Tag: Josh Hart

  • Josh Hart desabafa após derrota: ‘Jogamos um passo atrás’

    Josh Hart desabafa após derrota: ‘Jogamos um passo atrás’

    Cara, que frustração pro torcedor dos Knicks. Sete vitórias seguidas jogadas no lixo numa noite em que simplesmente não conseguiram acompanhar o ritmo dos Hornets. 114 a 103 pra Charlotte, e o Josh Hart não poupou palavras no pós-jogo.

    “Eles jogaram como se tivessem saído de um canhão. Eu senti que estávamos um passo mais lentos em muitas das ações deles”, disse Hart, e olha, ele não tava mentindo não. Os Hornets chegaram a abrir 21 pontos de vantagem!

    O ritmo que matou os Knicks

    Sabe o que mais me chamou atenção? Hart reconheceu que não foi só o LaMelo Ball ditando o ritmo – coisa que a gente sempre espera dele. “Eles têm múltiplos armadores naquela equipe. Não dependem só dele”, falou o cara dos Knicks.

    E realmente, os números comprovam. Kon Knueppel (que nome é esse, hein?) fez 26 pontos, 11 rebotes e 8 assistências. Mas o mais absurdo: o moleque virou o MAIS JOVEM da história da NBA a chegar nas 250 bolas de três! Acertou seis de três só nessa partida.

    LaMelo botou 22, Brandon Miller colocou 21, e cada um deles mandou quatro bombas de três. Era chuva de três pontos no Spectrum Center.

    Knicks tentaram, mas não rolou

    Olha, não foi por falta de tentar. Os Knicks até conseguiram 17 pontos dos 18 erros dos Hornets, e o Jalen Brunson fez a sua parte com 26 pontos e 13 assistências (double-double bonito, diga-se). Hart também se movimentou bem: 16 pontos, 7 assistências e 5 roubos de bola.

    Mas Charlotte foi mais pros lances livres: 16 de 20 contra apenas 8 de 9 de New York. Essa agressividade toda fez a diferença, e os Hornets embalaram a quinta vitória consecutiva.

    E aí, será que os Knicks conseguem se recuperar contra o Thunder no domingo? Com 48 vitórias e 26 derrotas, eles ainda tão numa situação boa, mas essa derrota deve ter doído. Principalmente depois de Hart admitir que simplesmente não conseguiram acompanhar o ritmo do adversário.

  • Hart quer fatia da expansão: ‘Jogadores merecem parte dos US$ 10 bi’

    Hart quer fatia da expansão: ‘Jogadores merecem parte dos US$ 10 bi’

    Olha, o Josh Hart dos Knicks soltou uma que deixou todo mundo pensando. O cara quer que os jogadores ganhem uma fatia das taxas de expansão da NBA — e sinceramente? Faz sentido pra caramba.

    A situação é a seguinte: lá em março, os 30 donos de franquias da NBA bateram o martelo de forma unânime. Vão abrir o processo de licitação para duas novas franquias — Las Vegas e Seattle. E quando digo que vai rolar grana, é MUITA grana mesmo. Estamos falando de aproximadamente US$ 10 bilhões por franquia.

    “A gente precisa de uma fatia disso”

    Hart não foi com rodeios: “A gente precisa ganhar uma parte disso”. E cara, pensando bem, o argumento dele não é absurdo não. Afinal, são os jogadores que colocam o show na quadra, que fazem a liga valer esses bilhões todos.

    Na minha visão, essa expansão só é possível porque a NBA virou um fenômeno global — e quem construiu isso? Os caras que suam a camisa (literalmente) todas as noites. Desde o Magic e Bird nos anos 80, passando pelo Jordan, até chegar nos LeBron, Curry e companhia de hoje.

    É meio como se você ajudasse a construir uma casa e na hora de vender por um valor astronômico, só o dono embolsasse tudo. Complicado, né?

    Knicks tropeçam contra Charlotte

    Falando em Hart, o cara até que jogou bem na derrota por 114-103 para o Charlotte Hornets. Fez 16 pontos, 7 rebotes, 5 roubos de bola e 4 assistências. Jalen Brunson liderou com 26 pontos e 13 assistências — esse garoto é um monstro mesmo.

    Os Knicks estão com 48-26 na temporada, segurando a terceira posição no Leste. Nada mal, mas dá pra melhorar. O próximo teste é contra o Oklahoma City Thunder, e vai ser interessante ver como eles reagem.

    A discussão só começou

    Hart levantou uma questão que provavelmente vai render muito papo nos bastidores. Com a próxima negociação do acordo coletivo sempre no horizonte, esse tipo de demanda pode ganhar força.

    E vocês, o que acham? Os jogadores merecem mesmo uma parte dessa grana toda da expansão? Ou os donos têm razão em embolsar tudo, já que assumem os riscos financeiros?

    Uma coisa é certa: com Las Vegas e Seattle chegando, a NBA vai ficar ainda mais interessante. E essa discussão sobre divisão de receitas promete esquentar os debates entre liga e sindicato dos jogadores.

  • Knicks embalados, mas agora vem o teste de verdade

    Knicks embalados, mas agora vem o teste de verdade

    Olha, eu preciso ser sincero com vocês: essa sequência de sete vitórias seguidas dos Knicks tá bonita no papel, mas… será que é tão impressionante assim?

