Tag: Jayson Tatum

  • Celtics na encruzilhada: hora de mexer no time ou manter os Jays?

    Celtics na encruzilhada: hora de mexer no time ou manter os Jays?

    Olha, eu sei que ainda estamos em 2024, mas já tô aqui imaginando o que vai rolar com os Celtics no próximo offseason. E cara, depois de ver o time perder uma série de 3-1 pros Sixers na primeira rodada… meu Deus, que dor no coração.

    O Chris Mannix, da Sports Illustrated, deu uma entrevista que me fez pensar muito sobre os rumos de Boston. Basicamente, o Brad Stevens tem três caminhos pela frente: fazer pequenos ajustes no elenco, uma mudança mais no meio termo, ou — pasmem — separar o Jayson Tatum do Jaylen Brown.

    E se trouxessem o Giannis? 🤔

    Sinceramente, a ideia de trocar o Jaylen Brown pelo Giannis Antetokounmpo é tentadora demais. Imaginem o Greek Freak ao lado do Tatum? Seria uma dupla monstruosa. Mas ao mesmo tempo, depois de tudo que os Jays construíram juntos, seria meio doído ver essa parceria acabar assim.

    O Mannix foi bem cirúrgico na análise dele: “Não vejo motivo real pra reagir de forma exagerada a uma derrota feia nos playoffs”. E ele tem razão. Os Celtics ganharam 56 jogos numa temporada que todo mundo esperava bem menos. O ataque funcionou melhor que no ano passado.

    Mas porra, perder uma série de 3-1 dói na alma, né não?

    O exemplo dos Knicks que chegaram às Finais

    Uma coisa que o Mannix falou me chamou atenção: ele usou os Knicks como exemplo de porque manter o grupo junto funciona. O Jalen Brunson tá lá há quatro anos, o KAT e o Mikal Bridges já têm química construída. E olha onde eles chegaram — nas Finais!

    “Os Celtics fizeram isso por ainda mais tempo com esse grupo”, disse o jornalista. E é verdade. O Tatum e o Brown já se entendem de olhos fechados em quadra. Quando o JT se machucou, o JB assumiu as rédeas e levou o time pro segundo seed do Leste. Quando o Tatum voltou, foi como se nunca tivesse saído.

    Na minha opinião? Acho que vale a pena dar mais uma chance pros dois juntos. Mas — e sempre tem um mas — eles PRECISAM de ajuda no garrafão e mais profundidade no banco.

    Os Celtics têm uma trade exception de $27.7 milhões e mais $15 milhões da mid-level exception. É dinheiro suficiente pra fazer uns upgrades interessantes. Só que se eles forem pela rota das trocas, o Derrick White pode virar moeda de troca. O cara ganha $30 milhões na próxima temporada e é um dos poucos assets que Boston tem pra conseguir algo significativo de volta.

    E aí, galera? Vocês acham que os Celtics devem apostar mais uma vez nos Jays ou é hora de uma mudança radical? Eu tô dividido, mas meu coração diz pra dar mais uma chance pra essa dupla que já nos deu tanta alegria.

  • DiVincenzo conta qual craque ajudou na recuperação do tendão

    DiVincenzo conta qual craque ajudou na recuperação do tendão

    Olha, quem acompanha a NBA sabe que lesão no tendão de Aquiles é praticamente o fim do mundo para um jogador. E o Donte DiVincenzo dos Timberwolves tá passando por isso agora — se machucou na primeira rodada contra o Denver e ficou de fora da série contra o San Antonio.

    Mas a parte interessante dessa história toda é ver como os caras se ajudam nos bastidores. Segundo o Jon Krawczynski do The Athletic, o DiVincenzo tem conversado com uns nomes pesados que passaram pela mesma coisa recentemente: Jayson Tatum, Tyrese Haliburton e o monstro do Damian Lillard.

    A união dos “quebrados”

    “Eu fiz um milhão de perguntas, e todos eles me ajudaram de formas diferentes”, disse o DiVincenzo. “Mas todas as jornadas são diferentes.”

