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  • Knicks só perdem pra si mesmos no Leste – time é monstro demais

    Knicks só perdem pra si mesmos no Leste – time é monstro demais

    Cara, eu tô vendo os Knicks jogarem agora e é impossível não ficar empolgado. Esse time é um absurdo. Mas ao mesmo tempo… é frustrante pra caramba. Por quê? Porque literalmente a única coisa que pode parar esses caras no Leste são eles mesmos.

    A cena que mais me marca do jogo contra o Sixers é essa: segundo quarto, Karl-Anthony Towns sentado no banco com a toalha na cabeça, balançando negativamente. Cara em foul trouble de novo. Aí no terceiro quarto ele volta destruindo tudo – não errava um arremesso, fazendo assistência, enterrando bola de 3. E então… quarta falta. Banco outra vez.

    O paradoxo dos Knicks 2026

    É exatamente isso que define esse time. Eles acabaram de bater o recorde histórico da NBA – ganharam quatro jogos de playoffs seguidos por uma diferença combinada de 135 pontos. Cento e trinta e cinco! Nunca ninguém fez isso na história da liga.

    E não para por aí. Foram também o primeiro time da história a ganhar três jogos consecutivos de playoffs por 25+ pontos de diferença. Ou seja: quando esses caras decidem jogar bola, ninguém segura.

    O elenco é perfeito no papel. Towns virou um point-center que é uma loucura de assistir. Jalen Brunson segue sendo aquele monstro clutch que a gente conhece. E a defesa? OG Anunoby, Mikal Bridges e Josh Hart formam um trio que simplesmente não deixa ninguém respirar no perímetro.

    Mas aí vem o “mas”…

    O problema é que eles cometem faltas demais. Muitas mesmo. No jogo contra o Sixers, até os 5:47 do segundo quarto, New York já tinha 5 faltas de equipe – colocando Philly no bonus. Os Sixers? Zero faltas até então. Zero!

    E tem outro ponto: às vezes a bola empaca nas mãos do Brunson nos momentos decisivos. Não que ele seja ruim – muito pelo contrário. Mas o ataque fica meio previsível quando deveria estar fluindo.

    Mesmo assim, olha que loucura: com todas essas faltas bobas, eles foram pro intervalo perdendo só de um ponto. No segundo tempo se ajeitaram, jogaram mais esperto, e fecharam o jogo 108-102.

    Towns terminou com 20 pontos em apenas 8 arremessos (acertou 6), quase fez o terceiro triple-double dos playoffs com 10 rebotes e 7 assistências. Brunson liderou com 26 pontos, Anunoby meteu 24.

    A real sobre esse time

    Sinceramente? Esse é o melhor time dos Knicks em 25 anos. E olha que eu já vi muita coisa. Eles têm tudo pra quebrar o jejum de 52 anos sem título – mas só se pararem de se sabotar com essas faltas bobas.

    Agora a série vai pra Philadelphia, onde o Joel Embiid pode voltar. Mas cara, do jeito que os Knicks estão jogando quando não se atrapalham… eu tô começando a sonhar alto mesmo.

    E vocês, acham que eles conseguem manter esse nível sem se prejudicar tanto? Porque se conseguirem, esse título tá mais perto do que imaginamos.

  • KAT salvou o dia no MSG depois que Drummond não conseguiu tirar a bola

    KAT salvou o dia no MSG depois que Drummond não conseguiu tirar a bola

    Olha só que situação bizarra rolou no jogo 2 das semifinais da Conferência Leste entre Knicks e 76ers. A bola ficou presa atrás da tabela — daquelas situações que você vê uma vez na vida — e virou um showzinho à parte no Madison Square Garden.

    O Andre Drummond dos 76ers tentou algumas vezes tirar a bola de lá com aquela vassoura que usam pra limpar a quadra, mas não rolou. A torcida do MSG começou a vaiar o cara, que deve ter ficado uma fera. Imagina a pressão?

    KAT resolveu na primeira tentativa

    Aí que entra o nosso Karl-Anthony Towns. O cara simplesmente saiu da linha do lance livre — porque tinha sido falta nele e ele ia cobrar — e falou “deixa comigo”. Primeira tentativa: bola liberada. O Madison Square Garden explodiu. Até o Timothée Chalamet, que tava assistindo na arquibancada, foi à loucura.

