Tag: Keaton Wagler

  • Bulls testam futuros top 10 do Draft – movimento suspeito no ar?

    Bulls testam futuros top 10 do Draft – movimento suspeito no ar?

    Olha, tem coisa estranha rolando em Chicago. Os Bulls fizeram um workout na terça-feira com quatro caras que todo mundo projeta sendo escolhidos no top 15 do Draft 2026. O problema? Eles têm apenas a 15ª pick.

    Os nomes que passaram pelo treino foram Keaton Wagler (Illinois), Kingston Flemings (Houston), Nate Ament (Tennessee) e Morez Johnson (Michigan). E aí que a coisa fica interessante — segundo as projeções, todos esses garotos devem sair BEM antes da vez de Chicago.

    As peças do quebra-cabeça

    Wagler pode ser a 5ª escolha geral. Flemings está cotado pra ser o 9º. Ament pode ir pro Dallas no 10º, e Johnson tem tudo pra ser pescado pelo Heat na 13ª posição. Então me explica uma coisa: por que diabos os Bulls estão testando esses caras?

    A resposta mais óbvia é que eles estão planejando subir no Draft. E sinceramente? Faz sentido. Wagler teve uma temporada absurda em Illinois, levando o time até o Final Four. Johnson foi peça fundamental no título da NCAA que Michigan conquistou em abril — cara simplesmente não errava nos momentos decisivos.

    Bulls em reconstrução total

    O timing também não é coincidência. Chicago está passando por uma reformulação completa, com Bryson Graham assumindo como VP de Operações de Basquete. Eles estão procurando técnico novo e claramente querem fazer barulho nesse Draft.

    A grande questão é: o que eles têm pra oferecer numa troca? E mais importante ainda — vale a pena quebrar o banco por esses caras quando você tem tantos buracos no elenco?

    Na minha visão, se os Bulls realmente querem um desses quatro, vão ter que desembolsar bastante. Mas olhando o currículo deles, especialmente o Johnson que foi campeão universitário há pouco tempo, talvez seja um investimento que vale a pena.

    Vocês acham que Chicago consegue fazer uma dessas trocas acontecer? O Draft está marcado para 23-24 de junho, então logo logo vamos descobrir se essa movimentação toda vai dar em alguma coisa.

  • Bulls testam 4 prospects: será que algum chega no pick 15?

    Bulls testam 4 prospects: será que algum chega no pick 15?

    Os Bulls movimentaram o dia de ontem com workouts de quatro jovens talentos: Keaton Wagler, Kingston Flemings, Nate Ament e Morez Johnson. A informação veio do Kevin O’Connor, do Yahoo Sports, e já me deixou aqui pensando nas possibilidades pro Draft.

    Olha, Chicago tá numa posição interessante nesse Draft. Eles têm as picks #4 e #15 — uma dupla que pode definir o futuro da franquia. Mas aqui que a coisa fica complicada: com Caleb Wilson sendo cotado pra sair no top 4, é bem provável que Wagler, Flemings e Ament já tenham sumido do mapa quando chegar a vez da pick #15.

    A realidade cruel do Draft

    Sinceramente? Fazer workout com caras que provavelmente não vão estar disponíveis na sua segunda pick é meio estranho. Será que os Bulls tão pensando em trade? Ou é só aquela velha estratégia de conhecer todo mundo mesmo?

    O Nate Ament, por exemplo, já passou pelo workout do Thunder também. Esse moleque tá movimentado no circuito — sinal de que tem time interessado mesmo.

    Bulls em reconstrução total

    E não é só no Draft que Chicago tá mexendo as peças. Eles contrataram Bryson Graham como novo presidente mês passado e ainda tão correndo atrás de um novo técnico. É aquela reestruturação completa que a gente já conhece bem.

    Morez Johnson foi o único nome que não foi mencionado como “improvável” de estar disponível na pick #15. Será que ele é o alvo real? O cara tem potencial, mas vocês acham que ele aguenta a pressão de Chicago?

