Tag: Joel Embiid

  • Sixers contratam Mike Gansey: a aposta ousada que pode salvar Philly

    Sixers contratam Mike Gansey: a aposta ousada que pode salvar Philly

    Olha, quando eu vi essa notícia do Mike Gansey indo pros Sixers, minha primeira reação foi: “Quem?” Mas depois de dar uma pesquisada no cara, confesso que fiquei animado com essa escolha. Philadelphia finalmente tem seu novo presidente de operações de basquete, e não é qualquer um não.

    Gansey vem direto de Cleveland, onde era o braço direito do Koby Altman e GM dos Cavaliers desde 2022. E cara, o currículo do homem impressiona — 13 anos na organização, começou lá embaixo cuidando do time da G-League (na época ainda chamava D-League) e chegou até ser executivo do ano em 2017.

    O que me deixa otimista com essa contratação

    Sabe o que mais me chama atenção no trabalho do Gansey? O cara não tem medo de fazer trade arriscado. Foi ele quem ajudou a trazer o Donovan Mitchell em 2022 — uma negociação que todo mundo duvidava mas que deu super certo. E este ano ainda conseguiram o James Harden (que tá sendo um monstro em Cleveland, diga-se de passagem).

    Isso é exatamente o que Philadelphia precisa neste momento. Porque, sejamos sinceros, a situação dos Sixers tá complicada pra caramba.

    A missão impossível que o espera em Philly

    Gansey assume o lugar do Daryl Morey, que foi mandado embora depois daquela varrida vergonhosa pros Knicks nos playoffs. E olha, o cenário que ele vai encontrar não é nada fácil.

    Joel Embiid com 32 anos, $188.3 milhões garantidos pelos próximos três anos e um histórico de lesões que dá dó — o cara não consegue jogar seis jogos seguidos desde dezembro de 2023. Imaginem só. Paul George com mais de 50 milhões por temporada e idade chegando. É muita grana presa em jogadores que você não sabe se vão estar em quadra quando mais precisar.

    A única luz no fim do túnel é o Tyrese Maxey, que tá se tornando uma estrela de verdade. O garoto tem tudo pra ser o futuro da franquia, mas será que consegue carregar esse time nas costas?

    Sinceramente? Acho que Gansey vai ter que fazer escolhas bem difíceis nos próximos meses. Vocês acham que ele vai tentar trocar o Embiid ou vai apostar numa última tentativa com esse núcleo? Porque uma coisa é certa: do jeito que tá, não dá pra continuar. Philadelphia merece coisa melhor que essas eliminações precoces.

    O cara mostrou que sabe trabalhar com orçamento apertado e fazer milagres acontecerem. Agora é torcer pra ele conseguir repetir a fórmula na Cidade do Amor Fraterno.

  • E agora, Sixers? 4 opções pro draft que podem mudar tudo

    E agora, Sixers? 4 opções pro draft que podem mudar tudo

    Cara, o draft da NBA tá chegando e o Philadelphia 76ers continua naquela correria pra achar um novo presidente de operações de basquete. Bob Myers disse que espera ter o próximo contratado antes do draft, mas imagina só: se conseguir, o cara vai ter menos de um mês pra se preparar pro pick 22 que veio dos Houston Rockets.

    Olha, eu tô acompanhando essa situação dos Sixers há um tempo e, sinceramente, essa pick 22 pode ser uma baita oportunidade ou uma grande dor de cabeça. Vocês sabem como é — nessa posição do draft, qualquer coisa pode rolar.

    Allen Graves: o cara que todo mundo tá de olho

    Se tem um nome que tá aparecendo em quase todo mock draft pros Sixers, é o Allen Graves, ala de 2,01m do Santa Clara. O monstro converteu 40% dos arremessos de três pontos na última temporada — absurdo, né?

    A galera do SB Nation e da ESPN tão batendo nessa tecla, e eu entendo o porquê. É aquele tipo de jogador que o Nick Nurse adoraria ter: alto QI de basquete, bom arremesso de longa distância. O problema? Não é lá essas coisas em termos de atletismo, e tem uma tendência a se meter em confusão com faltas.

    Mas pensando bem, pra um time que precisa de profundidade e versatilidade, Graves faz todo sentido. E convenhamos, jogador que acerta 4 de cada 10 bolas de três não cresce em árvore.

