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  • SGA encontra John Calipari antes do Jogo 2 e busca motivação extra

    SGA encontra John Calipari antes do Jogo 2 e busca motivação extra

    Mano, que momento especial rolou ontem no Paycom Center! O Shai Gilgeous-Alexander esbarrou com o John Calipari antes do Jogo 2 contra os Spurs, e cara… deu pra sentir a emoção só de ver a cena.

    Pra quem não lembra, “Coach Cal” foi quem recrutou o SGA pro Kentucky lá em 2017. E olha, não foi fácil não — o cara tinha escolhido Florida inicialmente, mas o Calipari deu um jeito de convencer ele a ir pra Lexington. Que sorte a do Kentucky, né?

    O encontro que todo mundo tava esperando

    O Thunder precisa reagir depois de levar aquela porrada do Wembanyama no Jogo 1. O francês simplesmente resolveu jogar videogame na vida real e entregou a primeira derrota dos playoffs pro OKC. Agora com 0-1 na série, qualquer motivação extra é bem-vinda.

    E que motivação melhor que reencontrar o técnico que te formou? SGA passou apenas uma temporada em Kentucky (2017-18), mas que temporada! Médias de 14.4 pontos, 5.1 assistências e 4.1 rebotes. Jogou 37 partidas, sendo titular em 24 delas. Números de veterano pra um calouro.

    Aquele time do Kentucky era um absurdo de talento, viu. Além do SGA, tinha Jarred Vanderbilt, PJ Washington, Kevin Knox… sete caras que acabaram sendo draftados pra NBA. Terminou a temporada com 26-11 e chegou no Sweet 16 antes de cair pro Kansas State.

    Hora de virar a chave

    Sinceramente, acho que o SGA tá carregando um peso desnecessário nas costas. O cara assumiu a culpa pela derrota no Jogo 1, mas convenhamos — quando o Wemby decide que vai dominar, não tem muito o que fazer. O francês foi simplesmente imparável.

    Agora é ver se esse reencontro com o Coach Cal vai dar aquela energia extra que o Thunder precisa. Estar 0-2 numa final de conferência não é o fim do mundo, mas também não é exatamente onde você quer estar, né?

    O que vocês acham? Será que esse momento especial vai servir de combustível pro SGA explodir no Jogo 2? Eu tenho fé que o cara vai responder à altura — ele não chegou até aqui por acaso.

  • SGA bicampeão de MVP! Cara, esse cara é monstro demais

    SGA bicampeão de MVP! Cara, esse cara é monstro demais

    Gente, eu tô aqui ainda processando essa notícia. Shai Gilgeous-Alexander acabou de ganhar seu segundo MVP consecutivo da NBA! Bicampeão. Aos 27 anos. E olha que quando ele saiu de Kentucky muita gente duvidava se ele seria mesmo um craque na liga.

    O cara simplesmente comandou o Oklahoma City Thunder para a melhor campanha da temporada regular — 64 vitórias, pessoal. Sessenta e quatro! E com números que fazem qualquer fã de basquete babar: 31.1 pontos, 6.6 assistências e 4.3 rebotes por jogo. Números de videogame, sinceramente.

    Da faculdade para a elite mundial

    Eu lembro quando SGA estava em Kentucky e o pessoal meio que torcia o nariz. “Ele é bom, mas será que tem jogo pra NBA?” Olha onde estamos agora — o cara tá no seleto grupo dos 14 jogadores que ganharam MVP em temporadas consecutivas. Isso é lenda, povo.

    E tem um detalhe curioso: ele é o ÚNICO ex-jogador de Kentucky a ganhar um MVP na história. Agora já são dois. John Calipari deve estar orgulhoso demais do garoto que ele ajudou a lapidar em Lexington.

    Twitter pegou fogo (obviamente)

    As redes sociais explodiram com a notícia. Os fãs de Kentucky estavam em êxtase, e razão não falta. Ver um cara que passou pela sua universidade se tornar bicampeão de MVP é coisa rara demais. Um tweet que me marcou foi alguém lembrando que o primeiro jogo dele em Kentucky foi justamente contra Utah Valley — time que era treinado por Mark Pope. As coincidências do basquete, né?

    Teve gente comparando o currículo dele com lendas da NBA. O cara já tem mais MVPs que Shaq, Kobe, Hakeem, Garnett… nossa, a lista é imensa. Em menos de 10 temporadas na liga, SGA já construiu um currículo de Hall da Fama. Dois MVPs, um título da NBA, Finals MVP — o pacote completo.

