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  • Jarrett Allen destruiu no primeiro Game 7 da carreira: 22 pontos e 19 rebotes

    Jarrett Allen destruiu no primeiro Game 7 da carreira: 22 pontos e 19 rebotes

    Cara, que noitaça do Jarrett Allen! O pivô dos Cavaliers simplesmente resolveu jogar o jogo da vida dele no primeiro Game 7 da carreira — 22 pontos e 19 rebotes na vitória por 114-102 sobre o Toronto. E olha que ele costuma ser mais na dele antes dos jogos, sempre de boa com a torcida no aquecimento.

    Mas ontem foi diferente. O cara estava pilhado de um jeito que eu nunca vi. “Foi uma experiência única dirigindo de casa”, disse o Allen depois do jogo. “É tipo, ‘eu vou pra um Game 7, tudo está em jogo’. É um sentimento diferente que nunca experimentei antes.”

    O terceiro quarto que mudou tudo

    Se você perdeu o terceiro período, perdeu o show. Allen literalmente destruiu — 14 pontos e 10 rebotes em 12 minutos. Primeiro jogador na história da franquia a fazer double-double em um quarto só de playoffs. Absurdo!

    O Cleveland entrou no intervalo empatado em 49, mas saiu do terceiro ganhando de 87-68. E o Allen jogou os 12 minutos inteiros, monstro. Cinco rebotes ofensivos, um steal, um toco — o cara estava voando pela quadra.

    “Só queria mostrar pros meus companheiros que podíamos ganhar esse jogo”, falou depois. “Energia e esforço: é isso que acredito que ganha jogos.”

    Entrando pra história dos Cavs

    Vocês sabem quem foi o último dos Cavaliers a fazer pelo menos 20 pontos e 15 rebotes num Game 7? LeBron James em 2018, contra o Boston, com 35 pontos e 15 rebotes. Cara, estar nessa lista junto com o King já é vitória.

    O técnico Kenny Atkinson ficou impressionado: “Ele realmente nos levou ao topo no terceiro quarto. Os rebotes ofensivos, as cestas por dentro. Estava voando por aí, entusiasmado, eu pensava: ‘o que deu nesse cara?’ Ele estava pronto pro momento.”

    E tem um detalhe: Allen tinha perdido quase todo março por causa de tendinite no joelho direito. Mas na série inteira contra Toronto, jogou uma média de 28,5 minutos, com 11,4 pontos e 8,3 rebotes por jogo.

    Time coletivo que emociona

    O que mais me impressiona nesse Cleveland é como todo mundo aparece na hora certa. Strus fez 24 no primeiro jogo, Mobley teve 23 no segundo e 25 no quinto, Dennis Schroder meteu 19 em apenas 21 minutos no jogo 5. Cada hora um herói diferente.

    “Quando Allen quer ir buscar 19 rebotes, é difícil parar”, admitiu RJ Barrett do Toronto, que fez 23 pontos na derrota.

    Agora é semifinal contra Detroit, começando terça-feira. E sinceramente? Se o Allen continuar jogando assim, os Pistons que se cuidem. O cara provou que quando a pressão aperta, ele cresce junto. Primeiro Game 7 da carreira e já entregou uma atuação histórica.

    E aí, vocês acham que os Cavs conseguem manter esse nível contra um Detroit que tá voando também?

  • Cavs destroem os Raptors no jogo 7 e seguem vivos nos playoffs

    Cavs destroem os Raptors no jogo 7 e seguem vivos nos playoffs

    Cara, que jogaço foi esse! Os Cleveland Cavaliers simplesmente atropelaram o Toronto Raptors por 114 a 102 no jogo 7 da primeira rodada dos playoffs, e olha, não foi nem tão apertado quanto o placar sugere.

    O negócio pegou fogo mesmo no segundo tempo. Os Cavs abriram uma vantagem de dois dígitos no final do terceiro quarto e daí não teve mais volta. Os Raptors até tentaram reagir, mas sinceramente? Dava pra ver que Cleveland queria muito mais essa vitória.

