Tag: Kansas Jayhawks

  • Peterson revela o que causou as cãibras que quase destruíram sua temporada

    Peterson revela o que causou as cãibras que quase destruíram sua temporada

    Cara, que história maluca essa do Darryn Peterson. O garoto que todo mundo esperava ser o número 1 do Draft de 2026 quase teve a temporada inteira arruinada por… creatina demais. Sim, você leu certo.

    Peterson finalmente abriu o jogo sobre o que aconteceu na temporada dele em Kansas. E olha, a parada foi séria mesmo. O moleque disse que “achou que ia morrer na maca naquele dia” depois de ter cãibras no corpo todo durante o treino físico de pré-temporada dos Jayhawks.

    A parada foi feia mesmo

    Imagina a cena: o cara que todo mundo tava esperando para dominar o college basketball de repente não consegue nem ficar em pé. Peterson contou que as cãibras começaram nas pernas e se espalharam pelo corpo todo – teve que ir pro hospital tomar soro na veia.

    “Consegui chegar na sala de fisioterapia e comecei a implorar pra eles ligarem pro 911”, disse ele. “Eles tentavam encontrar uma veia pra colocar o soro, me rehidratar. Mas eu tava com cãibra tão forte que não conseguiam achar veia nenhuma.”

    Monstro, né? E o pior: isso aconteceu 11 vezes durante a temporada. Onze! O garoto perdeu 11 jogos por causa disso.

    O mistério finalmente resolvido

    Durante a temporada toda, ninguém sabia direito o que tava rolando. Privacidade médica e tal, né? Mas agora Peterson revelou tudo: depois de fazer uns exames mais detalhados no final da temporada, descobriram que o nível de creatina dele no sangue tava nas alturas.

    O problema é que o Peterson nunca tinha usado creatina antes de chegar na faculdade. Mas quando chegou em Kansas, começou a tomar as doses que o pessoal indicava – só que o organismo dele já tinha creatina naturalmente elevada. Resultado? Overdose do suplemento.

    Sinceramente, isso me fez pensar: quantos talentos a gente não vê sendo desperdiçados por falta de um acompanhamento médico mais detalhado? O cara podia ter jogado a carreira fora por causa de um suplemento que metade da galera toma sem nem pestanejar.

    E agora, ainda vai ser número 1?

    A pergunta que não quer calar: depois de uma temporada tão conturbada, Peterson ainda tem chance de ser a primeira escolha do Draft?

    Olha, na minha opinião, tem sim. O talento continua lá, e agora que descobriram a causa do problema (e que aparentemente se resolve parando de tomar creatina), os times da NBA vão ficar bem mais tranquilos. Claro que o AJ Dybantsa do BYU tá na frente agora, mas basquete é imprevisível.

    Peterson voltou a treinar em Los Angeles se preparando pro Draft Combine e disse que não teve mais nenhum episódio de cãibra desde que parou com a creatina. Isso é um bom sinal, né?

    E aí, vocês acham que essa explicação vai ser suficiente pra convencer os times da NBA? Ou será que a temporada irregular pesou demais na avaliação dele?

  • Peterson culpa creatina por lesões que arruinaram sua temporada

    Peterson culpa creatina por lesões que arruinaram sua temporada

    Cara, que situação mais bizarra essa do Darryn Peterson. O garoto passou a temporada inteira saindo de jogo por câimbras, e agora descobriu que foi culpa da creatina que ele tava tomando. Sinceramente? Nunca vi nada igual.

    Peterson perdeu 11 jogos na sua única temporada em Kansas — onze! — e ainda teve que sair mais cedo de vários outros por causa das câimbras. O problema? Ele começou a usar creatina quando chegou na faculdade, mas os médicos descobriram que o nível base dele já era naturalmente alto.

    O suplemento que virou vilão

    “Eu nunca tinha tomado antes de chegar na faculdade”, explicou Peterson. “Mas depois da temporada eu parei por duas semanas e fizeram exames que mostraram que meu nível básico já era alto. Então quando eu fiz a dosagem [processo de aumentar a dose gradualmente], deve ter deixado os níveis perigosos.”

    Olha, eu entendo a lógica do garoto. Creatina é praticamente padrão no basquete universitário hoje em dia — todo mundo usa pra ganhar força e manter a massa muscular. Mas no caso dele, o tiro saiu pela culatra de uma forma absurda.