    Os caras de Nova York estão embalados mesmo, não dá pra negar. Sete jogos seguidos ganhando antes de encarar uma sequência pesada na estrada. Mas aqui que a coisa fica interessante — todos esses sete triunfos vieram contra times com campanha negativa. Todos mesmo!

    Vitórias “fáceis” demais?

    Seis dessas vitórias foram contra times com pelo menos 23 derrotas a mais que vitórias. A única exceção? Os Warriors, mas sem Curry e sem Draymond Green. Ou seja, praticamente um time reserva.

    O Josh Hart falou uma coisa que faz sentido depois da vitória sobre os Pelicans na terça: “Times bons ganham os jogos que devem ganhar”. Verdade. Mas agora vem a parte complicada da temporada.

    E vocês sabem como é — na NBA qualquer um pode te pegar desprevenido numa noite qualquer. Mas fazer isso contra times fracos é uma coisa, fazer contra os monstros da liga é outra completamente diferente.

    Calendário de fogo pela frente

    Quinta-feira já começa o teste de verdade contra os Hornets, que tão voando baixo — 22 vitórias em 28 jogos recentes. Isso é coisa de time que quer brigar sério pelos playoffs.

    Depois vem o Thunder, atual campeão da NBA, e ainda por cima com o Jalen Williams de volta. Lembram quando os Knicks perderam apertado pra Oklahoma City no início do mês? Pois é, agora vai ser com time completo.

    Na sequência tem os Rockets (que ninguém quer enfrentar agora) e só então um respiro contra os Grizzlies, que tão fazendo uma temporada pra esquecer.

    Sinceramente? Esse vai ser o momento da verdade. Os Knicks tão brigando pela segunda colocação no Leste com os Celtics — diferença mínima na classificação. Uma sequência boa aqui pode garantir vantagem de mando na primeira rodada dos playoffs.

    Hart admitiu que tá de olho na tabela: “Talvez um pouquinho. Ainda é meio cedo, tem vários times próximos. Daqui a quatro ou cinco jogos eu vou olhar melhor”.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter o ritmo contra adversários de verdade? Porque uma coisa é certa: playoff é outro campeonato, e chegar embalado faz toda a diferença.

  • Zion Williamson voltou com tudo e pode dar trabalho pro Knicks

    Zion Williamson voltou com tudo e pode dar trabalho pro Knicks

    Cara, o Zion Williamson tá diferente nesta temporada. O cara que já foi chamado de “aberração da natureza” pelo Josh Hart — e olha que o Hart jogou com ele por uma temporada e meia em New Orleans, então sabe do que tá falando — finalmente parece ter encontrado o caminho.

    45 jogos dos últimos 46 antes do confronto com o Knicks. Pra quem acompanha a carreira do Zion desde que foi primeira escolha geral em 2019, isso é praticamente um milagre. O moleque passou anos sendo mais famoso pelas lesões do que pelos jogos em si.

    O físico que impressiona até os ex-companheiros

    “Ele é uma aberração da natureza. E eu falo isso com todo respeito”, disse o Hart ao The Post. “Quando ele tá focado e comprometido, é um dos 15 ou 20 melhores jogadores da liga, senão melhor ainda.”

    E sinceramente? Eu concordo. Os números podem não estar gritando — 21.3 pontos, 5.8 rebotes, quase 60% de aproveitamento de quadra em menos de 30 minutos por jogo — mas qualquer um que já viu o Zion jogar sabe que estatística não conta a história toda.

    O Hart falou uma coisa que me chamou atenção: “O que mais impressiona é aquela primeira explosão, mas também o segundo salto dele. Quando eu vi ele pela primeira vez, pelo jeito que ele arremessa próximo da cesta, você pensaria que ele não tem toque nenhum. Mas ele tem um toque incrível. E quando erra, tem um segundo salto tão rápido que consegue pegar o rebote antes mesmo dos caras saírem do chão.”

    Pelicans motivados = problema pro Knicks

    Aqui tá o ponto: o New Orleans tem 25 vitórias e 47 derrotas na temporada, mas venceu 12 dos últimos 19 jogos. Diferente dos últimos adversários do Knicks — Pacers, Nets e Wizards — os Pelicans não estão fazendo tanking. Eles trocaram sua primeira escolha de 2026 pro Hawks, então não tem incentivo nenhum pra perder.

    Ou seja, o Knicks vai enfrentar um time motivado com um Zion que finalmente tá saudável e jogando com regularidade. E vocês sabem como é: jogador motivado + físico absurdo + regularidade = dor de cabeça pros adversários.

    O mais engraçado é que o Zion só jogou duas vezes no MSG como profissional — uma vitória em 2024 e uma derrota em 2021. Será que ele vem com sede de mostrar serviço no palco mais famoso do basquete?

    Na minha opinião, se o Zion conseguir manter essa regularidade e continuar saudável, ele pode facilmente voltar a ser aquele jogador que todo mundo esperava quando saiu de Duke. O físico dele é simplesmente diferente de qualquer coisa que a gente vê na liga hoje em dia.