    Jarrett Allen foi um monstro absoluto

    O pivô dos Cavs teve uma daquelas noites que a gente guarda na memória. Double-double com 22 pontos e 19 rebotes — dezenove rebotes, galera! Ainda distribuiu duas assistências, fez dois roubos de bola e três tocos. Simplesmente dominante dos dois lados da quadra.

    Donovan Mitchell também fez a sua parte com 22 pontos, enquanto James Harden contribuiu com 18 pontos, seis rebotes e três assistências. E o mais impressionante? Os Cavs pegaram 60 rebotes contra apenas 33 dos Raptors. No rebote ofensivo então foi 20 a 7. Uma surra no garrafão.

    Raptors lutaram, mas não foi suficiente

    Do lado de Toronto, Scottie Barnes foi o cara que mais brigou: 24 pontos, nove rebotes e seis assistências. RJ Barrett, que tinha sido o herói no jogo 6 com aquela cesta no final, fez 23 pontos mas não conseguiu repetir a mágica.

    O problema é que os Raptors jogaram sem Brandon Ingram por causa de uma lesão no calcanhar, e isso pesou demais. Faltou profundidade no elenco na hora H.

    Agora os Cavaliers vão enfrentar o Detroit Pistons na segunda rodada, e cara, eles tão com sede de vingança. Ano passado foram eliminados de forma vexatória pelos Indiana Pacers sendo o primeiro colocado do Leste — perderam em cinco jogos, que vergonha!

    Mitchell prometeu que seria diferente dessa vez, e até agora tá cumprindo a palavra. Vocês acham que os Cavs conseguem chegar nas finais de conferência pela primeira vez desde 2018? Eu tô começando a acreditar nesse time…

  • Jarrett Allen monstro! Cavs viram o jogo e eliminam os Raptors

    Jarrett Allen monstro! Cavs viram o jogo e eliminam os Raptors

    Cara, que reviravolta absurda! Por 6 jogos inteiros eu fiquei me perguntando onde diabos estavam os Cavaliers que a gente esperava ver. Aí no Game 7, quando a coisa apertou mesmo, eles simplesmente resolveram jogar basquete de verdade.

    O Cleveland estava perdendo por 9 pontos e parecia que ia dar zebra. Mas aí, nos últimos 27 minutos de jogo, os caras entraram numa sintonia que foi lindo de ver — 51.5% nos arremessos, 38.5% nas bolas de três, pegando rebote ofensivo e transformando em pontos. Enquanto isso, Toronto derreteu: 29.2% de aproveitamento e 1 de 8 nas tentativas de três.

    Jarrett Allen foi simplesmente brutal

    O cara que carregou esse time nas costas foi o Jarrett Allen. Sinceramente, eu não esperava uma performance dessas dele num jogo 7. Com o Evan Mobley em problemas de falta, o pivô assumiu a responsa de vez: 22 pontos, 19 rebotes (8 ofensivos!), 3 tocos e ainda roubou 2 bolas.

    Desde 2020, com o Nikola Jokić, ninguém tinha feito 20+ pontos, 15+ rebotes e 3+ bloqueios num Game 7. Allen entrou pra história, meu amigo.

    O Donovan Mitchell também fez a sua parte com 22 pontos, e até o James Harden acordou no segundo tempo pra contribuir com 18. Do lado de Toronto, o Scottie Barnes lutou até o fim (24 pontos), e o RJ Barrett até que tentou com 23, mas precisou de 25 arremessos pra chegar lá.

    A virada que ninguém viu vindo

    No primeiro tempo, parecia que ia ser mais do mesmo — Cleveland com 13 turnovers, errando de três (4 de 15) e correndo atrás do placar. Toronto comandava tranquilo, chegou a abrir 10 pontos de vantagem.

    Mas aí que tá: uma corridinha de 11-2 no final do segundo quarto empatou o jogo em 49-49, e foi ali que mudou tudo. No terceiro período, os Cavs abriram com um 9-0 devastador. Mitchell marcou 5 desses 9 pontos logo de cara.

    A partir daí foi um show à parte — Toronto começou errando tudo (3 de 12), cometendo turnover atrás de turnover, e Cleveland transformando cada erro em pontos fáceis. Max Strus roubou a bola do Barnes e tocou pro Allen cravar uma enterrada que praticamente decretou o fim do jogo.

