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  • Terry Stotts na briga: veterano pode assumir o comando dos Mavs

    Terry Stotts na briga: veterano pode assumir o comando dos Mavs

    Olha só quem apareceu na lista de candidatos para treinar os Dallas Mavericks: Terry Stotts. E cara, essa é uma daquelas notícias que faz todo sentido quando você para pra pensar.

    Depois que Jason Kidd e os Mavs se separaram há algumas semanas, Dallas saiu atrás de um novo técnico. Primeiro rolaram rumores sobre treinadores universitários como Jon Scheyer e Dusty May, mas agora o nome do Stotts entrou na conversa — e não é à toa.

    O cara que ajudou a conquistar 2011

    Se o nome Terry Stotts te soou familiar, é porque ele foi assistente técnico do Rick Carlisle durante aquela campanha histórica de 2011. Sim, aquela mesma temporada mágica em que os Mavs derrubaram o Heat do LeBron nas Finais. Stotts estava lá, vivendo aquele momento único na história da franquia.

    Mas a experiência do cara vai muito além disso. Desde 1994 ele tá no basquete profissional americano, começou como assistente no Seattle Supersonics (que hoje é o Thunder), passou por Milwaukee, Atlanta, Golden State… O homem é um veterano de guerra mesmo.

    Como técnico principal, Stotts tem um cartel respeitável: 402 vitórias e 318 derrotas (55,8% de aproveitamento). O auge foi mesmo em Portland, onde comandou os Blazers de 2012 até 2021. Depois tirou um tempo de folga e voltou como assistente no Warriors nas últimas duas temporadas.

    Faz sentido para os dois lados

    Sinceramente? Acho que seria uma contratação inteligente dos Mavs. Stotts já tem 68 anos e viu de tudo nessa liga. Não seria aquele técnico rookie tentando se provar — o cara já provou tudo que tinha que provar.

    E olha o timing: Dallas provavelmente vai ter um elenco jovem liderado pelo Cooper Flagg (se conseguirem draftá-lo), mas também precisa de alguém que saiba lidar com veteranos. Stotts tem esse perfil equilibrado.

    A conexão com 2011 também é um baita trunfo. Os torcedores dos Mavs ainda vivem daquela conquista, e ter alguém que fez parte daquele time especial de volta pode ser interessante para criar aquele clima de nostalgia boa.

    Um técnico de transição?

    Pelos rumores, Stotts só tá considerando vagas como técnico principal mesmo — nada de voltar a ser assistente. E cara, faz sentido. Na idade dele, por que aceitar um papel menor?

    Para Dallas, ele seria meio que um técnico de transição — alguém para colocar a casa em ordem e preparar terreno para o futuro. Mas isso não significa que seria uma escolha “meia-boca”. Pelo contrário, seria alguém experiente comandando uma reconstrução.

    Vocês acham que Stotts é o cara certo para este momento dos Mavs? Eu confesso que gosto da ideia. Experiência, histórico com a franquia, personalidade forte… Tem tudo para dar certo. E vocês, o que acham?

  • Mavs fazendo força total pra encontrar novo técnico – e a lista tá grande!

    Mavs fazendo força total pra encontrar novo técnico – e a lista tá grande!

    Os Mavs tão mexendo todas as peças pra achar o próximo técnico depois do Jason Kidd sair. E olha, a lista de candidatos tá absurda — mais de uma dúzia de nomes sendo considerados!

    Terry Stotts é praticamente garantido pra receber uma entrevista. O cara já comandou Portland, Milwaukee e Atlanta, além de ter trabalhado como assistente em Dallas antes. Pra quem não lembra, o próprio Mark Cuban (ex-dono majoritário) já tinha recomendado o Stotts pra equipe do Kidd. Agora ele saiu recentemente do Golden State, onde era assistente do Steve Kerr, e tá só aceitando propostas pra ser técnico principal mesmo.

