Tag: Lakers vs Thunder

  • Thunder manda recado claro: trio principal não sai por nada

    Thunder manda recado claro: trio principal não sai por nada

    Olha, depois daquela eliminação dolorosa contra o San Antonio Spurs em sete jogos, muita gente começou a especular sobre mudanças no Thunder. Mas parece que o Sam Presti mandou um recado bem direto pro resto da liga: Shai Gilgeous-Alexander, Jalen Williams e Chet Holmgren não saem de Oklahoma City. Ponto final.

    “A mensagem que Oklahoma City está passando é que eles não vão mexer no núcleo”, disse o Brian Windhorst no Get Up da ESPN. “Vocês podem escolher não acreditar se quiserem, mas eles dizem que vão tentar de novo com o mesmo grupo.”

    E sinceramente? Faz todo sentido. Por que você desmancharia um time que chegou nas semis de conferência sendo tão jovem?

    A pressão em cima do Chet

    O que mais me chamou atenção foi toda essa discussão sobre o futuro do Holmgren. Cara, o moleque de 22 anos teve uma série ruim contra o Wembanyama e já querem trocar ele? Isso é muito exagero na minha opinião.

    Claro, quando você vê que o Giannis pode estar disponível no mercado (que ainda é só especulação), é natural pensar “puxa, será que não seria melhor ter o Greek Freak pra enfrentar o Wemby?”. Mas trocar um jovem talento que acabou de fazer seu primeiro All-NBA Team e ficou em segundo no DPOY? Meio maluco isso aí.

    O Chet está começando agora um contrato de cinco anos e US$ 239.2 milhões – 25% do salary cap. É muita grana, mas é o preço que você paga por um jogador diferenciado que mal completou duas temporadas na liga.

    Jalen Williams também blindado

    E não é só o Chet não. O Jalen Williams também está no mesmo barco – mesmo contrato de cinco anos e US$ 239.2 milhões. Se ele tivesse conseguido uma vaga no All-NBA Team desta temporada, o valor subiria pra incríveis US$ 287 milhões. Quase 50 milhões a mais!

    O Thunder claramente acredita nesse trio. E olha, não é pra menos. SGA já é um dos melhores armadores da liga, Jalen Williams tem um potencial absurdo nos dois lados da quadra, e o Chet… bem, uma série ruim não apaga tudo que ele fez de bom.

    Vocês acham que o Thunder está certo em manter essa base toda junta? Ou será que uma mudança radical seria melhor pra competir com times como o Spurs agora que o Wembanyama está evoluindo? Eu acho que paciência é a chave aqui. Esse núcleo ainda tem muito o que mostrar.

  • 4 peças que o Thunder precisa manter até 2026 (e uma me preocupa)

    4 peças que o Thunder precisa manter até 2026 (e uma me preocupa)

    Olha, o Thunder tá numa situação interessante. Acabaram de conquistar o título (sim, estamos falando do futuro aqui) e agora o Sam Presti precisa montar um quebra-cabeças financeiro que daria dor de cabeça em qualquer GM da liga. Com os contratos máximos do Chet Holmgren e Jalen Williams entrando em vigor, a coisa vai apertar — e muito.

    A questão não é só sobre talento. É sobre matemática pura: como manter esse núcleo competitivo sem quebrar o banco e cair naquela armadilha do luxury tax que deixa qualquer dono de franquia nervoso?

    Isaiah Hartenstein é prioridade absoluta

    Cara, eu não canso de falar: o I-Hart foi uma das contratações mais certeiras dos últimos anos. Especialmente nas finais do Oeste contra o Wemby e os Spurs — que dupla defensiva absurda ele fez com o Chet!

    O Thunder teve a melhor defesa da liga por dois anos consecutivos, e não é coincidência. Hartenstein tem team option de $28.5 milhões para 2026-27, mas seria burrice esperar ele virar agente livre restrito. Estende logo esse cara por 3 anos e resolve o garrafão de vez.

    Na minha opinião, perder o Hartenstein seria um erro que custaria outro título. Vocês acham que dá pra achar outro pivô dessa qualidade no mercado?

    Cason Wallace: o jovem que virou problema bom

    Mano, esse moleque é diferente. 22 anos, All-Defensive Second Team na terceira temporada, quinto lugar em roubadas de bola da liga (1.9 por jogo). Os números falam por si só.