    As apostas arriscadas que podem valer ouro

    Agora, se os Sixers quiserem apostar mais alto, tem o Karim Lopez dos New Zealand Breakers. Cara de 2,06m que jogou profissionalmente e fez 11.9 pontos por jogo na NBL. O louco é que ele enfrentou os próprios Sixers na pré-temporada de 2024, mas com só 17 anos na época, ficou no banco.

    A Sports Illustrated tá apostando nele pros Sixers, e eu vejo a lógica. É aquele tipo de jogador que pode render muito mais do que parece à primeira vista.

    Tem também o Chris Cenac Jr. do Houston, que o pessoal da Bleacher Report comparou com Bobby Portis. Com 2,08m descalço e envergadura de 2,26m, o garoto de 19 anos tem físico pra incomodar qualquer um. Fez 9.5 pontos e 7.9 rebotes em 24.8 minutos por jogo.

    A jogada mais ousada de todas

    Mas ó, se quiserem mesmo surpreender, tem o Luigi Suigo, pivô do KK Megabasket da Sérvia. Yahoo Sports tá apostando nele pros Sixers na pick 22, mesmo ele sendo projetado pro início da segunda rodada pela maioria.

    A ideia é clara: encontrar alguém pra dar respiro pro Joel Embiid. Em 16 minutos por jogo, Suigo fez 8.1 pontos, 5.3 rebotes e 1.1 tocos. Não são números de outro mundo, mas o cara tem três anos de basquete profissional na Europa.

    Kevin O’Connor, que já queria que os Sixers pegassem Khaman Maluach no draft passado, tá batendo forte nessa tecla de pegar um pivô. E vocês, acham que faz sentido apostar em um europeu pra dar suporte ao Embiid?

    Olha, na minha opinião, qualquer uma dessas escolhas pode dar certo ou errado. O importante é que o novo presidente, seja quem for, tenha uma visão clara do que o time precisa. Porque uma coisa é certa: os Sixers não podem dar bobeira nesse draft.

  • O cargo de presidente dos Sixers vale a pena? A situação é complicada

    O cargo de presidente dos Sixers vale a pena? A situação é complicada

    Olha, eu vi muita gente comemorando a demissão do Daryl Morey dos Sixers, mas sinceramente? Quem vai querer pegar essa batata quente agora?

    O cara foi demitido depois daquela vergonha contra os Knicks nos playoffs — e olha que antes disso o Philadelphia tinha feito uma das maiores viradas da história, saindo de 3-1 contra o Boston Celtics. Só os Sixers mesmo pra fazer um 180 emocional desses, né? Uma hora parecem invencíveis, na outra estão sem gás nenhum.

    O problema não foi embora com o Morey

    Aqui que tá o ponto: demitir o Morey foi fácil, mas os problemas que ele criou continuam todos lá. Os contratos absurdos do Joel Embiid e do Paul George? Continuam. A saída do Jared McCain? Já era. A falta de profundidade no elenco? Igualzinha.

    É tipo trocar o técnico e achar que o time vai virar o Barcelona — não funciona assim, pessoal.

    E vou ser sincero com vocês: quem vai querer assumir essa confusão? O novo presidente vai herdar um Embiid que é monstro quando tá 100%, mas quebra na metade dos playoffs (como sempre). O cara dominou contra os Celtics quando voltou, mas contra os Knicks já tava parecendo um fantasma de si mesmo.

    Paul George e os dilemas do futuro

    O Paul George talvez seja mais fácil de negociar — tem um ano a menos de contrato que o Embiid. E olha, depois de voltar daquela suspensão de 25 jogos, ele jogou bem. Pode ser que o valor dele no mercado tenha voltado ao normal.

    Mas aí vem a pergunta que vale um milhão: é possível montar um elenco profundo o suficiente pra fazer load management com esses dois durante a temporada regular E ainda aguentar quando eles despencam nos playoffs? Eu, particularmente, acho que não.

    E tem mais: o novo presidente não vai nem escolher o próprio técnico. O Nick Nurse vai continuar lá — que, pra falar a verdade, eu acho um bom técnico. Mas não é ideal você começar um trabalho sem poder escolher sua própria comissão técnica.

    Alguém vai topar esse desafio?

