Tag: Klay Thompson

  • Mitchell coloca Allen acima de Klay Thompson: ‘Game 7 JA é superior’

    Mitchell coloca Allen acima de Klay Thompson: ‘Game 7 JA é superior’

    Cara, o Donovan Mitchell simplesmente soltou uma bomba que tá dividindo a galera da NBA. Quando perguntaram se o Jarrett Allen no jogo 7 era melhor que o famoso “Game 6 Klay”, o cara nem piscou: “Game 7 JA, né mano. Ele tá 2 por 2!”

    E olha, não vou mentir — o argumento faz sentido.

    O fenômeno “Game 6 Klay” vs “Game 7 JA”

    Todo mundo conhece a lenda do Klay Thompson no jogo 6 contra o Thunder em 2016. O maluco meteu 41 pontos e cravou 11 bolas de três (recorde na época) pra salvar os Warriors da eliminação. Foi épico, absurdo, um daqueles momentos que a gente nunca esquece.

    Mas o Allen? O cara tá construindo sua própria lenda nos jogos 7. Contra o Detroit agora: 23 pontos, 7 rebotes. Contra o Toronto na primeira rodada: 22 pontos, 19 rebotes. Sabe quantos caras conseguiram fazer 22 pontos e 19 rebotes num jogo 7 desde 1996? Seis. SEIS! Allen tá dividindo essa lista com monstros como Jokić, Giannis, Kevin Garnett, Dirk e Mutombo.

    Por que Mitchell tem razão

    Sinceramente? Eu tô com o Mitchell nessa. O Klay foi sensacional naquele jogo 6, mas fazer isso DUAS VEZES em jogos 7 — os mais tensos que existem — é de outro mundo. Game 7 não perdoa, mano. É tudo ou nada, e o Allen simplesmente aparece quando mais precisa.

    E o Cleveland tá voando! Depois de passar pelo Detroit de lavada (125-94), o time tá nas finais do Leste. Será que o “Game 7 JA” vai precisar aparecer de novo? Porque pelo jeito que as coisas andam, eu não duvidaria nada.

    Vocês acham que o Mitchell exagerou na comparação ou o Allen realmente merece esse hype todo? Uma coisa é certa: se rolar outro jogo 7 e ele entregar mais uma performance dessas, aí não vai ter discussão mesmo.

  • Warriors com a 11ª pick: Dunleavy vai ‘explorar tudo’ no Draft

    Warriors com a 11ª pick: Dunleavy vai ‘explorar tudo’ no Draft

    Olha, depois de amarrar o Steve Kerr por mais dois anos, agora é que a coisa fica interessante mesmo para o Mike Dunleavy e os Warriors. E o cara tem uma baita decisão pela frente: o que fazer com essa 11ª pick do Draft 2026?

    “É uma pick de loteria, e numa draft forte dessas, a gente pode conseguir um jogador muito bom”, disse o GM. “Mas vamos olhar tudo. Se aparecer oferta pela pick, pra subir, descer, ou trocar por um veterano que pode ajudar, com certeza vamos analisar.”

    A memória do Klay e a pressão do momento

    Dunleavy não tá inventando moda quando fala que já teve sucesso com a 11ª pick antes. Foi exatamente nessa posição que os Warriors pescaram o Klay Thompson em 2011 — e cara, que pescada foi essa, né?

    Mas sinceramente, a situação hoje é bem diferente. O Curry tá chegando nos 37 anos, o Draymond também não é mais um pivete, e Golden State sabe que não pode ficar esperando um rookie desenvolver por 2-3 anos. O negócio é agora ou nunca.

    Por isso que o Yaxel Lendeborg, de Michigan, tá sendo cotado como favorito. Com 24 anos, o cara já vem mais “pronto” que a maioria dos calouros. Faz sentido, né?

    A tentação das mega trocas

    E aí que fica interessante. Segundo informações do Brett Siegel, os Warriors provavelmente vão trocar essa pick mesmo. E quando você junta ela com o resto do capital de draft que eles têm… meu amigo, dá pra sonhar alto.