    Quando a vantagem chegou aos 22 pontos, já era. Toronto ainda tentou uma reação no último quarto, mas nunca conseguiu chegar perto de empatar novamente. Final: 114-102 para Cleveland.

    Agora os Cavaliers vão enfrentar o Detroit Pistons, cabeça de chave número 1 do Leste, nas semifinais da conferência. E aí, vocês acham que esse Cleveland que apareceu no Game 7 consegue incomodar os Pistons? Porque se jogarem assim, a série promete ser boa demais!

  • Jarrett Allen monstro! Cavs eliminam Raptors no Jogo 7

    Jarrett Allen monstro! Cavs eliminam Raptors no Jogo 7

    Cara, que noite foi essa do Jarrett Allen! O pivô simplesmente decidiu que não ia deixar o Cleveland Cavaliers ser eliminado pelos Toronto Raptors no Jogo 7, e carregou o time nas costas pra uma vitória por 114 a 102. Foi lindo de assistir.

    Olha, não vou mentir — começou mal pra caramba. O próprio Allen perdeu uma enterrada livre no primeiro ataque dos Cavs. Imagina o desespero da torcida? Oito anos construindo esse elenco caríssimo, trocando por veterano na deadline, e o cara perde uma enterrada de graça logo no começo do Jogo 7.

    Primeira metade foi sofrimento puro

    Os Raptors vieram com tudo desde o início. Jamal Shead (que virou pesadelo recorrente dos Cavs nessa série) começou metendo pontos e Toronto abriu 10 de vantagem no primeiro quarto. A situação tava feia mesmo.

    No segundo quarto a coisa continuou complicada, mas aí que veio a virada. Com 2:41 pra acabar o primeiro tempo, Toronto ainda tava na frente por nove pontos. Só que os Cavs acordaram do nada: uma sequência de 11 a 2, com direito a bomba do Jaylon Tyson, e o jogo tava empatado no intervalo.

    Allen virou o Shaq no terceiro período

    E foi aí que o show começou de verdade. Terceiro quarto foi simplesmente um espetáculo do Jarrett Allen. O cara decidiu que ia resolver sozinho.

    Quando o Evan Mobley tomou a quarta falta logo no início do período, todo mundo pensou: “ferrou”. Mas na verdade foi a hora que Allen mostrou por que é um dos melhores pivôs da liga. Defendeu TUDO que apareceu pela frente, pegou rebote ofensivo como se fosse brincadeira, e atacou a cesta com uma autoridade que eu não via há muito tempo.

    Os números são absurdos: 14 pontos e 10 rebotes só no terceiro quarto, sendo 5 rebotes ofensivos. Enquanto isso, os Raptors INTEIROS fizeram apenas 19 pontos no período. Foi um massacre. Cleveland ganhou o terceiro por 38 a 19 — praticamente matou o jogo ali.

    Final com classe

    No último quarto Toronto ainda tentou uma reação, chegou a diminuir a diferença pra 11 pontos, mas não teve como. Allen já tinha quebrado o espírito deles no terceiro período.

    No final das contas: 22 pontos e 19 rebotes pra Allen, com 7/11 nos arremessos. Performance de gala quando mais precisava. Sam Merrill ajudou com 13 pontos vindos do banco, e Max Strus foi aquele cara que faz o trabalho sujo e termina com +20 de plus/minus.

    Sinceramente? Esse Cavs tem potencial pra ir longe nos playoffs. Quando o Allen joga nesse nível, fica difícil parar. E vocês, acham que eles conseguem manter esse ritmo na próxima fase? Porque se conseguirem, vão dar muito trabalho pra qualquer adversário.

  • Allen admite que joelho ainda dói, mas garante: ‘Está melhor’

    Allen admite que joelho ainda dói, mas garante: ‘Está melhor’

    Olha, eu vou ser sincero: quando vi o Jarrett Allen falando sobre o joelho dele após o treino de quinta, bateu uma preocupação. O cara é fundamental pro Cleveland e a gente sabe que ele vem sofrendo com lesões nesta temporada.