    E o mais louco? Mesmo com todos esses problemas, Peterson ainda tá ranqueado como segunda escolha geral no Top 100 da ESPN pro Draft de 2026. Imaginem o que ele não poderia ter feito se tivesse 100% saudável a temporada toda.

    “Tinha outro nível que vocês não viram”

    Peterson mesmo admite que a situação toda mexeu com o psicológico dele. “Eu fiquei fora da bola na maior parte do ano, mas parte disso foi eu não sendo realmente eu mesmo”, disse. “O técnico tentava encontrar jeitos de me manter efetivo sem me esforçar demais.”

    O moleque tem 1,98m e joga de ala-armador — um perfil que a NBA ama. Agora ele tá focando no arremesso e na criação de jogadas pra chegar 100% pro Draft de 2026.

    “Fico pensando como as coisas poderiam ter sido diferentes em Kansas se eu não tivesse me machucado ou tido todos esses problemas”, refletiu Peterson. “Quando eu tava em quadra, sentia que ainda jogava bem. Mas tinha outro nível meu que as pessoas não conseguiram ver.”

    Vocês acham que ele consegue se recuperar totalmente? Porque se o Peterson resolver mesmo, pode ser uma das maiores surpresas positivas do Draft de 2026. O talento tá ali — só falta o corpo colaborar agora.

  • Kansas fisga o futuro número 1 do Draft 2027 em guerra épica

    Kansas fisga o futuro número 1 do Draft 2027 em guerra épica

    Cara, que disputa foi essa! Tyran Stokes, o garoto que todo mundo aponta como a primeira escolha do Draft de 2027, acaba de anunciar que vai jogar em Kansas. E olha, não foi moleza não — Kentucky lutou até o fim nessa guerra de recrutamento.

    Stokes é um ala de 1,98m que joga em Seattle e, sinceramente, o hype em cima dele é real. O moleque já vem sendo considerado o melhor da sua turma há quase dois anos. Imagina a pressão!

    Bill Self monta um time de outro planeta

    Isso dá a Bill Self a possibilidade de ter o número 1 do Draft pelo segundo ano seguido — ano passado foi Darryn Peterson. Kansas agora tem a segunda melhor classe de recrutamento do país. Absurdo, né?

    O que mais me impressiona é que Kentucky parecia estar na frente no começo. Mark Pope e sua equipe brigaram de igual pra igual, mas Kansas conseguiu virar o jogo conforme a temporada foi avançando. Uma visita oficial de última hora a Lexington ainda deu esperança pros Wildcats, mas não rolou.

    Os números não mentem

    E por que tanto barulho em cima do Stokes? Olha só os números dele no circuito Nike EYBL: 22,4 pontos, 10,2 rebotes e 3,7 assistências por jogo. Aproveitamento de 51% nos arremessos e mais de 10 lances livres por partida. O cara faz de tudo na quadra.

    O estilo de jogo dele lembra o Deni Avdija, do Portland Trail Blazers — um jogador que cria jogadas, rebote, pontua. Versatilidade total. Ah, e detalhe: ele fez 63 pontos em uma partida na última temporada do colégio, com assistentes técnicos de Kansas e Kentucky na arquibancada. Timing perfeito!

    Stokes já tem três medalhas de ouro representando os Estados Unidos, incluindo a mais recente no Mundial Sub-19 da FIBA. O moleque começou a receber ofertas de universidades importantes antes mesmo de começar o primeiro ano no colégio na Califórnia. É ou não é monstro?

    E aí, vocês acham que Kansas vai conseguir desenvolver mais um futuro astro da NBA? Com Self no comando e essa classe de recrutamento, eu tô empolgado pra ver o que vem por aí em Lawrence.

  • Kansas pescou o peixe grande: Tyran Stokes escolhe os Jayhawks

    Kansas pescou o peixe grande: Tyran Stokes escolhe os Jayhawks

    Gente, aconteceu o que todo mundo estava esperando — e Kansas saiu ganhando feio. Tyran Stokes, o prospect número 1 do país, anunciou ontem no ‘Inside the NBA’ que vai jogar pelos Jayhawks. E olha, essa foi a maior vitória da offseason no basquete universitário americano.