    No fim das contas, esses workouts são sempre um mistério. Às vezes o time testa um cara que nem vai draftar só pra confundir a concorrência. Mas uma coisa é certa: com duas picks no primeiro round, os Bulls podem fazer algum barulho nesse Draft.

  • Clippers na 5ª pick: finalmente uma chance de renovar o elenco

    Clippers na 5ª pick: finalmente uma chance de renovar o elenco

    Os Clippers chegaram numa encruzilhada, galera. Depois de uma temporada 2025-26 mais ou menos (eufemismo pra dizer que foi decepcionante), a franquia de LA vai ter que fazer escolhas inteligentes no draft se quiser voltar a ser relevante.

    E olha que oportunidade: quinta pick geral no draft de 23 de junho. Não é a primeira que todo mundo quer, mas é a melhor posição que eles têm desde 2009, quando pegaram o Blake Griffin em primeiro. Lembram daquela época? Eu lembro bem — era esperança pura correndo nas veias.

    Armador é prioridade (mesmo com Garland no elenco)

    O mais provável é que eles vão atrás de um armador. Sim, mesmo tendo conseguido o Darius Garland antes do trade deadline. Vocês acham que um armador só é suficiente pra uma temporada inteira? Eu não acho não.

    A turma do draft está carregada de guards talentosos, e os especialistas já estão apostando suas fichas. O Kingston Flemings, de Houston, aparece na lista do USA TODAY Sports. Já a CBS e ESPN estão de olho no Keaton Wagler, de Illinois. O Bleacher Report e o NBAdraft.net preferem o Darius Acuff Jr., do Arkansas.

    Sinceramente? Qualquer um desses caras seria uma adição interessante. O que me chama atenção é como todos estão focando em armadores — isso diz muito sobre o que os Clippers precisam.

    E o Kawhi Leonard? Fica ou sai?

    Aí que tá a parada mais complicada. O Leonard provavelmente volta pros Clippers, mas sempre rola aquele “e se…” no ar. Tem chance dele ser trocado, mas qualquer time interessado vai ter que lidar com toda aquela confusão dos pagamentos extras — aquela história do acordo paralelo que pode dar problema com a NBA.

    Olha, na minha opinião isso aí é dor de cabeça que nenhum GM quer ter. Mas se aparecer uma proposta boa mesmo…

    O negócio é que mesmo com o Kawhi, eles poderiam considerar um ala. Profundidade nunca é demais, principalmente quando se trata de um cara que tem histórico de lesões. Não é hate, é realidade.

    E aí, vocês acham que os Clippers conseguem acertar nessa pick? Depois de tantos anos fazendo escolhas questionáveis no draft, essa pode ser a chance de ouro que eles estavam esperando. Vamos ver se não desperdiçam de novo.

  • Calouro do Illinois já mira o Draft 2026 – e tá certo!

    Calouro do Illinois já mira o Draft 2026 – e tá certo!

    Gente, o basquete universitário americano não para de me surpreender. Keaton Wagler, calouro do Illinois, acabou de se declarar para o Draft da NBA de 2026. Isso mesmo, 2026! O garoto tem apenas uma temporada na NCAA e já tá de olho na liga.

    E olha, sinceramente? Ele tem razão pra sonhar alto.

    Os números não mentem

    Wagler jogou 37 partidas pelos Fighting Illini e simplesmente mandou ver. Médias de 17.9 pontos, 5.1 rebotes e 4.2 assistências por jogo. Pra um calouro, isso é coisa de monstro.

    Mas o que mais me impressiona são os percentuais de arremesso: 44.5% nos arremessos de quadra, 39.7% nas bolas de três e 79.6% nos lances livres. Cara, essas são eficiências de veterano! Um ala-armador de 1,98m que arremessa assim já chama atenção de qualquer olheiro da NBA.