    E é verdade mesmo. Todos esses caras romperam o Aquiles nos playoffs de 2025, mas cada um teve uma recuperação completamente diferente. O Tatum foi o único que conseguiu voltar ainda na mesma temporada — retornou pro Celtics em março e, cara, parecia que nunca tinha se machucado quando a temporada terminou.

    Já imaginou? Conversar com o Lillard sobre como é lidar com essa pressão psicológica de não saber se vai voltar a ser o mesmo jogador? O cara é uma lenda, deve ter umas histórias absurdas de superação.

    A realidade cruel do Aquiles

    Sinceramente, lesão de Aquiles me dá arrepio só de pensar. É uma das piores coisas que pode acontecer com um atleta de basquete. A velocidade, a explosão, aqueles arranques para a cesta — tudo fica comprometido.

    Por enquanto não tem previsão de volta para o DiVincenzo, e olha, sendo bem realista aqui: ele provavelmente vai perder toda a temporada 2026-27, talvez até mais. É uma merda, mas é a realidade.

    O cara estava indo bem em Minnesota, se encaixando legal no sistema dos Wolves. Agora vai ter que reconstruir tudo do zero. Vocês acham que ele volta com o mesmo nível?

    Minnesota precisa se reinventar

    Enquanto isso, os Timberwolves tão tendo que lidar com essa realidade. A série contra o San Antonio deixou claro que eles ainda não estão no nível dos grandes times do Oeste. E agora sem o DiVincenzo por um tempão…

    A diretoria vai ter que fazer uns movimentos interessantes nesse offseason. Porque ficar parado não é opção se quiserem brigar lá em cima. O Oeste tá cada vez mais maluco, e toda ajuda conta.

  • Mazzulla é eleito melhor técnico da NBA após milagre nos Celtics

    Mazzulla é eleito melhor técnico da NBA após milagre nos Celtics

    Cara, eu tenho que confessar uma coisa: quando vi o Jayson Tatum se machucar no Aquiles no começo da temporada, achei que era o fim de linha pros Celtics. Sério mesmo. Como é que você mantém um time competitivo perdendo sua estrela principal e ainda tendo que trocar metade do elenco por causa do salary cap?

    Pois é, Joe Mazzulla mostrou como. O cara simplesmente pegou esse time destroçado e fez o impossível — levou Boston pra segunda posição no Leste com 56 vitórias. E ontem foi oficialmente reconhecido como o melhor técnico da NBA de 2025-26.

    O milagre de Boston explicado

    Olha só a situação que o Mazzulla enfrentou: além do Tatum fora por quase toda temporada (só jogou 16 partidas), os Celtics tiveram que trocar Kristaps Porziņģis e Jrue Holiday, e ainda perderam Al Horford na free agency. Basicamente, era pra ser uma temporada de reconstrução.

    Mas o Mazzulla não aceita essa de “ano perdido”. O cara pegou o Jaylen Brown e falou: “agora é com você, monstro”. E o Brown respondeu à altura — 28.7 pontos por jogo, recorde da carreira. Absurdo o nível que esse cara atingiu quando precisou carregar o time nas costas.

    E a defesa? Continuou elite, como sempre. É isso que eu mais admiro no trabalho do Mazzulla — ele nunca abre mão da identidade defensiva dos Celtics, independente de quem está em quadra.

    Concorrência pesada, mas merecida

    A disputa não foi moleza. J.B. Bickerstaff levou o Detroit Pistons (sim, o Detroit!) pra primeira posição no Leste — coisa que ninguém esperava. E o Mitch Johnson fez um trabalho espetacular no San Antonio, segunda melhor campanha da liga.

    Mas no final, os 62 votos de primeiro lugar pro Mazzulla mostram que a galera reconheceu o tamanho do desafio que ele superou. Sinceramente, acho que foi a escolha certa. Qualquer um consegue técnico um super time — o difícil é fazer milagre com o que você tem.

    O engraçado é que esse é o primeiro prêmio de técnico do ano do Mazzulla, mesmo tendo uma porcentagem de vitórias de .726 em quatro anos. Ele sempre ficava ali no top 3, mas nunca levava. Dessa vez não teve como negar.

