Tag: Kelly Oubre Jr

  • Kelly Oubre Jr. pode deixar os Sixers? O futuro do ala está indefinido

    Kelly Oubre Jr. pode deixar os Sixers? O futuro do ala está indefinido

    Olha, vou ser sincero: Kelly Oubre Jr. foi uma das poucas consistências dos Sixers numa temporada que foi uma verdadeira montanha-russa. Enquanto o time oscilava entre jogar como campeão e parecer um time de colégio, o cara se manteve firme entregando o que dele se esperava.

    Os números não mentem: 14.1 pontos por jogo com um true shooting de 58% — o melhor da carreira dele. Cara, 58%! E ainda pegou 5.0 rebotes, 1.6 assistências e 1.4 roubadas de bola em pouco mais de 31 minutos por noite. O monstro simplesmente evoluiu.

    O salto no arremesso de 3

    A evolução mais impressionante do Oubre foi de longe. O cara saiu de 32.7% das tentativas de campo vindos do perímetro na temporada passada para 43.9% este ano. E não foi só volume — a eficiência também subiu. Acertou 36% das bolas de três (4.8 tentativas por jogo), que é o melhor percentual da carreira dele.

    Mesmo focando mais no arremesso de longa distância, ele manteve a letalidade perto da cesta: 68.9% de aproveitamento em tentativas dentro dos três pés. Atleticismo + tamanho + finalização = pesadelo para qualquer defesa.

    A versatilidade defensiva dele continua sendo absurda. Consegue marcar alas e armadores com a mesma eficiência, usando o físico e a velocidade lateral pra incomodar qualquer um. É o tipo de jogador que todo técnico quer ter — aquele que aceita qualquer missão.

    Os playoffs foram cruéis

    Aí que mora o problema. Justamente na hora que mais importa, o arremesso simplesmente sumiu. Nos playoffs, Oubre acertou apenas 25.6% das bolas de três (10 em 39 tentativas). Foi doloroso de assistir, principalmente porque ele estava encontrando espaços bons pra arremessar.

    Essa inconsistência nos momentos decisivos é exatamente o que separa ele de ser um titular indiscutível para ser aquele sexto homem de luxo que entra 25-30 minutos. E olha que diferença isso faz no valor de mercado do cara.

    Free agency chegando

    E agora vem a questão do milhão: Oubre vai ficar na Filadélfia? O contrato de dois anos por US$ 16.3 milhões acabou — que negócio absurdo foi esse, por sinal — e ele está livre no mercado.

    Nas entrevistas pós-temporada, deu pra sentir que ele curtiu mesmo jogar pelos Sixers. “Eu amo meus caras”, disse ele. “O basquete se reinventou pra mim através de lentes diferentes durante minha passagem aqui.” Mas também deixou claro que não sabe o que esperar da free agency.

    Na minha visão, seria burrice dos Sixers não tentar manter o Oubre. Por esse preço? É um dos melhores custo-benefício da liga. O cara traz energia, defesa, versatilidade e ainda está melhorando o arremesso. Aos 28 anos, está no auge da carreira.

    Vocês acham que ele fica na Filadélfia ou algum time vai fazer uma oferta irrecusável? Eu apostaria que os Sixers vão fazer de tudo pra renovar. Perder um jogador desse calibre seria um tiro no pé.

  • 76ers tá tomando sacode dos Celtics e ainda por cima não acerta NADA

    76ers tá tomando sacode dos Celtics e ainda por cima não acerta NADA

    Cara, eu sabia que seria difícil pros Sixers contra os Celtics nos playoffs, mas não imaginava que seria TÃO doloroso de assistir. O time da Filadélfia não tá só sendo superado taticamente — eles simplesmente esqueceram como meter uma bola na cesta.

    E olha que não é falta de oportunidade não. Na verdade, é até pior: os caras estão tendo arremessos LIMPOS e errando tudo. No primeiro jogo da série, os Sixers fizeram apenas 1 de 14 tentativas em arremessos “wide-open” (defensor a mais de 2 metros de distância). De três pontos então? Zero de doze. ZERO!

    O drama dos arremessos abertos

    Quatro jogos depois, a situação não melhorou nada. Na verdade, os Sixers têm a segunda PIOR porcentagem em arremessos abertos nos playoffs inteiros — apenas 30,3%. Isso é quase impossível de acontecer no basquete profissional, mas tá acontecendo bem na nossa frente.

