Cara, eu não esperava que fosse acontecer tão rápido, mas Kingston Flemings oficialmente declarou pro Draft da NBA de 2026. E olha, sinceramente? Era questão de tempo mesmo.
O cara teve uma temporada ABSURDA em Houston. 16.1 pontos, 5.2 assistências e ainda 38.7% dos três pontos como calouro. Isso mesmo, calouro. O maluco simplesmente fez a melhor temporada de um freshman na história dos Cougars. Não é pouca coisa não.
Aquela noite contra Texas Tech que mudou tudo
Vocês lembram daquela partida em janeiro? Flemings meteu 42 pontos contra Texas Tech numa derrota por 90-86. Quarenta e dois! Eu tava assistindo e não acreditava no que tava vendo. Foi ali que o país inteiro percebeu que tinha um monstro jogando em Houston.
“Entrando nesta temporada, eu queria ser um dos melhores calouros e acho que provei isso”, disse Flemings. E provou mesmo, viu. O cara foi selecionado para o segundo time All-American — algo que poucos calouros conseguem.
Kelvin Sampson e a escola Houston de basquete
Uma parada que me chama atenção é como Flemings credita seu desenvolvimento ao sistema de Houston. O cara falou que Sampson foi o técnico perfeito pra ele, e olha, faz sentido. Houston sempre teve essa pegada mais dura, mais física.
“Se você quer vencer, se quer se tornar um homem melhor, um jogador melhor, escolha Houston. Não vai ser fácil, mas todo dia você entra aqui tentando melhorar”, disse o garoto.
E realmente, os números não mentem. Flemings pode ser o jogador mais bem selecionado no Draft da era Sampson em Houston. Atualmente quem tem esse recorde é Jarace Walker, que foi a 8ª escolha em 2023. Mas Flemings? O cara tá projetado no top-5.
Só pra ter uma noção do que isso significa: Houston teve só quatro jogadores draftados sob Sampson, mesmo com todo o sucesso recente (sete Sweet 16 e duas Final Fours desde 2019). Flemings claramente tem o maior teto de todos eles.
Próximos passos: se preparando pros tubarões da NBA
Agora vem a parte séria. Flemings já sabe no que precisa trabalhar: arremesso de três, floater e principalmente o controle de bola. Ele quer driblar mais baixo e mais apertado pra aguentar a pressão dos defensores da NBA.
“Acho que sou apenas um vencedor e alguém com quem os companheiros gostam de jogar”, disse sobre o que leva pra próxima fase. E essa mentalidade de Houston, essa garra, vai fazer diferença na NBA.
E aí, vocês acham que ele consegue se manter no top-5? Pra mim, o garoto tem tudo pra ser especial. Aquela performance de 42 pontos não foi sorte — foi só uma amostra do que tá por vir.