    O moleque de Seattle tinha todo mundo na cola: Kentucky, Oregon, Louisville, USC… mas no final das contas, escolheu Lawrence. E não é pra menos — Bill Self sabe como ninguém vender o peixe pra esses caras que sonham com a NBA.

    O que esse garoto tem de especial?

    Cara, Tyran Stokes é simplesmente um monstro. Com 2,01m e 104kg, o pivô tem um jogo completo que assusta qualquer defesa. Na temporada passada pelo Rainier Beach, em Seattle, o cara teve médias absolutamente surreais: 31 pontos, 13 rebotes, 6 assistências e 4 roubadas de bola por partida.

    Trinta e um pontos de média! E teve um jogo que ele meteu 63 pontos. Sessenta e três, galera. Isso é coisa de videogame.

    O que mais impressiona é a versatilidade — ele domina o garrafão mas também tem mão boa no perímetro. Defende bem, rouba bola, distribui assistências… É daqueles jogadores que fazem tudo em quadra. Não à toa já tem gente especulando que pode ser a primeira escolha do Draft de 2027.

    Kansas precisava disso urgentemente

    Sinceramente, essa contratação veio na hora certa para os Jayhawks. O time de Bill Self passou quatro anos seguidos caindo antes do Sweet 16 — uma eternidade para um programa acostumado a brigar por títulos. A eliminação precoce no torneio de março passado até fez rolar rumores de aposentadoria do técnico.

    Mas Self decidiu ficar para a 24ª temporada (absurdo, né?) e agora tem em mãos uma recruiting class que pode mudar tudo. Além do Stokes, Kansas pescou o armador cinco estrelas Taylen Kinney, mais outros talentos como Davion Adkins, Trent Perry e Luke Barnett.

    A turma do portal de transferências também reforçou o elenco com Keanu Dawes (Utah), Christian Reeves (Charleston) e Leroy Blyden Jr. (Toledo). No papel, é um time pra brigar pelo título nacional.

    O grande lance é que Kansas perdeu uma galera importante — Darryn Peterson declarou pro Draft, Flory Bidunga, Melvin Council Jr. e Bryson Tiller também vazaram. Stokes chega justamente pra preencher esse vazio e trazer aquela qualidade de elite que o programa precisa.

    Vocês acham que Kansas volta a incomodar no March Madness? Porque se esse Stokes for tudo isso que dizem, os Jayhawks podem surpreender em 2027. E olha que faz tempo que Lawrence não vê uma empolgação dessas na torcida.

  • Peterson deixa Kansas e vai pro Draft 2026 – Top 3 garantido?

    Peterson deixa Kansas e vai pro Draft 2026 – Top 3 garantido?

    Olha, eu já estava esperando por essa. Darryn Peterson acabou de anunciar que vai pro Draft da NBA de 2026, deixando Kansas depois de apenas uma temporada. E cara, que temporada foi essa!

    O moleque de 19 anos postou no Instagram com aquele papo clássico de “depois de muita reflexão e oração” — mas convenhamos, com os números que ele botou, não tinha muito o que pensar mesmo. 20.2 pontos por jogo na sua primeira temporada universitária. Vinte e dois pontos! Isso é coisa de monstro.

    Os números não mentem

    Peterson jogou 24 partidas e teve médias absurdas: 20.2 pontos, 4.2 rebotes, 1.6 assistências e 1.4 roubos de bola em 29 minutos por jogo. Sinceramente, dá pra ver por que ele era considerado o melhor prospecto da sua turma antes daquelas preocupações com lesão que rolaram.

    O próprio Peterson admitiu que só começou a jogar no seu nível real no final da temporada. Imagina se ele tivesse estado 100% o ano todo? Os caras do Kansas devem estar chorando vendo ele ir embora agora.

    Draft 2026 já tem favoritos

    Segundo as casas de apostas, Peterson tem a segunda melhor chance de ser a primeira escolha geral do Draft, perdendo apenas para AJ Dybantsa. Ou seja, estamos falando de um cara que deve ser escolhido entre os três primeiros, fácil.

    A real é que Peterson sempre teve esse potencial todo — o problema foram as lesões que atrapalharam um pouco a avaliação dos scouts. Mas agora que mostrou do que é capaz em Kansas, não tem mais dúvida: esse moleque vai ser uma estrela na NBA.

