Tag: jarrett allen

  • Allen pode sair dos Cavs depois da varrida? 3 destinos fazem sentido

    Allen pode sair dos Cavs depois da varrida? 3 destinos fazem sentido

    Cara, que temporada louca foi essa dos Cleveland Cavaliers, né? Passaram perrengue contra Raptors e Pistons — dois séries de sete jogos seguidos que quase acabaram com o coração da torcida — só pra tomar uma varrida dos Knicks nas finais do Leste. Doeu até em mim que nem torço pra eles.

    Olha, os Cavs realmente pareciam diferentes essa temporada. A troca do James Harden mostrou que eles estavam dispostos a apostar tudo no prime do Donovan Mitchell. Mas aí veio essa eliminação traumática e agora todo mundo tá questionando o futuro do time.

    A situação do Jarrett Allen

    E é nesse cenário que entra uma possível mexida no Jarrett Allen. O cara tem sido um dos pivôs mais consistentes da liga, mas depois dessa eliminação, não duvido nada que Cleveland considere fazer umas trocas pra renovar o elenco. Sinceramente? Acho que seria loucura se desfazer dele, mas no mundo da NBA, nada me surpreende mais.

    Allen mostrou contra os Pistons que ainda tem muito basquete pra dar. O homem é sólido defensivamente, pega rebote que é uma beleza e tem um contrato que não quebra ninguém financeiramente.

    Bulls: apostando na juventude com experiência

    Chicago seria um destino interessante. Os Bulls têm a quarta escolha do draft e estão claramente numa fase de reconstrução. Allen poderia ser aquele veterano que ensina pros garotos como Matas Buzelis o que é jogar NBA de verdade.

    Imaginem Allen mentoreando os pivôs jovens deles? O cara fez maravilhas ajudando no desenvolvimento do Evan Mobley em Cleveland. E com esse novo executivo Bryson Graham comandando as operações, que dizem ser bem agressivo nas negociações, não duvido que façam uma investida.

    Pistons: a vingança perfeita

    Agora essa seria a reviravolta do século! Allen indo justamente pros Pistons depois de ajudar a eliminá-los nos playoffs? (risos) Seria tipo aquela traição do wrestling que ninguém vê vindo.

    Mas pensando friamente, faz sentido. Os Pistons tiveram a melhor campanha do Leste na temporada regular e claramente estão num momento de “agora ou nunca”. Jalen Duren e Isaiah Stewart são bons, mas faltou algo nos playoffs. Allen ao lado do Duren formaria uma dupla de pivôs absurda defensivamente.

    E vocês acham que Allen toparia? Imagino que pro cara tanto faz — ele quer é ganhar título, e Detroit parece estar mais perto disso que Cleveland no momento.

    Lakers: LeBron de volta pra casa?

    E tem essa possibilidade maluca dos Lakers. Com todo esse buzz sobre o LeBron talvez voltar pra Cleveland (seria épico, né?), os Cavs precisariam abrir espaço financeiro. E adivinhem quem tem um contrato que facilitaria essa operação?

    Seria irônico demais: Allen vai embora justamente pra dar espaço pro retorno do Rei. Mas olha, se for pra formar um super time com LeBron + Mitchell + Mobley, eu entendo a lógica.

    O que vocês acham? Allen deveria mesmo sair de Cleveland ou os Cavs estão loucos de pensar em trocar um dos poucos caras consistentes do time?

  • Allen confia no plano dos Cavs mesmo com Josh Hart pegando fogo

    Allen confia no plano dos Cavs mesmo com Josh Hart pegando fogo

    Mano, o Josh Hart meteu 26 pontos no Jogo 2 e simplesmente destruiu o Cleveland. Cinco bolas de três em 11 tentativas. E o mais louco? O Jarrett Allen continua confiando no plano defensivo dos Cavaliers mesmo depois dessa pancadaria toda.

    Olha, eu entendo a estratégia do Kenny Atkinson. Hart é conhecido por ser inconsistente do perímetro — ora acerta tudo, ora não acerta nem o aro. No Jogo 1 ele travou completamente, mas no Jogo 2? Simplesmente resolveu virar o Stephen Curry.