    Mas aqui tá o dilema: Wallace pode custar até $108 milhões nos próximos anos, segundo o Keith Smith da Spotrac. É muito dinheiro pra um cara que ainda tá aprendendo a carregar o ataque — embora na defesa ele já seja monstro.

    “A eficiência dele caiu conforme o papel cresceu”, disse Smith. E faz sentido. Mas sinceramente? No Thunder ele não precisa carregar time nenhum. Ele só precisa ser esse pitbull defensivo que já é e ir melhorando aos poucos no ataque.

    O dilema do Chet pós-Game 7

    Ninguém vai esquecer daqueles 4 pontos horríveis no jogo 7 das finais do Oeste. Eu mesmo fiquei com raiva na hora. Mas também não dá pra esquecer que 2025-26 foi a temporada de explosão do Chet: primeiro All-Star, primeiro All-NBA, e parte fundamental da melhor defesa que eu já vi o Thunder jogar.

    O cara tem 23 anos e já mostrou que pode ser cornerstone de um time campeão. Óbvio que vai ficar — a questão é quanto vai custar e se o Presti consegue encaixar as peças financeiramente.

    Olha, eu entendo a pressão do Sam Presti. Ter que escolher entre manter todo mundo e não quebrar o orçamento é o tipo de problema que todo GM gostaria de ter, mas que também tira o sono. Uma coisa eu tenho certeza: se conseguir manter esses quatro até 2026, o Thunder vai continuar sendo candidato ao título por muito tempo.

  • Playoffs da NBA explodem na audiência – 28 anos pra isso!

    Playoffs da NBA explodem na audiência – 28 anos pra isso!

    Gente, os números que saíram dos playoffs deste ano são ABSURDOS. A NBA não via uma audiência dessas há 28 anos – desde 1998, pra vocês terem ideia. E olha que estamos falando de uma época onde tinha Michael Jordan ainda jogando.

    O jogo 7 entre Spurs e Thunder pela final do Oeste foi o grande responsável por essa loucura. 17,7 milhões de pessoas assistindo no pico da audiência. Dezessete milhões e setecentas mil! Eu mesmo tava grudado na TV, e pelo visto não fui o único.

    Thunder x Spurs: o show que todo mundo queria ver

    A série toda entre San Antonio e Oklahoma City teve média de 10,8 milhões de telespectadores por jogo. É a final de conferência mais assistida em 24 anos, cara. E faz todo sentido – Victor Wembanyama indo pras Finais pela primeira vez, Thunder com aquele time jovem e talentoso…

    O mais louco é que só os jogos 1 e 7 foram realmente emocionantes. Os do meio foram meio mornos, sem mudanças de liderança no segundo tempo. Mas quando importava, os dois times entregaram o show.

    Enquanto isso no Leste, os Knicks simplesmente atropelaram Cleveland numa varredura que só foi interessante no jogo 1, quando Nova York ganhou na prorrogação. Depois disso foi passeio.

    Nova York nas Finais – fazia tempo!

    Agora vem a cereja do bolo: Knicks x Spurs nas Finais. Nova York não chegava numa decisão desde 1999 – coincidência ou não, foi justamente contra San Antonio naquela época. Eu tinha 12 anos e lembro até hoje do Tim Duncan destruindo tudo.

    O que mais me impressiona é que estamos falando do maior mercado dos EUA (Nova York) contra uma franquia histórica com o fenômeno francês. Wemby nas Finais, mano! O cara de 2,24m que joga como se fosse um armador.

    A média geral dos playoffs foi de 5,3 milhões de espectadores por jogo, considerando todas as emissoras (ABC, ESPN, NBC, Peacock e Prime Video). É muita gente assistindo basquete, e isso só mostra como a liga tá em alta.

    Vocês acham que as Finais vão bater algum recorde histórico? Com essa expectativa toda e os dois mercados envolvidos, eu não duvido de nada. O basquete tá voltando a ser mainstream nos EUA, e que venham mais jogos como esses!

  • SGA vai fazer lobby pro Thunder manter Dort — e a conta vai ser salgada

    SGA vai fazer lobby pro Thunder manter Dort — e a conta vai ser salgada

    Olha, parece que o Shai Gilgeous-Alexander não tá de brincadeira quando o assunto é manter o elenco do Thunder unido. Segundo fontes da ESPN, o astro canadense planeja fazer uma pressãozinha nos bastidores pra que a diretoria mantenha Luguentz Dort na próxima temporada. E cara, isso pode custar uma fortuna.