    Vocês acham que ele consegue um terceiro MVP? Porque sinceramente, do jeito que ele tá jogando e com o Thunder montando um time cada vez mais forte, não duvido nada. O que vocês acham? Ele tá no caminho pra ser considerado um dos maiores armadores da história da NBA?

    Uma coisa é certa: assistir SGA jogar é um privilégio. O cara joga bonito, é clutch e ainda por cima lidera pelo exemplo. Oklahoma City acertou em cheio quando apostou nele como a cara da franquia pós-Russell Westbrook.

  • Draft 2026: Momcilovic pode ganhar R$ 25 milhões na faculdade!

    Draft 2026: Momcilovic pode ganhar R$ 25 milhões na faculdade!

    Cara, a situação do Milan Momcilovic tá ficando ABSURDA. O cara é um dos melhores arremessadores do Draft 2026 da NBA e ao mesmo tempo um dos alvos mais cobiçados do portal de transferências. E olha só: ele pode faturar mais de 5 milhões de dólares (isso mesmo, R$ 25 milhões!) se voltar pra faculdade.

    Na minha opinião, essa é uma das decisões mais interessantes que vamos acompanhar até o deadline de 27 de maio. O moleque transferiu de Iowa State e agora tem Kentucky, Louisville, St. John’s e UCLA brigando por ele como se fosse um leilão de obras de arte.

    A pressão tá no máximo

    “Ainda estou focado no draft”, disse Momcilovic em Chicago. “Ainda não conversei com nenhuma faculdade, mas tenho certeza de que há uma vaga pra mim em algum lugar.” O cara tá tranquilo, mas imagino a pressão.

    E olha que coisa louca — ele pode liderar o basquete universitário em cestas de 3 pontos pelo segundo ano seguido. É um monstro de além do perímetro mesmo.

    Mark Pope, técnico do Kentucky, tava lá em Chicago dando uma “passadinha” nos scrimmages. Coincidência? Eu duvido. Os Wildcats precisam DESESPERADAMENTE de um cara como o Momcilovic. Imaginem ele jogando com os armadores Alex Wilkins e Zoom Diallo — seria um show de bola.

    Louisville montando um supertime

    Mas a concorrência tá de dar medo. Louisville especialmente tá gastando como se não houvesse amanhã. Já trouxeram Jackson Shelstad (Oregon), Flory Bidunga (Kansas), Alvaro Folgueiras (Iowa) e Karter Knox (Arkansas). Mais o calouro cinco estrelas Obinna Ekezie Jr.

    “Eles estão montando um supertime”, disse Bidunga pra CBS Sports, e o cara tava radiante falando isso.

    Pat Kelsey não tá brincando em serviço. Quer montar um time pra brigar por título nacional mesmo, e Momcilovic seria a cereja do bolo.

    Decisão milionária

    Sinceramente, eu entendo a dificuldade da escolha. Se ficar no draft e for pro final da segunda rodada, provavelmente vai ser contrato two-way (aqueles contratos mistos NBA/G-League). Mas se voltar pra faculdade, pode embolsar uma grana que deixaria muito jogador da NBA com inveja.

    “Se eu voltar, quero um encaixe onde posso jogar bem e melhorar minhas chances de ir pra NBA no ano seguinte”, explicou Momcilovic. “Preciso estar num time bom que pode ir longe no torneio.”

    O cara tem razão. Três anos de faculdade já deram experiência suficiente pra ele saber exatamente o que procurar. E com apenas 3 ou 4 escolas ainda tendo dinheiro e vagas, a decisão pode ser mais rápida do que imaginamos.

    E vocês, o que acham? Vale a pena ele arriscar no draft agora ou pegar esses milhões e tentar melhorar a posição pro ano que vem?

  • Herro dormia no vestiário pra treinar mais? Calipari conta história épica

    Herro dormia no vestiário pra treinar mais? Calipari conta história épica

    Vocês já imaginaram dormir no vestiário da faculdade só pra não perder tempo de treino? Tyler Herro fez isso. E quem conta a história é ninguém menos que John Calipari, que agora treina Arkansas mas foi técnico do cara em Kentucky.

    Na minha opinião, essa é uma das histórias mais inspiradoras que já ouvi sobre dedicação no basquete. Calipari soltou essa no Pat McAfee Show: “Tyler Herro vivia no ginásio… Eu cheguei uma manhã e ele estava dormindo no vestiário numa cadeira porque não queria atravessar a rua pra ir pro alojamento.”