    A filosofia de Allen: confiar nos números

    O pivô dos Cavs foi bem direto na coletiva: “Ele é um jogador da NBA, vai acertar arremessos de três. Temos que seguir as estatísticas, confiar na intuição do técnico”. E complementou dando os parabéns pro Hart por mudar o jogo.

    Sinceramente? Acho que o Allen tá certo. Você não pode mudar um plano inteiro por causa de uma noite inspirada do adversário. Hart historicamente não é um atirador confiável de longa distância — deixar ele aberto e forçar outros caras a criarem foi a estratégia certa. Só que às vezes o basquete é cruel assim.

    Situação complicada pros Cavs

    Agora a situação tá feia mesmo. Cleveland está perdendo por 2-0 na série e voltando pra casa com uma pressão absurda. O time até tentou começar bem o Jogo 2, mas os Knicks aplicaram um parcial de 18-0 que basicamente matou qualquer chance de reação.

    Mitchell liderou com 26 pontos, Harden contribuiu com 18, Mobley fez 14 e o próprio Allen terminou com um double-double (13 pontos e 10 rebotes). Números até decentes, mas que não foram suficientes contra um time de Nova York que tá jogando em casa e confiante.

    E aí, vocês acham que os Cavaliers conseguem reverter essa situação? Porque estatisticamente, voltar de um 0-2 nos playoffs é tarefa pra poucos. O Jogo 3 vai ser decisivo — se perderem em casa, podem começar a planejar as férias.

    Uma coisa é certa: a confiança do Allen no sistema defensivo mostra a mentalidade profissional do cara. Mas no basquete, às vezes você precisa se adaptar rapidinho quando o plano A não tá funcionando.

  • Allen admite: ‘foi devastador’, mas Cavs têm que reagir no jogo 2

    Allen admite: ‘foi devastador’, mas Cavs têm que reagir no jogo 2

    Cara, o que aconteceu no Madison Square Garden terça-feira foi de partir o coração. Os Cavaliers estavam ganhando por 22 pontos faltando menos de 8 minutos — VINTE E DOIS! — e conseguiram entregar de bandeja pros Knicks. Perderam na prorrogação por 115-104 no jogo 1 da final da Conferência Leste.

    Jarrett Allen não tentou mascarar a dor. Chamou do que foi mesmo: “um golpe devastador”. Mas olha, eu gosto da postura do cara — mesmo depois dessa pancada, ele tá pregando resiliência pro time.

    “A resiliência vai aparecer amanhã”

    “Entendendo que não tivemos o melhor esforço ontem à noite… a resiliência vai aparecer amanhã na forma como entramos em quadra”, disse Allen pros repórteres. “Eu simplesmente sinto que poderíamos ter feito mais… sair com mais energia e esforço pra parar eles.”

    E sabe o que me impressiona? Allen tá tentando focar nos pontos positivos. Disse que jogaram três quartos bons de basquete. Três quartos bons, mas no basquete você precisa dos quatro — e da prorrogação quando rola, né?

    Brunson destruiu, mas não foi só ele

    Jalen Brunson meteu 38 pontos e simplesmente resolveu o jogo. Mas a real é que foi um colapso coletivo dos Cavs. Os Knicks fecharam o tempo regulamentar com uma corrida absurda de 30-8. Mikal Bridges e Landry Shamet acertaram arremessos importantes na hora que mais precisavam.

    Allen até lembrou do colapso que os Cavs sofreram no Natal mais cedo na temporada. Cara, quando você precisa lembrar de outros colapsos pra falar do atual… é porque a coisa tá feia mesmo.

    Sinceramente, depois de duas séries de sete jogos seguidas contra Raptors e Pistons, eu achei que os Cavs tinham aprendido a lidar com pressão. Mas parece que o fantasma do Madison Square Garden ainda assombra esse time.

    Allen tem sido o cara nos playoffs

    Olha, uma coisa que não dá pra negar: Allen tem sido fundamental nessa caminhada dos Cavs. O cara meteu 23 pontos e 7 rebotes no jogo 7 contra Detroit — foi ele que basicamente carregou o time pras finais da conferência. E contra Toronto teve aquela performance monstruosa de 22 pontos e 19 rebotes.