    Dort tem uma opção de equipe de 18,2 milhões de dólares pro ano que vem — valor que já não é brincadeira. Mas aqui entre nós: depois de ver o que esse cara faz defensivamente, até que não é tão absurdo assim. O problema é que agora tem o Cason Wallace despontando como uma possível substituição mais barata na mesma posição.

    A química canadense que ninguém quer perder

    O mais interessante é que publicamente o SGA sempre disse que não ia dar pitaco nas decisões de elenco pro Sam Presti. Mas quando se trata do Dort? Aí é outra história. Os dois são os veteranos da casa — chegaram praticamente juntos e construíram uma parceria que vai além da quadra.

    E vamos combinar: Dort não é qualquer um defensivamente. O cara gruda nos melhores pontuadores da liga como chiclete. Lembro dele marcando o Luka Dončić e deixando o esloveno maluco em alguns jogos. Essa química defensiva entre ele e o resto do elenco jovem do Thunder é uma das bases do sucesso da equipe.

    A conta que vai fazer o Thunder chorar

    Agora vem a parte que dói no bolso. A folha salarial só do trio SGA, Jalen Williams e Chet Holmgren vai saltar de 58,5 milhões esta temporada pra 123,8 milhões na próxima. Em 2027-28? Prepara o coração: 150,8 milhões só nesses três caras.

    Com a folha total projetada em 250,5 milhões pro ano que vem, o Thunder vai passar longe do segundo patamar do luxury tax. A multa pode passar dos 200 milhões de dólares. É muito dinheiro, gente. Muito mesmo.

    O detalhe é que Dort trocou de agente e agora tá com o Mike George da Klutch Sports — o que geralmente significa que o jogador não vai aceitar qualquer migalha. Ele quer ser valorizado, e com razão.

    Depois da eliminação dolorosa pro San Antonio no Game 7, Dort deixou claro que quer ficar no Thunder. E pelo visto, o SGA tá disposto a bater o pé pra que isso aconteça. Vocês acham que vale a pena essa aposta financeira toda?

  • Caruso virou peça intocável no Thunder — e olha que custou caro!

    Caruso virou peça intocável no Thunder — e olha que custou caro!

    Gente, o Alex Caruso realmente se tornou o cara no Thunder. E olha que eu não esperava isso quando eles trocaram o Josh Giddey por ele em junho passado. Parecia meio arriscado na época, mas cara… que acerto absurdo foi esse.

    Segundo fontes da liga, o Caruso agora é considerado uma peça intocável nos planos de longo prazo do Oklahoma City. Intocável mesmo, viu? Mesmo com toda a pressão financeira que vem por aí — e olha que vai ser pesada.

    A conta não fecha, mas o Caruso fica

    Vamos aos números que dão um pouco de desespero: Shai Gilgeous-Alexander, Jalen Williams e Chet Holmgren ganharam 58,5 milhões de dólares juntos nesta temporada. Na próxima? Vai pular para 123,8 milhões. Em 2027-28 serão 150,8 milhões só esses três. Isso sem contar uma possível extensão do Cason Wallace.

    O Thunder vai desembolsar uns 250,5 milhões em salários na próxima temporada — muito acima do segundo limiar e com uma taxa de luxo que pode passar dos 200 milhões. É dinheiro pra caramba, pessoal.

    Mas sabe o que é interessante? Mesmo com toda essa pressão nos custos, o Caruso não tá na lista de possíveis cortes. O cara provou seu valor durante os playoffs, tanto em liderança quanto em quadra.

    Playoff que mostrou o valor do veterano

    Olha só: o Thunder terminou como primeiro colocado no Oeste pela terceira temporada seguida (que consistência absurda), mas caiu pro Spurs em sete jogos. E adivinha quem foi o segundo melhor jogador da série depois do SGA? Exato, o Caruso.

    O veterano de 31 anos tá no segundo ano de um contrato de quatro anos e 81 milhões de dólares. No começo parecia caro demais pra um cara que sempre foi mais um complemento. Mas a real é que ele trouxe exatamente o que o Thunder precisava: defesa de elite, veterania e aquela mentalidade vencedora.