    E vocês, acham que ele fez certo saindo agora ou deveria ter ficado mais um ano pra se desenvolver? Eu acho que quando você tem talento assim e já provou que consegue dominar no universitário, é partir pra próxima mesmo. Rock chalk forever, como ele disse!

  • Bidunga vai pro Draft mas pode voltar: o monstro do Kansas no portal

    Bidunga vai pro Draft mas pode voltar: o monstro do Kansas no portal

    Olha só que movimentação louca no basquete universitário americano: Flory Bidunga, o pivô de 2,08m do Kansas, declarou pro Draft da NBA mas também entrou no portal de transferências. Ou seja, o cara tá testando as águas profissionais mas deixou a porta aberta pra continuar na faculdade.

    E que pivô, gente. Sinceramente, eu já sabia que esse cara era especial desde que começou a jogar pelos Jayhawks, mas os números desta temporada foram simplesmente absurdos: 13.3 pontos e 9.0 rebotes por jogo. Ah, e ainda por cima liderou toda a Big 12 em tocos (2.6 por partida) e aproveitamento de arremessos — 64% de acerto. Sessenta e quatro por cento!

    O mais cobiçado do portal

    Segundo a ESPN, se o Bidunga decidir ficar na faculdade, ele seria imediatamente o jogador mais desejado entre os mais de 800 atletas que já declararam pro portal até agora. E olha que o portal nem abriu oficialmente ainda — isso só acontece na terça que vem, depois do March Madness.

    Cara, imagina a loucura que vai ser. Todo técnico de programa top nos EUA deve tá babando pra ter um pivô desse calibre. Tamanho, proteção de aro, finalizações… o cara tem tudo que você quer num homem do garrafão moderno.

    Draft ou faculdade? A decisão

    Do lado profissional, as projeções colocam o Bidunga como uma escolha de segunda rodada, provavelmente na 44ª posição. Não é ruim, mas também não é aquele dinheiro garantido que você pega na primeira rodada.

    Na minha visão, ele deveria ficar mais um ano na faculdade. O cara ainda é sophomore (segundo ano), tem apenas 19 anos. Um ano a mais de desenvolvimento, talvez num programa que use ele melhor ofensivamente, e ele pode virar uma pick de primeira rodada fácil.

    E aí, pessoal, vocês acham que ele fica ou vai? Eu torço pra que ele fique e a gente veja mais um ano desse monstro dominando o basquete universitário. O cara foi candidato a melhor defensor do país — imagina o que ele pode fazer com mais experiência!

    Uma coisa é certa: seja qual for a decisão, alguém vai ganhar muito com isso. Se for pra NBA, algum time vai pescar um baita pivô na segunda rodada. Se ficar na faculdade, que sorte vai ter o programa que conseguir ele no portal.

  • Bill Self fica no Kansas até 2027 após sustos cardíacos

    Bill Self fica no Kansas até 2027 após sustos cardíacos

    Galera, respirem aliviados — Bill Self vai continuar no Kansas! O técnico de 63 anos anunciou nesta quarta que fica à frente dos Jayhawks na próxima temporada, colocando fim a semanas de ansiedade entre os fãs.

    Sinceramente, não era certeza que ele ia voltar. Depois da eliminação precoce na March Madness (cara, perder pra St. John’s doeu), Self deixou no ar que precisava conversar com a família sobre o futuro. E não era pra menos.

    Os sustos que assombraram Lawrence

    O bagulho é sério: desde 2023, Self já passou por quatro procedimentos cardíacos. Quatro! Em 2023, teve que colocar dois stents depois de ser internado com dores no peito e problemas de equilíbrio. Perdeu o torneio da Big 12 e a March Madness inteira.

    No ano passado, mais dois stents. Em janeiro, foi parar no hospital de novo e perdeu o jogo contra Colorado. Imaginem a pressão que deve ser treinar no mais alto nível com esses problemas de saúde.

    “Eu amo o que faço. Mas quero me sentir bem fazendo isso”, disse ele após a eliminação. Mano, dá pra entender perfeitamente a hesitação.

    Por que isso importa tanto?

    Bill Self não é qualquer técnico. São 855 vitórias em 33 temporadas, dois títulos nacionais pelo Kansas e quatro Final Fours desde que chegou em Lawrence em 2003. O cara É o Kansas moderno.

    E olha, o timing da decisão é perfeito. O portal de transferências abre na terça, logo depois da final nacional. Agora os calouros e veteranos sabem que vão ter continuidade no comando. Isso vale ouro no basquete universitário atual, onde tudo muda o tempo todo.

