Tag: Knicks

  • Knicks levam surra dos Hornets e sequência invicta vai pro espaço

    Knicks levam surra dos Hornets e sequência invicta vai pro espaço

    Cara, eu não esperava isso. Depois de sete vitórias seguidas, os Knicks foram pra Charlotte e tomaram uma surra daquelas dos Hornets: 114-103. E não foi só o placar — foi o jeito que perderam que dói.

    A defesa que vinha sendo a número 1 da NBA desde janeiro simplesmente desapareceu. Os Hornets correram mais, jogaram mais físico e deixaram os nova-iorquinos comendo poeira no Madison… quer dizer, no Spectrum Center.

    Kon Knueppel está virando problema sério

    Esse moleque Kon Knueppel meteu 25 pontos e acertou 6 de 10 bolas de três. Sinceramente? Tô começando a achar que ele pode roubar o Rookie of the Year do Cooper Flagg mesmo. O garoto tá jogando demais.

    E não foi só ele não. Quatro caras dos Hornets fizeram pelo menos 17 pontos cada. O time de Charlotte acertou 53% dos arremessos gerais e 39% das bolas de três. Absurdo.

    Mas sabe o que mais me incomodou? Os Knicks perderam no rebote por 43 a 24. Quarenta e três a vinte e quatro! Como que um time que quer brigar pelo título leva essa lavada no garrafão?

    Brunson sozinho não resolve

    Jalen Brunson até tentou — fez 26 pontos e 13 assistências —, mas depois do primeiro quarto espetacular, ele meio que sumiu. E o Karl-Anthony Towns? Meu deus, só 22 minutos em quadra, 8 arremessos e 13 pontos. Pelo segundo jogo consecutivo, ficou de fora do quinteto decisivo.

    Josh Hart resumiu bem: “Eles jogaram como se tivessem saído de um canhão”. E é isso mesmo. Os Hornets entraram pilhados desde o primeiro minuto e não deram sossego.

    O mais frustrante é que os Knicks vinham de uma sequência destruindo times mais fracos — a maioria com campanha negativa. Aí na primeira pedreira de verdade, tomaram um banho de bola.

    Hornets viraram candidatos reais aos playoffs

    E olha só a situação: foi a primeira vez desde 2001 que Knicks e Hornets se enfrentaram tão tarde na temporada com ambos acima de 50% de aproveitamento. Charlotte está com 39-34, empatado com o Miami na oitava colocação do Leste.

    Com LaMelo Ball voltando a jogar no nível que a gente conhece e esse Knueppel meteendo bala, os Hornets viraram candidatos sérios a uma vaga nos playoffs. Cinco vitórias consecutivas não é brincadeira.

    Agora os Knicks (48-26) vão enfrentar Oklahoma City e Houston nessa sequência fora de casa. Se jogarem como jogaram ontem, vai ser complicado. E vocês, acham que essa derrota foi só um tropeço ou revelou problemas mais sérios no time de Nova York?

  • Hart quer fatia da expansão: ‘Jogadores merecem parte dos US$ 10 bi’

    Hart quer fatia da expansão: ‘Jogadores merecem parte dos US$ 10 bi’

    Olha, o Josh Hart dos Knicks soltou uma que deixou todo mundo pensando. O cara quer que os jogadores ganhem uma fatia das taxas de expansão da NBA — e sinceramente? Faz sentido pra caramba.

    A situação é a seguinte: lá em março, os 30 donos de franquias da NBA bateram o martelo de forma unânime. Vão abrir o processo de licitação para duas novas franquias — Las Vegas e Seattle. E quando digo que vai rolar grana, é MUITA grana mesmo. Estamos falando de aproximadamente US$ 10 bilhões por franquia.

    “A gente precisa de uma fatia disso”

    Hart não foi com rodeios: “A gente precisa ganhar uma parte disso”. E cara, pensando bem, o argumento dele não é absurdo não. Afinal, são os jogadores que colocam o show na quadra, que fazem a liga valer esses bilhões todos.

    Na minha visão, essa expansão só é possível porque a NBA virou um fenômeno global — e quem construiu isso? Os caras que suam a camisa (literalmente) todas as noites. Desde o Magic e Bird nos anos 80, passando pelo Jordan, até chegar nos LeBron, Curry e companhia de hoje.