    Vocês acham que tem algum executivo maluco o suficiente pra aceitar esse cargo? Pode até ter — talvez alguém que veja uma oportunidade de ouro a partir de 2028, quando os contratos pesados saírem de cena.

    Ou quem sabe aparece um gênio que tem um plano mirabolante pra fazer esse time brigar pelo título já na próxima temporada. Mas sinceramente, eu tô bem cético.

    O que vocês acham? Vale a pena assumir os Sixers nessa situação ou é melhor esperar uma oportunidade melhor aparecer?

  • Dono dos 76ers libera grana pesada: vai tudo pro luxury tax

    Dono dos 76ers libera grana pesada: vai tudo pro luxury tax

    Josh Harris mandou o papo reto: o Philadelphia 76ers tem carta branca pra gastar pesado na próxima temporada. E quando digo pesado, é PESADO mesmo. O dono do time confirmou que a diretoria pode estourar o luxury tax sem dó nem piedade.

    “O front office tem luz verde total pra entrar no luxury tax”, disse Harris pros repórteres na quinta-feira. “Aliás, a gente já entrou e saiu dele várias vezes, então não é problema. Estamos construindo uma arena aqui. Posso dizer que a quantidade de dólares que você gasta nisso versus o luxury tax é muito maior.”

    Olha, sinceramente? Era hora. Os caras vão desembolsar mais de 154 milhões de dólares só pro trio Embiid, Paul George e Tyrese Maxey na temporada 2026-27. Isso já deixa o time numa situação complicada do salary cap, mas pelo menos agora sabemos que o dinheiro não vai ser problema.

    O problema é mais profundo que money

    Por mais que esses três monstros tenham ajudado na vitória épica contra o Boston Celtics nos playoffs de 2026, ficou óbvio que faltou banco. E cara, quando você tem o Embiid – que é provavelmente o maior risco de lesão da NBA hoje – e o Paul George que já tá com 36 anos, precisa de um elenco mais robusto.

    Não dá pra colocar todas as fichas nesses caras, por mais talentosos que sejam. O novo presidente de operações de basquete (que ainda nem foi contratado depois da demissão do Daryl Morey) vai ter que montar um time com mais profundidade.

    A pressão tá no talo

    E os torcedores da Filadélfia? Mano, esses caras não brincam em serviço. São 25 anos sem chegar numa final de conferência – vinte e cinco anos! Imagina a irritação dessa galera. Eles não são conhecidos pela paciência mesmo, e essa seca toda só tá piorando as coisas.

    Harris sabe que precisa cumprir a palavra. Falar que vai gastar é fácil, agora é botar a mão no bolso e montar um time de verdade. O cara que vier substituir o Morey vai entrar numa pressão danada, mas pelo menos tem o apoio da diretoria – e isso não é pouco na NBA de hoje.

    Vocês acham que só dinheiro resolve? Ou os 76ers precisam de mais que isso pra finalmente brigar pelo título?

  • PG13 virou moeda de troca mais fácil que Embiid nos Sixers

    PG13 virou moeda de troca mais fácil que Embiid nos Sixers

    Olha só que reviravolta interessante rolando na Philadelphia. Depois de uma temporada frustrante, Paul George aparentemente virou o cara mais “vendável” do Big Three dos Sixers — mais até que Joel Embiid. Quem diria, né?

    Segundo fontes de executivos da liga, o PG13 conseguiu recuperar seu valor de mercado de uma forma que o Embiid simplesmente não consegue. E o motivo é bem óbvio quando você para pra pensar: as lesões constantes do pivô camerunês fazem qualquer negociação virar uma dor de cabeça.

    O problema do Embiid é real

    Cara, eu acompanho a carreira do Embiid desde que ele chegou na liga, e é impressionante como as lesões viraram uma constante na vida dele. Os executivos estão ligados nisso — ninguém quer trocar por um cara que você nunca sabe se vai estar disponível nos playoffs. Sem contar aquela extensão de 3 anos e 188 milhões que começa agora. É muito dinheiro pra muito risco.

    Enquanto isso, o George tá numa situação bem diferente. Aos 36 anos, ele tem apenas uma temporada garantida (54.1 milhões em 2026-27) e uma opção de jogador de 56.6 milhões no ano seguinte. Isso dá margem pra qualquer time interessado negociar uma extensão com valores menores se ele topar abrir mão da opção.