    Imagina só: Giannis? Kawhi Leonard? Ou apostas menores como Michael Porter Jr. ou Trey Murphy? Dunleavy foi esperto e não entregou nada, mas deixou a porta aberta: “Sempre temos capital de draft pra estar na conversa.”

    Eu, particularmente, acho que eles vão mesmo por uma troca. Não faz sentido desperdiçar os últimos anos do Curry apostando numa loteria de rookie — por melhor que seja o draft.

    O dilema eterno: presente vs futuro

    Se resolverem ficar com a pick mesmo, aí vem outro papo: draftar pra agora ou pra depois? Porque cara, são filosofias completamente diferentes.

    Um Nate Ament do Tennessee pode ter um teto altíssimo, mas vai precisar de tempo. Já o Lendeborg pode contribuir desde o primeiro dia, mas talvez não tenha o mesmo potencial explosivo.

    Como o próprio Kerr falou, eles querem “construir uma fundação mais sólida pra próxima temporada que vai durar por anos”. Traduzindo: não querem só pensar no agora, mas também não podem ignorar a janela do Curry.

    E vocês, acham que os Warriors devem apostar alto numa troca ou ir com calma no Draft mesmo? Eu tô curioso pra ver como essa história vai acabar.

  • Dwight Powell virou prefeito dos Mavs e eu tô adorando

    Dwight Powell virou prefeito dos Mavs e eu tô adorando

    Olha, quando você tem uma temporada que nem a dos Dallas Mavericks, você meio que desiste de ficar olhando tabela e começa a procurar outros motivos pra acompanhar o time. E cara, eu achei o motivo perfeito: Dwight Powell.

    Sério, esse cara virou tipo o prefeito não-oficial de Dallas — e não sou eu que tô falando isso, foi o próprio Klay Thompson que soltou essa no Instagram dos Mavs algumas semanas atrás. Mas vou te contar por que isso faz todo sentido.

    O cara que conhece Dallas de verdade

    Teve um vídeo dos caras falando sobre restaurantes favoritos. A galera toda falando de steakhouse perto do American Airlines Center, coisa básica mesmo. Aí vem o Powell e manda um “Uchi” na lata. Mano, o cara SABE onde tá a boa em Dallas. Conhece a cidade de verdade, não fica só na zona de conforto dos restaurantes óbvios.

    Powell tá em Dallas desde 2015, cara. É disparado o jogador há mais tempo no elenco dos Mavs. Já viu de tudo por lá — menos um título, que por pouco não rolou em 2024. O homem é praticamente uma instituição texana a essa altura.

    E olha, eu nem quero saber de estatística dele não. Plus/minus, percentual de arremesso, essas paradas todas… deixa pra lá. O que importa é o POWELL rating, e esse tá lá em cima.

    Vibes que salvam a temporada

    Porque vamos combinar: essa temporada dos Mavericks não tá sendo sobre vitórias mesmo. Não vai ter playoffs, não vai ter heroísmo no fim de jogo. Nem aquele 41-41 que te dá uma esperancinha pro ano que vem.

    Mas sabe o que tem? Diversão. O Cooper Flagg mostrando que pode ser superstar (inclusive com um jogo de 50 pontos recentemente — absurdo). Os caras da G League subindo e fazendo a festa, mesmo sendo inconsistentes. E principalmente, tem o Powell ali segurando as pontas do astral.

    É isso que eu curto no basquete às vezes. Quando o time não tá ganhando, pelo menos que seja gente boa de acompanhar. E Powell é exatamente isso — o cara que mantém o clima leve, que conhece a cidade, que tá ali há uma década criando cultura.

    Vocês acham que existe jogador mais “vibe” que o Powell nessa liga? Eu sinceramente duvido. O homem é tipo aquele amigo que sempre sabe onde ir, sempre tá de bom humor, sempre faz a galera se sentir em casa.

    Pode não ser o maior cestinha do mundo, mas como prefeito dos Mavs? Disparado o melhor da história.