    Sinceramente, essa é uma daquelas situações que só mostram como o basquete às vezes tem suas peculiaridades. KAT tem 2,13m contra 2,08m do Drummond — não é uma diferença absurda de altura, mas às vezes é questão de ângulo, jeito de pegar, sei lá. O importante é que resolveu.

    E a coisa ficou ainda mais maluca

    Mas espera que não acabou. Alguns minutos depois, a bola voltou a ficar presa no EXATO mesmo lugar. Só que dessa vez foi por causa de um torcedor que tava tentando ganhar 75 mil dólares acertando um arremesso do meio da quadra. O cara mandou a bola tão longe que ela passou por cima da tabela e ficou presa lá atrás de novo.

    Cara, 75 mil dólares! Se fosse eu, ia ficar louco de raiva. Imagina ter a chance da sua vida de ganhar essa grana e a bola ir parar atrás da tabela? O universo conspirando contra, né?

    No final das contas, foi mais um daqueles momentos que fazem da NBA um espetáculo único. Entre as jogadas absurdas e as situações bizarras como essa, sempre tem algo pra gente comentar. E vocês, já viram algo parecido nos jogos que assistiram? Porque eu confesso que é a primeira vez que vejo uma situação dessas acontecer duas vezes no mesmo jogo.

  • Hart mandou o técnico calar a boca: ‘Eu fico nele, não me tira!’

    Hart mandou o técnico calar a boca: ‘Eu fico nele, não me tira!’

    Cara, o Josh Hart é simplesmente diferente. O maluco literalmente xingou o técnico assistente dos Knicks porque não queria sair de cima do CJ McCollum. E olha só o que ele falou depois: “O cara cai e faz média de 30 pontos nos dois primeiros jogos? Nem ferrando.”

    Isso que eu chamo de orgulho de defensor, mano.

    O momento que mudou tudo

    Nos primeiros dois jogos da série contra os Pelicans, McCollum estava voando — quase 30 pontos por jogo, destruindo qualquer um que aparecesse na frente dele. Hart viu aquilo e pensou: “Não, não vai rolar assim não.”

    Aí no final do Jogo 3, quando o técnico quis tirar ele da marcação do McCollum, Hart perdeu a linha. Foi direto na sala dos técnicos e mandou a real: “Eu fico nele. Não me tira dele. Eu vou marcar ele.”

    E funcionou, né? Os Knicks viraram a série e avançaram. Hart conseguiu dar trabalho pro McCollum e o time todo engrenau.

    KAT assumindo o protagonismo

    Uma coisa que me chamou atenção foi como o Karl-Anthony Towns finalmente assumiu o protagonismo que a gente esperava dele. Hart até comentou sobre isso — KAT fez dois triple-doubles nos últimos três jogos da série. Absurdo.

    “Ele consegue arremessar, jogar com a bola na mão e passar muito bem”, disse Hart. E é isso mesmo. Towns sempre teve esse potencial, mas parecia que faltava aquela confiança, aquela atitude de ‘eu que mando aqui’.

    O técnico Mike Brown também elogiou as mudanças ofensivas que fizeram depois do Jogo 3. Basicamente, eles pararam de complicar e deixaram os caras jogarem com mais liberdade, explorando as qualidades individuais.

    Agora é descansar e ver o circo pegar fogo

    Enquanto isso, os Knicks estão de boa assistindo Celtics e Sixers se matando no Jogo 7. O Jalen Brunson já mandou o recado: “É bom comemorar as vitórias, mas não podemos deixar isso se estender. Temos que focar. Acordar amanhã e partir para a próxima.”

    Sabedoria pura do garoto.

    Ah, e o Mitchell Robinson tomou uma multa de 50 mil dólares por uma briguinha com o Dyson Daniels. Nada demais, só os ânimos exaltados dos playoffs mesmo. O importante é que não foi suspenso.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem aproveitar esse embalo e chegar longe nos playoffs? Porque se o Hart continuar com essa intensidade na defesa e o Towns mantendo esse nível ofensivo, vai dar trabalho pra qualquer um.