    É meio como se você ajudasse a construir uma casa e na hora de vender por um valor astronômico, só o dono embolsasse tudo. Complicado, né?

    Knicks tropeçam contra Charlotte

    Falando em Hart, o cara até que jogou bem na derrota por 114-103 para o Charlotte Hornets. Fez 16 pontos, 7 rebotes, 5 roubos de bola e 4 assistências. Jalen Brunson liderou com 26 pontos e 13 assistências — esse garoto é um monstro mesmo.

    Os Knicks estão com 48-26 na temporada, segurando a terceira posição no Leste. Nada mal, mas dá pra melhorar. O próximo teste é contra o Oklahoma City Thunder, e vai ser interessante ver como eles reagem.

    A discussão só começou

    Hart levantou uma questão que provavelmente vai render muito papo nos bastidores. Com a próxima negociação do acordo coletivo sempre no horizonte, esse tipo de demanda pode ganhar força.

    E vocês, o que acham? Os jogadores merecem mesmo uma parte dessa grana toda da expansão? Ou os donos têm razão em embolsar tudo, já que assumem os riscos financeiros?

    Uma coisa é certa: com Las Vegas e Seattle chegando, a NBA vai ficar ainda mais interessante. E essa discussão sobre divisão de receitas promete esquentar os debates entre liga e sindicato dos jogadores.

  • Hornets acabam com sequência de 7 vitórias dos Knicks: chuva de 3s

    Hornets acabam com sequência de 7 vitórias dos Knicks: chuva de 3s

    Cara, tinha que ser assim mesmo. Os Knicks estavam voando — sete vitórias seguidas, todo mundo falando que finalmente tinham achado o ritmo, e aí… BAM. Charlotte aparece e mete 16 bolas de três em 41 tentativas. Dezesseis! É para acabar com qualquer festa.

    A derrota por 114-103 foi daquelas que doem porque você sabe que podia ter sido diferente. O time esteve na briga a partida toda, mas quando o adversário não erra de fora, não tem jeito.

    Brunson fez a parte dele, mas não foi suficiente

    Jalen Brunson foi o que sempre é: um monstro. 26 pontos, 13 assistências, carregando o time nas costas como se fosse uma mochila escolar. O cara simplesmente não desiste nunca — toda vez que os Hornets abriam vantagem, lá estava ele fazendo aquelas bandejas impossíveis e distribuindo passes milimétricos.

    OG Anunoby também fez a sua, especialmente de três (5/9 da linha), mas quando você tem um rookie como Kon Knueppel fazendo 26 pontos, 11 rebotes e 8 assistências na sua cara… é complicado. E o pior: o moleque acertou 9 de 14 arremessos. Novato fazendo veterano chorar.

    A chuva de Charlotte foi implacável

    LaMelo Ball e Brandon Miller cada um com 4 bolas de três. Coby White saindo do banco e metendo 12 pontos em 9 minutos no primeiro tempo. Sinceramente, não sei se era mais talento ou se os Knicks acordaram com o pé esquerdo na defesa de perímetro.

    O mais frustrante? Nova York conseguiu diminuir para 10 pontos nos minutos finais, mas aí Charlotte respondeu com mais três pontos e uma enterrada do Miller que calou qualquer esperança do Garden. Esse tipo de derrota que deixa gosto amargo porque você viu que tinha chances.

    Agora é virar a página rápido. No domingo tem Oklahoma City — os atuais campeões da NBA. E aí, vocês acham que os Knicks conseguem se recuperar dessa pancada ou vão entrar desconfiados contra o Thunder?

    Uma coisa eu sei: essa sequência de 7 vitórias mostrou que esse time tem potencial. Perder faz parte, principalmente quando o adversário acerta tudo de três. O importante é não deixar uma derrota virar duas.

  • Knicks embalados, mas agora vem o teste de verdade

    Knicks embalados, mas agora vem o teste de verdade

    Olha, eu preciso ser sincero com vocês: essa sequência de sete vitórias seguidas dos Knicks tá bonita no papel, mas… será que é tão impressionante assim?

    Os caras de Nova York estão embalados mesmo, não dá pra negar. Sete jogos seguidos ganhando antes de encarar uma sequência pesada na estrada. Mas aqui que a coisa fica interessante — todos esses sete triunfos vieram contra times com campanha negativa. Todos mesmo!