    Quinto no ranking da ESPN

    A ESPN não brinca em serviço – Wagler tá ranqueado como quinto melhor prospecto para o Draft de 2026. Considerando que ainda faltam dois anos, essa posição mostra o tanto que os especialistas acreditam no potencial dele.

    O que mais me chama atenção é a versatilidade. Com quase 2 metros de altura, ele consegue jogar tanto de ala quanto de armador. Essa flexibilidade posicional é ouro na NBA moderna, onde os times procuram jogadores que podem fazer múltiplas funções.

    E aí, vocês acham que ele tem potencial pra ser uma escolha de lottery no Draft? Eu tô começando a acreditar que sim. Claro, ainda tem muito basquete pela frente, mas os fundamentos já estão lá. Agora é ver se ele consegue manter essa evolução nos próximos dois anos em Illinois.

    Uma coisa é certa: vamos ficar de olho nesse garoto. Com números assim logo na primeira temporada, Wagler pode ser mais uma surpresa positiva vinda do basquete universitário.

  • Keaton Wagler pode ser a carta na manga do Utah Jazz no Draft?

    Keaton Wagler pode ser a carta na manga do Utah Jazz no Draft?

    Olha só, o Utah Jazz está naquela posição clássica de Draft que todo mundo conhece — sonhando com os grandes nomes mas preparando o plano B. AJ Dybantsa seria o sonho dourado, Darryn Peterson encaixaria como uma luva, e Cameron Boozer… cara, imagina o filho do Carlos seguindo os passos do pai?

    Mas e se o Jazz cair naquela zona perigosa do Draft? Aquela onde você não pega os superstars óbvios mas ainda precisa fazer uma escolha que faça sentido? É aí que entra Keaton Wagler, da Universidade de Illinois.

    O cara que pode surpreender

    Com 1,98m e apenas 19 anos, Wagler teve uma temporada absurda pelos Fighting Illini. Os números falam por si: 17,9 pontos, 5,1 rebotes e 4,2 assistências por jogo, convertendo 44,5% dos arremessos de quadra e — pasmem — 39,7% das bolas de três.

    Sinceramente? Esses números de rookie na NCAA me chamaram muito a atenção. O garoto ganhou o prêmio Jerry West de melhor shooting guard do ano e foi eleito o calouro do ano da Big Ten. Não é pouca coisa, gente.

    Na minha opinião, o que mais impressiona no Wagler é o QI de basquete. O cara tem apenas 12,4% de rate de turnovers — isso é coisa de veterano! Ele não força jogadas, não tenta ser herói a todo momento. Joga simples, efetivo.

    O que ele traz de especial

    A grande sacada do Wagler é que ele resolve dois problemas de uma vez: criação de jogada e arremesso de longa distância. O Utah precisa de alguém que possa dividir as responsabilidades com o Keyonte George, e esse cara parece perfeito para isso.

    E olha que interessante — ele reboteia bem para um armador (5,1 por jogo), o que encaixaria perfeitamente no ritmo acelerado que o Jazz gosta de imprimir. É daqueles jogadores que pega o rebote e já sai correndo para o contra-ataque. Eu adoro esse tipo de jogador.

    Defensivamente ele não é um monstro, mas também não é um buraco. Com 1,98m de altura e 2,13m de envergadura, não vira alvo fácil para os adversários explorarem no pick-and-roll.

    Faz sentido para o Jazz?

    Cara, eu acho que faz todo sentido. O Danny Ainge sempre gostou desses jogadores cerebrais, que não cometem erros bobos e sabem onde devem estar na quadra. O Wagler é exatamente isso — um cara que você coloca em quadra e sabe que não vai fazer besteira.

    Claro, ele não tem o atletismo explosivo que todo mundo quer ver nos calouros. Mas às vezes o que você precisa é de alguém confiável, que acerta os arremessos abertos e toma as decisões certas nos momentos importantes.

    E vocês, o que acham? Será que o Wagler pode ser aquela escolha “certinha” que surpreende todo mundo? Ou o Jazz deveria apostar mais alto em potencial atlético? Deixem nos comentários, quero saber a opinião de vocês!