    A caça aos assistentes tá pesada

    O foco principal tá nos assistentes da NBA. Entre os que já despertaram interesse oficial estão: Micah Nori (Minnesota Timberwolves), Royal Ivey (Houston Rockets), Jama Mahlalela (Toronto Raptors), Tony Dobbins (Boston Celtics) e Noah LaRoche (consultor do Miami Heat). Essa galera conhece o sistema NBA de dentro pra fora.

    E tem mais — eles também tão de olho em técnicos universitários como Jon Scheyer e Dusty May. Mas sinceramente? Acho que vão mesmo é de alguém que já manjou dos paranauês da liga.

    Ujiri tá comandando a busca (e isso pode ser interessante)

    Quem tá tocando essa busca é o novo GM Mike Schmitz junto com o Masai Ujiri. E cara, conhecendo o perfil do Ujiri, ele não vai se limitar só aos óbvios. O cara tem histórico de olhar pra Europa e até pro basquete feminino — foi assim que ele trouxe o Darko Rajkovic pros Raptors em 2023, substituindo o Nick Nurse.

    Na minha opinião, Dallas precisa de alguém que consiga extrair o melhor do Luka e ainda dar uma organizada na defesa. O time tem talento pra brigar pelos playoffs, mas precisa de uma direção tática mais clara.

    E vocês, quem acham que seria a escolha ideal pros Mavs? Apostam no Stotts pela experiência ou preferem uma cara nova?

  • Cinco nomes na mira dos Mavs: quem vai substituir Jason Kidd?

    Cinco nomes na mira dos Mavs: quem vai substituir Jason Kidd?

    Galera, desde que o Jason Kidd foi mandado embora, o povo do Dallas tá especulando quem vai assumir o comando. E com o Masai Ujiri à frente das decisões, pode rolar uma surpresa danada — vocês sabem como ele gosta de mexer no vespeiro.

    O Christian Clark, do The Athletic, trouxe cinco nomes que estão circulando pelos bastidores. Alguns óbvios, outros que vão fazer todo mundo cair pra trás. Vamos nessa?

    Sean Sweeney: o favorito da torcida

    O primeiro nome que todo mundo já tava esperando é o Sean Sweeney. Cara, esse aí foi assistente do próprio Kidd de 2021 a 2024, e era basicamente o cérebro por trás daquelas defesas monstruosas que levaram Dallas longe nos playoffs.

    Segundo o Clark, não é questão de “se” o Sweeney vai virar técnico principal, mas “quando”. Bulls e Magic já tão de olho nele também. O maluco tem aquela pegada tática que a gente não via desde os tempos do Rick Carlisle. Sinceramente? Seria uma contratação segura.

    Nomes que podem surpreender

    O Micah Nori, assistente dos Timberwolves há cinco anos, é outro cotado. O cara até teve uma passagem relâmpago como técnico principal quando o Chris Finch se machucou em 2024 — justamente na série contra Dallas. Irônico, né?

    Agora o Tiago Splitter… essa me pegou desprevenido! O brasileiro assumiu o Portland meio na correria por causa do escândalo do Chauncey Billups, mas se saiu bem demais. Levou os Blazers pros playoffs e tudo. E tem conexão com a organização através do novo GM Mike Schmitz.

    Mas ó, os dois nomes mais malucos da lista vão fazer vocês caírem da cadeira.

    As apostas mais ousadas

    Jon Scheyer, técnico de Duke. Sim, aquele mesmo que treinou o Dereck Lively II e agora comanda o Cooper Flagg. O cara tem um cartel absurdo no college (125-24 em quatro anos), mas nunca ganhou um título nacional.

    Se os Mavs querem mesmo apostar todas as fichas no Flagg, faz todo sentido trazer quem conhece o garoto melhor que ninguém. Seria uma jogada arriscada, mas potencialmente genial.