    Na entrevista, o cara foi humilde demais, dando crédito pra comissão técnica e pros jogadores. “Eu me sinto mal que eles não estão aqui”, disse sobre os assistentes. Essa humildade é o que faz a diferença, na minha opinião.

    E aí, vocês acham que os Celtics conseguem ir longe nos playoffs mesmo sem o Tatum? Com o Brown jogando nesse nível e o Mazzulla comandando, eu não duvido de nada.

  • Jaylen Brown descobre ao vivo que foi escolhido pro All-NBA Second Team

    Jaylen Brown descobre ao vivo que foi escolhido pro All-NBA Second Team

    Cara, imagina a cena: você tá fazendo uma live tranquila no Twitch e de repente descobrem que você foi escolhido pro All-NBA Second Team. Foi exatamente isso que rolou com o Jaylen Brown dos Celtics no domingo à noite, e a reação dele foi simplesmente genuína.

    “Sou grato. Deus é o maior”, disse Brown pra galera que tava assistindo sua live no FCHWPO Twitch. O maluco descobriu na hora, ao vivo, que tinha sido selecionado junto com as maiores estrelas da liga. Monstro demais.

    Temporada de outro mundo sem o Tatum

    Olha, se tem uma coisa que eu aprendi acompanhando NBA é que nem todo mundo consegue carregar um time nas costas quando o parceiro cai. Brown não só conseguiu, como mostrou que é craque de verdade. Com Jayson Tatum fora por 62 jogos por causa da lesão no tendão de Aquiles, JB assumiu as rédeas dos Celtics de um jeito absurdo.

    Os números não mentem: 28.7 pontos por jogo (recorde pessoal), 5.1 assistências (também recorde), 47.7% nos arremessos de quadra. Mas o que mais me impressionou foi ele ter encontrado seu cantinho no meio da quadra — 58.5% de aproveitamento no mid-range. Isso é coisa de All-Star mesmo.

    Boston terminou em segundo no Leste com 56-26, atrás só do Detroit Pistons (quem diria, né?). Brad Stevens tinha chamado alguns reforços de “não comprovados”, mas Brown provou que quando a situação aperta, ele aparece.

    A humildade que impressiona

    O que mais me chamou atenção na fala do Brown foi a humildade. “Às vezes eu fico surpreso por ganhar qualquer prêmio”, disse ele. Sinceramente? Acho essa postura massa demais. Num esporte onde o ego às vezes fala mais alto, ver um cara desse nível sendo grato é refrescante.

    Ele terminou em sexto no MVP e foi titular pela primeira vez no All-Star Game. Sexto no MVP, pessoal! Sem o Tatum na maior parte da temporada. Vocês acham que ele não merecia estar ainda mais alto nessa votação?

    A temporada acabou meio amarga com aquele colapso histórico contra o Philadelphia 76ers nos playoffs — perder de 3-1 depois de estar na frente dói até em mim que sou apenas um fã. Mas isso não tira o brilho do que Brown fez durante a temporada regular.

    “É uma benção fazer parte do grupo que eu fiz parte”, comentou ele, “especialmente com as expectativas que colocaram em nós. A expectativa era nem mesmo sermos um time de playoffs, e terminamos em segundo no Leste.”

    E aí, galera do Sexto Homem — vocês acham que Brown tá pronto pra ser a cara da franquia dos Celtics quando (se) o Tatum sair? Porque depois dessa temporada, eu tô convencido que o cara tem tudo pra ser.

  • Tatum e outros astros ajudam DiVincenzo na volta da lesão no tendão

    Tatum e outros astros ajudam DiVincenzo na volta da lesão no tendão

    Cara, uma das coisas mais bonitas da NBA é ver como os jogadores se ajudam nos momentos mais difíceis. E a história do Donte DiVincenzo é um exemplo perfeito disso.

    O armador do Timberwolves sofreu uma lesão devastadora no tendão de Aquiles há quase dois meses, durante o primeiro jogo dos playoffs contra os Nuggets. Foi de partir o coração — menos de dois minutos de jogo e pronto, temporada acabou. Mas desde então, ele tem recebido apoio de onde menos esperava: de astros da liga que passaram pela mesma situação.