    Agora é ver se a tal “resiliência” que ele prega realmente vai aparecer no jogo 2. Porque se os Cavs saírem de Nova York perdendo por 2-0… aí a coisa fica bem complicada mesmo.

    Vocês acham que Cleveland consegue se recuperar dessa? Ou o trauma desse colapso vai assombrar o resto da série?

  • Mitchell coloca Allen acima de Klay Thompson: ‘Game 7 JA é superior’

    Mitchell coloca Allen acima de Klay Thompson: ‘Game 7 JA é superior’

    Cara, o Donovan Mitchell simplesmente soltou uma bomba que tá dividindo a galera da NBA. Quando perguntaram se o Jarrett Allen no jogo 7 era melhor que o famoso “Game 6 Klay”, o cara nem piscou: “Game 7 JA, né mano. Ele tá 2 por 2!”

    E olha, não vou mentir — o argumento faz sentido.

    O fenômeno “Game 6 Klay” vs “Game 7 JA”

    Todo mundo conhece a lenda do Klay Thompson no jogo 6 contra o Thunder em 2016. O maluco meteu 41 pontos e cravou 11 bolas de três (recorde na época) pra salvar os Warriors da eliminação. Foi épico, absurdo, um daqueles momentos que a gente nunca esquece.

    Mas o Allen? O cara tá construindo sua própria lenda nos jogos 7. Contra o Detroit agora: 23 pontos, 7 rebotes. Contra o Toronto na primeira rodada: 22 pontos, 19 rebotes. Sabe quantos caras conseguiram fazer 22 pontos e 19 rebotes num jogo 7 desde 1996? Seis. SEIS! Allen tá dividindo essa lista com monstros como Jokić, Giannis, Kevin Garnett, Dirk e Mutombo.

    Por que Mitchell tem razão

    Sinceramente? Eu tô com o Mitchell nessa. O Klay foi sensacional naquele jogo 6, mas fazer isso DUAS VEZES em jogos 7 — os mais tensos que existem — é de outro mundo. Game 7 não perdoa, mano. É tudo ou nada, e o Allen simplesmente aparece quando mais precisa.

    E o Cleveland tá voando! Depois de passar pelo Detroit de lavada (125-94), o time tá nas finais do Leste. Será que o “Game 7 JA” vai precisar aparecer de novo? Porque pelo jeito que as coisas andam, eu não duvidaria nada.

    Vocês acham que o Mitchell exagerou na comparação ou o Allen realmente merece esse hype todo? Uma coisa é certa: se rolar outro jogo 7 e ele entregar mais uma performance dessas, aí não vai ter discussão mesmo.

  • Mitchell e os Cavs dominam no Game 7 e vão pras finais do Leste

    Mitchell e os Cavs dominam no Game 7 e vão pras finais do Leste

    Cara, que noite foi essa em Detroit! Os Cavaliers simplesmente destroçaram os Pistons por 125 a 95 no Game 7 e garantiram vaga nas finais da Conferência Leste pela primeira vez desde 2018. E olha, eu não esperava uma goleada dessas no jogo mais importante da temporada.

    Donovan Mitchell foi simplesmente monstruoso. Não só pelos pontos, mas pela forma como ele distribuiu o jogo desde o início. Nos primeiros três minutos já tinha três assistências — e isso não é à toa. O técnico Kenny Atkinson pediu pro Mitchell “fazer jogadas simples” e distribuir mais a bola. Funcionou perfeitamente.

    A aposta no Harden valeu a pena?

    Sinceramente, quando os Cavs trocaram o Darius Garland — que tava com o pé machucado mesmo — pelo James Harden, eu fiquei meio dividido. Trocar um jovem por um veterano de 37 anos é sempre arriscado. Mas olha só: eles chegaram onde queriam chegar no mínimo.