    PG13 mostrou que ainda tem lenha na fogueira

    E aqui que fica interessante: depois de pegar uma suspensão de 25 jogos por substância proibida (que situação, hein?), o George voltou pegando fogo. Nos playoffs, o cara acertou 49.2% das bolas de três. Quarenta e nove vírgula dois por cento! Isso é absurdo pra qualquer jogador, imagine pra um veterano de 36 anos.

    A defesa, o passe, o arremesso — tudo funcionando ainda. Sinceramente, eu achava que ele tava acabado depois daquela saída conturbada dos Clippers, mas o maluco provou que ainda tem jogo.

    O benchmark de mercado que tão usando é a troca do Trae Young pro New Orleans. Os Hawks receberam só o CJ McCollum, o Corey Kispert e nem picks de draft levaram. Se o preço do George ficar nessa faixa, vários times vão se interessar — principalmente aqueles precisando de um veterano pra fechar o quebra-cabeça.

    Philadelphia virou refém dos próprios contratos

    O mais irônico disso tudo? Segundo os executivos, aquela extensão do Embiid foi justamente pra convencer o George a assinar como agente livre em 2024. Na época fez sentido total, mas agora os Sixers tão presos com dois contratos complicadíssimos e pouco resultado nos playoffs pra mostrar.

    Vocês acham que Philadelphia deveria mesmo pensar em reconstruir em volta do Tyrese Maxey? Porque se for pra ser sincero, o garoto tem potencial pra ser uma estrela de verdade — e não vem com o histórico de lesões que assombra o Embiid.

    Uma coisa é certa: se eu fosse GM de algum time precisando de um ala veterano pra uma campanha de playoffs, estaria de olho no George. O cara ainda joga bola e o preço pode estar bem acessível.

  • Sixers demitem Morey: quem vai resolver essa bagunça toda?

    Sixers demitem Morey: quem vai resolver essa bagunça toda?

    Cara, que bomba essa dos Sixers! Daryl Morey não é mais o presidente de operações de basquete da franquia. E olha, sinceramente? Não sei se fico surpreso ou não — o cara fez algumas jogadas boas, mas também deixou uns buracos enormes no elenco.

    Lembra da primeira noite de draft do Morey em 2020? O monstro draftou Tyrese Maxey, Isaiah Joe e Paul Reed, trocou aquelas âncoras do Al Horford e Josh Richardson, trouxe Danny Green e Seth Curry. Resultado? 49-23 na temporada regular, melhor da Conferência Leste. Não foi pouca coisa.

    Bob Myers assume e o relógio tá correndo

    Agora quem vai liderar a busca pelo substituto é Bob Myers — e cara, a pressão tá gigante. O draft da NBA é dias 23 e 24 de junho, e a agência livre começa logo depois. Quem vier vai ter que trabalhar correndo.

    E olha, não é que a situação esteja desesperadora. Maxey com 25 anos jogando como um superstar, VJ Edgecombe tendo uma temporada de rooky absurda. Joel Embiid e Paul George foram fundamentais naquela virada histórica de 3-1 contra os Celtics no primeiro round. Isso aí ninguém tira.

    “Temos alguns jogadores que são quase intocáveis nesta liga: Tyrese, Joel, VJ, Paul”, disse Morey em fevereiro. “Gostamos do nosso núcleo.” Bom, pelo menos isso ele acertou.

    Mas os problemas são reais demais

    Só que não dá pra ignorar os elefantes na sala. Embiid tá otimista com o joelho esquerdo, mas cara… o cara tem 32 anos e vive machucado. É uma tempestade de lesões que não para nunca. E o Paul George? Fez 36 anos nos playoffs. A matemática é cruel com jogadores dessa idade.

    Descendo mais no elenco, a coisa fica feia. Kelly Oubre Jr. e Quentin Grimes foram os únicos outros a jogarem mais de 13 minutos nos playoffs — e os dois vão ser agentes livres. Depois deles? Andre Drummond, Adem Bona, Dominick Barlow e Justin Edwards. Vocês acham que isso é profundidade de verdade?