    “Está melhor”, foi a resposta dele quando perguntaram sobre o joelho machucado. Allen se lesionou no início de março durante a vitória contra o Detroit Pistons e, cara, deu pra perceber que ele voltou meio mancando mesmo. O pivot admitiu na época que estava jogando com dor — e quem acompanha NBA sabe que isso nunca é bom sinal.

    A real sobre as condições físicas

    Mas o que me chamou atenção foi a honestidade do Allen. Quando perguntaram se ele estaria limitado de alguma forma, o cara não enrolou:

    “Eu estaria mentindo se dissesse que espero estar 100%. Não acho que ninguém esteja 100% entrando nos playoffs. É assim mesmo.”

    Essa é a realidade crua da NBA, pessoal. Todo mundo joga machucado nos playoffs — mas tem diferença entre estar com uma fisgada e estar com o joelho pedindo arrego.

    Temporada complicada para o pivot

    E sinceramente? Foi uma temporada bem complicada pro Allen do ponto de vista físico. O cara jogou o menor número de jogos da temporada regular na carreira dele — apenas 56 partidas. Foram lesões nas mãos, nos joelhos… uma coisa atrás da outra.

    Mesmo assim, quando conseguiu jogar, mostrou serviço: 15.4 pontos e 8.5 rebotes por jogo, com impressionantes 63.8% de aproveitamento nos arremessos. Números de gente que sabe o que tá fazendo no garrafão.

    O Cleveland descobriu nesta temporada que é muito melhor time quando o Allen está em quadra e sendo protagonista. Agora a pergunta que fica é: ele vai conseguir manter esse nível nos playoffs mesmo mancando?

    Os Cavs estreiam na primeira rodada contra o Toronto Raptors no sábado à tarde. E aí, vocês acham que o Allen aguenta o tranco da pós-temporada com esse joelho machucado? Eu torço pra que sim, porque sem ele em alto nível, fica difícil pro Cleveland sonhar alto.

  • Cavs vence Grizzlies mas sofre RECORDE histórico de 3 pontos

    Cavs vence Grizzlies mas sofre RECORDE histórico de 3 pontos

    Cara, o Cleveland tá numa pegada estranha esse ano. Ganha o jogo contra o Memphis — terceira vitória seguida — mas toma um banho de bola de três que entrou pra história da NBA. Os Grizzlies acertaram 29 arremessos de 3 pontos em 59 tentativas. Vinte e nove! É empate do recorde histórico da liga.

    Sinceramente, eu não sei se rio ou choro com esse Cavs. O time tá jogando bem ofensivamente, tem jogadores aparecendo do nada pra salvar a pátria, mas a defesa de perímetro… meu amigo, tá um buraco.

    Keon Ellis simplesmente resolveu jogar basquete

    O grande destaque mesmo foi o Keon Ellis. O cara teve 48 horas absurdas — primeiro destruiu Indiana acertando 3 de 7 do perímetro, e ontem fez 16 pontos com mais três bombas só no primeiro tempo contra Memphis.

    Mas olha, o que mais me impressionou foi ver o Ellis atacando a cesta. Teve uma jogada que ele saiu da linha de fundo e mandou uma enterrada de lado que até eu fiquei de boca aberta. O técnico do Memphis pediu tempo na hora — eu faria a mesma coisa, não vou mentir.

    Esse cara tá mostrando um lado que a gente nem sabia que existia. Ele sempre foi bom no perímetro e roubando bola, mas agora tá usando essa envergadura toda pra atacar também. Multifacetado assim que é bom.

    Jarrett Allen com os dribles mais filthy do ano

    O Allen… cara, quando esse monstro tá em quadra tudo fica mais fácil. E ontem ele mostrou por que é o coração desse Cavs.

    A jogada da noite foi uma por trás das costas que terminou numa enterrada violenta. Um pivô de 2,08m fazendo isso. Absurdo demais. E não foi só essa — ele teve um toco sensacional no primeiro tempo que virou assistência pro próprio Allen fazer a cesta com falta sofrida.

    É isso que faz a diferença. Allen não é só o cara que pega rebote e faz a cesta fácil — ele consegue criar as próprias jogadas quando precisa.