    Esse time mostrou uma maturidade que eu nunca tinha visto antes dos Cavs recentes. Depois de estar perdendo por 2-0 na série contra um time de 60 vitórias, eles encaixaram três vitórias seguidas impressionantes. E o mais importante: depois daquela derrota dolorosa no Game 6 (que me lembrou demais dos colapsos antigos), eles responderam com autoridade.

    Jarrett Allen resolveu aparecer na hora certa

    O Dan Gilbert — dono do time — jantou com o Atkinson no sábado e deu uma dica: “A chave é o Jarrett Allen”. Cara, que conselho certeiro.

    Allen jogou com uma intensidade absurda que eu não costumo ver nele. 23 pontos e 7 rebotes, mas o mais importante foi a energia que ele trouxe. Ele literalmente empurrou os pivôs dos Pistons pra fora de posição e atacou o garrafão sem dó.

    “Quando ele joga assim, somos um time totalmente diferente”, disse o Evan Mobley. E é verdade mesmo. Allen jogou como se tivesse algo a provar — e depois de dois Game 7s sendo protagonista, talvez seja hora de parar de duvidar dele nos playoffs.

    Mobley também apareceu forte. Esse cara tem evoluído muito nesta pós-temporada, atacando a cesta tanto no pick-and-roll quanto no um-contra-um. Quando os dois pivôs jogam assim, fica muito mais fácil pro Mitchell e pro Harden criarem.

    Vocês acham que esse time tem condições de ir além nas finais do Leste? Eu tô começando a acreditar que sim. Esse grupo mostrou uma mentalidade diferente, e isso pode levar eles longe.

  • NBA diz que não foi falta no Jarrett Allen – Detroit ficou pistola

    NBA diz que não foi falta no Jarrett Allen – Detroit ficou pistola

    Olha, quando eu vi essa jogada no final do Jogo 5 entre Cavaliers e Pistons, já sabia que ia dar polêmica. E não é que deu mesmo?

    A NBA divulgou o relatório dos últimos dois minutos ontem e confirmou: os árbitros acertaram ao não marcar falta do Jarrett Allen no Ausar Thompson naqueles segundos finais do tempo normal. O placar estava empatado 103 a 103, os dois foram atrás da bola solta e rolou um contato que fez o pessoal de Detroit sair do sério.

    A polêmica toda

    Sinceramente, eu assisti umas cinco vezes e ainda fico em dúvida se foi falta ou não. Os dois estavam correndo atrás da bola, se esbarraram, e o Thompson foi ao chão. Se fosse marcada a falta, ele ia pra linha do lance livre com o jogo empatado — imagina a pressão.

    Mas não rolou. Cleveland ficou com a posse, levou pro overtime e ganhou de 117 a 113. Resultado? Cavs abriram 3-2 na série e praticamente selaram a vaga.

    O técnico do Detroit, J.B. Bickerstaff, não engoliu. “Allen fez falta no Ausar — claramente. Ele derrubou ele quando estava indo atrás da bola solta”, reclamou depois do jogo. Cara, eu entendo a revolta dele. Perder assim, com uma jogada duvidosa nos segundos finais, deve doer pra caramba.

    O que a NBA falou

    No relatório oficial, a liga foi bem técnica: “Allen e Thompson legalmente ocuparam o mesmo espaço perseguindo a bola solta antes de qualquer jogador ter posse, e ambos perderam o equilíbrio devido ao contato marginal”.

    Marginal. Essa palavra fez toda a diferença. Na NBA, contato marginal entre jogadores que vão atrás da bola sem posse não é falta. É a regra.

    O árbitro principal Tony Brothers explicou que durante o lance ao vivo, os dois estavam indo pra bola e houve “contato incidental nas pernas sem nenhum jogador tendo posse da bola”.

    Minha opinião sobre tudo isso

    Olha, eu fico dividido nessas situações. Por um lado, entendo que os árbitros não podem marcar tudo — senão vira várzea. Por outro, o Thompson realmente foi derrubado numa jogada crucial.

    Mas pensando bem, se fosse o contrário — se fosse um jogador do Cleveland que tivesse caído — vocês acham que o Detroit reclamaria da não marcação? Difícil né?