    A rede de apoio dos veteranos

    Quem puxou a fila foi o Jayson Tatum. O cara tinha acabado de voltar de uma lesão similar nos playoffs de 2025 e foi direto mandar mensagem pro DiVincenzo. “Nunca quero ver um competidor passar por essa recuperação difícil”, disse o astro dos Celtics na época.

    Sinceramente? Isso mostra o caráter do Tatum. O cara tava comemorando sua própria volta e já pensando em ajudar outro jogador.

    Mas não parou por aí. Segundo Jon Krawczynski, DiVincenzo tem conversado também com Tyrese Haliburton e Damian Lillard sobre os desafios mentais e físicos de se recuperar de uma lesão no tendão de Aquiles. “Eles me ajudaram de formas diferentes, e todas as jornadas são diferentes”, explicou DiVincenzo.

    O apoio do irmão de Villanova

    E não posso esquecer do Jalen Brunson, né? O ex-companheiro de DiVincenzo em Villanova e no Knicks foi logo declarando apoio total: chamou ele de “irmão” e garantiu que “vai voltar mais forte”.

    Essa conexão entre ex-colegas de faculdade é algo especial. Eles construíram uma amizade na época da NCAA e isso continua até hoje na NBA.

    Olha, lesão no tendão de Aquiles é uma das mais complicadas no basquete. A recuperação é longa, solitária, e mexe muito com o psicológico do jogador. Ver esses caras se mobilizando pra dar força pro DiVincenzo mostra que, no final das contas, todos sabem que podem precisar dessa mesma rede de apoio algum dia.

    DiVincenzo provavelmente vai ficar fora a maior parte da próxima temporada, mas com essa galera experiente guiando ele, tenho certeza que a volta vai ser ainda melhor. E vocês, acham que essa irmandade entre jogadores faz diferença na recuperação?

  • O que cada jogador do Celtics precisa melhorar na offseason

    O que cada jogador do Celtics precisa melhorar na offseason

    Olha, perder na primeira rodada dos playoffs dói. Dói muito. Mas se tem uma coisa que o Celtics sabe fazer é tirar lição da derrota e voltar mais forte. E cara, tem muito o que trabalhar por aí.

    Com algumas semanas extras de offseason (que ninguém queria, convenhamos), o time de Boston pode focar no que sempre foi seu diferencial: desenvolvimento de jogadores. Vamos analisar o que cada um precisa melhorar pra 2027 ser diferente?

    Tatum precisa voltar aos 100%

    Sinceramente, ver o Tatum jogando machucado na temporada passada foi de partir o coração. O cara é um monstro — quando tá bem, óbvio. Aquele Game 7 que ele perdeu… cara, não dá nem pra imaginar o que teria acontecido se ele estivesse em quadra.

    A prioridade número um dele nessa offseason é simples: voltar ao 100%. Nada de pressa, nada de forçar. O Tatum que a gente conhece — fluido, forte, polido — esse cara aí pode levar o Celtics longe. Mas tem que estar inteiro, né?

    E vocês viram aquele post do Ballislife lembrando dos 51 pontos dele num Game 7? Absurdo. É disso que a gente tá falando quando ele tá no auge.

    Brown e as decisões questionáveis

    O Jaylen Brown evoluiu demais, não dá pra negar. Estatisticamente e no olhômetro, o cara mostrou que pode ser “o cara” do time. Mas… (sempre tem um mas, né?)

    Às vezes o Brown decide que vai arremessar e esquece que tem companheiro aberto no canto. Sabe aquela situação? 3.6 turnovers por jogo não é brincadeira — tá ali entre os top 5 da liga junto com Luka, Jokic e Cade Cunningham.

    Não tô falando que ele é ruim, longe disso. Mas quando você tem a bola tanto quanto ele tem, precisa tomar decisões melhores. É questão de maturidade mesmo.

    White precisa achar a mira de novo

    Cara, o Derrick White é um dos caras mais queridos que já passaram por Boston. Mesmo quando o arremesso não tá entrando, ele contribui de outras formas. Mas vamos ser realistas: o arremesso dele prejudicou o time na temporada passada.