    Os heróis improváveis voltaram

    Nae’Qwan Tomlin e Craig Porter Jr. foram fundamentais no começo da temporada quando o Cavs tava patinando. Depois meio que ficaram esquecidos no banco, mas ontem… voltaram com tudo.

    O Tomlin foi uma máquina no rebote — 4 ofensivos e 9 no total. Aquela energia que salvou o Cleveland nos primeiros meses. O cara simplesmente não aceita um não como resposta, vai atrás de toda bola.

    Já o Porter Jr. continua sendo esse fenômeno da natureza. O comentarista da ESPN chegou a chamar ele de “pequeno Wemby” — olha, é loucura falar isso, mas… será que tá tão errado assim? O cara tem 1,85m e pega rebote que nem um garrafão, teve 2 tocos e 2 roubadas ontem.

    Porter é tipo um pivô preso no corpo de armador. Diferentão, mas funciona.

    Agora me falem uma coisa: vocês acham que esse Cavs consegue manter esse ritmo ofensivo se não resolver a defesa de três pontos? Porque 29 bolas de três do adversário é coisa de maluco, gente. Memphis era apenas o 21º melhor time no perímetro da liga — e fez isso.

    É vitória, mas com gosto de preocupação. Esse buraco na defesa vai cobrar a conta nos playoffs, tenho certeza.

  • Cavs x Grizzlies: Quem sobra no banco vai decidir esse jogo

    Cavs x Grizzlies: Quem sobra no banco vai decidir esse jogo

    Olha só que situação interessante temos hoje: Cavaliers e Grizzlies se enfrentando pela segunda vez consecutiva, só que agora os dois times estão literalmente no osso. É aquele tipo de jogo que a gente adora ver — quando os caras que normalmente esquentam banco têm que mostrar serviço.

    Do lado de Cleveland, sem Donovan Mitchell, James Harden e Max Strus. Três peças importantes fora, mas pelo menos Sam Merrill, Jarrett Allen e Evan Mobley estarão em quadra. E sinceramente? Mobley sozinho já é capaz de resolver muita coisa no garrafão.

    O banco vai ser protagonista

    Memphis também tá numa situação parecida — time todo desfalcado. Isso significa uma coisa: os jogadores que raramente têm chance de brilhar vão ter que assumir a responsabilidade. Sabe aquele cara que você mal lembra o nome? Pois é, hoje pode ser a noite dele.

    Esse tipo de jogo sempre me deixa curioso. Às vezes rola cada surpresa que a gente fica de queixo caído. Um cara que mal jogava 10 minutos por jogo de repente faz 25 pontos e você pensa: “cara, onde esse monstro tava escondido?”

    Mobley pode dominar

    Se tem uma coisa que eu apostaria nesse confronto é no Evan Mobley assumindo o protagonismo. O garoto tem tudo pra destruir hoje — altura, técnica e aquela vontade de mostrar que merece mais destaque. Com tantos desfalques, ele vai ter liberdade total pra jogar o seu basquete.

    Jarrett Allen também não é brincadeira no garrafão. Os dois juntos podem criar uma muralha que vai dar trabalho pros Grizzlies, que já estão com problemas de elenco.

    E aí, o que vocês acham? Quem vai surpreender nesse jogo de “reservas”? Eu tô com uma sensação que vamos ver umas jogadas absurdas hoje. Às vezes é justamente nesses jogos meio esquecidos que rolam os melhores momentos da temporada.

    Uma coisa é certa: quem ganhar hoje vai ser na raça mesmo.

  • Cavs vão descansar meio time contra o Pacers — e tá certo!

    Cavs vão descansar meio time contra o Pacers — e tá certo!

    Olha, eu entendo perfeitamente a decisão do Cleveland. Com os playoffs começando em duas semanas e a vaga já garantida, por que arriscar? Os Cavs confirmaram que vão jogar sem vários titulares contra o Indiana Pacers neste domingo, e sinceramente, é a coisa mais sensata a fazer.

    Allen ainda sentindo dor

    Jarrett Allen vai ficar de fora por “gerenciamento de lesão no joelho direito”. O cara se machucou lá no dia 3 de março contra o Detroit e ficou 10 jogos parado. Voltou no dia 27 contra o Heat, mas pelo que o Chris Fedor do Cleveland.com reportou, ele ainda tá sentindo dor e não tá 100%.