    O mais louco é que Morey insistia: “Sentimos que somos um time profundo”. Profundo onde, cara? Os caras terminaram em 23º lugar tanto em frequência de arremessos de 3 quanto em aproveitamento. Rebote defensivo então… nem vou comentar.

    A herança que sobrou

    E aí que tá — mandaram o Jared McCain embora pro Thunder no deadline e não trouxeram ninguém que prestasse. Converteram alguns contratos de two-way pra padrão (Barlow e Jabari Walker), assinaram com Cameron Payne e depois dispensaram porque ele se machucou.

    Quem assumir vai herdar um time com quatro jogadores muito bons, mas com buracos gigantes no resto do elenco. E aí, será que conseguem arrumar isso a tempo? Ou vão fazer mais uma temporada frustrante desperdiçando os últimos anos bons do Embiid?

    Uma coisa é certa: não vai ser fácil. Mas pelo menos tem material pra trabalhar — se souber usar direito.

  • Daryl Morey é demitido do 76ers após seis anos de frustrações

    Daryl Morey é demitido do 76ers após seis anos de frustrações

    Cara, finalmente aconteceu. Depois de seis temporadas comandando o Philadelphia 76ers, Daryl Morey foi mandado embora do cargo de presidente de operações de basquete. E olha, depois daquela humilhação contra o New York Knicks nos playoffs — perderam os quatro jogos da série por uma média de 22.5 pontos —, eu já estava esperando essa notícia.

    A coisa ficou feia mesmo. Os Sixers até conseguiram uma zebra contra o Boston Celtics na primeira rodada, mas aí veio a realidade: esse time tá longe demais de brigar por título. Seis anos, gente. Seis anos sem conseguir passar da segunda rodada dos playoffs.

    O que deu errado com Morey?

    Sinceramente, o cara herdou uma situação privilegiada. Joel Embiid já estava lá, Tyrese Maxey chegou como calouro cheio de potencial. As apostas dele foram trazer James Harden (que não deu certo) e depois Paul George. Até draftou bem com VJ Edgecombe na terceira posição no ano passado.

    Mas aí que tá — 270 vitórias e 212 derrotas em seis anos é um cartel até respeitável. O problema é que nos playoffs a coisa sempre travava. E pelo visto rolou até treta entre Embiid e Morey, principalmente depois que trocaram Jared McCain pro Oklahoma City só pra fugir da luxury tax. Imagina a revolta do Embiid vendo isso?

    E agora? A bomba-relógio chamada Joel Embiid

    Nick Nurse continua como técnico, o que é uma notícia boa. Mas quem assumir vai herdar um problemão: Embiid tá garantido em 188.3 milhões pelos próximos três anos. O cara tem 32 anos, não joga seis jogos seguidos desde dezembro de 2023, e claramente não aguenta mais a sequência dos playoffs.

    Paul George também tá pesando no orçamento com 54.1 milhões garantidos na próxima temporada. É uma situação complicada demais pra mexer no elenco a curto prazo.

    Bob Myers, ex-GM dos Warriors (aquele que montou os times campeões), vai liderar a busca pelo substituto e ficar como interino. Josh Harris, o dono, pelo menos admitiu que decepcionaram os fãs — e olha que eles merecem mesmo essa sinceridade.

    Vocês acham que alguém consegue resolver essa matemática? Com Maxey e Edgecombe como futuro promissor, mas com Embiid sendo simultaneamente fundamental e problemático… vai ser interessante ver quem topa esse desafio em Philly.

  • Sixers mandam Daryl Morey embora mas mantêm Nick Nurse no comando

    Sixers mandam Daryl Morey embora mas mantêm Nick Nurse no comando

    Olha só que reviravolta na Filadélfia! Os Sixers decidiram dar um chega pra lá no Daryl Morey depois de seis temporadas como presidente de operações de basquete. Enquanto isso, Nick Nurse segue firme e forte como técnico para a quarta temporada. Sinceramente? Eu não esperava essa.

    O Morey teve uma passagem bem controversa pelos Sixers, não vou mentir. O time chegou nos playoffs cinco vezes em seis anos, mas nunca conseguiu passar da segunda rodada — e isso é de doer, principalmente numa franquia que tem o Joel Embiid. Esta temporada foi o retrato perfeito da frustração: 45-37 na temporada regular, ganharam do Magic no Play-In, fizeram uma remontada histórica contra o Celtics (saindo de 3-1 pra baixo!), mas tomaram uma varrida humilhante dos Knicks.