    O fato é que essa decisão pode ter mudado completamente o rumo da série. Agora Cleveland tem match point e pode fechar em casa no Jogo 6. Detroit vai ter que fazer o impossível pra empatar de novo.

    E aí, vocês acham que foi falta mesmo? Ou os árbitros acertaram em não marcar?

  • Jarrett Allen destruiu no primeiro Game 7 da carreira: 22 pontos e 19 rebotes

    Jarrett Allen destruiu no primeiro Game 7 da carreira: 22 pontos e 19 rebotes

    Cara, que noitaça do Jarrett Allen! O pivô dos Cavaliers simplesmente resolveu jogar o jogo da vida dele no primeiro Game 7 da carreira — 22 pontos e 19 rebotes na vitória por 114-102 sobre o Toronto. E olha que ele costuma ser mais na dele antes dos jogos, sempre de boa com a torcida no aquecimento.

    Mas ontem foi diferente. O cara estava pilhado de um jeito que eu nunca vi. “Foi uma experiência única dirigindo de casa”, disse o Allen depois do jogo. “É tipo, ‘eu vou pra um Game 7, tudo está em jogo’. É um sentimento diferente que nunca experimentei antes.”

    O terceiro quarto que mudou tudo

    Se você perdeu o terceiro período, perdeu o show. Allen literalmente destruiu — 14 pontos e 10 rebotes em 12 minutos. Primeiro jogador na história da franquia a fazer double-double em um quarto só de playoffs. Absurdo!

    O Cleveland entrou no intervalo empatado em 49, mas saiu do terceiro ganhando de 87-68. E o Allen jogou os 12 minutos inteiros, monstro. Cinco rebotes ofensivos, um steal, um toco — o cara estava voando pela quadra.

    “Só queria mostrar pros meus companheiros que podíamos ganhar esse jogo”, falou depois. “Energia e esforço: é isso que acredito que ganha jogos.”

    Entrando pra história dos Cavs

    Vocês sabem quem foi o último dos Cavaliers a fazer pelo menos 20 pontos e 15 rebotes num Game 7? LeBron James em 2018, contra o Boston, com 35 pontos e 15 rebotes. Cara, estar nessa lista junto com o King já é vitória.

    O técnico Kenny Atkinson ficou impressionado: “Ele realmente nos levou ao topo no terceiro quarto. Os rebotes ofensivos, as cestas por dentro. Estava voando por aí, entusiasmado, eu pensava: ‘o que deu nesse cara?’ Ele estava pronto pro momento.”

    E tem um detalhe: Allen tinha perdido quase todo março por causa de tendinite no joelho direito. Mas na série inteira contra Toronto, jogou uma média de 28,5 minutos, com 11,4 pontos e 8,3 rebotes por jogo.

    Time coletivo que emociona

    O que mais me impressiona nesse Cleveland é como todo mundo aparece na hora certa. Strus fez 24 no primeiro jogo, Mobley teve 23 no segundo e 25 no quinto, Dennis Schroder meteu 19 em apenas 21 minutos no jogo 5. Cada hora um herói diferente.

    “Quando Allen quer ir buscar 19 rebotes, é difícil parar”, admitiu RJ Barrett do Toronto, que fez 23 pontos na derrota.

    Agora é semifinal contra Detroit, começando terça-feira. E sinceramente? Se o Allen continuar jogando assim, os Pistons que se cuidem. O cara provou que quando a pressão aperta, ele cresce junto. Primeiro Game 7 da carreira e já entregou uma atuação histórica.

    E aí, vocês acham que os Cavs conseguem manter esse nível contra um Detroit que tá voando também?

  • Cavs destroem os Raptors no jogo 7 e seguem vivos nos playoffs

    Cavs destroem os Raptors no jogo 7 e seguem vivos nos playoffs

    Cara, que jogaço foi esse! Os Cleveland Cavaliers simplesmente atropelaram o Toronto Raptors por 114 a 102 no jogo 7 da primeira rodada dos playoffs, e olha, não foi nem tão apertado quanto o placar sugere.