    Cara, imagina forçar o pivô titular faltando duas semanas pros playoffs? Seria loucura total. O Allen é peça fundamental no esquema dos Cavs, então melhor ele chegar nos playoffs inteiro do que arriscar uma lesão mais séria agora.

    Mobley também fora, Thomas Bryant entra

    Evan Mobley também vai descansar por causa do gerenciamento da panturrilha esquerda. Ou seja, os dois gigantes titulares vão ficar de fora. Isso significa que o Thomas Bryant provavelmente vai ganhar minutos importantes, e quem sabe até os caras do two-way contract — Olivier Sarr e Riley Minix — apareçam por aí, já que a temporada do Cleveland Charge acabou na semana passada.

    O Sam Merrill também tá fora com “gerenciamento de lesão no posterior da coxa”. O cara vem jogando no sacrifício a temporada toda, então faz todo sentido dar um respiro pra ele também. Dean Wade (tornozelo) e Jaylon Tyson (dedo do pé) continuam no departamento médico.

    Indiana também decimado

    Agora, se vocês acham que só Cleveland tá poupando gente, olhem o lado do Pacers. Eles vão jogar sem Tyrese Haliburton (Aquiles), Pascal Siakam (tornozelo), T.J. McConnell (posterior), Andrew Nembhard (costas), Aaron Nesmith (pescoço) e Ivica Zubac (costela). Só faltou o Johnny Furphy com lesão no ligamento cruzado pra completar o hospital.

    Vai ser praticamente um jogo de preseason disfarçado, mas tá tudo bem. É assim mesmo no final da temporada regular quando os times já têm suas posições definidas. Melhor chegar nos playoffs com todo mundo saudável do que forçar a barra e se complicar depois.

    E aí, vocês acham que os Cavs estão certos em poupar ou deveriam manter o ritmo de jogo? Eu tô é ansioso pra ver como eles vão se comportar nos playoffs mesmo!

  • Allen volta com tudo e os Cavs fazem 149 pontos num show absurdo

    Allen volta com tudo e os Cavs fazem 149 pontos num show absurdo

    Jarrett Allen ficou esperando o cumprimento do técnico antes do jogo, mas em vez do high-five tradicional, levou foi um abraço de urso. “Eu esqueci que ele estava no time”, brincou Kenny Atkinson. “Já me acostumei tanto com ele fora do quinteto titular que precisei abraçar pra dar as boas-vindas de volta.”

    E que volta foi essa, pessoal! Allen voltou depois de 10 jogos parado por tendinite no joelho e simplesmente destruiu. Foram 18 pontos em apenas 18 minutos na goleada de 149 a 128 dos Cavs sobre o Miami Heat. Sim, você leu certo – 149 pontos em tempo regulamentar. Recorde da franquia!

    Começou certo e não parou mais

    O pivô de 2,11m marcou logo na primeira posse de bola com um ganchinho na área restritiva. Nos primeiros quatro minutos? Oito pontos. “Foi incrível”, disse Allen. “Valeu pro Kenny, ele desenhou a primeira jogada pra mim. Normalmente eu não recebo a primeira jogada, mas ele queria me colocar no ritmo das coisas.”

    Olha, eu não esperava essa explosão ofensiva logo de cara. Allen estava fora desde 3 de março quando se machucou contra o Detroit. O que parecia bobagem virou uma tendinite “severa” – palavra dos próprios Cavs – e eles foram cautelosos na recuperação do cara de 27 anos.

    Max Strus também pegou fogo

    Não foi só Allen que brilhou, não. Max Strus acertou OITO bolas de três e fez 29 pontos. Evan Mobley contribuiu com 23, e James Harden distribuiu 14 assistências – o maior número desde que chegou no deadline de trocas. Sinceramente, quando esse time está saudável, é assustador.

    A única gafe da noite? Atkinson esqueceu de cumprimentar Allen na apresentação dos jogadores. “Ele não estava acostumado comigo jogando e me perdeu no high-five”, riu Allen. “Isso é incrível.”

    Timing perfeito pra playoffs?