    “Continuo focado e comprometido com Kansas e competindo por um título nacional”, disse Self no comunicado. Com “clareza renovada”, segundo ele.

    Vocês acham que ele consegue mais um título antes de pendurar as chuteiras? Com a saúde em primeiro lugar, claro, mas o cara ainda tem fome de vencer. E convenhamos, ver Self comandando Allen Fieldhouse por mais alguns anos é um presente pro basquete universitário.

  • Mario Chalmers manda a real: March Madness é mais difícil que NBA

    Mario Chalmers manda a real: March Madness é mais difícil que NBA

    Cara, quando o Mario Chalmers fala sobre pressão em playoffs, é bom a gente escutar. O maluco tem moral pra isso — bicampeão da NBA pelo Miami Heat e ainda por cima fez AQUELE arremesso de 3 na final do NCAA em 2008. Sabe qual? Aquele que empatou o jogo contra Memphis e mandou pra prorrogação.

    Pois então, numa entrevista pro Bleacher Report, o Chalmers soltou uma que me fez parar pra pensar: ele disse que ganhar o March Madness é mais difícil do que conquistar o anel da NBA. E olha, o argumento dele faz sentido pra caramba.

    “É jogo único, mano”

    “Eu diria que a faculdade é mais difícil porque é mata-mata puro. Esse sistema de jogo único te pega toda vez. Levamos três anos pra conseguir aquele título”, explicou o Chalmers. “Na NBA é série de sete jogos. Chegar lá é a parte mais difícil mesmo, mas uma vez que você tá lá, precisa ganhar quatro — então você tem mais oportunidades.”

    Sinceramente? Nunca tinha pensado dessa forma, mas faz todo sentido. No March Madness, um dia ruim e era isso — tchau, obrigado, volta ano que vem. Na NBA, você pode ter uma noite horrível no jogo 1 e ainda assim levar a série.

    Aquele arremesso de 2008

    E por falar naquele título de Kansas… mano, que jogaço foi aquele! O Memphis do Derrick Rose tava praticamente com a taça na mão, mas aí veio o Chalmers e meteu um arremesso de 3 que até hoje me dá arrepio. Com 10.8 segundos no relógio, depois do Rose errar um lance livre. Pura frieza.

    O cara fechou aquele torneio com 18 pontos na final, mais 3 rebotes, 3 assistências e 4 roubos de bola. Foi eleito o jogador mais valioso do torneio e entrou pra história do basquete universitário americano.

    E vocês, o que acham? Concordam com o Chalmers que o March Madness é mais tenso que os playoffs da NBA? Eu tô começando a achar que sim. Essa pressão do “tudo ou nada” é de outro mundo mesmo.

    Aliás, falando em pressão… Kansas acabou de ser eliminada no segundo round deste ano pelo St. John’s, numa derrota apertada por 67-65. O Dylan Darling acertou uma bandeja no último segundo que quebrou o coração dos torcedores de Kansas. Esse é o March Madness — cruel e imprevisível como sempre.

  • Hawks metem 146 pontos com 8 caras em double-digit — que atropelo!

    Hawks metem 146 pontos com 8 caras em double-digit — que atropelo!

    Mano, que surra foi essa? Os Hawks simplesmente resolveram fazer chuva de bola ontem à noite e meteram 146 pontos nos coitados do Grizzlies. E o mais absurdo: OITO jogadores diferentes fizeram double-digit de pontos. Oito! Quando foi a última vez que você viu isso?

    O grande nome da noite foi Nickeil Alexander-Walker com 26 pontos, mas sinceramente, essa foi uma vitória coletiva mesmo. Onyeka Okongwu e Jonathan Kuminga contribuíram com 16 cada, CJ McCollum adicionou 15, e a festa continuou com Dyson Daniels (12), Corey Kispert, Zaccharie Risacher e Jock Landale com 11 cada. Cara, quando oito caras fazem double-digit, você sabe que o negócio tá funcionando perfeitamente.

    Chuva de três pontos em Atlanta

    Os números são de dar inveja: 53% nos arremessos de quadra (49 de 92) e 46% nas bolas de três (25 de 54). Vinte e cinco bolas de três convertidas! Os Hawks estavam jogando NBA 2K na vida real.