    Depois da eliminação, o próprio Caruso disse publicamente que quer ficar em Oklahoma City. E pelo jeito, o sentimento é recíproco. Vocês acham que ele consegue ajudar o Thunder a finalmente passar dos playoffs no ano que vem?

    Na minha opinião, foi uma das melhores trocas da última offseason. O Giddey tem potencial, mas o Caruso trouxe algo que não se ensina: experiência e winning mentality. E isso não tem preço.

  • Thunder vai atrás do Giannis? Rivais da NBA não acreditam nisso

    Thunder vai atrás do Giannis? Rivais da NBA não acreditam nisso

    Olha, depois daquela eliminação dolorosa pro Spurs no jogo 7 das finais do Oeste, todo mundo ficou pensando: será que o Thunder vai fazer alguma loucura nessa offseason? E a pergunta que não quer calar é se eles vão tentar buscar o Giannis Antetokounmpo.

    Mas calma aí. Segundo o Marc Stein, que conversou com vários executivos da liga, ninguém acredita que o Sam Presti vá fazer uma jogada tão dramática assim. E sinceramente? Faz sentido.

    O estilo Presti de fazer negócios

    Quem acompanha o Thunder sabe que o Presti não é de fazer loucuras. O cara é metódico, calculista — não é à toa que conseguiu montar esse elenco absurdo que temos hoje. Lembram como ele pegou o Shai Gilgeous-Alexander? Foi se aproveitando da burrada do Clippers há sete anos atrás.

    Como o próprio Stein falou, “fazer uma resposta tão drástica a uma série de playoffs — por mais decepcionante que tenha sido — simplesmente não é o estilo Thunder de ser”. E eu concordo 100%. Não é o DNA da franquia.

    Mas será que não precisam de uma mexida?

    Por outro lado, cara, aquele Spurs só vai melhorar daqui pra frente. E vamos ser sinceros: o Chet Holmgren, mesmo sendo um monstro, mostrou algumas limitações naquela série. Será que não precisam de um upgrade em alguma posição?

    O Giannis, obviamente, resolveria qualquer problema ofensivo que eles tenham. Mas aí vem a questão: vale a pena desmontar o que já tá funcionando? Ainda mais considerando que o Greek Freak vem com um histórico de lesões que preocupa.

    E vocês, o que acham? O Thunder deveria ir com tudo atrás do Giannis ou manter a filosofia de crescimento orgânico? Na minha opinião, eles já têm uma base sólida demais pra arriscar tudo numa jogada só.

    O mercado de trocas abre ainda este mês, então logo logo vamos saber se o Presti vai manter a linha ou se vai nos surpreender. Mas pelos sinais que tão vindo, parece que a calma vai continuar sendo a marca registrada do Thunder.

  • SGA vai lutar para manter Lu Dort no Thunder? Amizade pode falar mais alto

    SGA vai lutar para manter Lu Dort no Thunder? Amizade pode falar mais alto

    Olha, eu não sei vocês, mas essa situação do Lu Dort no Thunder tá me deixando bem curioso. Depois daquela eliminação dolorosa pros Spurs nas finais da Conferência Oeste, todo mundo ficou se perguntando: quem fica e quem sai em Oklahoma City?

    E o nome do Dort tá rolando como possível moeda de troca. Cara que foi HERÓI na corrida ao título do ano passado, agora tá sendo questionado depois de praticamente sumir na série contra San Antonio. Sam Presti, aquele GM que não tem dó na hora de trocar ídolo da torcida, pode estar pensando em usar o Dort pra buscar uma estrela comprovada.

    A amizade canadense pode fazer a diferença

    Mas tem um detalhe interessante nessa história toda. O Shai Gilgeous-Alexander pode ser a tábua de salvação do Dort. Os dois são amigões de longa data — jogaram juntos na seleção do Canadá e desenvolveram uma química absurda dentro e fora de quadra.

    Segundo o Tim MacMahon, da ESPN, o SGA disse publicamente que não ia se meter nas decisões do Presti (chamou o cara de “melhor GM da história”, imagina). Mas por baixo dos panos? A história pode ser diferente.

    “Me disseram que o Shai estava sendo um pouco esperto ali”, revelou MacMahon. “Ele vai pelo menos lembrar o Sam Presti e a diretoria do Thunder o quanto valoriza ter o Lu Dort como companheiro de equipe.”