    E agora preparem-se: Dawn Staley. Isso mesmo, a lendária técnica de South Carolina que domina o basquete feminino universitário desde 2008.

    A mulher já foi entrevistada pelos Knicks ano passado e disse que “teria que aceitar” se fosse chamada. Com o Ujiri comandando as contratações, nada é impossível — e seria revolucionário ver a primeira mulher técnica principal da NBA.

    E aí, qual de vocês acham que tem mais cara de Dallas? Eu tô curioso pra ver se o Ujiri vai mesmo de Splitter (seria massa ter um brasileiro por lá) ou se vai surpreender geral com a Dawn Staley.

  • Ujiri demite Kidd e quer ver Irving jogando com Cooper Flagg

    Ujiri demite Kidd e quer ver Irving jogando com Cooper Flagg

    Masai Ujiri finalmente abriu o jogo sobre a demissão de Jason Kidd dos Mavericks. E cara, as declarações dele foram bem diretas — o cara queria uma “nova lousa” em Dallas.

    “Sendo transparente com todo mundo, acho que uma nova lousa era uma boa forma de enxergar isso”, disse Ujiri. “Às vezes sinto que nesta organização precisávamos de clareza sobre onde estamos indo. Precisamos realmente trabalhar em uma direção e como construir este time.”

    Olha, 205 vitórias e 205 derrotas em cinco temporadas. Não dá pra ser mais medíocre que isso, né? Kidd teve seus momentos, mas claramente não conseguiu elevar o nível dos Mavs consistentemente.

    A situação Dončić não pesou na decisão

    Uma coisa interessante: Ujiri deixou claro que a troca do Luka Dončić (que ainda não aconteceu, mas tem sido especulada) não influenciou na demissão do Kidd. “Honestamente, essa troca não teve nenhum papel em como pensei sobre qualquer coisa”, garantiu.

    Sinceramente? Acho que ele está sendo diplomático. É impossível separar completamente as duas situações quando você está reestruturando uma franquia inteira.

    Irving e Cooper Flagg: a dupla do futuro?

    Agora vem a parte mais curiosa das declarações do Ujiri. O cara está animado para ver como Kyrie Irving vai se encaixar jogando ao lado de Cooper Flagg — o jovem fenômeno que deve ser a primeira escolha do próximo draft.

    “Temos que descobrir como Kyrie se encaixa no nosso programa”, disse Ujiri. “Tive essas conversas com Kyrie. E acho que Kyrie vai se encaixar. Como disse antes, há uma enorme curiosidade em nossas mentes para ver como Kyrie se encaixa jogando com Cooper Flagg.”

    Mano, essa dupla pode ser explosiva ou explosiva no sentido errado — vocês sabem como o Kyrie pode ser imprevisível. Mas imaginem o talento puro: Irving com toda sua criatividade e Flagg com esse potencial absurdo que ele demonstra.

    O problema é que surgiram rumores de que os Mavs podem receber propostas pelo Irving. Com toda essa reestruturação rolando, nada está garantido em Dallas.

    Com Matt Riccardi também saindo da organização, Ujiri disse que está conversando com Michael Finley para mantê-lo na equipe. Uma coisa é certa: os Mavs estão mexendo no galinheiro todo. Resta saber se essa “nova lousa” vai dar certo ou se vai ser mais do mesmo.

  • Ex-jogador dos Bucks detona Jason Kidd: ‘Tentei avisar há 10 anos’

    Ex-jogador dos Bucks detona Jason Kidd: ‘Tentei avisar há 10 anos’

    Olha, eu sempre achei estranho como o Jason Kidd conseguia ser demitido de todos os lugares que passava. O cara é Hall of Fame, entende de basquete mais que a maioria, mas sempre rola alguma treta. E agora que saiu dos Mavericks, a ficha tá caindo de vez.

