrevista bombástica ao New York Post, o dono dos Knicks não segurou a língua quando perguntaram se esse time representa Nova York. “Representa o povo de Nova York, sim. Absolutamente. Esses são os nova-iorquinos, né? São duros, são gritty, são cheios de personalidade”, disparou Dolan.

    “Bring ‘em on!” – Dolan não tem medo de ninguém

    O mais impressionante? O cara tá tão confiante que disse que não importa quem vier do Oeste (na época da entrevista, Spurs e Thunder ainda disputavam). “Qualquer um dos dois times, eu acho que vamos vencer. Então podem vir!”, declarou.

    Sinceramente, eu admiro essa confiança toda. Depois de décadas de sofrimento, ver o Dolan falando assim é quase surreal. Mas olhando essa temporada dos Knicks, dá pra entender de onde vem essa empolgação.

    Na visão dele, os Knicks estão dando algo que Nova York não tinha há muito tempo: otimismo e entusiasmo. “Todo mundo, independente da sua posição política, todo mundo é fã dos Knicks, se vocês não perceberam”, disse.

    O segredo do sucesso: coração de campeão

    Quando perguntaram por que ele acredita que o time vai levar o caneco, a resposta foi direto ao ponto: “Porque eles são um time. Porque eles têm coração, e eles têm esse fator X no coração”.

    E cara, vendo os jogos dos playoffs, é difícil discordar. Esse time simplesmente não desiste nunca. É aquela garra que só Nova York sabe ter mesmo.

    O mais engraçado foi quando compararam ele ao Joe Namath garantindo o Super Bowl. Dolan riu e disse: “Eu não tô garantindo nada… Mas eu acredito!” (risos). Pelo menos o cara tem humildade, né?

    A troca de técnico que mudou tudo

    Um dos pontos mais interessantes foi quando ele explicou a decisão de trocar o Thibodeau pelo Mike Brown. “Finals ou nada” – foi isso que ele disse em janeiro, e agora tá explicando o porquê.

    “Nós sabíamos desde o momento que dissemos tchau pro Thibs e contratamos o Mike, que íamos ficar numa situação quente porque acabamos de chegar nas finais de conferência”, revelou. Faz sentido – você não muda um técnico pra ficar pior, né?

    A escolha do Mike Brown veio toda do Leon Rose, que fez todo o trabalho de casa. Queriam alguém colaborativo, flexível, que soubesse usar todas as mentes ao redor. E pelo visto, acertaram em cheio.

    E aí, galera, vocês acham que o Dolan tem razão em estar tão confiante assim? Depois de tantos anos de decepção, será que finalmente chegou a hora dos Knicks voltarem ao topo? Uma coisa é certa: Nova York tá fervilhando, e esse time realmente tem algo especial.

  • Knicks e Rangers vão se separar: esquema de US$ 13,5 bi dos Dolans

    Knicks e Rangers vão se separar: esquema de US$ 13,5 bi dos Dolans

    Cara, enquanto os Knicks estão voando nas finais da NBA (que loucura, né?), por trás dos panos está rolando uma movimentação bilionária que pode mudar tudo. Os donos do time, a família Dolan, querem separar os Knicks dos Rangers em empresas diferentes. Estamos falando de US$ 13,5 bilhões em jogo aqui.

    O plano dos Dolans que ninguém esperava

    Em fevereiro, o conselho da Madison Square Garden Sports aprovou um plano pra explorar essa separação. James Dolan, o CEO (e filho do falecido patriarca da família), disse que isso daria “flexibilidade estratégica” pra cada empresa. Traduzindo: eles acham que vão ganhar mais dinheiro assim.

    Na semana passada rolou o próximo passo — eles protocolaram os documentos na SEC, a nossa “CVM” americana. Sinceramente? Não é a primeira vez que os Dolans fazem isso. Eles são meio que especialistas em fatiar empresas pra tentar aumentar o valor das ações.

    O velho Charles Dolan (que morreu em 2024 aos 98 anos) construiu o império da família com televisão a cabo, fundou a HBO e transformou a Cablevision numa potência que foi vendida por US$ 18 bilhões em 2016. O cara era um visionário, não dá pra negar.

    Por que separar agora?

    Aqui que fica interessante. A MSGS (a empresa que controla ambos os times) está sendo negociada por muito menos do que os times valem individualmente. O valor de mercado atual é de US$ 9,6 bilhões, mas o Knicks vale US$ 9,85 bilhões e o Rangers US$ 3,65 bilhões segundo o Sportico. Ou seja, tem um “desconto Dolan” de 29% aí.

    Olha, eu entendo a lógica. Times de esporte sempre foram negociados abaixo do valor real quando estão na bolsa. O Manchester United é o exemplo clássico — as ações ficaram patinando em US$ 13 até os rumores de venda em 2022, quando dobraram de preço.

    E vocês acham que vai dar certo? Porque separar times que dividem até o estádio parece meio complicado, não? Os Knicks e Rangers vão ter que pagar aluguel pro Madison Square Garden — que pertence a OUTRA empresa dos Dolans (sim, eles têm várias).

    O quebra-cabeças das empresas Dolan

    Pra entender essa jogada, precisa ver o histórico. Desde 2010 os Dolans vêm fatiando o império: primeiro separaram o MSG da Cablevision, depois criaram a MSG Network, depois separaram os times dos locais de entretenimento, e por aí vai.

    Agora querem mais uma fatia. A família também tem aquela Sphere maluca em Las Vegas (que custou uma fortuna mas é impressionante, admito).

    No fim das contas, ainda falta aprovação das ligas — NBA e NHL precisam dar o ok. E mesmo que role, será que realmente vai resolver o problema do “desconto Dolan”? Ou os investidores vão continuar desconfiando da família?