    As apostas que não deram certo

    Cara, o Morey tentou de tudo. Trocou o Ben Simmons pelo James Harden, depois mandou o Harden pra Los Angeles e trouxe o Paul George no verão de 2024. Trouxe o Doc Rivers em 2020, depois o Nick Nurse em 2023. O cara não ficou parado, mas as peças nunca se encaixaram direito.

    E aí que tá o X da questão: como você monta um time competitivo quando seu craque principal vive se machucando? O Embiid, MVP de 2023, jogou apenas 96 jogos de temporada regular nos últimos três anos COMBINADOS. É impossível fazer qualquer planejamento assim.

    Josh Harris, dono do time, foi bem direto: “Para nossos torcedores, a frustração e decepção de vocês são compreensíveis e justificadas. Ficamos muito aquém das nossas próprias expectativas.” Pelo menos assumiu o erro.

    O futuro (incerto) dos Sixers

    Agora o próximo presidente vai ter que trabalhar com o que tem: Embiid (quando tá inteiro), Paul George (que já não é mais aquele jovem de 25 anos) e o Tyrese Maxey comandando o garrafão. Ah, e tem o VJ Edgecombe também, que ficou em terceiro no Rookie of the Year — pelo menos uma boa notícia.

    O Bob Myers, que ganhou quatro títulos com o Warriors, vai liderar a busca pelo substituto. O cara entende de montar time campeão, então talvez seja exatamente o que os Sixers precisam pra sair dessa mediocridade eterna.

    E o Nick Nurse? Fica no comando mesmo com um cartel de 116-130 em três temporadas. Olha, eu entendo a lógica — o cara ganhou título com o Raptors e teve que lidar com um elenco quebrado na maior parte do tempo. Mas vocês acham que ele é realmente a solução? Porque eu tô começando a ter minhas dúvidas.

    No fim das contas, os Sixers continuam naquela: time bom no papel, frustrante na prática. A torcida da Filadélfia merece mais que isso.

  • O Processo morreu: Sixers são eliminados e era Embiid chega ao fim

    O Processo morreu: Sixers são eliminados e era Embiid chega ao fim

    Cara, vocês querem ver um cadáver? Porque eu tenho um aqui pra mostrar.

    É isso que sobrou do Philadelphia 76ers depois de ser varrido pelos Knicks na segunda rodada dos playoffs. Quatro jogos, quatro derrotas, sendo que a última foi uma surra de 30 pontos. Na própria casa. Com a arena lotada de torcedores adversários. Uma humilhação completa.

    O fim de uma era que nunca aconteceu

    “The Process” – aquela filosofia toda de tankar por anos, acumular picks de draft, sofrer no presente pra dominar no futuro – morreu. E olha, já fazia tempo que estava meio zumbi mesmo, a gente só não queria aceitar.

    Sam Hinkie chegou em Philly em 2013 com um plano: perder de propósito pra conseguir Joel Embiid. Missão cumprida. O problema? 13 anos depois, esse time nunca chegou nem numa final de conferência. Nunca. É de doer no peito mesmo.

    Sinceramente, eu sempre acreditei no projeto. Embiid era um monstro, Tyrese Maxey cresceu absurdamente, tinham tudo pra dar certo. Mas aí você vê essa eliminação e percebe: eles construíram um time de 2006 pra jogar em 2026.

    Daryl Morey e a receita do fracasso

    O Daryl Morey, que assumiu a GM depois do Hinkie, fez exatamente o contrário do que a liga moderna pede. Enquanto times campeões apostam em jogadores jovens, versáteis e que conseguem defender várias posições, ele empilhou veteranos caros e quebrados.

    Paul George aos 34 anos? Com o histórico de lesão que ele tem? Contrato máximo de quatro anos. Embiid ganhando 60 milhões por ano até 2029? Com aquele joelho que não aguenta mais nem os treinos?

    É uma loucura, mano. Os Knicks pareciam estar jogando um esporte diferente na série. Profundos, jovens, intensos – tudo que os Sixers não são.

    A queda livre de Joel Embiid

    E aí chegamos na parte mais dolorosa de toda essa história.