    Michael Carter-Williams, que jogou com Kidd nos Bucks lá em 2014, simplesmente confirmou o que muita gente já suspeitava. Quando um fã no X postou que “Kidd vai ser demitido de todo emprego de técnico porque, mesmo sendo bom nas jogadas e desenvolvimento de jogadores, com o tempo ele se torna insuportável”, o MCW não pensou duas vezes:

    “Eu tenho tentado falar isso pras pessoas há 10 anos. A verdade sempre prevalece”.

    A conta não fechava em Milwaukee

    Cara, imagina só a situação. Carter-Williams chegou nos Bucks no mesmo ano que Kidd virou técnico — 2014. Você pensaria que seria uma parceria perfeita: um armador lendário treinando um jovem armador promissor. O MCW até teve números decentes por lá: 12.4 pontos, 4.7 rebotes, 5.3 assistências por jogo.

    Mas pelo visto a química pessoal não existia. E olha que estamos falando de um cara que foi Rookie of the Year, não é qualquer um reclamando por reclamar.

    Padrão que se repete

    O mais bizarro é como isso virou um padrão na carreira do Kidd como técnico. Nos Bucks ele durou quatro temporadas e saiu com 139 vitórias e 152 derrotas — longe do ideal. Passou pelo Brooklyn Nets antes, foi assistente técnico nos Lakers, e agora caiu em Dallas.

    Sinceramente, eu fico pensando: será que é ego demais? Ou é só uma personalidade difícil mesmo? O cara claramente entende de basquete — não dá pra negar isso. Mas parece que sempre rola algum atrito com jogadores ou diretoria.

    E vocês, o que acham? Acreditam que o Kidd realmente é “insuportável” como técnico, ou é só azar mesmo? Porque pelo histórico, tá difícil defender…

  • Ujiri assume culpa por demitir Kidd: ‘Precisávamos de uma página limpa’

    Ujiri assume culpa por demitir Kidd: ‘Precisávamos de uma página limpa’

    Cara, que bomba nos Mavs. Masai Ujiri não quis jogar a responsabilidade pra ninguém — assumiu de cara que foi ele quem mandou Jason Kidd embora. E olha, eu respeito muito essa postura dele.

    “É muito justo dizer que essa decisão é minha”, falou Ujiri na coletiva de quarta-feira. “Não quero colocar isso em nenhum jogador, de jeito nenhum, nem em mais ninguém da organização.”

    Sinceramente? Achei interessante essa transparência toda. O cara chegou em Dallas, olhou tudo de cima a baixo com o GM Mike Schmitz, e decidiu que precisava mexer no time técnico. Cinco anos de Kidd à frente do time, incluindo aquela chegada nas Finals de 2023-24, mas mesmo assim Ujiri achou que era hora de mudar.

    Uma decisão difícil mas necessária

    Ujiri foi bem claro: não foi nada pessoal contra o Kidd. Pelo contrário, falou que foi uma “decisão muito, muito difícil”. Mas na visão dele, os Mavs precisavam de “clareza sobre onde estamos indo” ao invés de “muitas coisas misturadas”.

    E olha, faz sentido. Às vezes você precisa mesmo de um recomeço total, né? Ujiri disse que quer o time trabalhando “numa direção só” na construção do elenco e na criação de uma mentalidade vencedora.

    O que mais me chamou atenção foi ele falando que conversou com Cooper Flagg e Kyrie Irving sobre a decisão. Esses dois são os pilares da franquia agora, então faz todo sentido eles estarem no loop.

    E agora, quem vem?

    Ujiri não deu timeline específico, mas prometeu uma busca “abrangente” pelo novo técnico. Eu tô curioso pra ver quem eles vão trazer. Com Flagg e Irving no elenco, precisa ser alguém que saiba lidar com estrelas e ao mesmo tempo construir um sistema sólido.