    39.4% de quadra? 32.7% de três? Pro padrão do White, isso é ruim demais. O interessante é que em abril, com o Tatum de volta, os números dele melhoraram (47.8% e 42.4%). Coincidência? Acho que não.

    O segredo pra ele é não pensar demais. Quando o White fica na neurose, complica tudo.

    Pritchard e a defesa

    O Pritchard é daqueles caras que melhora todo ano, sério. E essa consistência é rara na NBA. Mas se tem uma coisa que ele precisa trabalhar é a versatilidade defensiva.

    Não é que ele seja ruim na defesa — ele se esforça pra caramba. Mas com 1,85m, às vezes vira alvo fácil no garrafão. A saída? Evitar as trocas, chegar primeiro na posição, roubar bola nos momentos certos.

    E aí, pessoal, acham que o Celtics consegue dar a volta por cima com essas melhorias? Ou vocês acham que precisa de mais mudanças no elenco?

  • NBA virou terra de lesão muscular — culpa da era do stepback?

    NBA virou terra de lesão muscular — culpa da era do stepback?

    Cara, vou falar uma coisa que tá me incomodando há um tempão: a NBA virou um festival de lesão muscular. E não é impressão minha não — os números são absurdos.

    Pensa comigo: em 2010, a liga toda teve 18 lesões na panturrilha. Ano passado? Sessenta. Nesta temporada? Oitenta e seis! É quase cinco vezes mais. Isso não é normal.

    O drama dos playoffs

    Os playoffs viraram uma novela de contusão. Jalen Williams perdeu seis jogos do Thunder por problema no posterior. Franz Wagner, OG Anunoby, Aaron Gordon — todo mundo no departamento médico com panturrilha ou posterior da coxa. O Donte DiVincenzo rompeu o tendão de Aquiles. O Luka perdeu TODA a campanha dos Lakers por causa de uma lesão grau 2 no posterior.

    E olha que ironia: Anthony Edwards voltou de lesão no joelho só pra ficar limitado de novo. Sinceramente, parece que os caras não conseguem mais jogar uma temporada inteira sem quebrar algo.

    A revolução do um pé só

    Aqui que a coisa fica interessante. Ron Adams, técnico auxiliar veteraníssimo da NBA, mandou uma real: “O basquete costumava ser um esporte de dois pés. Se você assistisse um treino do John Wooden, era sempre igual: chegue no garrafão e jogue com os dois pés apoiados. Hoje em dia, o jogo é de um pé só.”

    Faz sentido demais. Pensa nos movimentos que dominam o jogo hoje: o stepback de três (que todo mundo tenta fazer igual ao Harden) e o euro-step. Os dois movimentos botam uma pressão desgraçada na panturrilha e no posterior da coxa.

    A ciência por trás disso é meio assustadora. Quando você faz um stepback, o músculo fica ativado E esticado ao mesmo tempo — é exatamente a receita perfeita pra lesão. É como forçar o elástico no limite.

    Os reis do stepback pagaram o preço

    Olha só esse dado que me deixou de cara: o Tatum tentou 11 stepbacks de três na temporada de calouro em 2017-18. Nesta temporada? Duzentos e cinquenta e um! Vinte e três vezes mais, cara.

    Apenas cinco jogadores passaram de 1.000 stepbacks na carreira: Harden, Doncic, Curry, Tatum e Damian Lillard. Adivinha? Lillard e Tatum já romperam o Aquiles. O Doncic teve três lesões na panturrilha. E o Curry — que nunca se machucou sério em 17 anos — teve sua primeira lesão muscular nos playoffs do ano passado.

    Isso não pode ser coincidência.

    O mais preocupante são as lesões recorrentes. Treze jogadores se machucaram múltiplas vezes na panturrilha só nesta temporada. Seis caras tiveram três ou mais lesões na panturrilha em uma temporada: Coby White, Rui Hachimura, Isaiah Hartenstein, Giannis, Evan Mobley e Ty Jerome.

    Pra você ter ideia do absurdo: de 2010 a 2024 (14 temporadas), isso só tinha acontecido cinco vezes no total. Agora aconteceu seis vezes em um ano só!

