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  • Cavs vence Grizzlies mas sofre RECORDE histórico de 3 pontos

    Cavs vence Grizzlies mas sofre RECORDE histórico de 3 pontos

    Cara, o Cleveland tá numa pegada estranha esse ano. Ganha o jogo contra o Memphis — terceira vitória seguida — mas toma um banho de bola de três que entrou pra história da NBA. Os Grizzlies acertaram 29 arremessos de 3 pontos em 59 tentativas. Vinte e nove! É empate do recorde histórico da liga.

    Sinceramente, eu não sei se rio ou choro com esse Cavs. O time tá jogando bem ofensivamente, tem jogadores aparecendo do nada pra salvar a pátria, mas a defesa de perímetro… meu amigo, tá um buraco.

    Keon Ellis simplesmente resolveu jogar basquete

    O grande destaque mesmo foi o Keon Ellis. O cara teve 48 horas absurdas — primeiro destruiu Indiana acertando 3 de 7 do perímetro, e ontem fez 16 pontos com mais três bombas só no primeiro tempo contra Memphis.

    Mas olha, o que mais me impressionou foi ver o Ellis atacando a cesta. Teve uma jogada que ele saiu da linha de fundo e mandou uma enterrada de lado que até eu fiquei de boca aberta. O técnico do Memphis pediu tempo na hora — eu faria a mesma coisa, não vou mentir.

    Esse cara tá mostrando um lado que a gente nem sabia que existia. Ele sempre foi bom no perímetro e roubando bola, mas agora tá usando essa envergadura toda pra atacar também. Multifacetado assim que é bom.

    Jarrett Allen com os dribles mais filthy do ano

    O Allen… cara, quando esse monstro tá em quadra tudo fica mais fácil. E ontem ele mostrou por que é o coração desse Cavs.

    A jogada da noite foi uma por trás das costas que terminou numa enterrada violenta. Um pivô de 2,08m fazendo isso. Absurdo demais. E não foi só essa — ele teve um toco sensacional no primeiro tempo que virou assistência pro próprio Allen fazer a cesta com falta sofrida.

    É isso que faz a diferença. Allen não é só o cara que pega rebote e faz a cesta fácil — ele consegue criar as próprias jogadas quando precisa.

    Os heróis improváveis voltaram

    Nae’Qwan Tomlin e Craig Porter Jr. foram fundamentais no começo da temporada quando o Cavs tava patinando. Depois meio que ficaram esquecidos no banco, mas ontem… voltaram com tudo.

    O Tomlin foi uma máquina no rebote — 4 ofensivos e 9 no total. Aquela energia que salvou o Cleveland nos primeiros meses. O cara simplesmente não aceita um não como resposta, vai atrás de toda bola.

    Já o Porter Jr. continua sendo esse fenômeno da natureza. O comentarista da ESPN chegou a chamar ele de “pequeno Wemby” — olha, é loucura falar isso, mas… será que tá tão errado assim? O cara tem 1,85m e pega rebote que nem um garrafão, teve 2 tocos e 2 roubadas ontem.

    Porter é tipo um pivô preso no corpo de armador. Diferentão, mas funciona.

    Agora me falem uma coisa: vocês acham que esse Cavs consegue manter esse ritmo ofensivo se não resolver a defesa de três pontos? Porque 29 bolas de três do adversário é coisa de maluco, gente. Memphis era apenas o 21º melhor time no perímetro da liga — e fez isso.

    É vitória, mas com gosto de preocupação. Esse buraco na defesa vai cobrar a conta nos playoffs, tenho certeza.