    Dort realmente decepcionou tanto assim?

    Vamos ser sinceros: o desempenho do Dort contra os Spurs foi de partir o coração. Médias de apenas 4.2 pontos por jogo, minutos reduzidos drasticamente… Para um cara que sempre foi conhecido pela defesa impecável e energia contagiante, foi meio decepcionante mesmo.

    Mas será que vale a pena se desfazer de um jogador que conhece o sistema, tem química com o astro da equipe e já provou que pode aparecer nos momentos grandes? Na minha opinião, seria precipitação demais.

    O Thunder tem uma base jovem incrível, e a continuidade pode ser mais valiosa do que uma troca arriscada. Além disso, se o SGA realmente der uma cutucadinha no Presti — mesmo que sutilmente —, pode ser o suficiente para manter essa dupla canadense junta.

    E aí, vocês acham que a amizade vai falar mais alto ou o Presti vai fazer mais uma de suas famosas trocas bombásticas?

  • SGA aceita desafio do Canadá: compromisso de 3 anos ou nada

    SGA aceita desafio do Canadá: compromisso de 3 anos ou nada

    Olha, essa notícia do Shai Gilgeous-Alexander me surpreendeu de forma positiva. O craque do Thunder acabou de se comprometer com a seleção canadense para um ciclo completo de três anos — Copa do Mundo de 2027 e Olimpíadas de 2028. E não é só ele não, galera.

    O técnico Gordie Herbert e o GM Rowan Barrett bolaram uma regra que eu acho genial: ou você se compromete com os três anos inteiros, ou simplesmente não joga. Chega de aparecer só quando dá vontade, né?

    A nova filosofia canadense

    “Antes a gente dizia: vamos pegar nossos melhores jogadores para jogar. Não é suficiente”, disse Herbert. Cara, que mudança de mentalidade! É isso que falta em muitas seleções — compromisso real, não só aparição pra foto.

    O SGA vai ter companhia boa: Lu Dort (que é uma máquina defensiva), RJ Barrett e Dillon Brooks também toparam o desafio. Agora imagina esse time com três anos pra se entender… Monstro!

    As ausências que doem

    Mas nem tudo são flores. Jamal Murray e Andrew Wiggins, dois nomes pesados, ficaram de fora. Murray principalmente me surpreendeu — o cara que foi fundamental no título do Denver não quis se comprometer? Complicado.

    Sinceramente, acho que o Canadá tá fazendo a coisa certa. Olha o que aconteceu com eles na última Copa do Mundo — bronze! E isso com um time que mal tinha tempo pra treinar junto. Agora imagina com três anos de preparação…

    Vocês acham que essa estratégia de “tudo ou nada” vai funcionar? Eu tô torcendo pra ver esse Canadá nas Olimpíadas de Los Angeles. Com SGA comandando, pode dar zebra!

  • Spurs tinham a receita contra o Thunder: estatística absurda explica tudo

    Spurs tinham a receita contra o Thunder: estatística absurda explica tudo

    Cara, eu ainda tô processando essa estatística que saiu após a eliminação do Oklahoma City Thunder pelo San Antonio Spurs na final do Oeste. Prepara o coração porque o número é de doer: o Thunder fez 71-14 contra o resto da NBA na temporada, mas contra os Spurs? 4-8. Quatro vitórias em doze jogos.

    Pensa comigo — San Antonio foi responsável por 36,4% de TODAS as derrotas do Thunder na temporada regular. Oito das 22 derrotas vieram contra os Spurs. É ou não é absurdo?

    O pesadelo começou cedo

    A coisa começou mal logo no início da temporada. Os Spurs quebraram uma sequência de 16 vitórias consecutivas do Thunder (recorde da franquia) ainda na semifinal da Copa da NBA. Sinceramente, eu já sabia que ia dar ruim quando vi aquilo acontecer.

    E não parou por aí. San Antonio ganhou mais duas antes de Oklahoma City conseguir UMA vitória em janeiro. Aí em fevereiro? Spurs de novo por cima. Era impressionante como esse time jovem de San Antonio simplesmente tinha a fórmula pra parar o Thunder.