    O negócio pegou fogo mesmo no segundo tempo. Os Cavs abriram uma vantagem de dois dígitos no final do terceiro quarto e daí não teve mais volta. Os Raptors até tentaram reagir, mas sinceramente? Dava pra ver que Cleveland queria muito mais essa vitória.

    Jarrett Allen foi um monstro absoluto

    O pivô dos Cavs teve uma daquelas noites que a gente guarda na memória. Double-double com 22 pontos e 19 rebotes — dezenove rebotes, galera! Ainda distribuiu duas assistências, fez dois roubos de bola e três tocos. Simplesmente dominante dos dois lados da quadra.

    Donovan Mitchell também fez a sua parte com 22 pontos, enquanto James Harden contribuiu com 18 pontos, seis rebotes e três assistências. E o mais impressionante? Os Cavs pegaram 60 rebotes contra apenas 33 dos Raptors. No rebote ofensivo então foi 20 a 7. Uma surra no garrafão.

    Raptors lutaram, mas não foi suficiente

    Do lado de Toronto, Scottie Barnes foi o cara que mais brigou: 24 pontos, nove rebotes e seis assistências. RJ Barrett, que tinha sido o herói no jogo 6 com aquela cesta no final, fez 23 pontos mas não conseguiu repetir a mágica.

    O problema é que os Raptors jogaram sem Brandon Ingram por causa de uma lesão no calcanhar, e isso pesou demais. Faltou profundidade no elenco na hora H.

    Agora os Cavaliers vão enfrentar o Detroit Pistons na segunda rodada, e cara, eles tão com sede de vingança. Ano passado foram eliminados de forma vexatória pelos Indiana Pacers sendo o primeiro colocado do Leste — perderam em cinco jogos, que vergonha!

    Mitchell prometeu que seria diferente dessa vez, e até agora tá cumprindo a palavra. Vocês acham que os Cavs conseguem chegar nas finais de conferência pela primeira vez desde 2018? Eu tô começando a acreditar nesse time…

  • Jarrett Allen monstro! Cavs viram o jogo e eliminam os Raptors

    Jarrett Allen monstro! Cavs viram o jogo e eliminam os Raptors

    Cara, que reviravolta absurda! Por 6 jogos inteiros eu fiquei me perguntando onde diabos estavam os Cavaliers que a gente esperava ver. Aí no Game 7, quando a coisa apertou mesmo, eles simplesmente resolveram jogar basquete de verdade.

    O Cleveland estava perdendo por 9 pontos e parecia que ia dar zebra. Mas aí, nos últimos 27 minutos de jogo, os caras entraram numa sintonia que foi lindo de ver — 51.5% nos arremessos, 38.5% nas bolas de três, pegando rebote ofensivo e transformando em pontos. Enquanto isso, Toronto derreteu: 29.2% de aproveitamento e 1 de 8 nas tentativas de três.

    Jarrett Allen foi simplesmente brutal

    O cara que carregou esse time nas costas foi o Jarrett Allen. Sinceramente, eu não esperava uma performance dessas dele num jogo 7. Com o Evan Mobley em problemas de falta, o pivô assumiu a responsa de vez: 22 pontos, 19 rebotes (8 ofensivos!), 3 tocos e ainda roubou 2 bolas.

    Desde 2020, com o Nikola Jokić, ninguém tinha feito 20+ pontos, 15+ rebotes e 3+ bloqueios num Game 7. Allen entrou pra história, meu amigo.

    O Donovan Mitchell também fez a sua parte com 22 pontos, e até o James Harden acordou no segundo tempo pra contribuir com 18. Do lado de Toronto, o Scottie Barnes lutou até o fim (24 pontos), e o RJ Barrett até que tentou com 23, mas precisou de 25 arremessos pra chegar lá.

    A virada que ninguém viu vindo

    No primeiro tempo, parecia que ia ser mais do mesmo — Cleveland com 13 turnovers, errando de três (4 de 15) e correndo atrás do placar. Toronto comandava tranquilo, chegou a abrir 10 pontos de vantagem.