    Uma coisa que achei bacana: perguntaram se a decisão teve a ver com Kidd estar ligado àquele negócio todo da troca do Luka Dončić (que pesadelo, né?), e Ujiri foi categórico que não. Também perguntaram se o interesse do Kidd no cargo que o próprio Ujiri assumiu influenciou, e a resposta foi a mesma: não.

    Vocês acham que foi a decisão certa? Kidd tinha seus méritos, mas talvez mesmo os Mavs precisem dessa “página limpa” que o Ujiri falou. Com Flagg e Irving, tem potencial pra fazer algo especial.

  • Kidd demitido dos Mavs: finalmente uma nova era pode começar

    Kidd demitido dos Mavs: finalmente uma nova era pode começar

    Cara, não vou mentir — acordei com uma sensação estranha hoje. Jason Kidd não é mais técnico dos Dallas Mavericks. E sabe o que mais? Tô aliviado.

    Olha, não é que eu odiasse o Kidd. O cara foi um jogador monstro, Hall of Fame, respeito total. Mas como técnico dos Mavs… sinceramente, já tava na hora de uma mudança. Principalmente depois daquela trade bizarra do Luka Doncic.

    O que deu errado com Kidd?

    Vou ser honesto aqui: Kidd tinha qualidades. Ele desenvolveu bem os jovens, sabia lidar com ego de estrela, e os jogadores gostavam dele. Isso não é pouca coisa na NBA atual.

    Mas mano, o cara simplesmente não evoluiu taticamente. Quantas vezes a gente viu as mesmas rotações cansadas? Os mesmos plays saindo do timeout que qualquer técnico adversário já decorou? E aquela dependência absurda do Luka pra resolver tudo sozinho…

    Lembram quando perguntaram pro Kidd sobre não pedir timeout numa sequência ruim e ele respondeu “Eu tô assistindo, como vocês”? Cara, que resposta é essa? (risos) Você é o TÉCNICO!

    A estatística que mais me chocou: antes da trade do Luka, Kidd tinha 56.3% de aproveitamento. Depois da trade? 33.9%. Claro que perdeu o melhor jogador, mas essa queda é de arrepiar.

    Masai Ujiri chegou pra revolucionar

    Agora vem a parte que me deixa empolgado. Masai Ujiri assumiu como presidente dos Mavs e já mostrou que não tá brincando. Primeiro trouxe Mike Schmitz como GM — um cara que conhece há anos e confia no trabalho de scout.

    E olha a rapidez: 11 dias depois de contratar o Schmitz, já demitiu o Kidd. Isso é decisão! Nada de ficar enrolando ou “vamos dar mais uma chance”.

    Ujiri falou uma coisa que me marcou sobre o Schmitz: “Ele é um scout incrível, um líder incrível. Se aprofunda no trabalho, nos dados, e em tudo que você quer saber sobre scout de um jogador, construção de time”.

    E agora, Dallas?

    Vocês acham que essa mudança vai dar resultado? Eu tô otimista, não vou mentir. Os Mavs precisavam dessa chacoalhada depois de toda aquela confusão da trade do Luka e dos problemas com o departamento médico.

    Claro que ainda dói perder o Luka — imagina trocar um cara que fez 73 pontos numa noite! Mas às vezes você precisa dar dois passos pra trás pra conseguir dar três pra frente.

    O importante é que agora tem gente séria no comando. Ujiri construiu um time campeão em Toronto, sabe o que tá fazendo. E se ele e o Schmitz conseguirem encontrar o técnico certo, quem sabe os Mavs não voltam a ser relevantes nos playoffs?

    Uma coisa é certa: a era Kidd acabou. E sinceramente? Era hora mesmo de virar essa página.

  • Orlando pode ser o novo lar de Jason Kidd após bomba em Dallas

    Orlando pode ser o novo lar de Jason Kidd após bomba em Dallas

    Rapaz, que reviravolta! Jason Kidd foi demitido pelos Mavericks depois de cinco temporadas e agora todo mundo quer saber: onde o veterano vai parar? Na minha opinião, Orlando faz muito sentido — e vou explicar o porquê.

