Tag: Kansas Jayhawks

  • Mario Chalmers manda a real: March Madness é mais difícil que NBA

    Mario Chalmers manda a real: March Madness é mais difícil que NBA

    Cara, quando o Mario Chalmers fala sobre pressão em playoffs, é bom a gente escutar. O maluco tem moral pra isso — bicampeão da NBA pelo Miami Heat e ainda por cima fez AQUELE arremesso de 3 na final do NCAA em 2008. Sabe qual? Aquele que empatou o jogo contra Memphis e mandou pra prorrogação.

    Pois então, numa entrevista pro Bleacher Report, o Chalmers soltou uma que me fez parar pra pensar: ele disse que ganhar o March Madness é mais difícil do que conquistar o anel da NBA. E olha, o argumento dele faz sentido pra caramba.

    “É jogo único, mano”

    “Eu diria que a faculdade é mais difícil porque é mata-mata puro. Esse sistema de jogo único te pega toda vez. Levamos três anos pra conseguir aquele título”, explicou o Chalmers. “Na NBA é série de sete jogos. Chegar lá é a parte mais difícil mesmo, mas uma vez que você tá lá, precisa ganhar quatro — então você tem mais oportunidades.”

    Sinceramente? Nunca tinha pensado dessa forma, mas faz todo sentido. No March Madness, um dia ruim e era isso — tchau, obrigado, volta ano que vem. Na NBA, você pode ter uma noite horrível no jogo 1 e ainda assim levar a série.

    Aquele arremesso de 2008

    E por falar naquele título de Kansas… mano, que jogaço foi aquele! O Memphis do Derrick Rose tava praticamente com a taça na mão, mas aí veio o Chalmers e meteu um arremesso de 3 que até hoje me dá arrepio. Com 10.8 segundos no relógio, depois do Rose errar um lance livre. Pura frieza.

    O cara fechou aquele torneio com 18 pontos na final, mais 3 rebotes, 3 assistências e 4 roubos de bola. Foi eleito o jogador mais valioso do torneio e entrou pra história do basquete universitário americano.

    E vocês, o que acham? Concordam com o Chalmers que o March Madness é mais tenso que os playoffs da NBA? Eu tô começando a achar que sim. Essa pressão do “tudo ou nada” é de outro mundo mesmo.

    Aliás, falando em pressão… Kansas acabou de ser eliminada no segundo round deste ano pelo St. John’s, numa derrota apertada por 67-65. O Dylan Darling acertou uma bandeja no último segundo que quebrou o coração dos torcedores de Kansas. Esse é o March Madness — cruel e imprevisível como sempre.

  • Hawks metem 146 pontos com 8 caras em double-digit — que atropelo!

    Hawks metem 146 pontos com 8 caras em double-digit — que atropelo!

    Mano, que surra foi essa? Os Hawks simplesmente resolveram fazer chuva de bola ontem à noite e meteram 146 pontos nos coitados do Grizzlies. E o mais absurdo: OITO jogadores diferentes fizeram double-digit de pontos. Oito! Quando foi a última vez que você viu isso?

    O grande nome da noite foi Nickeil Alexander-Walker com 26 pontos, mas sinceramente, essa foi uma vitória coletiva mesmo. Onyeka Okongwu e Jonathan Kuminga contribuíram com 16 cada, CJ McCollum adicionou 15, e a festa continuou com Dyson Daniels (12), Corey Kispert, Zaccharie Risacher e Jock Landale com 11 cada. Cara, quando oito caras fazem double-digit, você sabe que o negócio tá funcionando perfeitamente.

    Chuva de três pontos em Atlanta

    Os números são de dar inveja: 53% nos arremessos de quadra (49 de 92) e 46% nas bolas de três (25 de 54). Vinte e cinco bolas de três convertidas! Os Hawks estavam jogando NBA 2K na vida real.

    E olha só que diferença: enquanto Atlanta metia quase metade dos arremessos do perímetro, Memphis acertou apenas 33% das tentativas de três pontos. Quando a diferença é tão gritante assim, não tem jeito — vira atropelo mesmo.

    Grizzlies vivendo um pesadelo

    Do outro lado, os Grizzlies estão passando por um momento terrível. Esta foi a 11ª derrota em 12 jogos — imagina a moral do elenco. A única vitória nesse período foi contra o Denver Nuggets, no dia 18 de março.

    GG Jackson até tentou com 26 pontos, Tyler Burton adicionou 20, mas não tinha o que fazer contra essa máquina ofensiva dos Hawks. E pra piorar, Memphis tá literalmente desmontado: Ja Morant, Brandon Clarke, Zach Edey, Santi Aldama, KCP e Scotty Pippen Jr. todos fora por lesão. É muita baixa importante.

    Com essa vitória — a 11ª consecutiva em casa —, os Hawks chegaram aos 40-32 na temporada e seguem firmes na briga por uma vaga nos playoffs. Estão na sexta colocação do Leste, meio jogo atrás do Toronto.

    Vocês acham que esse time dos Hawks tem potencial pra incomodar nos playoffs? Com esse ataque funcionando assim, qualquer um pode sofrer numa série de sete jogos.