    O monstro que já era monstro

    Cara, isso explica MUITA coisa sobre o Tyler que vemos hoje no Heat. O maluco passou só um ano em Kentucky — jogou quase 33 minutos por jogo, média de 14 pontos — mas já mostrava essa mentalidade diferenciada. E olha que ele era considerado um prospecto “cru” na época.

    A coroação dele com Calipari foi no Sweet 16 de 2019. Lembram? Aquela enterrada de três no finalzinho que classificou Kentucky pro Elite Eight. Jogaço absurdo. Mesmo tendo caído na rodada seguinte pro Auburn (que tava ranqueado em 5º), Herro fez o time ideal da região.

    De Kentucky pro Heat: a evolução continua

    E essa ética de trabalho que Calipari mencionou claramente não ficou pra trás quando Herro virou profissional. Sinceramente, acho que é isso que separa os caras especiais dos jogadores medianos — essa obsessão doentia por melhorar.

    Enquanto isso, Calipari seguiu mais cinco temporadas em Kentucky antes de se mudar pro Arkansas. Nesta temporada, levou os Razorbacks pra um recorde de 22-8 e tá no Sweet 16 de novo. Curioso: a última vez que ele chegou tão longe no March Madness foi justamente no ano do Herro.

    Agora ele enfrenta Arizona buscando o segundo título nacional (o primeiro foi com Kentucky em 2022). E aí, acham que ele consegue repetir a mágica sem um gym rat dormindo no vestiário? Eu apostaria que ele tá procurando alguém com essa mesma mentalidade no elenco atual.

  • Kentucky feminino quebra jejum e vai pro Sweet 16 após jogo épico

    Kentucky feminino quebra jejum e vai pro Sweet 16 após jogo épico

    Cara, que jogaço! Kentucky acabou de quebrar um jejum de 10 anos sem ir pro Sweet 16 do basquete feminino universitário, e foi do jeito mais emocionante possível: vencendo West Virginia por 74 a 73, literalmente no sufoco.

    Teonni Key foi simplesmente monstruosa — 19 pontos e 10 rebotes. Mas quem realmente decidiu foi Clara Strack, que fez um double-double absurdo: 18 pontos e 15 rebotes. A garota é All-American por algum motivo, né?

    O drama todo

    Kentucky chegou a abrir 14 pontos de vantagem no terceiro quarto (62-48), e eu já tava pensando “matou a parada”. Ledo engano. West Virginia veio com tudo no último período, principalmente com Sydney Shaw metendo 11 dos seus 23 pontos nos 10 minutos finais.

    O negócio ficou tenso mesmo quando Jordan Harrison acertou dois lances livres faltando 1:20, deixando West Virginia a apenas um ponto (72-71). Meu coração não aguenta essas coisas.

    E o final? Gia Cooke teve a bola na mão com 8 segundos restantes, fez uma jogada bonita pela esquerda e… perdeu um arremesso de 12 pés que quase entrou. “Nove de cada dez vezes essa bola entra”, disse Shaw depois. Foi aquela uma em dez que não rolou.

    Kentucky mostra personalidade

    O mais impressionante foi como Kentucky segurou a pressão. Jogando fora de casa, com quase 13 mil torcedores contra, e ainda conseguiu controlar o jogo nos momentos decisivos. Kenny Brooks, técnico dos Wildcats, tem apenas dois anos no cargo e já levou o time ao Sweet 16. Cara sabe o que tá fazendo.

    “Basketball é um jogo de sequências, especialmente em março”, disse Key depois da partida. E ela tem razão — esse tipo de experiência em jogos apertados faz toda diferença.

    Kentucky dominou completamente no rebote (39-23), o que foi fundamental pra vitória. Strack foi um problema sério no garrafão que West Virginia não conseguiu resolver.

    Agora é Texas

    O prêmio por essa vitória épica? Um encontro com Texas no sábado, em Fort Worth. E olha, vai ser complicado — Kentucky já perdeu duas vezes pro Longhorns nesta temporada.

    Mas depois de uma vitória dessas, quem sabe não rola a surpresa? West Virginia estava invicto há sete jogos e mesmo assim Kentucky encontrou um jeito de vencer.

    Sinceramente, fazia tempo que eu não via um jogo de basquete feminino universitário tão emocionante quanto esse. E vocês, acham que Kentucky tem chances reais contra Texas, ou foi só uma noite mágica mesmo?