    Vocês acham que a NBA precisa repensar o calendário? Porque 82 jogos na temporada regular + dois meses de playoffs + torneio da temporada… não dá pra culpar só os stepbacks. O corpo humano tem limite, né?

    Na minha opinião, a liga criou um monstro: um estilo de jogo espetacular de assistir, mas que tá literalmente quebrando os jogadores. E aí, será que vale a pena?

  • Tatum revela resposta brutal do médico sobre lesão no tendão

    Tatum revela resposta brutal do médico sobre lesão no tendão

    Cara, o que o Jayson Tatum passou essa temporada foi de partir o coração. O cara simplesmente rasgou o tendão de Aquiles nos playoffs do ano passado e conseguiu voltar em 10 meses — algo que parecia impossível.

    Mas o que mais me marcou foi a conversa que ele teve com o médico logo depois da lesão. Numa entrevista pro The Today Show, o Tatum contou uma parada que é de doer mesmo.

    “Você simplesmente teve azar”

    Imagina você se cuidando direitinho, fazendo tudo certinho, e do nada… PLOFT. Tendão rasgado. Foi exatamente isso que aconteceu com o Tatum no Jogo 4 contra os Knicks.

    No dia seguinte, quando foi fazer a ressonância, ele perguntou pro doutor se daria pra ter previsto a lesão. A resposta? “Seu tendão estava perfeitamente saudável. Foi só um momento de azar.”

    Mano, isso deve ter doído mais que a própria lesão. O Tatum disse que estava fazendo tudo certinho — tratamento, fortalecimento, cuidados diários. “Foi uma pílula amarga de engolir”, admitiu.

    A volta mais impressionante que já vi

    Olha, eu acompanho NBA há anos e nunca vi ninguém voltar de uma lesão dessas tão rápido. Dez meses pra voltar de um tendão de Aquiles rompido? Isso é coisa de filme.

    Quando ele voltou em março, jogou 16 partidas na temporada regular com médias muito respeitáveis: 21.8 pontos, 10.0 rebotes e 5.3 assistências. Nos playoffs, mesmo claramente ainda se adaptando, conseguiu 23.3 pontos e 10.7 rebotes por jogo.

    Claro que não estava 100% — tanto que ficou de fora do decisivo Jogo 7 contra os Sixers por problemas no joelho e panturrilha. Provavelmente compensação da volta rápida demais.

    E agora?

    A boa notícia é que ele deve estar bem pra próxima temporada. Vai ter uma off-season inteira pra se preparar e voltar ainda mais forte.

    Sinceramente? O que o Tatum fez essa temporada foi heroico. Vocês acham que ele consegue voltar ao nível MVP na próxima? Eu tô apostando que sim — depois de passar por isso, o cara deve estar com uma mentalidade ainda mais forte.

  • Celtics perderam na primeira rodada: e agora, qual é o plano?

    Celtics perderam na primeira rodada: e agora, qual é o plano?

    Cara, que temporada bizarra foi essa dos Celtics. Sinceramente, parecia montanha-russa — um dia você tava achando que eles iam tankar, no outro você via o Jaylen Brown carregando o time nas costas, depois veio aquele trade maluco pra economizar dinheiro e, quando menos esperávamos, o Tatum voltou antes do previsto.

    E no final? Eliminação na primeira rodada pros 76ers. Em sete jogos. Pros caras que eles sempre davam surra.

    O que deu errado mesmo?

    Olha, na minha visão a temporada teve tudo pra dar certo. Os Celtics terminaram em segundo no Leste com 56 vitórias — nada mal pra um time que muita gente (eu incluído) achava que devia tankar enquanto esperava o Tatum voltar da lesão no tendão de Aquiles.

    Mas aí veio aquela decisão estranha de trocar metade do elenco no deadline só pra ficar abaixo do luxury tax. Cara, você tá brigando por título e vai economizar dinheiro? Não fez muito sentido.