    Game 7 sem peças importantes

    No jogo 7 da final do Oeste, o Thunder jogou sem Jalen Williams (lesão no posterior da coxa) e Ajay Mitchell (panturrilha). Os dois só jogaram três partidas cada na série toda — é muito handicap pra uma decisão dessa magnitude.

    Mas olha, não dá pra usar isso como desculpa total não. O próprio Shai Gilgeous-Alexander admitiu que os Spurs foram superiores no jogo 7 e que o Thunder precisa evoluir. Maturidade do cara, reconhecer isso.

    Vocês acham que essa pode ser o início de uma rivalidade clássica? Porque 12 jogos entre os times em uma temporada é muita coisa. E com os Spurs voltando pras finais pela primeira vez desde 2014, quando levaram o título…

    O que mais me impressiona é como um time tão jovem quanto o de San Antonio conseguiu ter a compostura pra eliminar um candidato real ao título. A experiência de playoffs não era grande, mas na hora H souberam jogar a pressão toda pro Thunder.

    É aquela velha história da NBA — manter-se no topo é mais difícil que chegar lá. Apenas sete times na história conseguiram bicampeonatos consecutivos. E pelos números mostram, o Thunder vai ter que descobrir como jogar contra os Spurs se quiser sonhar com o título no futuro.

  • Spurs mostrou que talento supera experiência na decisão do Game 7

    Spurs mostrou que talento supera experiência na decisão do Game 7

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu nesse Game 7. Os Spurs fecharam a série contra os Thunder e, sinceramente, essa história de “time muito jovem” já era pra ter morrido faz tempo.

    Olha, eu entendo a preocupação com a inexperiência — é natural quando você vê o Castle errando uns passes no final ou o Harper perdendo bola em momento crucial. Mas, mano, esse time tem algo que muitos veteranos não têm: coragem de jogar sem medo.

    A maturidade que ninguém esperava

    O que mais me impressiona é como eles mantiveram a compostura quando tudo poderia ter desmoronado. Thunder encostou no placar várias vezes nos minutos finais, e qualquer time jovem normal teria entrado em pânico. Esses caras? Não. Respiraram fundo e continuaram jogando.

    E tem uma coisa que eu venho pensando: será que a temporada passada não foi justamente o ano de “experiência” que eles precisavam? Mesmo sem os playoffs por causa da trombose do Wembanyama, eles sentiram na pele o gosto amargo de perder. A final da NBA Cup também ensinou muita coisa.

    O Wemby já chegou com bagagem da Europa e das Olimpíadas. O Castle veio de um título universitário em UConn. Esses caras sabem o que é pressão, só que em outros lugares.

    Talento fazendo a diferença quando importa

    Mas vamos ser honestos — eles ainda cometem erros de juventude. Aquela roubada de bola do Dort no Castle no último ataque foi de dar nervoso em qualquer torcedor dos Spurs. E o Harper? Algumas decisões duvidosas ali no finalzinho.

    A diferença é que esse time tem talento suficiente pra compensar essas falhas. Luke Kornet apareceu com um toco salvador. Os rebotes ofensivos nos momentos certos. E o Fox mostrando experiência ao cometer aquela falta inteligente pra organizar a defesa — jogada que passou batido pra muita gente mas foi genial.

    Vocês viram o discurso do Mitch Johnson no vestiário depois do jogo? Aquilo ali mostra o nível de maturidade emocional desse grupo. É um time que não tem medo de ninguém, nem do momento.

    A experiência veio correndo atrás

    Agora me digam uma coisa: depois de eliminar os atuais campeões, alguém ainda pode falar de inexperiência? Eles já passaram por tanta coisa nessa temporada que vale por várias temporadas regulares de alguns times por aí.

    Lesão do astro principal? Sobreviveram. Time que foi finalista recentemente? Derrubaram. Campeões defendendo o título? Mandaram pra casa. Se isso não é experiência, eu não sei o que é.

    Na minha opinião, a juventude deles agora é mais uma vantagem do que problema. Energia física pra aguentar uma campanha longa nos playoffs, atletismo que deixa qualquer adversário no sufoco, e — mais importante — a coragem de tentar coisas que times veteranos não tentariam por medo de errar.

    Claro, eles ainda vão fazer besteira. Mas qual time não faz? A diferença é que esses caras aprenderam a não ficar remoendo os erros e seguir jogando com confiança. E com esse nível de talento individual, isso é uma receita perigosa pra qualquer adversário.