    Os Cavs têm lidado com lesões o ano todo, e a ausência do Allen foi especialmente chata – só oito jogos restam na temporada regular. Cleveland está na 4ª colocação do Leste, mas quase não jogaram com força máxima.

    Strus também voltou há pouco depois de mais de quatro meses fora por cirurgia no pé. E Allen só jogou algumas partidas com Harden, que chegou nas trocas e levantou as esperativas de título dos Cavs. Vocês acham que eles conseguem entrosar todo mundo a tempo dos playoffs?

    “É como ter um goleiro de 2,10m”, disse Atkinson sobre Allen. “Ele protege o garrafão e facilita nossa vida.” Paired com Mobley (atual DPOY), forma uma das duplas defensivas mais temidas da liga.

    Com médias de 15,3 pontos e 9,2 rebotes em 51 jogos como titular, Allen estava numa das melhores fases ofensivas da carreira antes da lesão. Em 1º de fevereiro, fez 40 pontos e 17 rebotes contra Portland – recorde pessoal.

    Os Cavs ainda estão sem Jaylon Tyson e Dean Wade, mas pelo que vi ontem… quando esse time engata, é monstro.

  • Cavs metem 149 no Heat e Max Strus vira pesadelo do ex-time

    Cavs metem 149 no Heat e Max Strus vira pesadelo do ex-time

    Cara, que diferença três dias fazem! Depois de tomar uma surra do Miami Heat na quarta-feira, o Cleveland Cavaliers resolveu devolver na mesma moeda — com juros. 149 a 128. Cento e quarenta e nove pontos!

    Max Strus simplesmente decidiu que ia destruir o ex-time dele. Oito bolas de três. OITO. O cara meteu 29 pontos e mostrou pro Heat o que eles perderam quando deixaram ele ir embora. Sinceramente? Deve ter sido uma das vinganças mais doces que eu já vi na NBA.

    Jarrett Allen de volta faz toda diferença

    Kenny Atkinson colocou o Jarrett Allen de volta no quinteto titular e — meu Deus — que diferença isso fez. O cara teve um double-double (18 pontos e rebotes suficientes) e mostrou porque a pintura dos Cavs fica muito mais protegida com ele e o Evan Mobley juntos.

    Os números não mentem: o Heat só conseguiu 24% dos arremessos dele na pintura. Isso é quase 8% abaixo da média deles na temporada. Quando você tem dois grandões intimidando no garrafão, fica difícil mesmo para qualquer time.

    E o James Harden? O cara tá jogando como se fosse moleza demais. 17 pontos e 14 assistências — um double-double que parecia fácil demais. A conexão dele com o Allen nos pick-and-rolls tava absurda. Uma bandejinha aqui, uma enterrada ali… era show de bola.

    Donovan Mitchell nem precisou forçar

    Olha que coisa linda: o Mitchell, que normalmente carrega o time nas costas, teve uma noite quieta no ataque e nem fez falta. Quando todo mundo tá acertando assim, o craque pode dar uma relaxada e focar em outras coisas — seis assistências e quatro roubadas de bola.

    Já o Evan Mobley começou devagar mas explodiu no último quarto. Seis pontos seguidos no começo do período final e terminou com 23 pontos e 10 rebotes. Quando ele resolve ser agressivo assim, fica impossível parar o cara.

    Heat frustrado até no final

    O jogo ficou meio tenso no final, com Tyler Herro levando técnica depois de atropelar o Sam Merrill numa tela e ainda reclamar da arbitragem. Depois rolou mais confusão com falta dura e mais técnicas voando. Mas convenhamos, quando você tá perdendo de mais de 20 pontos e sendo humilhado na casa do adversário, a frustração é natural.

    O Heat saiu perdendo 15 a 2 logo no começo e nunca mais conseguiu se recuperar. Foi uma daquelas noites que você só quer esquecer — se você torce pelo Miami, claro.

    Agora os Cavs têm uns dias para descansar antes de encarar uma viagem pela Costa Oeste, começando contra o Jazz na segunda-feira. E vocês acham que eles conseguem manter esse nível absurdo de basquete? Porque se conseguirem, vão dar muito trabalho nos playoffs.