    E olha só que diferença: enquanto Atlanta metia quase metade dos arremessos do perímetro, Memphis acertou apenas 33% das tentativas de três pontos. Quando a diferença é tão gritante assim, não tem jeito — vira atropelo mesmo.

    Grizzlies vivendo um pesadelo

    Do outro lado, os Grizzlies estão passando por um momento terrível. Esta foi a 11ª derrota em 12 jogos — imagina a moral do elenco. A única vitória nesse período foi contra o Denver Nuggets, no dia 18 de março.

    GG Jackson até tentou com 26 pontos, Tyler Burton adicionou 20, mas não tinha o que fazer contra essa máquina ofensiva dos Hawks. E pra piorar, Memphis tá literalmente desmontado: Ja Morant, Brandon Clarke, Zach Edey, Santi Aldama, KCP e Scotty Pippen Jr. todos fora por lesão. É muita baixa importante.

    Com essa vitória — a 11ª consecutiva em casa —, os Hawks chegaram aos 40-32 na temporada e seguem firmes na briga por uma vaga nos playoffs. Estão na sexta colocação do Leste, meio jogo atrás do Toronto.

    Vocês acham que esse time dos Hawks tem potencial pra incomodar nos playoffs? Com esse ataque funcionando assim, qualquer um pode sofrer numa série de sete jogos.

  • Hawks podem parar a maior sequência da NBA hoje no Texas

    Hawks podem parar a maior sequência da NBA hoje no Texas

    Cara, quem diria que trocar o Trae Young foi a melhor coisa que podia acontecer pros Hawks? Parece loucura falar isso, mas olha só os números: 11 vitórias consecutivas. Onze! É a maior sequência ativa da NBA, e hoje eles botam isso em risco contra o Houston.

    Sinceramente, quando vi a troca do Trae por CJ McCollum e Corey Kispert em janeiro, pensei “acabou pro Atlanta”. Mas o cara era uma peneira na defesa, e agora que saiu, os Hawks viraram um monstro nos dois lados da quadra. Desde a troca, são 20-10 com net rating top 10. Absurdo.

    A química que ninguém esperava

    O McCollum parecia meio perdido em Washington, mas em Atlanta virou outra pessoa. 24 pontos contra Dallas na última – e olha que o cara tem 34 anos! Não tem o talento ofensivo do Trae, mas compensa sendo um jogador de equipe de verdade.

    A defesa dos Hawks subiu pro 6º lugar da liga desde que o Trae saiu. Coincidência? Acho que não. O quinteto titular com McCollum, Alexander-Walker, Dyson Daniels, Jalen Johnson e Onyeka Okongwu só jogou 21 partidas juntos, mas tem o MELHOR net rating da NBA entre grupos que jogaram pelo menos 200 minutos. Isso não é sorte, é basquete de alto nível.

    Sequência histórica que pode acabar hoje

    Durante essa sequência maluca, os Hawks estão goleando todo mundo – média de 17,8 pontos de diferença por jogo. Dez das 11 vitórias foram por dois dígitos, seis por mais de 15 pontos. Eles se tornaram apenas o segundo time da história da NBA a ganhar 11 jogos seguidos por pelo menos 9 pontos de diferença.

    A última sequência parecida dos Hawks? Foi em 2014-15, quando fizeram 19 seguidas (recorde da franquia). Será que conseguem chegar lá de novo?

    Mas Houston pode estragar a festa hoje à noite. Os Rockets estão passando sufoco, mas jogo único é jogo único. E vocês sabem como é – quanto maior a sequência, maior a pressão pra manter.

    Playoffs cada vez mais reais

    Os Hawks estão em 6º no Leste, tecnicamente empatados com Orlando mas ganhando no critério de desempate. Com Franz Wagner machucado no Magic e Toronto só 1,5 jogo à frente, a vaga direta nos playoffs não é mais um sonho impossível.

    O que mais me impressiona é como o Quin Snyder conseguiu transformar esse time. Colocar o McCollum no lugar do Risacher (que decepcionou até agora como pick #1) foi genial. Às vezes uma mudança simples faz toda diferença.

    E aí, vocês acham que os Hawks conseguem manter essa sequência mágica? Ou Houston vai ser o time que para a festa? Uma coisa eu garanto: esse Hawks reformulado não é mais o mesmo time frágil de antes.