    Uma coisa é certa: com os Knicks finalmente competitivos de novo (primeira final desde 1999!), o timing não podia ser melhor pra mexer no valor da franquia.

  • Knicks já tinham meta própria antes de Dolan falar em Finals

    Knicks já tinham meta própria antes de Dolan falar em Finals

    Cara, quando o Josh Hart fala que “é bom a gente chegar nas Finals ou vamos ser trocados”, você sabe que o cara tá zoando. Mas por trás da piada tem uma pressão real que os Knicks já sentiam muito antes do James Dolan abrir a boca.

    O dono dos Knicks quebrou dois anos de silêncio em janeiro pra mandar a real: “Chegar nas Finals, nós absolutamente temos que fazer isso.” Mas olha só, na minha visão, esse pessoal de Nova York já estava com essa sede toda independente do patrão falar alguma coisa.

    A pressão já tava lá desde sempre

    O Karl-Anthony Towns foi cirúrgico quando falou sobre isso: “Nós todos já tínhamos essa aspiração de qualquer forma, então não precisávamos ouvir isso porque todos queríamos esse momento.” E faz sentido, né? Depois de chegarem nas finais de conferência ano passado e não passarem, qual seria o próximo passo natural?

    O que mais me chama atenção é QUANDO o Dolan resolveu falar. Foi em janeiro, logo depois dos Knicks passarem por uma fase horrível — perderam 9 de 11 jogos. Imagina só: o cara quebra o silêncio justamente quando o time tava parecendo mais uma várzea do que um candidato ao título.

    Timing perfeito… ou péssimo?

    “A temporada regular é cheia de altos e baixos”, disse o Towns. E ele tá certo. Mas sinceramente? Aquela sequência ruim veio na pior hora possível. O torcedor de Nova York não é conhecido pela paciência, e quando as coisas começam a desandar por lá, a coisa fica feia rapidinho.

    Hart foi esperto na resposta dele. Disse que não era pressão extra porque “esse é o objetivo que todos nós meio que temos.” Claro que quando o chefão fala, a coisa pesa um pouco mais, mas esses caras já estavam com fome de chegar longe.

    E vocês, acham que essa pressão pública do Dolan ajudou ou atrapalhou? Eu sinceramente acho que foi mais um combustível pro fogo que já tava aceso. Quando você demite o Thibodeau depois de chegar nas finais de conferência, já tá mandando o recado bem claro: “não é mais suficiente”.

    A mentalidade mudou

    O mais interessante é ver como eles enxergam aquela sequência ruim como algo que os fortaleceu. “Nos ajudou a crescer e ficar mais unidos”, falou o Towns. É aquela história: ou você vira farinha, ou sai mais forte da situação.

    Agora, com os Knicks brigando pra valer nas finais de conferência, parece que tanto a pressão interna quanto a cobrança do Dolan podem ter dado certo. A cidade de Nova York já mostrou que fica louca quando o time vai bem — imaginem se chegarem realmente nas Finals?

    Uma coisa é certa: não importa se a cobrança veio do dono ou deles mesmos. O que vale agora é entregar o que prometeram.

  • Dolan vai dividir Knicks e Rangers — e isso muda tudo

    Dolan vai dividir Knicks e Rangers — e isso muda tudo

    Cara, o James Dolan finalmente fez o que todo mundo estava esperando há anos: vai separar os Knicks e Rangers em duas empresas diferentes. E olha, isso pode ser o começo de uma revolução no mercado de franquias da NBA.

    A MSG Sports protocolou os papéis na SEC na segunda-feira pra dividir o império esportivo do Dolan. De um lado ficam os Knicks (com o time da G-League), do outro os Rangers (com o time da AHL). Sinceramente? Era hora.

    A matemática que não fechava

    Vou explicar o pepino: a Forbes avaliou os Knicks em quase 10 bilhões de dólares — dez bilhões! Os Rangers valem uns 4 bilhões. Mas a MSG Sports inteira tá cotada em apenas 8,5 bilhões na bolsa. Não faz sentido, né?

    “Sempre existiu uma diferença entre o valor das ações da MSG Sports e o valor real de mercado”, disse Derek Reisfield, ex-executivo da CBS. E ele tá certo — os investidores não conseguiam enxergar o verdadeiro valor dos times por causa da estrutura complicada do Dolan.

    Na minha visão, isso acontece porque o Dolan criou um emaranhado de empresas que ninguém entendia direito. MSG Sports, MSG Entertainment, Sphere Entertainment… era muita sigla pra pouca clareza.

    E agora, Dolan vai vender?

    Essa é a pergunta de um milhão de dólares (ou bilhões, no caso). O cara sempre disse que os times não estavam à venda, mas separar as empresas facilita muito uma eventual venda. Será que ele tá se preparando pra se desfazer de uma das franquias?

    Olha, com o mercado de franquias explodindo — bilionários e fundos de investimento brigando por times —, não seria surpresa nenhuma. E convenhamos: se eu fosse o Dolan e pudesse sacar alguns bilhões vendendo só um dos times, mantendo o outro… pensaria duas vezes.

    Tem um porém: o contrato do Madison Square Garden expira em 2028. E arena é fundamental pro valor de qualquer franquia — é onde rola a mágica (e o dinheiro). Quem comprar vai ter que lidar com essa bomba-relógio também.

    As ações da MSG Sports subiram quase 1% com a notícia. Pouco? Talvez. Mas é só o começo. Quando essa separação sair do papel — se sair —, a coisa pode esquentar de verdade no mercado.

    E aí, vocês acham que o Dolan vai resistir à tentação de vender? Com esses valores astronômicos, eu não apostaria muito na fidelidade dele não…