  • Hawks podem parar a maior sequência da NBA hoje no Texas

    Hawks podem parar a maior sequência da NBA hoje no Texas

    Cara, quem diria que trocar o Trae Young foi a melhor coisa que podia acontecer pros Hawks? Parece loucura falar isso, mas olha só os números: 11 vitórias consecutivas. Onze! É a maior sequência ativa da NBA, e hoje eles botam isso em risco contra o Houston.

    Sinceramente, quando vi a troca do Trae por CJ McCollum e Corey Kispert em janeiro, pensei “acabou pro Atlanta”. Mas o cara era uma peneira na defesa, e agora que saiu, os Hawks viraram um monstro nos dois lados da quadra. Desde a troca, são 20-10 com net rating top 10. Absurdo.

    A química que ninguém esperava

    O McCollum parecia meio perdido em Washington, mas em Atlanta virou outra pessoa. 24 pontos contra Dallas na última – e olha que o cara tem 34 anos! Não tem o talento ofensivo do Trae, mas compensa sendo um jogador de equipe de verdade.

    A defesa dos Hawks subiu pro 6º lugar da liga desde que o Trae saiu. Coincidência? Acho que não. O quinteto titular com McCollum, Alexander-Walker, Dyson Daniels, Jalen Johnson e Onyeka Okongwu só jogou 21 partidas juntos, mas tem o MELHOR net rating da NBA entre grupos que jogaram pelo menos 200 minutos. Isso não é sorte, é basquete de alto nível.

    Sequência histórica que pode acabar hoje

    Durante essa sequência maluca, os Hawks estão goleando todo mundo – média de 17,8 pontos de diferença por jogo. Dez das 11 vitórias foram por dois dígitos, seis por mais de 15 pontos. Eles se tornaram apenas o segundo time da história da NBA a ganhar 11 jogos seguidos por pelo menos 9 pontos de diferença.

    A última sequência parecida dos Hawks? Foi em 2014-15, quando fizeram 19 seguidas (recorde da franquia). Será que conseguem chegar lá de novo?

    Mas Houston pode estragar a festa hoje à noite. Os Rockets estão passando sufoco, mas jogo único é jogo único. E vocês sabem como é – quanto maior a sequência, maior a pressão pra manter.

    Playoffs cada vez mais reais

    Os Hawks estão em 6º no Leste, tecnicamente empatados com Orlando mas ganhando no critério de desempate. Com Franz Wagner machucado no Magic e Toronto só 1,5 jogo à frente, a vaga direta nos playoffs não é mais um sonho impossível.

    O que mais me impressiona é como o Quin Snyder conseguiu transformar esse time. Colocar o McCollum no lugar do Risacher (que decepcionou até agora como pick #1) foi genial. Às vezes uma mudança simples faz toda diferença.

    E aí, vocês acham que os Hawks conseguem manter essa sequência mágica? Ou Houston vai ser o time que para a festa? Uma coisa eu garanto: esse Hawks reformulado não é mais o mesmo time frágil de antes.

  • Peterson admite: ‘Só fui eu mesmo no final da temporada’

    Peterson admite: ‘Só fui eu mesmo no final da temporada’

    Cara, que temporada complicada teve o Darryn Peterson em Kansas. O garoto que todo mundo esperava ver voando pela quadra passou a maior parte do ano no departamento médico, e agora que a temporada dos Jayhawks acabou de forma brutal — eliminados pelo St. John’s na segunda rodada do March Madness —, ele finalmente abriu o jogo.

    “Eu estava machucado na maior parte da temporada. Não era realmente eu mesmo até o final do ano”, disse Peterson após a derrota por 67-65. “Então, acho que o que as pessoas viram nesses últimos jogos é meio que quem eu sou.”

    A sinceridade de um calouro frustrado

    Olha, eu admiro a maturidade do moleque. Nada de desculpa esfarrapada ou papo de “se não fosse as lesões”. Peterson foi direto: “Eu não acredito no que poderia ter sido. É o que é.”

    Mas os companheiros dele não pensam igual. O armador Jamari McDowell nem deixou o repórter terminar a pergunta sobre as chances de Peterson no Draft: “Número um. Ele tem tudo. É o melhor de todos os tempos.”

    Melvin Council Jr. foi na mesma linha, lembrando dos highlights do ensino médio: “Vocês ainda não viram o que ele pode fazer. Fazer 60, 70 pontos — isso vocês não viram ainda.”

    16 jogos em 35 possíveis

    A matemática é cruel: Peterson só jogou 16 partidas das 35 possíveis de Kansas na temporada. Nunca conseguiu pegar ritmo de verdade, e quando parecia que ia deslanchar, vinha outra contusão ou problema físico.

    Bill Self, técnico dos Jayhawks, foi diplomático mas realista: “Ele teve momentos em que pareceu incrível e momentos em que obviamente a saúde não permitiu que jogasse como todos sabemos que é capaz.”

    E agora? Peterson provavelmente vai se declarar pro Draft da NBA mesmo assim — e sinceramente, eu entendo. Com todo o talento que tem, mesmo uma temporada truncada não deve afetar muito sua posição. Mas que dó fica da gente, que queria ver esse monstro jogando bola de verdade na NCAA.

    Vocês acham que ele consegue ser top 5 no Draft mesmo com essa temporada atípica? Eu ainda aposto que sim, mas que dó que não vimos o show completo…