    A demissão do Kidd na terça-feira foi um verdadeiro baque. O cara teve que lidar com a troca bombástica do Luka Dončić para os Lakers em troca do Anthony Davis (que logo se machucou, que azar), comandou uma reconstrução total e ainda viu o time draftar Cooper Flagg como primeira escolha geral. Resultado? 26-56 na temporada. Não é fácil mesmo.

    Orlando precisa de experiência

    E é aí que entra o Magic. O time dispensou Jamahl Mosley depois daquela zebra histórica — perderam uma série de 3-1 para os Pistons nos playoffs. Cara, como você perde uma vantagem dessas? Foi o terceiro ano consecutivo que Orlando caiu na primeira rodada sob comando do Mosley.

    Segundo o Marc Stein, Orlando já tinha interesse no Kidd em 2021 e agora está atrás de um técnico experiente. Faz sentido total. O Magic tem potencial — foram 45-37 na temporada regular e quase derrubaram a primeira colocação nos playoffs. A contratação do Desmond Bane no ano passado mostrou que eles querem competir de verdade.

    Kidd é a peça que falta?

    Olha, eu sinceramente acho que Kidd pode ser exatamente o que Orlando precisa. O cara tem 388-395 como técnico (ok, não é um números espetacular), mas passou por Milwaukee, Brooklyn e agora Dallas. Experiência não falta.

    E vocês sabem o que mais me chama atenção? Orlando quer dar o próximo passo. Eles têm peças interessantes, um elenco jovem com fome de vitória, e agora precisam de alguém que saiba como navegar nos playoffs — coisa que o Kidd já fez.

    Claro que o Magic também está de olho no Jeff Van Gundy e no Billy Donovan. Mas entre nós, Kidd conhece a liga como poucos. Será que Orlando vai apostar nessa experiência? Eu apostaria.

  • 6 vagas de técnico na NBA em 2026: qual é a pior e qual é a melhor?

    6 vagas de técnico na NBA em 2026: qual é a pior e qual é a melhor?

    A bomba já caiu: Jason Kidd foi demitido pelos Mavericks com 4 anos e 40 milhões de dólares ainda no contrato. Absurdo, né? Mas é assim que a NBA funciona — você tem Cooper Flagg carregando o time nas costas e mesmo assim rola demissão.

    Agora temos 6 vagas de técnico nesta offseason, e cara, algumas são uma beleza… outras são praticamente um tiro no pé. Vamos ranking essas oportunidades da pior pra melhor, porque eu tô curioso pra saber onde vocês acham que iriam se fossem técnicos.

    6º lugar: Milwaukee Bucks – A bagunça do Giannis

    Olha, ter o Giannis deveria ser sinônimo de sucesso, mas a situação em Milwaukee tá um caos total. 32 vitórias em 82 jogos? Isso é quase inadmissível com um dos 5 melhores jogadores do mundo no seu elenco.

    O problema é que eles estão “abertos a negócios” envolvendo o Greek Freak. Se ele sair — e tudo indica que vai — sobra o quê? Myles Turner ganhando 83 milhões pelos próximos anos e Damian Lillard recebendo 90 milhões pra NÃO jogar até 2030. É surreal.

    Taylor Jenkins foi contratado pra navegar nessa tempestade, mas sinceramente? Boa sorte pra ele, porque sem picks próprios até 2031, vai ser uma reconstrução longa e dolorosa.

    5º lugar: New Orleans Pelicans – Pequeno mercado, grandes problemas

    Os Pelicans contrataram Jamahl Mosley, que saiu meio queimado de Orlando. Cara, eu até entendo a lógica — eles têm peças interessantes como Zion (se ficar saudável), Trey Murphy III e Herb Jones. Mas é Nova Orleans, né?