    Vitórias “fáceis” demais?

    Seis dessas vitórias foram contra times com pelo menos 23 derrotas a mais que vitórias. A única exceção? Os Warriors, mas sem Curry e sem Draymond Green. Ou seja, praticamente um time reserva.

    O Josh Hart falou uma coisa que faz sentido depois da vitória sobre os Pelicans na terça: “Times bons ganham os jogos que devem ganhar”. Verdade. Mas agora vem a parte complicada da temporada.

    E vocês sabem como é — na NBA qualquer um pode te pegar desprevenido numa noite qualquer. Mas fazer isso contra times fracos é uma coisa, fazer contra os monstros da liga é outra completamente diferente.

    Calendário de fogo pela frente

    Quinta-feira já começa o teste de verdade contra os Hornets, que tão voando baixo — 22 vitórias em 28 jogos recentes. Isso é coisa de time que quer brigar sério pelos playoffs.

    Depois vem o Thunder, atual campeão da NBA, e ainda por cima com o Jalen Williams de volta. Lembram quando os Knicks perderam apertado pra Oklahoma City no início do mês? Pois é, agora vai ser com time completo.

    Na sequência tem os Rockets (que ninguém quer enfrentar agora) e só então um respiro contra os Grizzlies, que tão fazendo uma temporada pra esquecer.

    Sinceramente? Esse vai ser o momento da verdade. Os Knicks tão brigando pela segunda colocação no Leste com os Celtics — diferença mínima na classificação. Uma sequência boa aqui pode garantir vantagem de mando na primeira rodada dos playoffs.

    Hart admitiu que tá de olho na tabela: “Talvez um pouquinho. Ainda é meio cedo, tem vários times próximos. Daqui a quatro ou cinco jogos eu vou olhar melhor”.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter o ritmo contra adversários de verdade? Porque uma coisa é certa: playoff é outro campeonato, e chegar embalado faz toda a diferença.

  • Knicks encarando os Pelicans: cuidado com Zion e Murray!

    Knicks encarando os Pelicans: cuidado com Zion e Murray!

    Olha, teoricamente é um jogo tranquilo pros Knicks hoje à noite. 47 vitórias contra 25 — parece moleza no papel, né? Mas quem acompanha basquete sabe que essas partidas podem ser pegadinhas do cacete.

    O New York recebe o New Orleans no Madison Square Garden, e sinceramente, acho que o pessoal de NY não pode vacilar nem um segundo. Os Pelicans podem estar com campanha sofrível na temporada (25-47, praticamente eliminados), mas esse time tem umas peças que podem explodir a qualquer momento.

    Zion tá voando alto

    O moleque Zion Williamson fez 30+ pontos no último confronto entre essas equipes. Trinta pontos, gente! O cara é um monstro físico que quando pega embalo, não tem defesa que segure. Aqueles 129 kg voando em direção ao garrafão é um terror pra qualquer defensor.

    E não é só o Zion não. Dejounte Murray voltou há uns 10 jogos e já tá dando aquela balançada no time. O cara tem 1,96m de puro talento no perímetro — arremesso de 3, penetração, assistência. Quando ele tá bem, os Pelicans viram outro time completamente.

    Knicks não podem bobear

    Na minha visão, esse é exatamente o tipo de jogo que pode dar zebra. Time bem colocado (os Knicks estão brigando por posicionamento no Leste) contra time já eliminado mas com jogadores de qualidade individual. Quantas vezes a gente não viu isso dar ruim?

    Os Knicks precisam desses pontos pra melhorar ainda mais a posição na conferência. Cada vitória conta nessa reta final, e perder em casa pra um time como os Pelicans seria um baque psicológico bem complicado.

    E aí, vocês acham que vai ser tranquilo mesmo ou pode rolar surpresa? Eu fico sempre desconfiado quando vejo esses confrontos ‘fáceis’ no papel. O basquete é isso aí — qualquer dia pode ser o dia de alguém explodir e fazer um jogaço histórico.

    A bola sobe às 19h30 (horário de Brasília) no Madison Square Garden. Vai passar na MSG Network e NBA TV pros gringos — aqui no Brasil a galera vai ter que se virar nos streams mesmo. Só não postem link ilegal nos comentários, galera. Sejam estrelas brilhantes da humanidade, como eles falam por lá!