    Embiid já foi, sim, um dos melhores jogadores do planeta. Aquele movimento no garrafão, o arremesso de 3, a visão de jogo – cara, em 2022-23 ele foi MVP e mereceu cada voto. Carregar aquele elenco limitado às semifinais de conferência por anos foi quase um milagre.

    Mas esse Embiid morreu junto com “The Process”.

    Ele não joga mais de 40 jogos numa temporada regular desde que ganhou o MVP. Contra os Knicks, se machucou logo no primeiro jogo, voltou mancando, saiu segurando o quadril, as costas, o tornozelo… Foi triste de ver os companheiros tentando levantar ele do chão e não conseguindo.

    Vocês acham que ainda dá tempo dele voltar ao que era? Ou essa janela já fechou de vez? Porque pelo que eu vi nessa série, não tem mais volta mesmo. E isso dói – como fã de basquete, você nunca quer ver um talento desses se deteriorando assim.

    O Philadelphia 76ers precisa de uma reformulação completa. “The Process” acabou, e quem não aceitar isso vai ficar preso no passado para sempre.

  • 76ers vão mexer em tudo depois da varrida dos Knicks

    76ers vão mexer em tudo depois da varrida dos Knicks

    Cara, que diferença oito dias fazem na NBA. Os 76ers estavam voando depois de eliminar os Celtics em sete jogos — Tyrese Maxey e VJ Edgecombe jogando um absurdo, Paul George finalmente saudável, e o Embiid dominando o garrafão. Parecia que Philadelphia ia longe mesmo.

    Aí veio a realidade: os Knicks simplesmente destruíram os Sixers. Varrida. Quatro jogos, perdendo por uma média de 22.5 pontos. No último jogo levaram 30 pontos de diferença e a coisa acabou já no primeiro quarto.

    A casa vai cair em Philly

    Agora tá todo mundo na berlinda por lá. Daryl Morey (presidente) e Nick Nurse (técnico) vão ter seus empregos reavaliados, segundo fontes da liga. A diretoria ainda não bateu o martelo, mas imagino que não deve estar nada fácil pra ninguém.

    O que mais me chamou atenção foi saber das tensões internas durante toda a temporada. Teve treta entre Embiid e a diretoria, discussões entre jogadores e comissão técnica que quase derreteram um treino… Mano, que ambiente!

    E olha só a ironia: a única jogada do trade deadline foi mandar o Jared McCain embora pra ficar sob o salary cap. O moleque tá voando em Oklahoma City, até 18 pontos saindo do banco nos playoffs contra os Lakers. Dói, né?

    O problema Embiid

    Sinceramente, acho que o maior dilema dos Sixers é o próprio Embiid. O cara é um monstro quando joga — isso ninguém discute. Mas como você monta um time competitivo em cima de alguém que jogou só 38 partidas na temporada regular?

    Desde dezembro de 2023, Embiid não consegue fazer seis jogos consecutivos. Nos playoffs contra os Knicks, perdeu mais um jogo por lesão. É frustrante demais pra uma franquia que quer brigar pelo título.

    O próprio Embiid admitiu: “Temos que melhorar de cima a baixo. Diretoria, jogadores, técnicos, todo mundo precisa evoluir.” Pelo menos ele tem noção do buraco que estão.

    E agora, como sair dessa?

    O problema é que não tem saída fácil. Embiid tem garantidos US$ 188 milhões pelos próximos três anos. Paul George, US$ 54 milhões na próxima temporada. Com os históricos de lesão dos dois, qualquer troca vai exigir que Philadelphia mande picks de primeira rodada junto — e não seria só um pick, não.

    Na minha visão, a solução passa por construir ao redor do Maxey, que virou claramente o melhor jogador do time. O moleque tem só 24 anos e já mostrou que aguenta a pressão. Junto com o Edgecombe, podem formar uma dupla de armadores devastadora.

    Mas aí fica a pergunta: vocês acham que Embiid vai aceitar um papel menor? E a torcida de Philly, que já sofreu tanto, vai ter paciência pra mais uma reconstrução?

    Uma coisa é certa: depois dessa varrida humilhante, alguma coisa vai ter que mudar nos Sixers. A questão é se vão ter coragem de fazer as mudanças certas ou se vão só trocar o técnico e torcer pro melhor.