    O técnico Nick Nurse chegou a comentar que no último jogo, nas primeiras 10-12 posses de bola, o time criou boas oportunidades mas colocou apenas 8 pontos no placar. Imagina a frustração, mano.

    VJ Edgecombe e Kelly Oubre Jr. tiveram várias chances limpas de três que não entraram. E não é só do perímetro não — até as bandejas e arremessos de média distância estão batendo na borda e saindo.

    Não é só azar, é construção de elenco

    Agora, sendo sincero aqui: não é só má sorte. Os Sixers já eram ruins do perímetro na temporada regular, ocupando apenas a 23ª posição da liga em porcentagem de três pontos. Eles dependem demais de caras como Oubre, que teve sua melhor temporada de três na carreira mas agora tá acertando míseros 17% nos playoffs.

    Tyrese Maxey e Paul George são os únicos arremessadores realmente confiáveis do time, e quando eles não conseguem carregar o ataque sozinhos, sobra pra jogadores que não são especialistas no perímetro.

    Vocês acham que é possível reverter essa situação contra um time como Boston? Na minha opinião, quando você não consegue converter as chances que cria, fica impossível competir no nível dos playoffs. Os Celtics não vão dar mais oportunidades que isso.

    O que mais me deixa frustrado é que esse Sixers tinha potencial pra incomodar Boston de verdade. Mas basquete é um esporte cruel — às vezes não importa o quanto você treina ou se prepara, se a bola não entra, você vai pra casa.

  • Embiid ainda é dúvida e agora Oubre virou desfalque nos Sixers

    Embiid ainda é dúvida e agora Oubre virou desfalque nos Sixers

    Olha, a situação dos Sixers tá ficando complicada mesmo. Joel Embiid continua como dúvida para o Jogo 4 contra os Celtics (que acontece amanhã), mas agora Kelly Oubre Jr. também entrou na lista de problemas com uma lesão no adutor direito.

    Sinceramente? Não podia ser numa hora pior.

    Oubre carregando o piano sozinho

    O cara tem sido um dos poucos pontos positivos dos Sixers nesta série. Jogou 40 minutos na sexta-feira (mesmo com a derrota), tem marcado tanto o Jaylen Brown quanto o Jayson Tatum — que não é brincadeira não — e ainda contribuiu com 13 pontos e 6 rebotes de média.

    Mas olha só a ironia: depois de fazer a melhor temporada da carreira nos arremessos de três pontos, Oubre tá acertando apenas 3 de 15 tentativas (20%) de longa distância nestes playoffs. O cara tá carregando um peso absurdo defensivamente e isso pode estar afetando o ataque.

    “Eu só estou tentando ser consistente e sólido”, disse Oubre após assistir aos vídeos do jogo. “E quando minha oportunidade aparecer, tenho total confiança no que posso fazer.” Mano, a personalidade do cara é admirável mesmo.

    E o Embiid? Como é que tá?

    Joel continua se recuperando da apendicectomia (que foi no dia 9 de abril), e Nick Nurse, o técnico, disse que o treino de amanhã de manhã pode ser decisivo. O MVP já participou de partes do treino na quinta-feira e aparentemente está evoluindo.

    “Ele está na quadra agora fazendo trabalho individual”, explicou Nurse. “Como eu disse antes, ele está trabalhando o mais duro que pode para voltar. Só precisamos ver como vai hoje e amanhã de manhã.”

    A real é que tanto Adem Bona quanto Andre Drummond têm feito um trabalho decente, mas não chegam nem perto do que Embiid representa. A proteção de aro que o cara oferece faz uma diferença gigantesca — e olha que nem estou falando do ataque ainda.

    Situação crítica para Philly

    Com a série em 2-1 para Boston, os Sixers precisam MUITO vencer este Jogo 4. Perder significa praticamente dar tchau aos playoffs, e aí vira aquela velha história de “ano que vem a gente tenta de novo”.

    Se Oubre não conseguir jogar ou tiver que diminuir os minutos, Justin Edwards e Dominick Barlow devem ganhar mais tempo de quadra. Barlow nem entrou na rotação do Jogo 3, então imaginem o desespero.

    Vocês acham que Embiid consegue voltar a tempo? Ou os Sixers vão ter que se virar sem o seu astro mais uma vez? Uma coisa eu sei: contra os Celtics, cada posse vai fazer diferença.