    Mercado pequeno, dono sem visão clara, e Joe Dumars trocando picks que viraram top 8 no draft. 26 vitórias na temporada passada fala por si só. Mosley vai ter que fazer milagre, e olha que em Orlando ele já mostrou limitações no ataque.

    A pergunta que não quer calar: será que Zion aguenta uma temporada inteira? Porque se não aguentar, prepare-se pra mais um ano de sofrimento na Big Easy.

    4º lugar: Portland Trail Blazers – Veteranos e jovens numa mistura estranha

    Portland fez 42 vitórias e chegou aos playoffs como 8º colocado, o que já é um avanço. O problema é que eles têm uma salada de frutas no elenco: Jrue Holiday ganhando quase 35 milhões, Scoot Henderson ainda tentando provar seu valor, e Shaedon Sharpe com potencial mas inconsistente.

    A boa notícia? Eles têm picks de primeira rodada até 2032, o que dá flexibilidade. A má? Damian Lillard ainda tá na folha ganhando 13 milhões, mesmo não jogando mais lá. É uma situação estranha, mas pelo menos tem futuro.

    Na minha visão, quem pegar esse job vai ter que decidir: apostar nos veteranos pra brigar por playoffs ou focar no desenvolvimento dos jovens. Não dá pra fazer os dois ao mesmo tempo.

    E aí, pessoal — qual dessas vagas vocês pegariam? E mais importante: quem vocês acham que vai parar no topo dessa lista?

  • Sean Sweeney é o favorito para substituir Jason Kidd no Dallas

    Sean Sweeney é o favorito para substituir Jason Kidd no Dallas

    Bomba nos Mavericks! Jason Kidd foi mandado embora e agora todo mundo quer saber quem vai comandar o time na próxima temporada. E olha, parece que o Sean Sweeney, assistente técnico dos Spurs, tá na pole position pra assumir o cargo.

    Cara, que reviravolta, né? Kidd tinha contrato até 2028 com mais de 40 milhões garantidos, mas isso não salvou ele do machado. O novo presidente Masai Ujiri não perdoou a temporada desastrosa de 26-56, uma queda livre depois daquela campanha histórica até as Finais em 2024.

    Sweeney conhece a casa

    O Sweeney não é qualquer um não. Esse cara de 41 anos já trabalhou em Dallas mesmo, foi assistente do próprio Kidd de 2021 a 2025. Agora tá nos Spurs como assistente principal e – pasmem – ajudou a transformar o Wembanyama no Defensor do Ano.

    Sinceramente? Faz todo sentido. O cara conhece a organização, tem credibilidade defensiva (que Dallas precisa desesperadamente) e já provou que sabe trabalhar com jovens talentos. E convenhamos, com o Cooper Flagg chegando como Novato do Ano e o Kyrie Irving voltando de lesão, o time tem potencial pra voltar aos playoffs.

    Só tem um problema: o Bulls também quer ele, e o cargo deles tá aberto há semanas. Será que Dallas não demorou demais pra mexer?

    A concorrência esquenta

    Billy Donovan também tá na briga, mas pelo que eu vejo, ele tá mais inclinado pro Orlando. O cara saiu de Chicago justamente por não querer mais reconstrução, e Dallas ainda tá nesse processo meio doloroso.

    Jon Scheyer da Duke aparece nas listas também, mas convenhamos – ele tá muito bem onde tá. Coach K nunca saiu da faculdade pros profissionais, e Scheyer parece seguir a mesma linha.

    O que vocês acham? Sweeney tem o perfil certo pra fazer Dallas voltar a brigar lá em cima? Eu acho que sim. Experiência defensiva + conhecimento da casa + timing perfeito com esses jovens talentos chegando. Pode dar muito certo.

    Uma coisa é certa: depois da troca desastrosa do Doncic pro Lakers em 2025 (que custou o cargo do GM também), Dallas precisa acertar nessa escolha. A torcida não aguenta mais decepção.