    Mas aí que tá: uma corridinha de 11-2 no final do segundo quarto empatou o jogo em 49-49, e foi ali que mudou tudo. No terceiro período, os Cavs abriram com um 9-0 devastador. Mitchell marcou 5 desses 9 pontos logo de cara.

    A partir daí foi um show à parte — Toronto começou errando tudo (3 de 12), cometendo turnover atrás de turnover, e Cleveland transformando cada erro em pontos fáceis. Max Strus roubou a bola do Barnes e tocou pro Allen cravar uma enterrada que praticamente decretou o fim do jogo.

    Quando a vantagem chegou aos 22 pontos, já era. Toronto ainda tentou uma reação no último quarto, mas nunca conseguiu chegar perto de empatar novamente. Final: 114-102 para Cleveland.

    Agora os Cavaliers vão enfrentar o Detroit Pistons, cabeça de chave número 1 do Leste, nas semifinais da conferência. E aí, vocês acham que esse Cleveland que apareceu no Game 7 consegue incomodar os Pistons? Porque se jogarem assim, a série promete ser boa demais!

  • Jarrett Allen monstro! Cavs eliminam Raptors no Jogo 7

    Jarrett Allen monstro! Cavs eliminam Raptors no Jogo 7

    Cara, que noite foi essa do Jarrett Allen! O pivô simplesmente decidiu que não ia deixar o Cleveland Cavaliers ser eliminado pelos Toronto Raptors no Jogo 7, e carregou o time nas costas pra uma vitória por 114 a 102. Foi lindo de assistir.

    Olha, não vou mentir — começou mal pra caramba. O próprio Allen perdeu uma enterrada livre no primeiro ataque dos Cavs. Imagina o desespero da torcida? Oito anos construindo esse elenco caríssimo, trocando por veterano na deadline, e o cara perde uma enterrada de graça logo no começo do Jogo 7.

    Primeira metade foi sofrimento puro

    Os Raptors vieram com tudo desde o início. Jamal Shead (que virou pesadelo recorrente dos Cavs nessa série) começou metendo pontos e Toronto abriu 10 de vantagem no primeiro quarto. A situação tava feia mesmo.

    No segundo quarto a coisa continuou complicada, mas aí que veio a virada. Com 2:41 pra acabar o primeiro tempo, Toronto ainda tava na frente por nove pontos. Só que os Cavs acordaram do nada: uma sequência de 11 a 2, com direito a bomba do Jaylon Tyson, e o jogo tava empatado no intervalo.

    Allen virou o Shaq no terceiro período

    E foi aí que o show começou de verdade. Terceiro quarto foi simplesmente um espetáculo do Jarrett Allen. O cara decidiu que ia resolver sozinho.

    Quando o Evan Mobley tomou a quarta falta logo no início do período, todo mundo pensou: “ferrou”. Mas na verdade foi a hora que Allen mostrou por que é um dos melhores pivôs da liga. Defendeu TUDO que apareceu pela frente, pegou rebote ofensivo como se fosse brincadeira, e atacou a cesta com uma autoridade que eu não via há muito tempo.

    Os números são absurdos: 14 pontos e 10 rebotes só no terceiro quarto, sendo 5 rebotes ofensivos. Enquanto isso, os Raptors INTEIROS fizeram apenas 19 pontos no período. Foi um massacre. Cleveland ganhou o terceiro por 38 a 19 — praticamente matou o jogo ali.

    Final com classe

    No último quarto Toronto ainda tentou uma reação, chegou a diminuir a diferença pra 11 pontos, mas não teve como. Allen já tinha quebrado o espírito deles no terceiro período.

    No final das contas: 22 pontos e 19 rebotes pra Allen, com 7/11 nos arremessos. Performance de gala quando mais precisava. Sam Merrill ajudou com 13 pontos vindos do banco, e Max Strus foi aquele cara que faz o trabalho sujo e termina com +20 de plus/minus.

    Sinceramente? Esse Cavs tem potencial pra ir longe nos playoffs. Quando o Allen joga nesse nível, fica difícil parar. E vocês, acham que eles conseguem manter esse ritmo na próxima fase? Porque se conseguirem, vão dar muito trabalho pra qualquer adversário.