    Uma coisa é certa — este Draft de 2026 vai ser cheio de surpresas. E o Keaton Wagler pode muito bem ser uma delas.

  • Briga pelo top 5 do Draft 2026: três calouros disputam vaga de ouro

    Briga pelo top 5 do Draft 2026: três calouros disputam vaga de ouro

    Olha, já sabemos que AJ Dybantsa, Darryn Peterson, Cameron Boozer e Caleb Wilson vão sair nos primeiros quatro picks do Draft 2026. Mas e a quinta posição? Aí que a coisa fica interessante — e meio bagunçada também.

    Três calouros estão protagonizando uma das brigas mais acirradas que eu já vi na faculdade: Darius Acuff Jr. (Arkansas), Kingston Flemings (Houston) e Keaton Wagler (Illinois). Cada um com seu estilo, cada um com seus pontos fortes e fracos. E cara, as opiniões dos olheiros da NBA estão bem divididas.

    Darius Acuff: o cestinha problemático

    Acuff é aquele tipo de jogador que te faz gritar na TV. O cara simplesmente não erra nos momentos decisivos — a campanha dele no SEC Tournament foi de outro mundo. 1,88m de pura magia ofensiva, marcando de qualquer lugar da quadra.

    Mas (sempre tem um mas, né?), a defesa dele é um problemão. Um executivo da Conferência Leste me resumiu bem: “É o instinto assassino dele, a capacidade de marcar nos três níveis”, mas também admitiu que “a defesa me preocupa”.

    O negócio é que tem gente no meio da NBA que tá bem cético. Um cara da Conferência Oeste foi direto: “Nunca houve pior momento para construir um time em torno de armadores ruins na defesa. Olha o que aconteceu com Trae Young — foi trocado por quase nada”.

    Sinceramente? Eu entendo os dois lados. O garoto marca pra caramba, mas na NBA de hoje, você não pode ser um cone na defesa.

    Kingston Flemings: o equilibrado de Houston

    Flemings é diferente. Com 1,93m, ele consegue fazer as duas pontas da quadra bem, e olha que não é qualquer um que brilha jogando pro Kelvin Sampson em Houston. O técnico é conhecido por ser durão pra caramba.

    “Kingston opera um pouco diferente — um pacote mais completo quando você olha para os dois lados da quadra”, disse um executivo. E realmente, ver um calouro assumindo protagonismo numa equipe que brigou pelo título nacional não é brincadeira.

    O arremesso dele ainda precisa de ajustes — a mecânica não é das mais bonitas. Mas tem olheiro apostando nele: “É impressionante que os arremessos grandes são dele, num time com armadores experientes”. Trabalho técnico resolve isso.

    Keaton Wagler: a surpresa do ano

    Cara, se tem alguém que ninguém esperava nessa conversa era o Wagler. O maluco era um recruta três estrelas — basicamente um joão-ninguém nacionalmente. Aí foi lá e ajudou Illinois a chegar na Final Four, e de repente tá sendo cotado pro top 10 do Draft.

    Com 1,98m, ele tem o tamanho ideal pra posição. “Vou apostar num cara de 1,98m que consegue comandar o jogo”, disse um executivo da NBA. E o ritmo de jogo dele é absurdo mesmo — parece que sempre sabe a decisão certa a tomar.

    O mental dele impressiona tanto quanto o físico. Como disse um olheiro: “O que une todos os jogadores de elite é serem mentalmente superiores, e isso é subestimado”.

    E aí, em quem vocês apostam? Eu, particularmente, tô meio apaixonado pela história do Wagler. Mas Flemings tem aquele perfil moderno que as equipes da NBA adoram. Já o Acuff… cara, ele marca muito, mas será que aguenta a pressão defensiva lá em cima?

    Uma coisa é certa: os combine measurements vão ser cruciais pra separar esses três. Altura, envergadura, atletismo — tudo vai contar na hora H.