  • Knicks a 0,5 jogo dos Celtics: ‘Isso manda um recado bem claro’

    Knicks a 0,5 jogo dos Celtics: ‘Isso manda um recado bem claro’

    Olha só que loucura: os Knicks estão a meio jogo dos Celtics pela 2ª posição no Leste. MEIO JOGO! Quem diria que veríamos isso em 2026, né?

    Mas nem tudo são flores em Nova York. Landry Shamet vai ficar fora do segundo jogo consecutivo por conta de uma contusão no joelho direito (“contusão do planalto tibial”, para ser mais técnico). E o Deuce McBride continua se recuperando da cirurgia de hérnia.

    Mike Brown elogia Mikal Bridges

    Mike Brown não poupou elogios ao Mikal Bridges, que anda recebendo algumas críticas injustas ultimamente:

    “Ele mostrou repetidas vezes que é um jogador de alto nível. Já estive com muitos jogadores que passaram por altos e baixos durante a temporada. E ele trabalha muito duro. Ele se importa em um nível alto. Normalmente, quando você tem essa combinação de um veterano que produziu da forma que ele produziu na NBA, isso tende a levar a bons resultados, eventualmente.”

    E cara, eu concordo 100% com o Brown. O pessoal às vezes esquece que o Bridges foi o cara principal no Brooklyn por um ano e meio. Agora ele tem um papel diferente — menos jogadas desenhadas para ele, mas ainda essencial pro sistema.

    Josh Hart defende o companheiro

    Josh Hart também saiu em defesa do Bridges, e olha que argumento:

    “Ele está fazendo o que foi pedido para ele fazer. Quando você é um cara que por um ano e meio no Brooklyn Nets foi o número 1 e tinha jogadas desenhadas para ele… ano passado, ele não teve muitas jogadas para ele. Este ano, ele provavelmente tem ainda menos. Obviamente há uma barreira mental que ele precisa superar.”

    Sinceramente? Hart tem razão. Se pedissem pro Bridges arremessar 15 vezes por jogo, ele seria eficiente e faria isso numa boa. Mas não é isso que o time precisa dele agora.

    E sobre o Zion Williamson, que os Knicks enfrentam hoje? Hart foi direto: “Ele é um fenômeno da natureza. Digo isso com todo respeito. Quando ele está focado, é um dos 15 ou 20 melhores jogadores da liga, se não melhor.”

    O recado de Jordan Clarkson

    Agora a parte mais interessante. Mike Brown falou sobre Jordan Clarkson estar dando exemplo pro time todo:

    “Você está falando do ex-Sexto Homem do Ano — isso deveria dizer a qualquer um e a todos que se ele pode lidar com isso tão profissionalmente quanto ele faz, então qualquer um neste time deveria conseguir lidar. Dos minutos aos arremessos, seja lá o que for. Isso deveria definitivamente mandar um recado bem claro para todo mundo.”

    Monstro de profissionalismo, esse Clarkson. Se um cara que já ganhou prêmio de Sixth Man consegue aceitar menos minutos e menos arremessos pelo bem do time, qualquer jogador no elenco pode fazer o mesmo.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter esse ritmo e brigar pela 2ª posição? Com essa mentalidade de equipe e profissionalismo, eu tô começando a acreditar mesmo nesse time. Vai ser um final de temporada absurdo no Leste!

  • Celtics e Knicks brigando pela 2ª posição no Leste – Detroit líder

    Celtics e Knicks brigando pela 2ª posição no Leste – Detroit líder

    Olha, tá ficando quente essa briga pelo segundo lugar no Leste! Os Celtics levaram uma surra dos Timberwolves (102-92) no domingo, enquanto os Knicks meteram 145 nos Wizards. Resultado? Boston tem apenas meio jogo de vantagem sobre Nova York na corrida pela segunda posição.

    E o pior (ou melhor, dependendo do seu time) é que os Celtics têm um teste absurdo na quarta: vão enfrentar o atual campeão Oklahoma City Thunder. Se perderem, os Knicks podem muito bem assumir a liderança.

    Detroit mandando no Leste

    Uma coisa que tá chamando atenção é o Detroit Pistons liderando o Leste com folga – 4 jogos e meio de vantagem sobre Boston e com o tiebreaker já garantido. Sinceramente, quem diria que veríamos os Pistons como cabeça de chave número 1? O basquete é lindo demais.