    A volta do Tatum foi absurda, não vou mentir. Em 16 jogos na temporada regular: 21.8 pontos, 10 rebotes e 5.3 assistências. Nos playoffs, mesmo perdendo o jogo 7 por causa de dor no joelho, ele mostrou que tá inteiro: 23.3 pontos, 10.7 rebotes e 6.8 assistências por jogo.

    E agora, qual é a real?

    O time tem uma folha salarial de quase 173 milhões de dólares — ou seja, tá no luxury tax até o pescoço. Tem as picks 27 e 40 no draft e precisa desesperadamente de um pivô decente. O Vučević tá free agent, então eles podem ficar sem ninguém no garrafão.

    O que mais me incomoda? Eles têm o Tatum e o Brown — duas estrelas no auge — e tão perdendo tempo preciosa tentando economizar dinheiro. Vocês acham que isso faz sentido? Championship window não dura pra sempre, galera.

    A realidade é que os Celtics ainda podem brigar pelo título no ano que vem, mas vão precisar tomar decisões difíceis. Ou gastam pesado pra reforçar o elenco (principalmente no garrafão) ou aceitam que talvez não seja o ano deles.

    Uma coisa é certa: depois de perder pros 76ers na primeira rodada, não dá mais pra fingir que tá tudo bem. Mudanças são necessárias, e elas precisam vir rápido.

  • Bill Simmons detona técnico do Celtics: ‘Tratou os playoffs como laboratório’

    Bill Simmons detona técnico do Celtics: ‘Tratou os playoffs como laboratório’

    Cara, eu ainda não acredito no que aconteceu com o Boston Celtics. Perder uma série que estava 3-1 para o Philadelphia 76ers? Isso é de doer o coração de qualquer fã de basquete. E o Bill Simmons, que é praticamente a voz dos torcedores do Celtics, não poupou críticas ao técnico Joe Mazzulla.

    O mais irônico? Simmons tinha votado em Mazzulla para Técnico do Ano. Mas depois dessa eliminação catastrófica, mudou completamente de opinião.

    O experimento que deu errado

    A crítica do Simmons é cirúrgica: Mazzulla abandonou exatamente o que fazia o Celtics funcionar na temporada regular. Ao invés de manter o ritmo acelerado e usar todo o elenco, o técnico resolveu fazer experiência na hora mais crítica.

    “Eles voltaram pro estilo de 2024 sem ter os mesmos jogadores”, disparou Simmons. “Diminuíram o ritmo, abandonaram o banco.”

    E olha, eu concordo completamente. O segundo quinteto era o verdadeiro superpoder do Boston. Jogadores como Hugo e Walsh entravam pra dar cinco, seis minutos de energia pura – aquele basquete doido que desestabiliza qualquer adversário. Mas Mazzulla simplesmente ignorou essa arma.

    Pior ainda: o técnico admitiu que queria “ver o que tinha com Vucevic”. Mano, você tá numa série decisiva e resolve fazer teste? Isso é coisa de pré-temporada, não de playoffs!

    Tatum pagou o preço da teimosia

    Se a gestão do elenco já foi questionável, o que fizeram com Jayson Tatum foi desumano. O cara tinha voltado há pouco tempo de uma lesão séria no tendão de Aquiles – perdeu 62 jogos, gente!

    E mesmo assim, Mazzulla botou ele pra jogar 39, 42, 35 e 41 minutos nos jogos 2 a 5. Resultado? Tatum se machucou de novo no jogo 6 e ficou fora do decisivo jogo 7.

    Sem o astro em quadra, o quinteto inicial que Mazzulla escalou entrou pra história pelos motivos errados. Luka Garza, Baylor Scheierman e Ron Harper Jr. – três caras no quinteto inicial – combinaram zero pontos. ZERO. Primeira vez desde 1970 que três titulares ficam sem pontuar em um jogo de playoff.

    Vocês conseguem imaginar a pressão? Jogo 7, sem seu melhor jogador, e ainda por cima com um técnico que parece ter perdido o rumo completamente.

    Na real, Simmons resumiu tudo perfeitamente: “Philly ganhou a série, mas Boston que entregou de bandeja.” E eu não consigo discordar. Que desperdício absurdo de uma temporada que prometia tanto.