    Na minha opinião, essa temporada tá sendo uma das mais malucas dos últimos anos. Os Pistons que eram piada há pouco tempo agora estão dominando a conferência.

    Oeste mais disputado que nunca

    No Oeste, o Thunder (56-15) e os Spurs (53-18) já garantiram vaga nos playoffs, mas a briga pelo resto das posições tá insana. Os Lakers estão bem na terceira colocação, mas do quarto lugar pra baixo é praticamente um empate – Rockets, Nuggets e Timberwolves separados por detalhes.

    O que mais me impressiona é ver o Golden State Warriors lutando só pela décima posição. Curry e companhia vão ter que suar muito pra conseguir uma vaga no play-in.

    E aí, pessoal – vocês acham que os Celtics conseguem segurar a segunda posição? Ou os Knicks vão conseguir a ultrapassagem? Com apenas algumas semanas restantes da temporada regular (que termina em 12 de abril), cada jogo agora vale ouro.

    Uma coisa é certa: essa reta final promete muita emoção, principalmente com esses confrontos diretos que ainda vão rolar. Quem viver, verá!

  • Os 20 negócios mais loucos da NBA: sucessos e fracassos do ano

    Os 20 negócios mais loucos da NBA: sucessos e fracassos do ano

    Olha, todo ano é a mesma coisa na NBA. Os times fazem centenas de trocas, contratações e negócios malucos, e a gente fica aqui tentando entender quem acertou e quem se deu mal. Com a temporada 2025-26 chegando ao fim, chegou a hora de dar uma olhada nos extremos — os 10 melhores e os 10 piores negócios desde as Finals do ano passado.

    José Alvarado nos Knicks — que contratação genial

    Cara, quando os Knicks pegaram o José Alvarado no meio da temporada (só custou o Dalen Terry, duas escolhas de segunda rodada e uns trocados), todo mundo sabia que ia dar liga. E deu mesmo! O cara tem um net rating de +11.8 quando está em quadra — o melhor do time todo. Absurdo.

    O problema agora é que o técnico Mike Brown vai ter que quebrar a cabeça pra montar a rotação dos playoffs. Tem guardar pra caramba no elenco, e ainda tem o Miles McBride voltando de cirurgia. Mas uma coisa é certa: a galera do Madison Square Garden vai enlouquecer com o Alvarado.

    Warriors acertaram em cheio com De’Anthony Melton

    Esse aqui é interessante. O Melton sempre foi daqueles caras que os números avançados amam, mas na temporada passada só jogou 6 jogos por causa de uma lesão no joelho. Os Warriors foram espertos: usaram o salário dele numa troca no meio da temporada, depois trouxeram de volta por apenas $3,1 milhões.

    Desde que voltou em dezembro, o cara tem sido um dos melhores coadjuvantes da liga. Com ele em quadra, Golden State tem +6.0 de net rating — segundo melhor do time, só atrás do Jimmy Butler III (sim, ele foi parar lá também).

    A questão é: as esperanças dos Warriors nos playoffs dependem do Stephen Curry, que tá fora desde janeiro com problema no joelho. Se o Curry voltar, o Melton vai ser a dupla perfeita pra ele no backcourt.

    San Antonio fez bonito com Luke Kornet

    Quando não tá escrevendo no blog dele (sim, o cara tem blog), o Kornet é exatamente o que você quer num reserva de centro. Veio do título de 2024 e assinou por 4 anos, $40,7 milhões com os Spurs. E tá encaixando perfeitamente atrás do Victor Wembanyama.

    Vocês sabem como é: a diferença entre ganhar um título ou cair cedo nos playoffs pode estar justamente em conseguir se manter competitivo quando o craque descansa. Os Nuggets que o digam, sempre sofrendo quando o Jokić sai de quadra.

    Sinceramente, acho que os Spurs fizeram um negócio cirúrgico. Ter alguém confiável pra dar folga pro Wemby pode ser decisivo na pós-temporada. É aquela história: não precisa ser espetacular, só precisa não entregar o ouro pro adversário.

    E aí, pessoal, qual desses negócios vocês acham que vai fazer mais diferença nos playoffs?